{"id":36380,"date":"2022-02-28T08:12:09","date_gmt":"2022-02-28T11:12:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=36380"},"modified":"2024-04-03T10:02:32","modified_gmt":"2024-04-03T13:02:32","slug":"relatorio-ipcc-a-crise-do-clima-ja-apresenta-consequencias-irreversiveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/relatorio-ipcc-a-crise-do-clima-ja-apresenta-consequencias-irreversiveis\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio IPCC: a crise do clima j\u00e1 apresenta consequ\u00eancias irrevers\u00edveis"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Os especialistas da ONU sobre o clima alertam: precisamos reduzir as emiss\u00f5es mais rapidamente do que o previsto, proteger e restaurar a natureza e nos preparar para danos irrevers\u00edveis<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"449\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/02\/694b5a9f-gp1swxm7_web_size.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-36381\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/02\/694b5a9f-gp1swxm7_web_size.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/02\/694b5a9f-gp1swxm7_web_size-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/02\/694b5a9f-gp1swxm7_web_size-768x431.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/02\/694b5a9f-gp1swxm7_web_size-510x286.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">No dia 15\/02\/22, Petr\u00f3polis, na regi\u00e3o serrana do Rio de Janeiro, enfrentou a maior chuva desde 1932, segundo informa\u00e7\u00f5es do Cemaden e do Inmet. As fortes chuvas causaram deslizamentos e tiraram a vida de mais de cem pessoas, desabrigando milhares. Petr\u00f3polis \u00e9 mais uma v\u00edtima do descaso com a Crise Clim\u00e1tica, que agrava e intensifica eventos extremos. \u00a9 Thomas Mendel \/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>A segunda parte do <strong>Sexto Relat\u00f3rio de Avalia\u00e7\u00e3o do IPCC: Impactos, Adapta\u00e7\u00e3o e Vulnerabilidade<\/strong>, divulgada nesta segunda-feira (28),<strong> <\/strong>chega em momento oportuno para o Brasil e o mundo. Cientistas de 195 pa\u00edses afirmam que o aumento da temperatura global de 1,1\u00b0C que vivemos hoje causa perdas e danos, especialmente \u00e0s popula\u00e7\u00f5es em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. <strong>Chegamos a um patamar em que a crise do clima provoca consequ\u00eancias cada vez mais irrevers\u00edveis.<\/strong> Faz-se necess\u00e1ria a mudan\u00e7a do sistema socioecon\u00f4mico para evitar o agravamento dos eventos extremos, e cada 0,1\u00b0C&nbsp; a mais conta.<\/p>\n\n<p>Esses s\u00e3o os principais pontos de aten\u00e7\u00e3o no relat\u00f3rio atual:<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Os riscos e impactos clim\u00e1ticos est\u00e3o aparecendo mais rapidamente e se tornar\u00e3o mais graves mais cedo.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>Os efeitos do aquecimento nos ecossistemas acontecer\u00e3o mais cedo do que o previsto no \u00faltimo relat\u00f3rio, ser\u00e3o tamb\u00e9m mais difundidos, afetando v\u00e1rias \u00e1reas do planeta, e provocar\u00e3o consequ\u00eancias de maior alcance.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>N\u00f3s n\u00e3o estamos preparados para os impactos que est\u00e3o acontecendo hoje, e isso est\u00e1 custando vidas.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>Cerca de 3,3 bilh\u00f5es de pessoas vivem em pa\u00edses com alta vulnerabilidade \u00e0 crise clim\u00e1tica, com impactos maiores sobre aqueles que sofrem com quest\u00f5es relacionadas \u00e0 desigualdade, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, crises financeiras, falta de capacidade de governan\u00e7a e infraestrutura. <\/p>\n\n<p>Vidas e lares foram perdidos em todo o mundo, mas em pa\u00edses com maior situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade, a mortalidade por inunda\u00e7\u00f5es, secas e tempestades foi 15 vezes maior na \u00faltima d\u00e9cada, em compara\u00e7\u00e3o com pa\u00edses com vulnerabilidade baixa.&nbsp;<\/p>\n\n<p>N\u00e3o precisava ser assim. Planos elaborados junto \u00e0s popula\u00e7\u00f5es mais impactadas, com recursos suficientes e implementados adequadamente para adapta\u00e7\u00e3o e desenvolvimento resiliente ao clima, que atendam \u00e0s necessidades daqueles que vivem em situa\u00e7\u00e3o de maior vulnerabilidade, salvariam vidas, lares e futuros.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Mais aquecimento traz graves consequ\u00eancias. Limitar o aumento da temperatura do planeta a 1,5\u00b0C reduziria substancialmente perdas e danos projetados, mas algumas perdas j\u00e1 se tornaram irrevers\u00edveis.&nbsp;<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>As perdas e danos que j\u00e1 est\u00e3o acontecendo e s\u00e3o distribu\u00eddos de forma desigual, n\u00e3o s\u00e3o abordados de forma abrangente pelos atuais arranjos financeiros, de governan\u00e7a e institucionais, particularmente em pa\u00edses vulner\u00e1veis de baixa e m\u00e9dia renda.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>Na pr\u00f3xima COP, a 27a Conven\u00e7\u00e3o-Quadro das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a do Clima, os pa\u00edses mais ricos, que s\u00e3o os maiores respons\u00e1veis pela crise clim\u00e1tica, precisar\u00e3o se comprometer tamb\u00e9m com a ajuda financeira \u00e0queles que pagam o maior pre\u00e7o das consequ\u00eancias do superaquecimento do planeta. E espera-se que eles<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/fraco-e-insuficiente-primeiro-texto-do-acordo-da-cop26-sequer-cita-fim-dos-combustiveis-fosseis\/\"> avancem em dire\u00e7\u00e3o a um compromisso pelo fim dos combust\u00edveis f\u00f3sseis<\/a>, a fim de manter viva a possibilidade do 1,5\u00b0C e evitar um futuro ainda mais hostil<strong>.<\/strong><\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Devemos restaurar a natureza e proteger pelo menos 30% do planeta para que ele nos proteja.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>A extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e a redu\u00e7\u00e3o ou perda irrevers\u00edvel de ecossistemas e seus servi\u00e7os, incluindo ecossistemas de \u00e1gua doce, terrestres e oce\u00e2nicos, est\u00e3o entre as consequ\u00eancias irrevers\u00edveis causadas pela crise clim\u00e1tica.&nbsp;<\/p>\n\n<p>O IPCC destaca que para tanto para mitigar as emiss\u00f5es que intensificam a crise clim\u00e1tica como para que <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/o-que-e-um-plano-de-adaptacao-climatica\/\">a gente se adapte \u00e0 nova realidade<\/a>, \u00e9 fundamental que nossas florestas, mares e oceanos sejam protegidos e permane\u00e7am saud\u00e1veis. E mais, destaca que a manuten\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/o-que-e-biodiversidade-entenda-a-importancia-de-preservar-a-natureza\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">resili\u00eancia da biodiversidade<\/a> e dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos depende da conserva\u00e7\u00e3o efetiva de aproximadamente 30% a 50% das \u00e1reas terrestres, de \u00e1gua doce e oce\u00e2nicas do planeta, incluindo ecossistemas atualmente quase naturais.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Esta \u00e9 a d\u00e9cada cr\u00edtica para garantir um futuro habit\u00e1vel, sustent\u00e1vel e justo. \u00c9 necess\u00e1rio que a mudan\u00e7a seja sist\u00eamica e inclusiva.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>Os impactos e riscos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas est\u00e3o se tornando cada vez mais complexos e mais dif\u00edceis de gerenciar, pois diferentes perigos ocorrem simultaneamente e interagem com m\u00faltiplos riscos criados por modelos de desenvolvimento insustent\u00e1veis e injusti\u00e7a social.<\/p>\n\n<p><strong>IPCC, O BRASIL E A AM\u00c9RICA LATINA<\/strong><\/p>\n\n<p>Os principais riscos que j\u00e1 trazem a assinatura da crise clim\u00e1tica para o Brasil e a Am\u00e9rica Latina incluem seguran\u00e7a h\u00eddrica, sa\u00fade devido a epidemias crescentes, degrada\u00e7\u00e3o dos ecossistemas dos recifes de coral, risco para a seguran\u00e7a alimentar devido a secas frequentes ou extremas, e danos \u00e0 vida e infraestrutura em consequ\u00eancia de inunda\u00e7\u00f5es, <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=E_w3fyse_Lo\">deslizamentos de terra<\/a>, eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar, tempestades e eros\u00e3o costeira.<\/p>\n\n<p><strong>Os eventos de chuvas fortes, que resultam em inunda\u00e7\u00f5es, deslizamentos de terra e secas, devem se intensificar bastante em magnitude e frequ\u00eancia, apresentando riscos \u00e0 vida e \u00e0 infraestrutura.<\/strong> Estima-se que o aquecimento de apenas 1,5\u00b0C resulte em um aumento de 100 a 200% no n\u00famero de popula\u00e7\u00f5es afetadas por inunda\u00e7\u00f5es na Col\u00f4mbia, Brasil e Argentina, 300% no Equador e 400% no Peru.<\/p>\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=E_w3fyse_Lo&amp;t=7s\">Petr\u00f3polis, no Rio de Janeiro<\/a>, torna-se exemplo das graves consequ\u00eancias das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas unidas ao descaso de governantes em incorporarem pol\u00edticas p\u00fablicas para evitar mortes anunciadas.<\/p>\n\n<p>Para a <strong>Amaz\u00f4nia<\/strong>, o risco de uma transi\u00e7\u00e3o gradual de floresta tropical para savana (savaniza\u00e7\u00e3o) come\u00e7a a aumentar em um n\u00edvel entre 1,5\u00b0C e 3\u00b0C com um valor m\u00e9dio em 2\u00b0C.<\/p>\n\n<p>A coloniza\u00e7\u00e3o, o sistema patriarcal, a escravid\u00e3o e os preconceitos de classe, ra\u00e7a, g\u00eanero, status migrat\u00f3rios e a homofobia, entre outros, foram constru\u00eddos h\u00e1 centenas de anos para sustentar um modelo econ\u00f4mico e social predat\u00f3rio que gera um desequil\u00edbrio n\u00e3o apenas social, mas tamb\u00e9m clim\u00e1tico, e agora, mais do que nunca, cientificamente comprovado.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Mesmo assim, a mudan\u00e7a tarda a acontecer. As empresas optam por <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=2nLvnwjdFl4\">compensa\u00e7\u00f5es de carbono<\/a> <strong>em vez de uma verdadeira redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es da ind\u00fastria ou o investimento em energias renov\u00e1veis e o abandono da energia f\u00f3ssil.<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n<p>As perdas de biodiversidade seguem a ostentar n\u00fameros escandalosos. Na Amaz\u00f4nia brasileira, o desmatamento, principal fator de emiss\u00f5es do pa\u00eds, continua descontrolado.<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/deter-de-janeiro-registra-maior-area-com-alertas-de-desmatamento-da-serie-historica-para-o-mes\/\"> Dados recentes do sistema DETER<\/a>, do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontam que, entre os dias 1 e 31 de janeiro, foram desmatados um total de 430 km\u00b2, a maior \u00e1rea com alertas para o m\u00eas desde 2016, quando foram iniciadas as medi\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n<p>Dados que escancaram uma realidade atravessada por um governo que autoriza e incentiva a grilagem com apropria\u00e7\u00e3o indevida de terras p\u00fablicas, a invas\u00e3o de terras ind\u00edgenas e de unidades de conserva\u00e7\u00e3o &#8211; aprendizados coloniais que seguem sendo reproduzidos pelo atual sistema.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Enquanto t\u00eam seus modos de vida amea\u00e7ados, os <strong>povos origin\u00e1rios e comunidades tradicionais<\/strong>, os maiores guardi\u00f5es de nossas florestas, deveriam ter seus direitos reconhecidos e territ\u00f3rios demarcados. <strong>A adapta\u00e7\u00e3o baseada em seus conhecimentos \u00e9 fundamental para reduzir os riscos da crise clim\u00e1tica, acabar com a destrui\u00e7\u00e3o das florestas e garantir uma adapta\u00e7\u00e3o eficaz.<\/strong><\/p>\n\n<p><br>Quando os respons\u00e1veis v\u00e3o pagar pelos estragos? O Greenpeace pede \u00e0 popula\u00e7\u00e3o que pressione os governadores <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.br\/emergencia-climatica\">a decretarem emerg\u00eancia clim\u00e1tica<\/a> com investimentos para adaptar a realidade \u00e0 crise que j\u00e1 nos atinge, e que, segundo os cientistas, ter\u00e1 piores consequ\u00eancias cada vez mais r\u00e1pido. <strong>O momento \u00e9 de repensar as pol\u00edticas que nos trouxeram at\u00e9 aqui. O Brasil e o mundo precisam, mais do que nunca, de mudan\u00e7as. Ainda \u00e9 poss\u00edve<\/strong>l!<\/p>\n\n<p class=\"has-grey-200-color has-green-800-background-color has-text-color has-background\">Assine o <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.br\/emergencia-climatica\">abaixo-assinado<\/a> e ajude a pressionar os governadores dos estados brasileiros a decretarem Emerg\u00eancia Clim\u00e1tica!<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center has-grey-100-color has-grey-600-background-color has-text-color has-background\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/parem-a-mineracao-em-aguas-profundas\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/parem-a-mineracao-em-aguas-profundas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Voc\u00ea pode ajudar os l\u00edderes mundiais a se posicionarem contra a minera\u00e7\u00e3o em \u00e1guas profundas. Participe do nosso abaixo-assinado!<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os especialistas da ONU sobre o clima alertam: precisamos reduzir as emiss\u00f5es mais rapidamente do que o previsto, proteger e restaurar a natureza e nos preparar para danos j\u00e1 irrevers\u00edveis<\/p>\n","protected":false},"author":67,"featured_media":36381,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[48],"tags":[42],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-36380","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-justica-climatica","tag-justica-climatica","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36380","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/67"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36380"}],"version-history":[{"count":20,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36380\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":52005,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36380\/revisions\/52005"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36381"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36380"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36380"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36380"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=36380"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}