{"id":34333,"date":"2021-10-05T18:05:23","date_gmt":"2021-10-05T21:05:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=34333"},"modified":"2022-04-25T10:29:43","modified_gmt":"2022-04-25T13:29:43","slug":"expedicao-amazonia-2021-fronteira-sul-do-desmatamento-volta-a-avancar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/expedicao-amazonia-2021-fronteira-sul-do-desmatamento-volta-a-avancar\/","title":{"rendered":"Expedi\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia 2021: fronteira sul do desmatamento volta a avan\u00e7ar"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Na Amaz\u00f4nia da expans\u00e3o \u201ca qualquer custo\u201d, acumulam-se hist\u00f3rias de viol\u00eancia, roubo e&nbsp; destrui\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"767\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/1e08100c-gado-em-fazenda_br-319-porto-velho_nilmar-lage-13-1024x767.jpg\" title=\"Gado na Amaz\u00f4nia\" alt=\"\" class=\"wp-image-34334\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/1e08100c-gado-em-fazenda_br-319-porto-velho_nilmar-lage-13-1024x767.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/1e08100c-gado-em-fazenda_br-319-porto-velho_nilmar-lage-13-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/1e08100c-gado-em-fazenda_br-319-porto-velho_nilmar-lage-13-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/1e08100c-gado-em-fazenda_br-319-porto-velho_nilmar-lage-13-1536x1151.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/1e08100c-gado-em-fazenda_br-319-porto-velho_nilmar-lage-13-2048x1535.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/1e08100c-gado-em-fazenda_br-319-porto-velho_nilmar-lage-13-1823x1366.jpg 1823w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/1e08100c-gado-em-fazenda_br-319-porto-velho_nilmar-lage-13-454x340.jpg 454w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Fazenda ao largo da BR-319, em Porto Velho (RO), faz limite com bordas de floresta e \u00e1reas rec\u00e9m-desmatadas (foto: Nilmar Lage\/Greenpeace) <\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Nossa passagem por Porto Velho (RO) foi r\u00e1pida e intensa, marcada por uma chuva em meio ao ver\u00e3o amaz\u00f4nico. A noite j\u00e1 tinha ca\u00eddo na cidade quando fizemos nossa \u00faltima entrevista na capital, com um extrativista que havia sido expulso de sua terra em favor do latif\u00fandio, de quem ouvi uma frase que ficou impressa na minha cabe\u00e7a: \u201cvoc\u00ea pode me entregar sua terra pelo valor que estamos pagando ou vai custar s\u00f3 R$ 4\u201d. O pre\u00e7o de uma bala.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Esse \u00e9 o retrato da viol\u00eancia atrelada ao modelo de desenvolvimento que impera historicamente na Amaz\u00f4nia, no qual o t\u00e3o sonhado progresso nunca chega de fato \u00e0s popula\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o, que acabam for\u00e7adas a abandonar sua terra e forma de subsist\u00eancia e migrar atr\u00e1s de qualquer nova \u201cpromessa de salva\u00e7\u00e3o\u201d. E s\u00e3o tantas promessas!<\/p>\n\n<p>Conversamos com pessoas que observam com preocupa\u00e7\u00e3o o avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio e da mais nova \u201cpromessa de desenvolvimento\u201d para a regi\u00e3o, a AMACRO &#8211; uma acr\u00f4nimo de Amazonas, Acre e Rond\u00f4nia. Uma vers\u00e3o \u201cprima\u201d do MATOPIBA (Maranh\u00e3o, Tocantins, Piaui e Bahia), um conhecido projeto criado para promover a expans\u00e3o agropecu\u00e1ria no Cerrado que tem devorado o bioma para dar lugar a agricultura de larga escala, deixando rastros de injusti\u00e7a e conflitos por onde passa.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Apesar de revestida com um vi\u00e9s de sustentabilidade, a AMACRO \u00e9 uma estrat\u00e9gia de \u201cdesenvolvimento\u201d regional pautado na Agropecu\u00e1ria, como a professora Amanda Michalski, ge\u00f3grafa, nos relatou ,onde as pol\u00edticas s\u00e3o voltadas para o agroneg\u00f3cio e n\u00e3o na pequena propriedade ou o extrativista. Na pr\u00e1tica, o desmatamento no sul do Amazonas tem se intensificado e o governo de Rond\u00f4nia <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/governador-de-rondonia-presenteia-invasores-com-areas-griladas\/\">reduziu recentemente Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o<\/a>, beneficiando grileiros, e liberou o garimpo no Rio Madeira &#8211; a\u00e7\u00f5es que seguem na contram\u00e3o da sustentabilidade.<\/p>\n\n<p>Uma das&nbsp; a\u00e7\u00f5es previstas dentro do escopo de investimentos p\u00fablicos para viabilizar a AMACRO, est\u00e1 a amplia\u00e7\u00e3o de infraestrutura, que facilita o avan\u00e7o da fronteira e vai aos poucos abrindo caminho para o agroneg\u00f3cio ir se consolidando cada vez mais no territ\u00f3rio. Uma das obras que comp\u00f5em o plano da Amacro \u00e9 o asfaltamento da BR-319.<\/p>\n\n<p>&nbsp;A preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 que ramais comecem a se estabelecer entre munic\u00edpios mais remotos e a rodovia, literalmente abrindo caminho para o desmatamento &#8211; justamente como acontece at\u00e9 hoje na mais incendi\u00e1ria fronteira do desmatamento da Amaz\u00f4nia, no Par\u00e1, <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/biodiversidade\/amazonia-e-sua-biodiversidade-sofrem-com-a-falta-de-protecao-de-florestas-publicas-no-para\/\">ao longo da BR-163<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n<p>H\u00e1 relatos de que dois desses ramais j\u00e1 est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o, um partindo de Tapau\u00e1 (AM) e outro de Canutama (AM), comunidade de Belo Monte (AM). Estamos falando de abrir acesso para uma parte quase intacta de florestas na Amaz\u00f4nia onde existe um grande estoque de carbono e de biodiversidade. Infelizmente, o Brasil at\u00e9 hoje n\u00e3o conseguiu executar obras de infraestrutura mitigando propriamente os impactos advindos desses projetos, vide o asfaltamento da rodovia BR-163 no Par\u00e1.\u00a0<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/4e8ade3d-area-queimada-ramal-km-12_labrea_nilmar-lage-29-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-34336\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/4e8ade3d-area-queimada-ramal-km-12_labrea_nilmar-lage-29-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/4e8ade3d-area-queimada-ramal-km-12_labrea_nilmar-lage-29-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/4e8ade3d-area-queimada-ramal-km-12_labrea_nilmar-lage-29-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/4e8ade3d-area-queimada-ramal-km-12_labrea_nilmar-lage-29-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/4e8ade3d-area-queimada-ramal-km-12_labrea_nilmar-lage-29-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/4e8ade3d-area-queimada-ramal-km-12_labrea_nilmar-lage-29-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>\u00c1rea rec\u00e9m-queimada, no ramal do km12 da BR-39, no munic\u00edpio de L\u00e1brea (AM). (foto: Nilmar Lage\/Greenpeace)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n<p>Em Humait\u00e1 e L\u00e1brea, j\u00e1 no sul do Amazonas, \u00e9 poss\u00edvel sentir a especula\u00e7\u00e3o no ar. A pacata sede municipal de L\u00e1brea, onde passa o rio Purus e o marco zero da rodovia Transamaz\u00f4nica, n\u00e3o vivenciava de perto o desmatamento e as queimadas (que tendem a se concentrar no sul do munic\u00edpio), mas isso tem mudado nos \u00faltimos anos. Inclusive fomos em uma \u00e1rea rec\u00e9m-desmatada que ainda estava queimando.&nbsp;<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/b4161961-labrea.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-34335\" width=\"449\" height=\"342\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/b4161961-labrea.png 637w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/b4161961-labrea-300x228.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/b4161961-labrea-447x340.png 447w\" sizes=\"auto, (max-width: 449px) 100vw, 449px\" \/><figcaption>Munic\u00edpio de L\u00e1brea, no sul do Amazonas (Google maps)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n<p>Ouvimos relatos de reconcentra\u00e7\u00e3o de terras em assentamentos pr\u00f3ximos, invas\u00f5es de terras ind\u00edgenas e algo curioso: o plano do munic\u00edpio de construir uma rodovi\u00e1ria e que recentemente novas linhas de \u00f4nibus se estabeleceram no munic\u00edpio, levando pessoas \u00e0 Manaus, Humait\u00e1 e para Porto Velho. Espera-se que o fluxo aumente em breve.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Em Humait\u00e1, conseguimos avistar algumas \u00e1reas sendo preparadas para soja, um tipo de interven\u00e7\u00e3o muito caracter\u00edstica, devido a retirada de todas as galhadas do solo para que o maquin\u00e1rio possa operar no terreno. Humait\u00e1 foi o primeiro munic\u00edpio do Amazonas a ter soja plantada e o avan\u00e7o do gr\u00e3o na regi\u00e3o, bem como no norte de Rond\u00f4nia tamb\u00e9m apareceu como uma preocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>No ciclo de mudan\u00e7a do uso da terra, a soja costuma ser o terceiro elemento. O in\u00edcio se d\u00e1 geralmente pela retirada predat\u00f3ria de madeira (que observamos bastante em Candeias do Jamari, em Rond\u00f4nia), depois as \u00e1reas s\u00e3o convertidas por alguns anos para pecu\u00e1ria (e dependendo do local permanece como pecu\u00e1ria mesmo) e depois que a terra estiver \u201camansada\u201d,\u00a0 a\u00ed entra a soja.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/6379a1f1-silo-para-estocagem-de-graos_humaita_nilmar-lage-2-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-34337\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/6379a1f1-silo-para-estocagem-de-graos_humaita_nilmar-lage-2-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/6379a1f1-silo-para-estocagem-de-graos_humaita_nilmar-lage-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/6379a1f1-silo-para-estocagem-de-graos_humaita_nilmar-lage-2-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/6379a1f1-silo-para-estocagem-de-graos_humaita_nilmar-lage-2-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/6379a1f1-silo-para-estocagem-de-graos_humaita_nilmar-lage-2-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/6379a1f1-silo-para-estocagem-de-graos_humaita_nilmar-lage-2-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>De Porto Velho (RO) \u00e0 L\u00e1brea (AM), obras de infraestrutura indicam que a soja ir\u00e1 avan\u00e7ar pela regi\u00e3o, ocupando \u00e1reas antes usadas como pastagem. (foto: Nilmar Lage\/Greenpeace)  <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n<p>Apesar de ter presenciado muitos relatos tristes e visto \u00e1reas rec\u00e9m-desmatadas e queimadas de perto, tamb\u00e9m conseguimos ver alguma luz no fim do t\u00fanel. Fomos conhecer quem est\u00e1 fazendo diferente, lutando por formas de desenvolvimento que convivem com a floresta e trazem um progresso perene. Te conto sobre isso no meu pr\u00f3ximo texto.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>At\u00e9 breve.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 faz parte da #BrigadaDigital? N\u00e3o sabe o que \u00e9?<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.br\/todos-pela-amazonia\">&nbsp;Ent\u00e3o entra aqui e vem com a gente!<\/a><\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.br\/todos-pela-amazonia\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ci4.googleusercontent.com\/proxy\/7x6supvkXQ1XU_4LUY18eD1bMbqp8IYUZCUsDORzLRWMzgtDE6XecauYquq6VjW7P29-DEvRHgv57n9Wtv_nPFoBNX5619JWeG2PkDgre1c1RR4_ESv8KtIGtsnvmJEfs_kMtyTaBnLYua9tDj1HdDhsR2ym_0zISgM2j6PT2E8bX_YulV9B6eci0Oo-=s0-d-e1-ft#https:\/\/www.greenpeace.org.br\/hs-fs\/hubfs\/footer-BrigadaDigital.png?width=1200&amp;upscale=true&amp;name=footer-BrigadaDigital.png\" alt=\"footer-BrigadaDigital\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Amaz\u00f4nia da expans\u00e3o \u201ca qualquer custo\u201d, acumulam-se hist\u00f3rias de viol\u00eancia, roubo e\u00a0 destrui\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":34334,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[46],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-34333","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-desmatamento","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34333","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34333"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34333\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34342,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34333\/revisions\/34342"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34334"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34333"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34333"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34333"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=34333"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}