{"id":29884,"date":"2021-03-01T16:33:21","date_gmt":"2021-03-01T19:33:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=29884"},"modified":"2025-07-02T04:30:23","modified_gmt":"2025-07-02T07:30:23","slug":"onde-ha-baleia-ha-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/onde-ha-baleia-ha-vida\/","title":{"rendered":"Onde h\u00e1 baleia, h\u00e1 vida"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;Al\u00e9m de fertilizar os oceanos com seu coc\u00f4, a esp\u00e9cie contribui no combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-medium caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"490\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/22af9722-gp049d7_web_size.jpg\" alt=\"Baleia azul pigmeu (Balaenoptera musculus brevicauda) na superf\u00edcie das \u00e1guas 250 milhas a oeste de Maputo, Mo\u00e7ambique.\" class=\"wp-image-29885\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/22af9722-gp049d7_web_size.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/22af9722-gp049d7_web_size-300x184.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/22af9722-gp049d7_web_size-768x470.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/22af9722-gp049d7_web_size-510x312.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Baleia azul pigmeu na superf\u00edcie das \u00e1guas, 250 milhas a oeste de Maputo, Mo\u00e7ambique. Registro feito durante expedi\u00e7\u00e3o do navio do Greenpeace, Rainbow Warrior, no Oceano \u00cdndico, para expor a sobrepesca. (2012)  \u00a9 Paul Hilton \/ Greenpeace <\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Qual a primeira ideia que te vem \u00e0 mente quando ouve falar sobre baleias? Que elas s\u00e3o gigantes? Lindas e majestosas? \u00c9 comum terem seu tamanho comparado com \u00f4nibus de dois andares, m\u00faltiplos de elefantes e at\u00e9 mesmo com dinossauros. Mas sabe de uma coisa? Nem todas s\u00e3o t\u00e3o gigantes quanto o maior exemplar que a sua mem\u00f3ria pode lembrar.&nbsp;<\/p>\n\n<p>E que tal se voc\u00ea rever essa primeira ideia e espalhar por a\u00ed uma not\u00edcia um pouco mais curiosa sobre as gigantes do mar? Por exemplo, que elas s\u00e3o muito, mas muito importantes para o equil\u00edbrio da vida no planeta! Que s\u00e3o fundamentais para o combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas! Siga essa hist\u00f3ria e torne um papo sobre baleias bem mais interessante.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Para come\u00e7o de conversa&#8230;<\/strong><\/p>\n\n<p>Para come\u00e7o de conversa, vamos esclarecer sobre essa quest\u00e3o do tamanho. Primeiro de tudo, a gente quer te apresentar as baleias azuis pigmeias (essa da foto acima). Elas s\u00e3o uma subesp\u00e9cie tropical da baleia azul, costumam ter cerca de metade do peso total de uma baleia azul da Ant\u00e1rtica e crescem at\u00e9 cerca de 24 metros, em oposi\u00e7\u00e3o aos 30 metros da sua maior parente. Inclusive, at\u00e9 poucos anos atr\u00e1s, <a href=\"https:\/\/hypescience.com\/encontrada-baleia-que-acreditava-se-extinta-ha-2-milhoes-de-anos\/\">acreditava-se que as pigmeias haviam sido extintas<\/a>, a ponto de terem sido consideradas um \u201cf\u00f3ssil vivo\u201d, que \u00e9 o nome informal que se d\u00e1 a um ser vivo que tem caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas semelhantes a algum f\u00f3ssil conhecido.<\/p>\n\n<p>Mas por que estamos falando sobre isso? Porque a descoberta de que h\u00e1 muitas subesp\u00e9cies de baleias \u00e9 relativamente recente. E quando percebemos que um tipo de baleia (ou qualquer outro animal) \u00e9 composto por subesp\u00e9cies separadas, percebemos rapidamente que eles correm mais risco do que se fossem uma grande popula\u00e7\u00e3o. Cada uma tem um papel \u00fanico e fundamental para o equil\u00edbrio do ambiente e da vida no planeta. Suas rotas, local de alimenta\u00e7\u00e3o e de reprodu\u00e7\u00e3o s\u00e3o \u00fanicos, e qualquer impacto precisa ser avaliado.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Muitas delas, especialmente as grandes como as baleias azuis, foram aniquiladas pela ca\u00e7a comercial nos s\u00e9culos 19 e 20, e s\u00f3 agora estamos entendendo o tamanho do impacto desta perda para o oceano como um todo. Segundo a ci\u00eancia, ainda falta muito pra gente saber sobre as baleias do mundo &#8211; de seus h\u00e1bitos de reprodu\u00e7\u00e3o \u00e0s suas comunica\u00e7\u00f5es e cultura &#8211; e a descoberta de novas subesp\u00e9cies e esp\u00e9cies ainda est\u00e1 acontecendo.<\/p>\n\n<p><strong>Continuando a conversa, uma outra revela\u00e7\u00e3o&#8230;<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n<p>Ao mesmo tempo que as baleias s\u00e3o incr\u00edveis por si s\u00f3,&nbsp; elas tamb\u00e9m s\u00e3o hero\u00ednas no combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e em manter nossos oceanos mais cheios de vida. Sabe como? <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/podcast\/as-arvores-somos-nozes-16-por-que-o-coco-da-baleia-importa\/\">Pasmem, atrav\u00e9s do coc\u00f4<\/a>. Como uma esp\u00e9cie de adubo, o coc\u00f4 desses gigantes mam\u00edferos carrega nutrientes riqu\u00edssimos pelos mares e permite que outros seres vivam bem.<\/p>\n\n<p>Assista o v\u00eddeo e saiba mais:<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<lite-youtube style=\"background-image: url('https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/XBwNpIrqRUU\/hqdefault.jpg');\" videoid=\"XBwNpIrqRUU\" params=\"rel=0\"><\/lite-youtube>\n<\/div><\/figure>\n\n<p>Apesar da import\u00e2ncia que elas t\u00eam no equil\u00edbrio da vida, sobreviver no fundo do mar n\u00e3o anda nada f\u00e1cil. Al\u00e9m das enormes ilhas de pl\u00e1stico, elas e todas as outras esp\u00e9cies enfrentam tamb\u00e9m o aumento da acidez da \u00e1gua, uma vez que os oceanos absorvem grande parte das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono que v\u00eam se multiplicando com a queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis, e absorvem tamb\u00e9m cerca de 93% do calor produzido pelas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa.<\/p>\n\n<p>Em defesa da vida marinha, a gente segue falando sobre a import\u00e2ncia da esp\u00e9cie, da biodiversidade, da prote\u00e7\u00e3o dos oceanos, das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e assim tentamos aproximar cada vez mais as pessoas, do mar. E desta vez, fazemos isso tamb\u00e9m de um jeito leve e divertido. Em parceria com o Mundo Bita, no final desta semana, lan\u00e7amos uma aventura que vai (re)aproximar as crian\u00e7as da import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o dos oceanos.<\/p>\n\n<p class=\"has-text-color has-background has-grey-10-color has-blue-background-color\"><strong>Breve hist\u00f3rico<\/strong> <br>Em 1986 &#8211; gra\u00e7as a uma quantidade esmagadora de apoio p\u00fablico &#8211; a ca\u00e7a comercial \u00e0s baleias foi proibida em todo o mundo. Agora, a coopera\u00e7\u00e3o global \u00e9 urgente novamente para criar uma rede de santu\u00e1rios oce\u00e2nicos para proteger as baleias e sua casa. O navio do Greenpeace Arctic Sunrise viajou para o Oceano \u00cdndico para documentar as amea\u00e7as que nossos oceanos enfrentam e pressionar os governos para proteg\u00ea-los.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Al\u00e9m de fertilizar os oceanos com seu coc\u00f4, a esp\u00e9cie contribui no combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas <\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":29885,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[64,3],"tags":[6,27],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-29884","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-oceanos","category-proteja-a-natureza","tag-clima","tag-oceanos","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29884","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29884"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29884\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58660,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29884\/revisions\/58660"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29885"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29884"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=29884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}