{"id":42745,"date":"2022-09-16T01:16:53","date_gmt":"2022-09-16T04:16:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=42745"},"modified":"2022-09-22T19:04:02","modified_gmt":"2022-09-22T22:04:02","slug":"sete-mortes-em-dez-dias-parem-a-violencia-contra-os-povos-indigenas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/sete-mortes-em-dez-dias-parem-a-violencia-contra-os-povos-indigenas\/","title":{"rendered":"Sete mortes em dez dias: parem a viol\u00eancia contra os povos ind\u00edgenas!"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><em>Lideran\u00e7as fizeram manifesta\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia  (DF) cobrando puni\u00e7\u00e3o a crimino<\/em>sos<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/d64a217f-52360819685_2fd8ac03d1_o-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42746\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/d64a217f-52360819685_2fd8ac03d1_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/d64a217f-52360819685_2fd8ac03d1_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/d64a217f-52360819685_2fd8ac03d1_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/d64a217f-52360819685_2fd8ac03d1_o-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/d64a217f-52360819685_2fd8ac03d1_o-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/d64a217f-52360819685_2fd8ac03d1_o-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Os povos Guarani e Kaiow\u00e1, Guajajara e Patax\u00f3 est\u00e3o entre as popula\u00e7\u00f5es mais amea\u00e7adas do Brasil hoje. Foto: Tiago Miotto\/CIMI<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Uma delega\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as ind\u00edgenas realizou nesta quinta (15) em Bras\u00edlia (DF) uma mobiliza\u00e7\u00e3o contra o aumento da viol\u00eancia que vem vitimando os povos ind\u00edgenas do Brasil nas \u00faltimas semanas. <strong>Recentemente, num per\u00edodo de dez dias, seis pessoas foram assassinadas e uma cometeu suic\u00eddio em meio a contextos de viol\u00eancia<\/strong> e conflitos fundi\u00e1rios, numa escalada sem precedentes do terror vivido pelos povos origin\u00e1rios no interior do pa\u00eds.\u00a0<\/p>\n\n<p><strong>A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 cr\u00edtica no Maranh\u00e3o, no Mato Grosso do Sul e na Bahia, onde os Guarani e Kaiow\u00e1, os Guajajara e os Patax\u00f3 t\u00eam perdido lideran\u00e7as e vivenciado graves epis\u00f3dios de viol\u00eancia<\/strong>. Dois jovens ind\u00edgenas, de 16 e 14 anos, tamb\u00e9m foram feridos por armas de fogo na Bahia e no Maranh\u00e3o e tamb\u00e9m s\u00e3o v\u00edtimas nessa recente onda de ataques sobre os povos origin\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Nas \u00faltimas semanas, <strong>relatos de ataques de mil\u00edcias e pistoleiros a aldeias e \u00e1reas de retomada t\u00eam sido mais e mais frequentes<\/strong>, assim como v\u00eddeos e imagens de crian\u00e7as e mulheres buscando se refugiar em \u00e1reas de floresta para escapar das investidas violentas de fazendeiros.<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n<p>A mobiliza\u00e7\u00e3o realizada esta semana contou com uma marcha e uma entrevista coletiva, em que as lideran\u00e7as chamaram a aten\u00e7\u00e3o da imprensa para esses epis\u00f3dios.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\"><p lang=\"pt\" dir=\"ltr\">Urgente, Massacre contra povo Patax\u00f3! <br><br>Neste exato momento pistoleiros atacam \u201cAldeia Nova\u201d e \u201cAldeia P\u00e9 do Monte\u201d Terra Ind\u00edgena Barra Velha no sul da Bahia. Pistoleiros est\u00e3o atirando, precisamos de ajuda! <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/UrgentePatax%C3%B3?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#UrgentePatax\u00f3<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/EmergenciaInd%C3%ADgena?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#EmergenciaInd\u00edgena<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/Demarca%C3%A7%C3%A3oJ%C3%A1?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#Demarca\u00e7\u00e3oJ\u00e1<\/a><\/p>&mdash; Apib Oficial (@ApibOficial) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/ApibOficial\/status\/1567298736547586052?ref_src=twsrc%5Etfw\">September 6, 2022<\/a><\/blockquote><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n<\/div><\/figure>\n\n<p><strong>\u201cEra pras nossas crian\u00e7as estarem enterrando os velhos, mas o que est\u00e1 acontecendo \u00e9 justamente o contr\u00e1rio\u201d<\/strong>, disse Pjchre (l\u00ea-se \u201cPikr\u00e9\u201d) Akro\u00e1 Gamella, do Maranh\u00e3o. \u201cEst\u00e3o assassinando nossos jovens. Chega de derramar sangue! Queremos que a justi\u00e7a seja feita! Estamos aqui pedindo socorro e nos lamentando. O estado brasileiro n\u00e3o est\u00e1 contribuindo com a demarca\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios. A pol\u00edcia do meu estado est\u00e1 matando o nosso povo\u201d.<\/p>\n\n<p>Relembre algumas das v\u00edtimas da recente onda de viol\u00eancia:<\/p>\n\n<p>No Maranh\u00e3o, <strong>Janildo Guajajara foi morto com um tiro pelas costas<\/strong> no dia 4 de setembro, um domingo. Ele era morador da Terra Ind\u00edgena Arariboia. <\/p>\n\n<p>Tamb\u00e9m no Maranh\u00e3o,<strong> <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/jornalistaslivres.org\/dois-indigenas-guajajara-sao-mortos-no-maranhao\/\" target=\"_blank\">Jael Carlos Miranda Guajajara<\/a> foi atropelado<\/strong> neste mesmo 4 de setembro, num crime atribu\u00eddo a disputas por territ\u00f3rio;<\/p>\n\n<p>No domingo seguinte, 11 de setembro,<strong> <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ma\/maranhao\/noticia\/2022\/09\/15\/policia-confirma-que-indigena-guajajara-morto-a-tiros-no-ma-foi-vitima-de-emboscada.ghtml\" target=\"_blank\">Antonio Cafeteiro Guajajara<\/a> foi morto com seis tiros em Arame (MA)<\/strong>. Ele morava na Terra Ind\u00edgena Arariboia; <\/p>\n\n<p>No sul da Bahia, o Patax\u00f3<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/indigena-de-14-anos-e-morto-a-tiros-no-sul-da-bahia\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/indigena-de-14-anos-e-morto-a-tiros-no-sul-da-bahia\/\" target=\"_blank\"> <\/a><strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/indigena-de-14-anos-e-morto-a-tiros-no-sul-da-bahia\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/indigena-de-14-anos-e-morto-a-tiros-no-sul-da-bahia\/\" target=\"_blank\">Gustavo Silva da Concei\u00e7\u00e3o<\/a>, de 14 anos, levou um tiro na nuca<\/strong> tamb\u00e9m no domingo 4. Ele foi morto ap\u00f3s uma invas\u00e3o de um grupo de pistoleiros na Terra Ind\u00edgena Comexatib\u00e1; <\/p>\n\n<p>Na \u00faltima ter\u00e7a-feira (13), a lideran\u00e7a Guarani e Kaiow\u00e1 <strong><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ms\/mato-grosso-do-sul\/noticia\/2022\/09\/13\/lideranca-indigena-que-sobreviveu-a-atentado-de-pistoleiros-ha-um-mes-morre-em-2a-emboscada.ghtml\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/g1.globo.com\/ms\/mato-grosso-do-sul\/noticia\/2022\/09\/13\/lideranca-indigena-que-sobreviveu-a-atentado-de-pistoleiros-ha-um-mes-morre-em-2a-emboscada.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vitorino Sanches, 60, foi assassinado por pistoleiros<\/a> em Amambai<\/strong>, no Mato Grosso do Sul, um m\u00eas depois de ter sobrevivido a outro atentado.<\/p>\n\n<p>O cacique Suru\u00ed Patax\u00f3 Braz comanda uma delega\u00e7\u00e3o de 15 ind\u00edgenas que est\u00e1 hoje em Bras\u00edlia reivindicando direitos: \u201c<strong>A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 que h\u00e1 pistoleiros e fazendeiros matando nosso povo. Est\u00e3o atacando nosso territ\u00f3rio diariamente. A Aldeia Nova, no territ\u00f3rio Barra Velha, t\u00e1 sendo atacada<\/strong>. N\u00e3o queremos mais derramamento de sangue ind\u00edgena. N\u00e3o queremos ver nosso povo morrendo nas m\u00e3os de grileiros. <strong>Pedimos justi\u00e7a. Em nome do povo Patax\u00f3, em nome dos povos ind\u00edgenas, em nome das lideran\u00e7as assassinadas<\/strong>. Que pa\u00eds \u00e9 esse que queremos construir sem justi\u00e7a? N\u00f3s n\u00e3o estamos fazendo nada. Quem est\u00e1 atirando e matando s\u00e3o eles\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n<p>A marcha e a entrevista coletiva fazem parte de um movimento mais amplo que tem ocorrido durante toda essa semana, em que diversas lideran\u00e7as cumprem agendas em Bras\u00edlia,<strong> denunciando o aumento da viol\u00eancia e cobrando provid\u00eancias das autoridades<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>As lideran\u00e7as tamb\u00e9m cobraram puni\u00e7\u00e3o dos criminosos e prote\u00e7\u00e3o, assim como a demarca\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios e <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/top-6-principais-problemas-da-tese-do-marco-temporal\/\" target=\"_blank\">a retomada do julgamento do Marco Temporal<\/a>.<\/strong> Participam desta iniciativa representantes dos povos Ap\u00e3njekra Canela, Memortumr\u00e9 Canela, Akro\u00e1 Gamella, Trememb\u00e9 do Engenho e Kari\u2019u Kariri, do Maranh\u00e3o; Macuxi, de Roraima; Patax\u00f3, da Bahia; e Xakriab\u00e1, de Minas Gerais.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/1cd3520b-52360642413_7e25d3d521_o-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42748\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/1cd3520b-52360642413_7e25d3d521_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/1cd3520b-52360642413_7e25d3d521_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/1cd3520b-52360642413_7e25d3d521_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/1cd3520b-52360642413_7e25d3d521_o-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/1cd3520b-52360642413_7e25d3d521_o-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/1cd3520b-52360642413_7e25d3d521_o-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Grileiros, fazendeiros e mil\u00edcias v\u00eam atacando diariamente aldeias e comunidades em estados como Maranh\u00e3o, Mato Grosso do Sul e Bahia. Foto: Tiago Miotto\/CIMI<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Aumento de viol\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n<p>M\u00eas passado o Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (CIMI) lan\u00e7ou a <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/violencia-contra-os-povos-indigenas-invasoes-e-exploracao-ilegal-aumentam-pelo-sexto-ano-seguido\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mais recente edi\u00e7\u00e3o de seu relat\u00f3rio <em>\u201cViol\u00eancia contra os Povos Ind\u00edgenas no Brasil\u201d<\/em><\/a><em>. <\/em><strong>Os dados, referentes a 2021, mostraram que houve aumento em 15 dos 19 tipos de viol\u00eancia<\/strong> mapeados pelos t\u00e9cnicos da institui\u00e7\u00e3o. Foram 176 assassinatos de ind\u00edgenas em 2021. Entre 2015 e 2019, a m\u00e9dia era de 123 ind\u00edgenas assassinados por ano.<\/p>\n\n<p><strong>As invas\u00f5es de territ\u00f3rios ind\u00edgenas somaram 305 casos \u2013 quase tr\u00eas vezes o que foi verificado em 2018. Este \u00e9 o sexto ano consecutivo de aumento deste tipo de viol\u00eancia.<\/strong> Ano passado, 226 Terras Ind\u00edgenas, em 22 estados diferentes, registraram invas\u00f5es e explora\u00e7\u00e3o ilegal.&nbsp;<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Quer ajudar na mobiliza\u00e7\u00e3o pelos direitos ind\u00edgenas? Participe do nosso abaixo-assinado:<\/strong><\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.br\/marco-temporal-nao\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Marco Temporal N\u00e3o!<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/0c2a640f-52360824435_c5a581d356_o-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42749\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/0c2a640f-52360824435_c5a581d356_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/0c2a640f-52360824435_c5a581d356_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/0c2a640f-52360824435_c5a581d356_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/0c2a640f-52360824435_c5a581d356_o-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/0c2a640f-52360824435_c5a581d356_o-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/09\/0c2a640f-52360824435_c5a581d356_o-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>As lideran\u00e7as pedem prote\u00e7\u00e3o, apura\u00e7\u00e3o dos crimes e a demarca\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios. Foto: Tiago Miotto\/CIMI <\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lideran\u00e7as fizeram manifesta\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia  (DF) cobrando puni\u00e7\u00e3o a criminosos<\/p>\n","protected":false},"author":90,"featured_media":42749,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[43],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-42745","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-povos-e-territorios","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42745","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/90"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42745"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42745\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42890,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42745\/revisions\/42890"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42749"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42745"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42745"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42745"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=42745"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}