{"id":41714,"date":"2022-07-26T21:33:42","date_gmt":"2022-07-27T00:33:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=41714"},"modified":"2024-01-09T11:48:29","modified_gmt":"2024-01-09T14:48:29","slug":"amazonia-secreta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/amazonia-secreta\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia secreta"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Acompanhamos a incurs\u00e3o de pesquisadores de bot\u00e2nica nas florestas de Manicor\u00e9, em sua busca por conhecer a diversidade de plantas da regi\u00e3o, e encontramos um mundo novo<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"684\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5bd2061d-gp1sxnqg_-1024x684.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41715\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5bd2061d-gp1sxnqg_-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5bd2061d-gp1sxnqg_-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5bd2061d-gp1sxnqg_-768x513.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5bd2061d-gp1sxnqg_-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/5bd2061d-gp1sxnqg_.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Floresta pr\u00f3xima ao rio Manicor\u00e9, no sul do Amazonas, na Amaz\u00f4nia. As comunidades ribeirinhas est\u00e3o lutando para terem seus direitos territoriais reconhecidos e sua floresta protegida.<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Valdemir Cunha \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>O crep\u00fasculo se aproximava quando deixamos apressados a floresta. Hav\u00edamos passado cerca de quatro horas sob a mata alta, embora n\u00e3o tiv\u00e9ssemos avan\u00e7ado mais do que um quil\u00f4metro floresta adentro. Um avan\u00e7o lento, mas de qualidade.<\/p>\n\n<p>Na sa\u00edda da trilha, disse para Alberto Vicentini, o Beto, pesquisador de bot\u00e2nica e professor do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa), que nunca tinha vivenciado uma experi\u00eancia como aquela. \u201cVoc\u00ea nunca caminhou pela floresta?\u201d, ele me perguntou. Respondi que j\u00e1 tinha caminhado pela floresta, mas nunca tinha realmente olhado para ela.\u00a0<\/p>\n\n<p>Avan\u00e7amos lentamente, porque cada folha, cada fungo, cada microrganismo da floresta tinha uma hist\u00f3ria e est\u00e1vamos l\u00e1, com olhares atentos, para desvend\u00e1-las. Dificilmente teria percebido as bri\u00f3fitas, se n\u00e3o fosse pelos olhos de Marta Pereira, pesquisadora ga\u00facha da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) fascinada pela bot\u00e2nica amaz\u00f4nica e que estuda essas min\u00fasculas plantas que habitam cada casca de \u00e1rvores da floresta, que de t\u00e3o pequenas eram coletadas em envelopes laranja min\u00fasculos, enfiados nos bolsos do colete e das roupas igualmente laranja da pesquisadora. <\/p>\n\n<p>\u201cEssa \u00e9 a serrapilheira. Toda a nutri\u00e7\u00e3o da floresta vem daqui. Dizemos que a floresta existe por causa da chuva e a chuva existe por causa da floresta. \u00c9 a mesma coisa com a serrapilheira, as \u00e1rvores existem por causa dela e ela existe por causa da floresta. Uma n\u00e3o existe sem a outra\u201d, resume. A din\u00e2mica entre as esp\u00e9cies de um planeta inteiro, resumida em uma caminhada de menos de um quil\u00f4metro.&nbsp;<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"684\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/66e209a4-gp1sxnr8_-1024x684.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-41717\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/66e209a4-gp1sxnr8_-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/66e209a4-gp1sxnr8_-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/66e209a4-gp1sxnr8_-768x513.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/66e209a4-gp1sxnr8_-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/07\/66e209a4-gp1sxnr8_.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"> Vegeta\u00e7\u00e3o de campina pr\u00f3xima ao Rio Manicor\u00e9, no sul do Amazonas, na Amaz\u00f4nia, onde comunidades ribeirinhas est\u00e3o lutando para terem seus direitos territoriais reconhecidos e sua floresta protegida. <div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Valdemir Cunha \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Com um bin\u00f3culo, Beto observava o dossel da mata, em busca de frutos e flores que pudessem ajudar a identificar as diversas esp\u00e9cies e subesp\u00e9cies de \u00e1rvores. Raimundo Ribeiro Caetano, da comunidade Parintintin no rio Manicor\u00e9, nomeava cada uma como eram conhecidas por aqui, indicando para que eram usadas, a dureza de sua madeira, perfume e a complexidade de seus padr\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Descobri que existem formas de identificar uma planta: pelo cheiro, por quantas partes se dividem suas folhas, pela disposi\u00e7\u00e3o dos ramos, pela cor de seus frutos. Mas certos segredos n\u00e3o podem ser vistos a olhos nus. \u201cTem um <a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.1243092?rss=1\">estudo que indica que 220 esp\u00e9cies de \u00e1rvores dominam 50% da Amaz\u00f4nia<\/a>. Mas geralmente muitas dessas esp\u00e9cies se dividem em esp\u00e9cies diferentes, que podem ter se separado h\u00e1 milh\u00f5es de anos, e isso s\u00f3 descobrimos com o apoio de laborat\u00f3rio\u201d, explica Beto.<\/p>\n\n<p>Infelizmente, n\u00e3o s\u00e3o muitos os laborat\u00f3rios que fazem esse tipo de an\u00e1lise, nem muitos os profissionais capacitados para faz\u00ea-las. Sem mencionar o estrangulamento no or\u00e7amento para pesquisa e para os institutos e universidades no Brasil nos \u00faltimos anos. O que n\u00e3o muda a realidade da floresta: <strong>estima-se que 60% das \u00e1rvores da Amaz\u00f4nia ainda sejam completamente desconhecidas pela humanidade. \u201cMas com esse desmatamento que a gente t\u00e1 vendo agora, isso certamente est\u00e1 levando \u00e0 extin\u00e7\u00e3o um bom peda\u00e7o dessa diversidade<\/strong>\u201d, afirma.<\/p>\n\n<p>A Amaz\u00f4nia tem muitas voca\u00e7\u00f5es e potenciais ainda pouco explorados, simplesmente porque o que a humanidade tem feito \u00e9 tentar for\u00e7ar uma voca\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 desta terra. Dizem que o solo da Amaz\u00f4nia \u00e9 pobre, mas s\u00f3 porque para produzir monoculturas na regi\u00e3o \u00e9 preciso alto n\u00edvel de fertiliza\u00e7\u00e3o do solo.&nbsp;<\/p>\n<div data-hydrate=\"planet4-blocks\/gallery\" data-attributes=\"{&quot;attributes&quot;:{&quot;multiple_image&quot;:&quot;41719,41718,41723,41725,41726,41730,41727,41729,41728&quot;,&quot;image_data&quot;:[{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/075c6c0e-gp1sxnse_.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41719},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/c3b39546-gp1sxtpi_.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41718},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/32b19999-gp1sxnq5_.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41723},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/f056d1e9-gp1sxnqy_.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41725},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/dfe36254-gp1sxnpz_.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41726},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/2d721a47-gp1sxq3d_.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41730},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/c0b50d97-gp1sxnrt_.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41727},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/53eb16f1-gp1sxq3x_.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41729},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/15c7aa12-gp1sxnr9_-1.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:41728}],&quot;gallery_block_style&quot;:0,&quot;gallery_block_title&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_description&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_focus_points&quot;:&quot;&quot;,&quot;images&quot;:[{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/075c6c0e-gp1sxnse_.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/075c6c0e-gp1sxnse_.jpg 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\\&quot;Escute a Ci\\u00eancia, Salve a Amaz\\u00f4nia\\&quot;.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Nilmar Lage \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/32b19999-gp1sxnq5_.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/32b19999-gp1sxnq5_.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/32b19999-gp1sxnq5_-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/32b19999-gp1sxnq5_-1024x684.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/32b19999-gp1sxnq5_-768x513.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/32b19999-gp1sxnq5_-510x340.jpg 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Ele tamb\\u00e9m \\u00e9 pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\\u00f4nia (INPA) de Manaus. Alberto fez parte da equipe de Bot\\u00e2nica na Expedi\\u00e7\\u00e3o - \\&quot;Amaz\\u00f4nia Que Precisamos\\&quot;. &quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Tuane Fernandes \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/c0b50d97-gp1sxnrt_.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/c0b50d97-gp1sxnrt_.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/c0b50d97-gp1sxnrt_-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/c0b50d97-gp1sxnrt_-1024x681.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/c0b50d97-gp1sxnrt_-768x511.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/c0b50d97-gp1sxnrt_-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Floresta pr\\u00f3xima ao Rio Manicor\\u00e9, no sul do Amazonas.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Valdemir Cunha \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/53eb16f1-gp1sxq3x_.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/53eb16f1-gp1sxq3x_.jpg 800w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/53eb16f1-gp1sxq3x_-200x300.jpg 200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/53eb16f1-gp1sxq3x_-683x1024.jpg 683w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/53eb16f1-gp1sxq3x_-768x1152.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/53eb16f1-gp1sxq3x_-227x340.jpg 227w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Marta Regina Pereira, doutora em Bot\\u00e2nica pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\\u00f4nia, INPA, e professora da UEA.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Tuane Fernandes \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/15c7aa12-gp1sxnr9_-1.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/15c7aa12-gp1sxnr9_-1.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/15c7aa12-gp1sxnr9_-1-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/15c7aa12-gp1sxnr9_-1-1024x681.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/15c7aa12-gp1sxnr9_-1-768x511.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2022\\\/07\\\/15c7aa12-gp1sxnr9_-1-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Vegeta\\u00e7\\u00e3o de campina pr\\u00f3xima ao Rio Manicor\\u00e9, no sul do Amazonas.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Valdemir Cunha \\\/ Greenpeace&quot;}]}}\"><section class=\"block carousel-wrap \"><\/section><\/div>\n<p><strong>A verdade \u00e9 que a Amaz\u00f4nia \u00e9 a maior representa\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia da biodiversidade, da mistura de esp\u00e9cies e da intera\u00e7\u00e3o entre elas. E quando desmatamos a floresta, nada mais sobrevive.<\/strong> Nem as plantas, nem os fungos, nem os microrganismos, nem a terra. Sem a intera\u00e7\u00e3o entre as diversas esp\u00e9cies de plantas e animais, a Amaz\u00f4nia seria um grande deserto.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Olhar para a floresta atrav\u00e9s das lentes destes pesquisadores me fez ver a Amaz\u00f4nia para al\u00e9m do maci\u00e7o verde, para al\u00e9m do todo, me fez olhar para o micro. Somos apenas uma parte disso, todos n\u00f3s somos uma micro parte disso. Juntos e juntas, formamos este organismo pulsante que \u00e9 a Terra.&nbsp;<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center has-green-500-background-color has-background\"><strong><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/navegue-com-a-gente-pela-amazonia\/\">Saiba mais sobre a expedi\u00e7\u00e3o \u201cAmaz\u00f4nia que Precisamos\u201d!<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acompanhamos a incurs\u00e3o de pesquisadores de bot\u00e2nica nas florestas de Manicor\u00e9, em sua busca por conhecer a diversidade de plantas da regi\u00e3o, e encontramos um mundo novo<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":41715,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[54],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-41714","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-expedicao","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41714","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41714"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41714\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":50992,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41714\/revisions\/50992"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41715"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41714"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41714"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41714"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=41714"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}