{"id":34668,"date":"2021-10-26T09:30:00","date_gmt":"2021-10-26T12:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=34668"},"modified":"2021-12-01T09:29:23","modified_gmt":"2021-12-01T12:29:23","slug":"carne-e-soja-pressionam-a-terra-indigena-karipuna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/carne-e-soja-pressionam-a-terra-indigena-karipuna\/","title":{"rendered":"Carne e soja pressionam a Terra Ind\u00edgena Karipuna"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Aumento de 44% no desmatamento amea\u00e7a povo Karipuna e dificulta combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/ff521bd7-sny05265-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-34670\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/ff521bd7-sny05265-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/ff521bd7-sny05265-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/ff521bd7-sny05265-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/ff521bd7-sny05265-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/ff521bd7-sny05265-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/10\/ff521bd7-sny05265-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>A regi\u00e3o do rio Formoso registrou 65% do desmatamento verificado na Terra Ind\u00edgena Karipuna no \u00faltimo ano<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Christian Braga\/Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Monitoramento recente feito pelo povo Karipuna, o Greenpeace Brasil e pelo Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (CIMI) na Terra Ind\u00edgena Karipuna, em Rond\u00f4nia, <strong>identificou<\/strong> <strong>uma nova frente de desmatamento naquela regi\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Uma incurs\u00e3o a campo encontrou 850 hectares de desmatamento ilegal nos \u00faltimos doze meses dentro da Terra Ind\u00edgena &#8211; <strong>um aumento de 44% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior<\/strong>. Por ali, foram encontradas \u00e1reas com mais de 100 hectares de corte raso. A grilagem de terras e a destrui\u00e7\u00e3o em larga escala da floresta colocam em risco a sobreviv\u00eancia do povo Karipuna &#8211; e dos povos que vivem em isolamento volunt\u00e1rio naquela regi\u00e3o.<\/p>\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de carne e soja pressiona as florestas daquela \u00e1rea: <strong>a pecu\u00e1ria cresceu 87% no munic\u00edpio de Porto Velho<\/strong> nos \u00faltimos nove anos e o <strong>territ\u00f3rio voltado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de soja em Rond\u00f4nia triplicou<\/strong> na \u00faltima d\u00e9cada, passando de 111 mil hectares para 400 mil hectares em 2020.<\/p>\n\n<p><strong>Nova frente<\/strong><\/p>\n\n<p>O rio Formoso &#8211; uma \u00e1rea que n\u00e3o concentrava atividades de grilagem, situada no sudeste do territ\u00f3rio ind\u00edgena e mais distante dos grandes centros de explora\u00e7\u00e3o ilegal e predat\u00f3ria de Rond\u00f4nia &#8211; come\u00e7ou a apresentar n\u00fameros cada vez maiores de desmatamento. Anteriormente, o desmatamento aparecia mais no noroeste da Terra Ind\u00edgena.<\/p>\n\n<p>Entre agosto de 2020 e julho de 2021 <strong>a regi\u00e3o do rio Formoso registrou 510,3 hectares desmatados &#8211; 65% do total de novos desmatamentos<\/strong> verificados no interior da Terra Ind\u00edgena Karipuna no ano inteiro. Desse total, 94,7% &#8211; ou seja, 483,77 hectares &#8211; foram desmatados em 2021, entre janeiro e junho deste ano.<\/p>\n\n<p><strong>Ataque legislativo<\/strong><\/p>\n\n<p><strong>A Terra Ind\u00edgena Karipuna \u00e9 um dos territ\u00f3rios gravemente prejudicados pela <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/governador-de-rondonia-presenteia-invasores-com-areas-griladas\/\">Lei Complementar 1089\/2021<\/a><\/strong>, que aprovou a redu\u00e7\u00e3o, em abril de 2021, da Reserva Extrativista Jaci-Paran\u00e1 e do Parque Estadual Guajar\u00e1-Mirim.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Essas duas \u00e1reas protegidas funcionavam como \u201cescudos\u201d que dificultavam a entrada de desmatadores dentro da TI Karipuna. Com a redu\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas protegidas, por decis\u00e3o do governador do Rond\u00f4nia, Marcos Rocha (PSL) &#8211; que sancionou a lei em maio &#8211; <strong><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/apos-aprovacao-de-lei-que-reduziu-areas-protegidas-em-rondonia-ameacas-e-invasoes-aos-territorios-indigenas-se-intensificaram\/\">o territ\u00f3rio do povo Karipuna ficou aberto para a entrada de grileiros e madeireiros<\/a> <\/strong>que, impulsionados pela pol\u00edtica anti-ind\u00edgena e antiambientalista do Governo Bolsonaro, amea\u00e7am a integridade f\u00edsica, cultural e territorial dos Karipuna e dos povos isolados que circulam naquela \u00e1rea.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Na ocasi\u00e3o, a Reserva Extrativista Jaci-Paran\u00e1 perdeu 168 mil hectares (quase 90% de seu territ\u00f3rio) e o Parque Estadual Guajar\u00e1-Mirim perdeu 55 mil hectares. <strong>O ataque legislativo contra as \u00e1reas protegidas de Rond\u00f4nia continua<\/strong>: em setembro, uma nova lei de zoneamento ecol\u00f3gico foi aprovada pelos deputados, abrindo diversas terras para a cria\u00e7\u00e3o de gado e a planta\u00e7\u00e3o de soja.<\/p>\n\n<p><strong>Crise clim\u00e1tica<\/strong><\/p>\n\n<p>L\u00edder do povo Karipuna, Adriano Karipuna disse que as autoridades precisam viabilizar meios de proteger o territ\u00f3rio: \u201cO monitoramento da floresta, feito por n\u00f3s junto aos parceiros, nos ajuda a entender o que acontece dentro de nossa terra e \u00e9 fundamental para denunciar atividades ilegais. O Estado deve implementar um <strong>plano de prote\u00e7\u00e3o permanente para nosso territ\u00f3rio, com o objetivo de acabar com as invas\u00f5es<\/strong> e o roubo de madeira de nossa floresta\u201d.<\/p>\n\n<p>A mission\u00e1ria do CIMI Rond\u00f4nia, Laura Vicu\u00f1a, contou que a destrui\u00e7\u00e3o verificada no ch\u00e3o da floresta guarda rela\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima com as grandes discuss\u00f5es globais, como o enfrentamento das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.&nbsp;<\/p>\n\n<p>\u201c<strong>A crise clim\u00e1tica come\u00e7a aqui, com territ\u00f3rios ind\u00edgenas sendo saqueados, povos ind\u00edgenas sendo atacados<\/strong> enquanto um governo negligente e conivente n\u00e3o cumpre seu papel para proteger nosso povo e recursos naturais. Para mitigar os impactos da emerg\u00eancia clim\u00e1tica, <strong>os governos deveriam aumentar as terras protegidas em vez de reduz\u00ed-las<\/strong>\u201d, disse Laura, que acumula mais de 20 anos de trabalho junto aos povos ind\u00edgenas.<\/p>\n\n<p><strong>Invas\u00e3o e destrui\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n<p>Coordenador do Projeto <em>Todos os Olhos na Amaz\u00f4nia,<\/em> do Greenpeace Brasil, Oliver Salge disse que o Brasil \u2018fecha os olhos\u2019 para os criminosos ambientais: \u201cEnquanto o mundo busca desesperadamente solu\u00e7\u00f5es para a crise clim\u00e1tica na COP 26, <strong>o Brasil faz exatamente o contr\u00e1rio e permite que criminosos invadam \u00e1reas protegidas<\/strong> e destruam a casa dos povos ind\u00edgenas\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>A Terra Ind\u00edgena Karipuna possui 152 mil hectares e est\u00e1 situada a 100 quil\u00f4metros de Porto Velho, capital de Rond\u00f4nia. <strong>Ela \u00e9<\/strong> <strong>cercada por fazendas e vem sendo invadida e desmatada desde 2015<\/strong> &#8211; mais de 5 mil hectares de florestas j\u00e1 foram destru\u00eddos nos \u00faltimos seis anos.<\/p>\n<div data-render=\"planet4-blocks\/gallery\" data-attributes=\"{&quot;attributes&quot;:{&quot;gallery_block_title&quot;:&quot;Terra Ind\\u00edgena Karipuna&quot;,&quot;gallery_block_description&quot;:&quot;Regi\\u00e3o do rio Formoso registrou a maior parte do desmatamento verificado em 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