{"id":41281,"date":"2022-07-05T11:32:45","date_gmt":"2022-07-05T14:32:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=41281"},"modified":"2025-07-02T04:25:34","modified_gmt":"2025-07-02T07:25:34","slug":"algoritmos-descobrindo-passaros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/algoritmos-descobrindo-passaros\/","title":{"rendered":"Algoritmos descobrindo p\u00e1ssaros"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Vil\u00e3s nas redes sociais, ferramentas est\u00e3o sendo usadas para identificar aves em regi\u00e3o onde o desmatamento tem avan\u00e7ado rapidamente na Amaz\u00f4nia<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5f9e6e0e-gp1sxnwh_pressmedia-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41284\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5f9e6e0e-gp1sxnwh_pressmedia-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5f9e6e0e-gp1sxnwh_pressmedia-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5f9e6e0e-gp1sxnwh_pressmedia-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5f9e6e0e-gp1sxnwh_pressmedia-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5f9e6e0e-gp1sxnwh_pressmedia-1-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5f9e6e0e-gp1sxnwh_pressmedia-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Os pesquisadores da expedi\u00e7\u00e3o &#8220;Amaz\u00f4nia que Precisamos&#8221; registraram, at\u00e9 agora, 262 esp\u00e9cies diferentes de aves na regi\u00e3o do rio Manicor\u00e9. Foto: Tuane Fernandes\/Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Manicor\u00e9 (AM) \u2013<\/strong> Imagine um gravador que passa o dia inteiro registrando os sons da floresta: animais andando, chuva caindo, galhos despencando. Agora imagine um algoritmo capaz de identificar e agrupar esses sons, ajudando pesquisadores a estudar animais de interesse, sons espec\u00edficos e vocaliza\u00e7\u00f5es que s\u00f3 certos bichos produzem. Pois n\u00e3o \u00e9 preciso imaginar \u2013 este recurso n\u00e3o s\u00f3 existe como est\u00e1 sendo utilizado hoje dentro de uma das regi\u00f5es mais amea\u00e7adas da Amaz\u00f4nia brasileira.<\/p>\n\n<p>Isso porque esse \u00e9 um dos instrumentos que a equipe de avifauna da <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/comecou-a-expedicao-amazonia-que-precisamos\/\" target=\"_blank\">expedi\u00e7\u00e3o <strong><em>\u201cAmaz\u00f4nia Que Precisamos\u201d<\/em><\/strong> est\u00e1 utilizando para conhecer e estudar p\u00e1ssaros e aves<\/a>.<\/p>\n\n<p>A expedi\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/navegue-com-a-gente-pela-amazonia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong><em>\u201cA Amaz\u00f4nia Que Precisamos\u201d<\/em><\/strong> \u00e9 a primeira expedi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica promovida pelo Greenpeace ap\u00f3s a pandemia de covid-19<\/a>. Mais de 30 pesquisadores, a maioria vinculada ao <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/inpa\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa)<\/a>, est\u00e3o desenvolvendo estudos de biodiversidade no rio Manicor\u00e9, no Sul do Amazonas.<\/p>\n\n<p><strong>Inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica<\/strong><\/p>\n\n<p>A inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica trazida pela equipe de avifauna funciona assim: os cientistas levaram para o trabalho de campo 11 gravadores, que foram distribu\u00eddos em lugares espec\u00edficos ao longo do rio Manicor\u00e9 e seus diferentes tipos de florestas, campinas, campinaranas e campos naturais.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Esses gravadores ficam 24 horas ligados e podem captar todos os sons que est\u00e3o em seu raio de alcance, como o canto das aves e p\u00e1ssaros, a queda de \u00e1rvores, o coaxar de sapos, e o andar de animais selvagens. A cada dez minutos, sessenta segundos completos s\u00e3o gravados pelos equipamentos.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Ao recolher os gravadores, o material gravado ser\u00e1 analisado por um algoritmo, que \u201cfiltra\u201d todos os sons e descarta tudo que n\u00e3o for canto de p\u00e1ssaros. \u201cO que ocorre \u00e9 que, com rela\u00e7\u00e3o aos p\u00e1ssaros, cada esp\u00e9cie tem uma vocaliza\u00e7\u00e3o diferente. Ent\u00e3o \u00e9 muito f\u00e1cil, quando voc\u00ea est\u00e1 amostrando a popula\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea, saber o que tem por ali e o que n\u00e3o tem baseado nos sons e cantos que voc\u00ea ouve\u201d, disse o pesquisador Gustavo Martins, um dos integrantes da equipe de avifauna da expedi\u00e7\u00e3o. Gustavo \u00e9 bi\u00f3logo e faz mestrado em Ecologia no Inpa.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>Ele contou que este algoritmo traz efici\u00eancia e agilidade ao trabalho dos cientistas. \u201cImagine se um ouvido humano tivesse que parar para ouvir 20 a 30 mil horas de vocaliza\u00e7\u00f5es de p\u00e1ssaros? O algoritmo agiliza esse processo, identificando os sons que nos interessam, as esp\u00e9cies que ocorrem em determinado local e em que hor\u00e1rio do dia elas est\u00e3o ativas\u201d, explicou. <\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/c8dd13a4-print-gustavo-avifauna-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41288\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/c8dd13a4-print-gustavo-avifauna-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/c8dd13a4-print-gustavo-avifauna-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/c8dd13a4-print-gustavo-avifauna-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/c8dd13a4-print-gustavo-avifauna-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/c8dd13a4-print-gustavo-avifauna-510x287.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/c8dd13a4-print-gustavo-avifauna.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>O pesquisador Gustavo Martins preparando um dos gravadores utilizados na expedi\u00e7\u00e3o: Foto: Todd Southgate\/Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Redes<\/strong><\/p>\n\n<p>Al\u00e9m dos gravadores, os cientistas trabalharam tamb\u00e9m com grandes redes de neblina, que ajudam na coleta e identifica\u00e7\u00e3o das aves que existem nas margens do rio Manicor\u00e9. As redes possuem 30 metros de comprimento e 3 metros de altura e s\u00e3o abertas todos os dias no in\u00edcio das manh\u00e3s \u2013 que \u00e9 a hora em que os p\u00e1ssaros est\u00e3o mais ativos no interior da floresta.<\/p>\n\n<p>A coordenadora da equipe, a bi\u00f3loga, professora e doutora em Gen\u00e9tica e Biologia Evolutiva Camila Ribas, afirmou que um dos aspectos mais interessantes do trabalho com os p\u00e1ssaros \u00e9 que eles contam a hist\u00f3ria dos lugares por onde voam. \u201cPara algu\u00e9m como eu, que estuda biogeografia, que \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o dos animais com os ambientes, \u00e9 sempre importante saber mais sobre esses animais e sobre o que eles dizem dos lugares por onde transitam\u201d, disse a cientista.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Camila contou que as aves t\u00eam afinidades ambientais bem espec\u00edficas &#8211; ou seja, certas esp\u00e9cies s\u00f3 ocorrem em terra firme, outras apenas em florestas que alagam. \u201cAs aves s\u00e3o relativamente f\u00e1ceis de observar, bem conhecidas e s\u00e3o um bom indicador das paisagens. Elas tamb\u00e9m s\u00e3o atraentes por conta da varia\u00e7\u00e3o de cor e de plumagem. Existem diversas perguntas evolutivas que a gente pode fazer quando lida com esses animais. O estudo de diversidade e biogeografia em aves \u00e9 bem avan\u00e7ado hoje em dia. Por meio dos p\u00e1ssaros, n\u00f3s podemos tentar entender como a Amaz\u00f4nia evoluiu\u201d.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/00220523-gp1sxnwe_pressmedia-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41289\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/00220523-gp1sxnwe_pressmedia-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/00220523-gp1sxnwe_pressmedia-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/00220523-gp1sxnwe_pressmedia-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/00220523-gp1sxnwe_pressmedia-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/00220523-gp1sxnwe_pressmedia-1-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/00220523-gp1sxnwe_pressmedia-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>As &#8220;redes de neblina&#8221; foram utilizadas para conhecer a avifauna da regi\u00e3o do rio Manicor\u00e9. Foto: Tuane Fernandes\/Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Conserva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n<p>Camila disse tamb\u00e9m que a regi\u00e3o do rio Manicor\u00e9 \u00e9 um daqueles lugares da Amaz\u00f4nia onde foram feitos pouqu\u00edssimos estudos cient\u00edficos. Por isso a expedi\u00e7\u00e3o <strong><em>\u201cA Amaz\u00f4nia Que Precisamos\u201d<\/em><\/strong> est\u00e1 ajudando a preencher uma \u201clacuna de conhecimento\u201d que existe sobre a maior floresta tropical do planeta. Foram registradas, durante a incurs\u00e3o a campo, 262 esp\u00e9cies diferentes de aves. O total de esp\u00e9cies esperadas para a regi\u00e3o \u00e9 de 590 esp\u00e9cies, baseadas nas informa\u00e7\u00f5es coletadas em campo pelos pesquisadores. <\/p>\n\n<p>Os mais de trinta cientistas participantes da expedi\u00e7\u00e3o est\u00e3o estudando plantas, r\u00e9pteis, anf\u00edbios, aves, peixes e mam\u00edferos. Os dados gerados neste trabalho v\u00e3o compor o<em> Plano de Gest\u00e3o do Territ\u00f3rio de Uso Comum do Rio Manicor\u00e9<\/em>, concedido para as comunidades daquela regi\u00e3o por meio da Concess\u00e3o de Direito Real de Uso (CDRU), de mar\u00e7o de 2022. Al\u00e9m disso, as informa\u00e7\u00f5es colhidas pelos cientistas tamb\u00e9m v\u00e3o refor\u00e7ar a proposta das comunidades extrativistas daquela \u00e1rea que tentam, h\u00e1 16 anos, criar uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o: a Reserva de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (RDS) do rio Manicor\u00e9.&nbsp;<\/p>\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/em-busca-de-um-territorio-protegido\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CDRU coletiva \u00e9 uma grande conquista para as comunidades tradicionais do Rio Manicor\u00e9<\/a>, pois reconhece os seus direitos territoriais e garante o uso sustent\u00e1vel dos recursos pelos comunit\u00e1rios &#8211; ela, no entanto, precisa ser devidamente implementada. A RDS, quando criada, tamb\u00e9m aumentar\u00e1 a prote\u00e7\u00e3o ambiental e o envolvimento do Estado para garantir que os objetivos de conserva\u00e7\u00e3o dos comunit\u00e1rios sejam cumpridos.&nbsp;<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/267ce08f-gp1sxnw1_pressmedia-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41283\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/267ce08f-gp1sxnw1_pressmedia-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/267ce08f-gp1sxnw1_pressmedia-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/267ce08f-gp1sxnw1_pressmedia-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/267ce08f-gp1sxnw1_pressmedia-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/267ce08f-gp1sxnw1_pressmedia-1-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/267ce08f-gp1sxnw1_pressmedia-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Segundo a doutora em Gen\u00e9tica Camila Ribas, ao estudar a evolu\u00e7\u00e3o das aves \u00e9 poss\u00edvel entender a evolu\u00e7\u00e3o dos ambientes na Amaz\u00f4nia. Foto: Tuane Fernandes\/Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Pesquisa e tecnologia<\/strong><\/p>\n\n<p>Para o porta-voz da Campanha Amaz\u00f4nia do Greenpeace, R\u00f4mulo Batista, o uso de novas tecnologias \u00e9 uma ferramenta importante, que pode ajudar a transformar a Amaz\u00f4nia e as condi\u00e7\u00f5es de vida de seus habitantes.<\/p>\n\n<p>\u201cPrecisamos abandonar as pr\u00e1ticas da Economia da Destrui\u00e7\u00e3o, que explora e esgota os recursos naturais amaz\u00f4nicos, oprime e violenta os povos da floresta&nbsp; e coloca diariamente a nossa biodiversidade, ainda pouco estudada, em risco. Temos que&nbsp; investir mais na pesquisa, na tecnologia e na inova\u00e7\u00e3o, construindo uma economia que seja capaz de manter a floresta em p\u00e9, conservar sua biodiversidade e respeitar direitos de povos e comunidades tradicionais gerando renda e bem estar social para eles. \u00c9 somente por esse caminho que vamos garantir um bioma \u00edntegro, justo e com qualidade de vida para as popula\u00e7\u00f5es que aqui vivem. Esta \u00e9 a Amaz\u00f4nia que precisamos\u201d, afirmou R\u00f4mulo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/navegue-com-a-gente-pela-amazonia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Saiba mais sobre a expedi\u00e7\u00e3o &#8220;Amaz\u00f4nia que Precisamos&#8221;!<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5a4a8c98-gp1sxnwm_pressmedia-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41290\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5a4a8c98-gp1sxnwm_pressmedia-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5a4a8c98-gp1sxnwm_pressmedia-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5a4a8c98-gp1sxnwm_pressmedia-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5a4a8c98-gp1sxnwm_pressmedia-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5a4a8c98-gp1sxnwm_pressmedia-1-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5a4a8c98-gp1sxnwm_pressmedia-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>O Sul do Amazonas possui diversas &#8220;lacunas de conhecimento&#8221; e \u00e9 hoje uma das regi\u00f5es mais amea\u00e7adas da Amaz\u00f4nia. Foto: Tuane Fernandes\/Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vil\u00f5es nas redes sociais, ferramentas est\u00e3o sendo usadas para identificar aves em regi\u00e3o onde o desmatamento tem avan\u00e7ado rapidamente na Amaz\u00f4nia<\/p>\n","protected":false},"author":90,"featured_media":41286,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[54],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-41281","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-expedicao","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41281","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/90"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41281"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41281\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58587,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41281\/revisions\/58587"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41286"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41281"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41281"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41281"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=41281"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}