{"id":42740,"date":"2022-09-01T18:28:00","date_gmt":"2022-09-01T21:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=42740"},"modified":"2022-09-16T10:38:37","modified_gmt":"2022-09-16T13:38:37","slug":"apesar-da-proibicao-focos-de-calor-na-amazonia-atingem-o-maior-numero-desde-2010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/apesar-da-proibicao-focos-de-calor-na-amazonia-atingem-o-maior-numero-desde-2010\/","title":{"rendered":"Apesar da proibi\u00e7\u00e3o, focos de calor na Amaz\u00f4nia atingem o maior n\u00famero desde 2010"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"is-style-roboto-font-family wp-block-heading\">N\u00famero \u00e9 18%\u00a0 maior que o registrado no ano passado e morat\u00f3ria do fogo mostra-se mais uma vez ferramenta in\u00fatil de combate ao crime ambiental<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"450\" height=\"299\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/c3512d5a-image.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42742\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/c3512d5a-image.jpg 450w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/c3512d5a-image-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><figcaption><em>Sobrevoo na regi\u00e3o da Amacro (Amazonas, Acre e Rond\u00f4nia), em uma \u00e1rea com cerca de 8.000 hectares de desmatamento &#8211; a maior em 2022 &#8211; que est\u00e1 queimando h\u00e1 dias. \u00a9 Nilmar Lage \/ Greenpeace<\/em><br><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Manaus<\/strong> <strong>&#8211;<\/strong>\u00a0 Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados hoje, mostram que agosto registrou 33.116 focos de calor no bioma Amaz\u00f4nia &#8211; todos ilegais. Desde 23 de junho o <a href=\"https:\/\/presrepublica.jusbrasil.com.br\/legislacao\/1552987384\/decreto-11100-22\">Decreto N\u00ba 11.100 <\/a>\u00a0em voga, proibiu o uso do fogo na Amaz\u00f4nia e Pantanal. O n\u00famero alarmante constata que n\u00e3o existe uma pol\u00edtica s\u00e9ria de combate ao desmatamento e queimadas na Amaz\u00f4nia e que, al\u00e9m de destruir a rica biodiversidade da floresta, enchem as cidades da regi\u00e3o de fuma\u00e7a e fuligem.\u00a0<\/p>\n\n<p class=\"is-style-roboto-font-family\">\u201cRealizamos um sobrevoo de monitoramento de queimadas e desmatamento na regi\u00e3o da Amacro (siglas de Amazonas, Acre e Rond\u00f4nia), e flagramos o maior desmatamento da Amaz\u00f4nia no \u00faltimo ano: cerca de 8.000 hectares, equivalente a 11.000 campos de futebol queimando. Participo desses monitoramentos h\u00e1 mais de dez anos, e nunca tinha visto um desmatamento t\u00e3o grande e tamb\u00e9m com tanta fuma\u00e7a\u201d, afirma R\u00f4mulo Batista, porta-voz de Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n<p class=\"is-style-roboto-font-family\">Do total de focos de calor do ano registrados at\u00e9 31 de agosto &#8211; 46.022, houve um aumento de 16,7% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, maior n\u00famero acumulado para o per\u00edodo desde 2019. Desse total, 43% ocorreram apenas em dez munic\u00edpios da Amaz\u00f4nia, sendo cinco deles localizados na regi\u00e3o da Amacro, considerada a nova fronteira de expans\u00e3o da economia da destrui\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia e que vem acelerando as taxas de desmatamento e queimadas.<\/p>\n\n<p class=\"is-style-roboto-font-family\">Outro fator relevante \u00e9 o avan\u00e7o das queimadas em terras p\u00fablicas. Do total de focos de calor, 13,8% ocorreram em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (UCs), e 5,9%, em Terras Ind\u00edgenas (TI). Outro dado que preocupa \u00e9 que mais de 10.600 queimadas, cerca de \u00bc do total, ocorreram em florestas p\u00fablicas n\u00e3o destinadas. Mais um ind\u00edcio do avan\u00e7o da grilagem.&nbsp;<\/p>\n\n<p class=\"is-style-roboto-font-family\">\u201cAo inv\u00e9s do poder Executivo e dos parlamentares estarem focados em conter os impactos da destrui\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia sobre a popula\u00e7\u00e3o e o clima e em combater o crime que avan\u00e7a na floresta &#8211; que n\u00e3o s\u00f3 destr\u00f3i nossas riquezas naturais, mas tamb\u00e9m, a imagem e a economia do pa\u00eds; ainda assim, tentam aprovar projetos que ir\u00e3o acelerar ainda mais o desmatamento, os conflitos no campo e a invas\u00e3o de terras p\u00fablicas. Nosso pa\u00eds n\u00e3o precisa da aprova\u00e7\u00e3o destes projetos, mas sim de uma pol\u00edtica que promova um real avan\u00e7o no combate ao desmatamento, queimadas, grilagem de terras e que defenda os povos da floresta\u201d, finaliza R\u00f4mulo.<\/p>\n\n<p class=\"is-style-roboto-font-family\"><strong>Assessoria de imprensa Greenpeace Brasil<\/strong><br><a href=\"mailto:imprensa.br@greenpeace.org\">imprensa.br@greenpeace.org<\/a> | +55 92 99480-3580\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00famero \u00e9 18%\u00a0 maior que o registrado no ano passado e morat\u00f3ria do fogo mostra-se mais uma vez ferramenta in\u00fatil de combate ao crime ambiental Manaus, 1\u00b0 de setembro de&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":42742,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[46,55],"p4-page-type":[14],"class_list":["post-42740","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-desmatamento","tag-imprensa","p4-page-type-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42740","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42740"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42740\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42761,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42740\/revisions\/42761"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42742"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42740"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42740"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42740"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=42740"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}