{"id":35074,"date":"2021-11-24T16:56:28","date_gmt":"2021-11-24T19:56:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=35074"},"modified":"2021-12-01T09:29:15","modified_gmt":"2021-12-01T12:29:15","slug":"o-avanco-do-garimpo-dragas-e-empurradores-chegam-a-nova-area-de-exploracao-no-rio-madeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/o-avanco-do-garimpo-dragas-e-empurradores-chegam-a-nova-area-de-exploracao-no-rio-madeira\/","title":{"rendered":"O avan\u00e7o do garimpo: dragas e empurradores chegam a nova \u00e1rea de explora\u00e7\u00e3o no rio Madeira"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><em>Imagens mostram centenas de balsas garimpando o leito de um dos mais importantes rios da Amaz\u00f4nia<\/em><\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/c88b9184-gp1swlxt_web_size.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-35081\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/c88b9184-gp1swlxt_web_size.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/c88b9184-gp1swlxt_web_size-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/c88b9184-gp1swlxt_web_size-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/c88b9184-gp1swlxt_web_size-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Em \u00e1udios que circulam em grupos de whatsapp, garimpeiros falam em criar &#8220;grandes pared\u00f5es&#8221; para dificultar a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Bruno Kelly\/Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>O garimpo n\u00e3o para de avan\u00e7ar: boatos de que ouro foi encontrado na comunidade do Rosarinho, na cidade de Autazes, no Amazonas, <strong>fez com que centenas de balsas e empurradores se dirigissem \u00e0quela regi\u00e3o<\/strong> &#8211; criando um cen\u00e1rio de p\u00e2nico e horror para todos aqueles que sabem o poder de destrui\u00e7\u00e3o que a atividade garimpeira tem sobre os rios da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n<p>A movimenta\u00e7\u00e3o at\u00edpica chamou a aten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o local e mostrou como os <strong>garimpeiros operam no leito do rio Madeira &#8211; sem qualquer tipo de inc\u00f4modo ou discri\u00e7\u00e3o, explorando ouro de maneira ilegal sem que as autoridades tomem provid\u00eancias.<\/strong> A cidade de Autazes fica muito pr\u00f3xima de Manaus, a capital do Amazonas: pouco mais de 110 quil\u00f4metros.\u00a0<\/p>\n\n<p>A invas\u00e3o dos garimpeiros \u00e0quela regi\u00e3o foi confirmada pelo Greenpeace Brasil num sobrevoo ocorrido na \u00faltima ter\u00e7a-feira (23). <strong>Constatamos que as embarca\u00e7\u00f5es est\u00e3o efetivamente trabalhando no leito do rio Madeira, extraindo ouro numa regi\u00e3o situada entre as cidades de Autazes e Nova Olinda do Norte<\/strong>. Mais especificamente, nas imedia\u00e7\u00f5es do Rosarinho. O Rosarinho \u00e9 famoso por conta de um pequeno porto que \u00e9 usado por habitantes de cidades como Nova Olinda do Norte, Borba e Novo Aripuan\u00e3 para pegar pequenas embarca\u00e7\u00f5es e ir \u00e0 Manaus.<\/p>\n\n<p><strong>Excita\u00e7\u00e3o &amp; preocupa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n<p>Os garimpeiros vieram da regi\u00e3o Sul do Amazonas, como a cidade de Humait\u00e1, onde o garimpo atua de forma massiva h\u00e1 muitos anos; e conta com apoio de empres\u00e1rios e pol\u00edticos que fomentam essa atividade ilegal. <strong>Os garimpeiros iniciaram o deslocamento para Autazes h\u00e1 duas semanas<\/strong> e a rea\u00e7\u00e3o dos moradores locais vai da excita\u00e7\u00e3o pela descoberta de ouro naquelas redondezas \u00e0 preocupa\u00e7\u00e3o com os preju\u00edzos ambientais que v\u00e3o come\u00e7ar a ocorrer, como a contamina\u00e7\u00e3o por merc\u00fario.\u00a0<\/p>\n\n<p>Provocados por ve\u00edculos de imprensa, tanto o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Sustent\u00e1veis (Ibama) quanto o \u00f3rg\u00e3o estadual que cuida desse tema &#8211; o Instituto de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental do Amazonas (Ipaam) &#8211; informaram que t\u00eam ci\u00eancia do que ocorre em Autazes e que est\u00e3o apurando informa\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Danicley de Aguiar, porta-voz da Campanha Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil, disse que o que acontece hoje naquela cidade \u00e9 uma \u201cvergonha nacional\u201d. \u201cEnquanto o mundo inteiro busca maneiras de solucionar a crise clim\u00e1tica, o Brasil investe no contr\u00e1rio. <strong>O que vimos no sobrevoo \u00e9 o desenrolar de um crime ocorrendo \u00e0 luz do dia, sem o menor constrangimento. Isso tudo, \u00f3bvio, \u00e9 referendado pelo presidente Bolsonaro, que d\u00e1 licen\u00e7a pol\u00edtica e moral para que os garimpeiros ajam dessa maneira.<\/strong> Ao fragilizar a fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental, Bolsonaro d\u00e1 espa\u00e7o para que esse tipo de coisa ocorra. Essa invas\u00e3o de garimpeiros \u00e9 mais uma amostra de que a Amaz\u00f4nia est\u00e1 entregue \u00e0 sua pr\u00f3pria sorte. Mas n\u00e3o podemos ficar calados, precisamos interromper o ciclo dessa economia da destrui\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou o porta-voz.<\/p>\n\n<p><strong>Licen\u00e7as ilegais<\/strong><\/p>\n\n<p>Em agosto \u00faltimo, a <strong>Justi\u00e7a Federal condenou o Ipaam a anular diversas licen\u00e7as concedidas de maneira irregular<\/strong> para a extra\u00e7\u00e3o de ouro no leito do rio Madeira. Essa extra\u00e7\u00e3o ocorria no Sul do Amazonas numa regi\u00e3o de mais de 37 mil hectares. <strong>A Justi\u00e7a afirmou que n\u00e3o foram realizados estudos de impacto ambiental antes da<\/strong> <strong>concess\u00e3o dessas autoriza\u00e7\u00f5es <\/strong>\u2013 assim, ficou imposs\u00edvel determinar os danos ambientais ocasionados pelo uso de merc\u00fario nessa atividade econ\u00f4mica. <strong>A Justi\u00e7a Federal considera essas licen\u00e7as, portanto, ilegais e inconstitucionais.<\/strong><\/p>\n\n<p>Essa decis\u00e3o foi motivada por um pedido do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) que, durante as fiscaliza\u00e7\u00f5es, <strong>constatou diversos problemas nos garimpos do Madeira, como contamina\u00e7\u00e3o dos rios, problemas para comunidades ribeirinhas e tradicionais,<\/strong> vazamentos de subst\u00e2ncias oleosas, aus\u00eancia de destina\u00e7\u00e3o adequada de res\u00edduos s\u00f3lidos e p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de trabalho para o garimpeiros.<\/p>\n\n<p><strong>Expans\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n<p>Segundo um <a href=\"https:\/\/mapbiomas.org\/area-ocupada-pela-mineracao-no-brasil-cresce-mais-de-6-vezes-entre-1985-e-2020?cama_set_language=pt-BR\">estudo publicado pelo MapBiomas<\/a> em agosto, a \u00e1rea minerada no Brasil aumentou seis vezes entre 1985 e 2020, passando de 31 mil para 206 mil hectares. O Mapbiomas divulgou tamb\u00e9m que 93,7% dos garimpos do Brasil est\u00e3o na Amaz\u00f4nia.\u00a0<\/p>\n\n<p><strong>Essa forte expans\u00e3o ocorreu, sobretudo nos \u00faltimos anos, em territ\u00f3rios ind\u00edgenas e unidades de conserva\u00e7\u00e3o &#8211; algo proibido e que, portanto, constitui um crime ambiental.<\/strong> O artigo 231 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, por exemplo, pro\u00edbe expressamente o garimpo dentro de Terras Ind\u00edgenas.<\/p>\n\n<p>Ainda de acordo com o MapBiomas, <strong>entre 2010 a 2020, a \u00e1rea ocupada pelo garimpo dentro de terras ind\u00edgenas cresceu 495%<\/strong>; em unidades de conserva\u00e7\u00e3o, o crescimento foi de 301%. Em 2020, metade da \u00e1rea nacional do garimpo estava em unidades de conserva\u00e7\u00e3o (40,7%) ou terras ind\u00edgenas (9,3%).<\/p>\n<div data-render=\"planet4-blocks\/gallery\" data-attributes=\"{&quot;attributes&quot;:{&quot;gallery_block_title&quot;:&quot;Garimpo em Autazes&quot;,&quot;gallery_block_description&quot;:&quot;Destrui\\u00e7\\u00e3o do rio Madeira segue a todo vapor no Amazonas&quot;,&quot;multiple_image&quot;:&quot;35094,35097,35096,35095,35088&quot;,&quot;image_data&quot;:[{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/4f2d2951-gp1swlxl_web_size.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:35094},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/27ae91c2-gp1swly4_web_size.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:35097},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/af9d5336-gp1swlyb_web_size.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:35096},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/a2f864d1-gp1swlyj_web_size.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:35095},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/6e7e32cc-gp1swly4_web_size.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:35088}],&quot;gallery_block_style&quot;:0,&quot;gallery_block_focus_points&quot;:&quot;&quot;,&quot;images&quot;:[{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/4f2d2951-gp1swlxl_web_size.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/4f2d2951-gp1swlxl_web_size.jpg 800w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/4f2d2951-gp1swlxl_web_size-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/4f2d2951-gp1swlxl_web_size-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2021\\\/11\\\/4f2d2951-gp1swlxl_web_size-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Centenas de garimpeiros chegam a Autazes para extrair ouro do rio Madeira naquela regi\\u00e3o; 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