{"id":4381,"date":"2015-04-20T13:44:58","date_gmt":"2015-04-20T16:44:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=4381"},"modified":"2019-11-06T05:21:25","modified_gmt":"2019-11-06T08:21:25","slug":"desastre-no-golfo-do-mexico-completa-cinco-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/desastre-no-golfo-do-mexico-completa-cinco-anos\/","title":{"rendered":"Desastre no Golfo do M\u00e9xico completa cinco anos"},"content":{"rendered":"<div class=\"leader\">\n<h4>O pior vazamento de petr\u00f3leo da hist\u00f3ria completa cinco anos. As consequ\u00eancias de quase 5 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo derramados no mar ainda s\u00e3o vistas hoje<\/h4>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"events-box small-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div id=\"attachment_4382\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4382\" class=\"wp-image-4382 size-large\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/08\/209c27ec-gp023kh_medium_res-1024x683.jpg\" alt=\"Plataforma que explodiu no oceano e causou vazamento de \u00f3leo.\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/08\/209c27ec-gp023kh_medium_res-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/08\/209c27ec-gp023kh_medium_res-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/08\/209c27ec-gp023kh_medium_res-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/08\/209c27ec-gp023kh_medium_res-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/08\/209c27ec-gp023kh_medium_res.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-4382\" class=\"wp-caption-text\">Plataforma Deepwater Horizon, da British Petroleum, explodiu e causou o vazamento de bilh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo.<\/p><\/div>\n<p>H\u00e1 cinco anos, o pior vazamento de petr\u00f3leo acontecia no Golfo do M\u00e9xico. A plataforma Deepwater Horizon, da petrol\u00edfera inglesa British Petroleum (BP), explodiu e provocou a morte de sete trabalhadores e o vazamento de cerca de 5 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo no mar. Para se ter uma ideia do tamanho do vazamento, esse n\u00famero representa quase o dobro da produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria brasileira. Infelizmente, este desastre n\u00e3o foi o suficiente para que a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em alto mar passasse a ser encarada como perigosa e nada segura.<\/p>\n<p>\u201cTrata-se de uma atividade perigosa e arriscada que pode tirar vidas e causar danos irrevers\u00edveis ao meio ambiente. E o Brasil n\u00e3o est\u00e1 imune a esse tipo de acidente\u201d, diz Thiago Almeida, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil. \u201cEm fevereiro, tivemos a explos\u00e3o de um navio-plataforma da Petrobras que causou a morte de nove trabalhadores. Perdemos vidas para explorar uma fonte f\u00f3ssil e altamente poluente quando poder\u00edamos investir em fontes renov\u00e1veis como energia solar e e\u00f3lica.\u201d<\/p>\n<p>No acidente da BP, o petr\u00f3leo vazou no Golfo do M\u00e9xico durante 87 dias, se espalhou por mais de 1.500 km no litoral norte-americano, contaminou e matou milhares de animais. Os efeitos do vazamento ainda est\u00e3o presentes at\u00e9 hoje e compostos qu\u00edmicos do petr\u00f3leo s\u00e3o encontrados em animais, inclusive, em ovos de p\u00e1ssaros que se alimentam na regi\u00e3o. H\u00e1 tamb\u00e9m impactos socioecon\u00f4micos como a perda de dezenas de bilh\u00f5es de d\u00f3lares das ind\u00fastrias da pesca e do turismo na costa sul dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o acidente, a BP se responsabilizou apenas por metade do vazamento \u2013 n\u00e3o indicando quem seria o culpado pelos outros tantos bilh\u00f5es de litros de petr\u00f3leo que foram parar no mar. A limpeza come\u00e7ou pouco depois do acidente e de acordo com a petrol\u00edfera, mais de US$14 bilh\u00f5es j\u00e1 foram gastos para mitigar os efeitos do vazamento. Em setembro de 2014, a empresa recebeu uma multa por \u201cgrave neglig\u00eancia ao desastre\u201d.<\/p>\n<p>No Brasil, falta transpar\u00eancia e conhecimento das autoridades p\u00fablicas sobre o que acontece com a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na costa brasileira. Segundo um relat\u00f3rio do TCU, apenas 4% de todas as ocorr\u00eancias em plataformas de petr\u00f3leo entre 2009 e 2011 foram verificadas pela Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis. \u201cPrecisamos reduzir nossa depend\u00eancia e o consumo de petr\u00f3leo. Uma solu\u00e7\u00e3o \u00e9 implementar medidas de efici\u00eancia energ\u00e9tica veicular e investir em mobilidade urbana&#8221;, conclui Almeida.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pior vazamento de petr\u00f3leo da hist\u00f3ria completa cinco anos. 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