{"id":43082,"date":"2022-10-01T12:16:00","date_gmt":"2022-10-01T15:16:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=43082"},"modified":"2022-10-11T11:29:35","modified_gmt":"2022-10-11T14:29:35","slug":"setembro-em-chamas-focos-de-calor-tem-aumento-de-147-no-mes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/setembro-em-chamas-focos-de-calor-tem-aumento-de-147-no-mes\/","title":{"rendered":"Setembro em chamas: focos de calor tem aumento de 147% no m\u00eas"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Segundo dados do Inpe, o total de queimadas na Amaz\u00f4nia em setembro deste ano \u00e9 o maior dos \u00faltimos 12 anos&nbsp;<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/10\/a7cca807-gp1szphj_web_size.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-43083\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/10\/a7cca807-gp1szphj_web_size.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/10\/a7cca807-gp1szphj_web_size-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/10\/a7cca807-gp1szphj_web_size-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/10\/a7cca807-gp1szphj_web_size-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Sobrevoo em Porto Velho, na regi\u00e3o da AMACRO (Amazonas, Acre e Rond\u00f4nia), em uma \u00e1rea com cerca de 8.000 hectares de desmatamento &#8211; a maior em 2022 &#8211; Foto: Nilmar Lage \/ Greenpeace Brasil<br><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta sexta-feira (30), mostram que no m\u00eas de setembro houve um salto assustador no n\u00famero de queimadas na Amaz\u00f4nia, n\u00e3o apenas em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo no ano passado, mas sendo o maior n\u00famero desde 2010.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Enquanto que em setembro de 2021 foram registrados 16.742 focos de calor no bioma, neste ano houve 41.282. O Par\u00e1 concentrou o maior n\u00famero de focos de calor, 30,8% (12.696) do total\u00a0 registrado,\u00a0seguido por Amazonas (8.659) que, apesar de segundo lugar no total de focos, teve o m\u00eas com o recorde de queimadas desde o in\u00edcio do monitoramento em 1988. Mato Grosso (6.950), Acre (6.693) e Rond\u00f4nia (5.354) v\u00eam em seguida.\u00a0<\/p>\n\n<p>\u201cN\u00e3o podemos mais compactuar com essa pol\u00edtica de destrui\u00e7\u00e3o que acontece na Amaz\u00f4nia, que \u00e9 fruto da falta de uma pol\u00edtica ambiental nos \u00faltimos anos e de um Congresso que cria projetos de lei como a legaliza\u00e7\u00e3o da grilagem de terras, abertura das terras ind\u00edgenas para atividades destrutivas e acaba com o licenciamento ambiental\u201d, afirma R\u00f4mulo Batista, porta-voz de Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil.<\/p>\n\n<p><strong>Listamos 5 medidas urgentes para proteger a floresta e seus povos<\/strong><\/p>\n\n<p>1. Retomar imediatamente a execu\u00e7\u00e3o de um plano eficiente e articulado de combate ao desmatamento, nos moldes do Plano de A\u00e7\u00e3o para Preven\u00e7\u00e3o e Controle do Desmatamento na Amaz\u00f4nia (PPCDAm).<\/p>\n\n<p>2. Destinar or\u00e7amento adequado para a\u00e7\u00f5es e pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o ambiental e de direitos territoriais, bem como fortalecer os \u00f3rg\u00e3os ambientais e fundi\u00e1rios como Ibama, ICMBio, Incra e Funai, o que inclui renomear servidores capacitados para cargos de chefia de \u00f3rg\u00e3os relevantes para a pauta socioambiental, realiza\u00e7\u00e3o de concursos p\u00fablicos e a contrata\u00e7\u00e3o de servidores.<\/p>\n\n<p>3. Destinar florestas p\u00fablicas n\u00e3o-destinadas para conserva\u00e7\u00e3o e uso sustent\u00e1vel, reconhecendo os direitos \u00e0 terra de povos ind\u00edgenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares (inclusive territ\u00f3rios de uso comum e assentamentos da reforma agr\u00e1ria).<\/p>\n\n<p>4. Retomar o processo de responsabiliza\u00e7\u00e3o por crimes ambientais e aplica\u00e7\u00e3o de multas e penalidades previstas em lei.<\/p>\n\n<p>5. Retomar o processo de demarca\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios de povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais, bem como criar mecanismos e implementar a\u00e7\u00f5es para a desintrus\u00e3o de invasores, o combate a atividades criminosas nesses territ\u00f3rios, em especial o garimpo, e o combate \u00e0 viol\u00eancia contra esses povos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo dados do Inpe, o total de queimadas na Amaz\u00f4nia para o m\u00eas \u00e9 o maior dos \u00faltimos 12 anos\u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":43083,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[46],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-43082","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-desmatamento","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43082","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43082"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43082\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43262,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43082\/revisions\/43262"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/43083"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43082"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43082"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43082"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=43082"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}