{"id":35114,"date":"2021-12-01T12:10:41","date_gmt":"2021-12-01T15:10:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=35114"},"modified":"2021-12-01T14:20:44","modified_gmt":"2021-12-01T17:20:44","slug":"a-morte-dos-rios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/a-morte-dos-rios\/","title":{"rendered":"A morte dos rios"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Garimpo ilegal destr\u00f3i mais de 600 quil\u00f4metros de corpos d&#8217;\u00e1gua nos territ\u00f3rios Munduruku e Sai Cinza, no Par\u00e1<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<lite-youtube style=\"background-image: url('https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/seuVPr3ZjrY\/hqdefault.jpg');\" videoid=\"seuVPr3ZjrY\" params=\"rel=0\"><\/lite-youtube>\n<\/div><\/figure>\n\n<p>Monitoramento in\u00e9dito realizado&nbsp; pelo Greenpeace Brasil mostrou que, desde 2016, o <strong>garimpo ilegal j\u00e1 destruiu pelo menos 632 quil\u00f4metros de rios dentro das Terras Ind\u00edgenas Munduruku<\/strong> <strong>e Sai Cinza<\/strong>, no sudoeste do Par\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Este n\u00edvel de destrui\u00e7\u00e3o \u00e9 equivalente \u00e0quele que a Vale infringiu ao Rio Doce na trag\u00e9dia de Mariana &#8211; que impactou diretamente 663 quil\u00f4metros de rios &#8211; e \u00e9 como se mais da metade do rio Tiet\u00ea, que tem 1.136 quil\u00f4metros, tivesse sido irremediavelmente devastado.&nbsp;<\/p>\n\n<p>At\u00e9 2016, havia apenas 26,6 quil\u00f4metros de rios impactados nessas terras ind\u00edgenas &#8211; ou seja, <strong>nos \u00faltimos cinco anos, houve um aumento de 2.278% na extens\u00e3o de rios destru\u00eddos dentro dos territ\u00f3rios Munduruku e Sai Cinza.<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>O monitoramento feito pelo Greenpeace encontrou tamb\u00e9m 16 pistas de voo abertas dentro da TI <\/strong>&#8211; e pelo menos 12 delas est\u00e3o ligadas \u00e0 atividade garimpeira<strong>. <\/strong>O estudo foi complementado por um sobrevoo realizado em outubro de 2021, que <strong>identificou garimpos ativos e diversos equipamentos utilizados nesta pr\u00e1tica ilegal, como motores, escavadeiras, acampamentos, caixas-calha<\/strong>, bicos de jato, al\u00e9m de ve\u00edculos como picapes. O sobrevoo n\u00e3o percorreu toda a extens\u00e3o da terras ind\u00edgenas.<\/p>\n\n<p>Al\u00e9m do preju\u00edzo ambiental e de impedir o uso dessas \u00e1guas para necessidades vitais do povo, como&nbsp; a pesca, <strong>a contamina\u00e7\u00e3o desses rios causa tamb\u00e9m um enorme preju\u00edzo cultural aos Munduruku<\/strong>, prejudicando seus la\u00e7os culturais com o ambiente e negando seu direito de ser e existir. O garimpo tamb\u00e9m suprime \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APPs), desmata florestas cont\u00edguas e provoca a abertura de estradas e ramais, gerando ainda mais desmatamento.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>Outro dado importante verificado neste levantamento \u00e9 o quanto <strong>o discurso do governo Bolsonaro e o desmonte da legisla\u00e7\u00e3o socioambiental impactaram a expans\u00e3o da atividade garimpeira<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Entre 2018, com \u201cBolsonaro candidato\u201d, e 2019, com \u201cBolsonaro presidente\u201d, <strong>a quantidade de quil\u00f4metros de rios destru\u00eddos no territ\u00f3rio Munduruku explodiu<\/strong>, <strong>saindo de 88,5 km para 178 km &#8211; um aumento de 101, 12%<\/strong>. Em 2020, ano em que Bolsonaro enviou para o Congresso o Projeto de Lei 191\/2020, que prop\u00f4s a abertura de Terras Ind\u00edgenas para explora\u00e7\u00e3o mineral e energ\u00e9tica, \u00e9 poss\u00edvel observar uma nova explos\u00e3o da atividade na \u00e1rea, conforme mostra a tabela abaixo.&nbsp;<br><\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-577x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-35138\" width=\"433\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-577x1024.jpg 577w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-169x300.jpg 169w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-768x1362.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-866x1536.jpg 866w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-1155x2048.jpg 1155w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-770x1366.jpg 770w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-192x340.jpg 192w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/ab6bc828-rios-scaled.jpg 1443w\" sizes=\"auto, (max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><figcaption><strong>Quil\u00f4metros de rios destru\u00eddos pelo garimpo na Terra Ind\u00edgena Munduruku<\/strong> e <strong>Sai Cinza<\/strong> <div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Greenpeace Brasil<\/div><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n<p><strong>Preju\u00edzos<\/strong><\/p>\n\n<p>O monitoramento foi feito a partir de imagens de sat\u00e9lite e teve dados confirmados em um sobrevoo realizado na regi\u00e3o. O levantamento mostrou que o <strong>rio Marup\u00e1, o rio das Tropas, o rio Cabitutu, o igarap\u00e9 Mutum, o rio Marup\u00e1 e o igarap\u00e9 Joari (conhecido localmente como Joarizal) s\u00e3o os corpos d&#8217;\u00e1gua mais prejudicados<\/strong> pela atividade garimpeira.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Os dados mostraram tamb\u00e9m que o lado leste da Terra Ind\u00edgena j\u00e1 est\u00e1 repleto de garimpos<\/strong>; e o lado oeste ainda mant\u00e9m algum grau de integridade por conta de uma s\u00e9rie de morros que dividem aquela \u00e1rea e dificultam o deslocamento e a dispers\u00e3o dos garimpeiros por ali. Ainda assim, <strong>a sanha garimpeira \u00e9 implac\u00e1vel e amea\u00e7a de maneira muito grave o territ\u00f3rio Munduruku.<\/strong><\/p>\n\n<p>O levantamento feito pelo Greenpeace foi formalizado como uma <strong>den\u00fancia no Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF), exigindo que as autoridades tomem provid\u00eancias contra esse crime <\/strong>&#8211; a explora\u00e7\u00e3o garimpeira dentro de Terras Ind\u00edgenas \u00e9 proibida segundo o artigo 231 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-577x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-35140\" width=\"433\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-577x1024.jpg 577w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-169x300.jpg 169w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-768x1362.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-866x1536.jpg 866w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-1155x2048.jpg 1155w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-770x1366.jpg 770w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-192x340.jpg 192w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b5be3c60-area-scaled.jpg 1443w\" sizes=\"auto, (max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><figcaption> <strong>\u00c1rea afetada pelo garimpo da TI Munduruku e Sai Cinza (em hectares)<\/strong> <div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Greenpeace Brasil<\/div><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n<p><strong>De onde vem o ouro?<\/strong><\/p>\n\n<p><strong>A expans\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o de ouro no Brasil vem avan\u00e7ando para o interior da Amaz\u00f4nia de forma cont\u00ednua<\/strong>. A abertura de novas \u00e1reas para a realiza\u00e7\u00e3o da atividade dentro desse bioma tem se concentrado dentro de \u00c1reas Protegidas: <strong>dos 11.111 hectares abertos na Amaz\u00f4nia para minera\u00e7\u00e3o entre janeiro e setembro de 2021, 73% incidiram dentro de \u00e1reas protegidas<\/strong>, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>A bacia do Rio Tapaj\u00f3s, na Amaz\u00f4nia, \u00e9 hoje o epicentro do ouro ilegal no Brasil, que alimenta com crimes ambientais e a viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos uma cadeia econ\u00f4mica que opera sem qualquer tipo de controle.<\/strong> O munic\u00edpio de Itaituba (PA) escoa boa parte da explora\u00e7\u00e3o, que \u00e9 feita de forma criminosa. De acordo com a Secretaria Especial de Com\u00e9rcio Exterior e Assuntos Internacionais do Minist\u00e9rio da Economia, a cidade exportou 186 quilos de ouro em 2019. Esse n\u00famero saltou para 1.782 quilos em 2020. Em 2021, entre janeiro e setembro, j\u00e1 foram exportados 1.747 quilos.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Um estudo recente feito pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) apontou que mais de um quarto da produ\u00e7\u00e3o de ouro no Brasil \u00e9 irregular.<\/strong> Segundo o coordenador do estudo, Raoni Raj\u00e3o, 90% da produ\u00e7\u00e3o aur\u00edfera ilegal do Brasil provem de lavras garimpeiras na Amaz\u00f4nia. <strong>O ouro ilegal explorado entre 2019 e 2020 no Brasil causou um preju\u00edzo socioambiental de cerca de R$ 31,4 bilh\u00f5es.<\/strong><\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-577x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-35139\" width=\"433\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-577x1024.jpg 577w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-169x300.jpg 169w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-768x1362.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-866x1536.jpg 866w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-1155x2048.jpg 1155w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-770x1366.jpg 770w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-192x340.jpg 192w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/b2551d81-consequencias-scaled.jpg 1443w\" sizes=\"auto, (max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><\/figure><\/div>\n\n<p><strong>Crime e perversidade<\/strong><\/p>\n\n<p>Assessor jur\u00eddico da Coordena\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia Brasileira (Coiab), Tito Menezes, do povo Sater\u00e9-Maw\u00e9, afirmou: <strong>\u201c\u00c9 preciso denunciar qualquer tipo de amea\u00e7a aos territ\u00f3rios ind\u00edgenas, mas principalmente o garimpo ilegal, que traz junto outras atividades criminosas e muita perversidade\u201d<\/strong>. Tito disse ainda que os governos municipais, estaduais e federal precisam dar suporte efetivo \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas na luta contra o garimpo ilegal.<\/p>\n\n<p>Segundo a porta-voz da Campanha Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil Carolina Mar\u00e7al, matar os rios dentro do territ\u00f3rio Munduruku significa prejudicar de maneira grave o modo de vida e a cultura daquele povo. \u201cOs rios s\u00e3o fonte de vida para os povos origin\u00e1rios. <strong>Al\u00e9m disso, o garimpo prejudica todo o leito do rio, causando impacto para todo o ecossistema que o circunda. Com estes preju\u00edzos, o cultural e o biol\u00f3gico, os Munduruku t\u00eam sido seriamente prejudicados.<\/strong> O garimpo \u00e9 tamb\u00e9m um problema de sa\u00fade p\u00fablica para toda a popula\u00e7\u00e3o amaz\u00f4nida, que encontra nos peixes a principal fonte de prote\u00edna de sua dieta\u201d, disse Carolina.&nbsp;<\/p>\n\n<p>A contamina\u00e7\u00e3o por merc\u00fario pode causar s\u00e9rios problemas neurol\u00f3gicos, al\u00e9m de outras enfermidades. <a href=\"https:\/\/reporterbrasil.org.br\/2021\/02\/as-mulheres-munduruku-estao-envenenadas-por-mercurio-e-temos-provas-denuncia-lider-indigena\/#:~:text=%E2%80%9CNossa%20pesquisa%20%5Bfeita%20com%20109,o%20neurologista%20%C3%A0%20Rep%C3%B3rter%20Brasil.\"><strong>Estudo<\/strong><\/a><strong> realizado pelo neurologista Erik Jennings mostrou que 99% dos 109 Munduruku do Alto Tapaj\u00f3s examinados t\u00eam n\u00edveis de merc\u00fario no sangue acima do considerado seguro<\/strong> pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).&nbsp;<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-577x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-35137\" width=\"433\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-577x1024.jpg 577w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-169x300.jpg 169w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-768x1362.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-866x1536.jpg 866w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-1155x2048.jpg 1155w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-770x1366.jpg 770w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-192x340.jpg 192w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/11\/09f32b67-prejuizos-scaled.jpg 1443w\" sizes=\"auto, (max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><\/figure><\/div>\n\n<p><strong>Luta pela vida<\/strong><\/p>\n\n<p>A Terra Ind\u00edgena Munduruku est\u00e1 localizada na margem direita do rio Tapaj\u00f3s e ocupa uma \u00e1rea de mais de 2,3 milh\u00f5es de hectares. \u00c9 habitada por comunidades Munduruku, Apiak\u00e1 e por ind\u00edgenas em isolamento volunt\u00e1rio. Atualmente, a popula\u00e7\u00e3o Munduruku conta com cerca de 14 mil pessoas em 145 aldeias, que se espalham ainda pelas Terras Ind\u00edgenas Sai Cinza, Kayabi, Sawre Muybu e Sawre Ba\u2019pin, assim como pelas reservas ind\u00edgenas Praia do \u00cdndio e Praia do Mangue.&nbsp;<\/p>\n\n<p>H\u00e1 registros de garimpos ilegais na Terra Ind\u00edgena Munduruku desde 1987 &#8211; e as lideran\u00e7as ind\u00edgenas desde l\u00e1 fazem den\u00fancias e cobram provid\u00eancias das autoridades. Existem mais de 28 cartas p\u00fablicas ou documentos oficiais dos Munduruku com este teor. Desde 2010 s\u00e3o registradas den\u00fancias no Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF), mas a primeira opera\u00e7\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o nas Terras Ind\u00edgenas Munduruku e Sai Cinza ocorreu apenas em 2018.&nbsp;<\/p>\n<div data-render=\"planet4-blocks\/gallery\" 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