{"id":33735,"date":"2021-09-16T12:46:37","date_gmt":"2021-09-16T15:46:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=33735"},"modified":"2023-01-12T15:25:48","modified_gmt":"2023-01-12T18:25:48","slug":"marco-temporal-alexandre-de-moraes-pede-vista-e-julgamento-e-suspenso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/marco-temporal-alexandre-de-moraes-pede-vista-e-julgamento-e-suspenso\/","title":{"rendered":"Marco Temporal: Alexandre de Moraes pede vista e julgamento \u00e9 suspenso"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Antes da suspens\u00e3o, ministro Nunes Marques votou a favor da tese ruralista<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/09\/a3f43ba6-20210910_rafaelvilela_660a5155-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-33738\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/09\/a3f43ba6-20210910_rafaelvilela_660a5155-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/09\/a3f43ba6-20210910_rafaelvilela_660a5155-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/09\/a3f43ba6-20210910_rafaelvilela_660a5155-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/09\/a3f43ba6-20210910_rafaelvilela_660a5155-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/09\/a3f43ba6-20210910_rafaelvilela_660a5155-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/09\/a3f43ba6-20210910_rafaelvilela_660a5155.jpg 2000w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Mais de 5 mil lideran\u00e7as estiveram em Bras\u00edlia no in\u00edcio de setembro de 2021 para a II Marcha das Mulheres Ind\u00edgenas<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Rafael Vilela<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>O julgamento da tese do marco temporal no Supremo Tribunal Federal (STF), um dos momentos mais importantes da hist\u00f3ria para os povos ind\u00edgenas e para a sociedade brasileira, ganhou novos cap\u00edtulos na tarde desta quarta (15).&nbsp;<\/p>\n\n<p>Na ocasi\u00e3o, <strong>o ministro Alexandre de Moraes pediu vista e com isso o julgamento foi suspenso por tempo indeterminado.<\/strong> Antes dele, o ministro K\u00e1ssio Nunes Marques proferiu seu voto a favor do marco temporal e contra os direitos dos povos origin\u00e1rios.<\/p>\n\n<p>Antes do pedido de vista, o placar do julgamento estava 1&#215;1. Na semana passada, o relator da mat\u00e9ria, <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/a-forca-das-mulheres-ancestrais-durante-a-marcha-das-mulheres-indigenas-relator-vota-contra-o-marco-temporal\/\">o ministro Edson Fachin, votou contra o marco temporal<\/a> e a favor dos direitos origin\u00e1rios dos ind\u00edgenas brasileiros. Ontem \u00e0 tarde, <strong>num voto controverso e completamente alinhado aos interesses do agroneg\u00f3cio, Nunes Marques votou a favor da tese.<\/strong><\/p>\n\n<p><strong>Pr\u00f3ximos passos<\/strong><\/p>\n\n<p><strong>Com o pedido de vista, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de quando o julgamento ser\u00e1 retomado no plen\u00e1rio do STF. <\/strong>A sess\u00e3o desta quarta foi acompanhada presencialmente por 150 ind\u00edgenas, de 10 povos distintos, que foram para a frente do pr\u00e9dio da Suprema Corte em Bras\u00edlia (DF) entoar o grito dos ind\u00edgenas brasileiros: #MarcoTemporalN\u00e3o!\u00a0<\/p>\n\n<p>O pedido de vista ocorre quando o ministro ainda n\u00e3o tem uma opini\u00e3o formada sobre a mat\u00e9ria que est\u00e1 sendo apreciada e pede mais tempo para refletir a respeito e formar o seu ju\u00edzo. <strong>Para que volte a ser analisada no plen\u00e1rio do STF, Alexandre de Moraes deve devolver o processo e o ministro presidente da Corte (atualmente, Luiz Fux) deve colocar o assunto em pauta novamente. <\/strong>O regimento interno afirma que o ministro tem 30 dias para devolver o processo, mas esse prazo geralmente \u00e9 descumprido.<\/p>\n\n<p><strong>Tese equivocada<\/strong><\/p>\n\n<p>O\u00a0 julgamento do Recurso Extraordin\u00e1rio (RE) 1.017.365 trata de um pedido de reintegra\u00e7\u00e3o de posse movido pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Santa Catarina contra a comunidade Xokleng da Terra Ind\u00edgena Ibirama-L\u00e3 Kl\u00e3n\u00f5, tamb\u00e9m habitada por comunidades Guarani e Kaingang. Esse julgamento teve repercuss\u00e3o geral reconhecida pela Corte. Isso significa que <strong>a decis\u00e3o tomada neste caso ter\u00e1 consequ\u00eancias para todos os povos e terras ind\u00edgenas do Brasil. Ela definir\u00e1, portanto, o futuro dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas do pa\u00eds.\u00a0<\/strong><\/p>\n\n<p>O marco temporal&nbsp; defende, de maneira equivocada, que os direitos ind\u00edgenas come\u00e7aram com a promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal &#8211; em 5 de outubro de 1988 &#8211; e que, portanto, as demarca\u00e7\u00f5es s\u00f3 valeriam para as terras que estivessem sob posse&nbsp; e ocupa\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas nesta data.<\/p>\n\n<p>Diversos <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/marco-temporal-o-nome-elegante-do-genocidio\/\">especialistas afirmam, no entanto, que essa tese \u00e9 inconstitucional<\/a>, por ir contra o artigo 231 da pr\u00f3pria Constitui\u00e7\u00e3o Federal, que estabelece de maneira muito clara os <strong>\u201cdireitos origin\u00e1rios\u201d dos povos ind\u00edgenas \u2013 ou seja, seus direitos s\u00e3o anteriores \u00e0 pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o de nosso Pa\u00eds ou do Estado Brasileiro.<\/strong><\/p>\n\n<p>Al\u00e9m disso, ela desconsidera as diversas viol\u00eancias \u00e0s quais os povos ind\u00edgenas brasileiros t\u00eam sido submetidos ao longo da hist\u00f3ria: assassinatos, chacinas, genoc\u00eddios, remo\u00e7\u00f5es for\u00e7adas e surtos de doen\u00e7as. <strong>N\u00e3o \u00e0 toa, a tese do marco temporal \u00e9 apoiada apenas por ruralistas e atores interessados na explora\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria de territ\u00f3rios ind\u00edgenas.<\/strong><\/p>\n\n<p><strong>Povos amea\u00e7ados<\/strong><\/p>\n\n<p>Coordenador-jur\u00eddico da Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil (Apib), Eloy Terena contou que, com a suspens\u00e3o, quem mais sofre s\u00e3o as popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas que residem nos territ\u00f3rios.<\/p>\n\n<p>\u201cH\u00e1 diversos povos aguardando a demarca\u00e7\u00e3o de suas terras. S\u00e3o fam\u00edlias que moram nas beiras de estradas, nos fundos de fazendas. <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/apos-aprovacao-de-lei-que-reduziu-areas-protegidas-em-rondonia-ameacas-e-invasoes-aos-territorios-indigenas-se-intensificaram\/\">Elas est\u00e3o sendo amea\u00e7adas por invasores, fazendeiros<\/a>, que est\u00e3o usufruindo de maneira ilegal dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas. <strong>Esta indefini\u00e7\u00e3o sobre o assunto apenas d\u00e1 mais tempo para que esses criminosos continuem fazendo esse uso ilegal, para que eles sigam nessa pr\u00e1tica criminosa<\/strong>\u201d, explicou Eloy.<\/p>\n\n<p><strong>Sobre os votos<\/strong><\/p>\n\n<p>O voto do ministro Fachin contra o marco temporal, lido na semana passada, foi considerado uma vit\u00f3ria para o movimento ind\u00edgena: \u201c<strong>Autorizar, \u00e0 revelia da Constitui\u00e7\u00e3o, a perda da posse das terras tradicionais por comunidade ind\u00edgena, significa o progressivo etnoc\u00eddio de sua cultura, pela dispers\u00e3o dos \u00edndios integrantes daquele grupo<\/strong>, <strong>al\u00e9m de lan\u00e7ar essas pessoas em situa\u00e7\u00e3o de miserabilidade e acultura\u00e7\u00e3o<\/strong>, negando-lhes o direito \u00e0 identidade e \u00e0 diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao modo de vida da sociedade envolvente\u2026 N\u00e3o h\u00e1 seguran\u00e7a jur\u00eddica maior que cumprir a Constitui\u00e7\u00e3o\u201d, disse o ministro alguns dias atr\u00e1s.<\/p>\n\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o de Nunes Marques, por\u00e9m, foi bastante criticada. A advogada Samara Patax\u00f3, que tamb\u00e9m integra a assessoria jur\u00eddica da Apib, disse que Nunes Marques n\u00e3o trouxe nada de novo: \u201c<strong>O voto dele a favor do marco temporal era esperado. Ele trouxe basicamente o que os ruralistas defendem<\/strong>, foi contr\u00e1rio aos interesses ind\u00edgenas. \u00c9 algo que n\u00e3o nos surpreende, mas nos abala\u201d, disse Samara.<\/p>\n\n<p><strong>Direito de ser e existir<\/strong><\/p>\n\n<p>Segundo a porta-voz da Campanha Amaz\u00f4nia do Greenpeace, Carolina Mar\u00e7al, o marco temporal \u201cprop\u00f5e a legaliza\u00e7\u00e3o da expuls\u00e3o dos povos ind\u00edgenas de suas terras\u201d: \u201c<strong>Essa tese oficializa toda a viol\u00eancia, ataques e intimida\u00e7\u00f5es enfrentados historicamente pelos ind\u00edgenas<\/strong>, desprezando seu direito origin\u00e1rio aos territ\u00f3rios ancestrais\u201d.<\/p>\n\n<p>Carolina disse tamb\u00e9m que o marco temporal \u00e9, na pr\u00e1tica, uma nega\u00e7\u00e3o do direito de existir desses povos. \u201c<strong>Essa tese ignora um passado colonial que se arrasta dissimuladamente at\u00e9 hoje<\/strong>, marcado por uma disputa assim\u00e9trica pelos territ\u00f3rios, seus recursos\u00a0 e que reiteradamente resulta na viola\u00e7\u00e3o e expuls\u00e3o dos povos origin\u00e1rios de suas terras\u201d, afirmou.<\/p>\n\n<p><strong>O Greenpeace segue acompanhando o julgamento &#8211; quando quer que ele seja retomado &#8211; e se coloca ao lado dos povos ind\u00edgenas brasileiros na busca por seu direito de ser, existir e de manter seus territ\u00f3rios ancestrais<\/strong>.<\/p>\n<div data-render=\"planet4-blocks\/gallery\" data-attributes=\"{&quot;attributes&quot;:{&quot;gallery_block_title&quot;:&quot;II Marcha das Mulheres 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