{"id":44514,"date":"2023-01-09T12:10:04","date_gmt":"2023-01-09T15:10:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=44514"},"modified":"2024-04-01T11:09:34","modified_gmt":"2024-04-01T14:09:34","slug":"amazonia-perdeu-10-267-km-em-2022-aponta-deter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/amazonia-perdeu-10-267-km-em-2022-aponta-deter\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia perdeu 10.267 km\u00b2 em 2022, aponta Deter"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Esse resultado representa um aumento de 11,3% na \u00e1rea com alertas de desmatamento, na compara\u00e7\u00e3o com 2021. \u00c9 a pior marca desde o in\u00edcio do monitoramento, em 2015<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/959ae886-gp1t2x3c_web_size.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-44515\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/959ae886-gp1t2x3c_web_size.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/959ae886-gp1t2x3c_web_size-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/959ae886-gp1t2x3c_web_size-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/959ae886-gp1t2x3c_web_size-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Desmatamento flagrado entre os estados de Rond\u00f4nia e Amazonas, durante sobrevoo de monitoramento do Greenpeace em agosto de 2022. (\u00a9 Bruno Kelly \/ Greenpeace)<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Dados do sistema Deter-B, do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), divulgados na sexta-feira (6) mostram que de, 1\u00ba a 30 de dezembro de 2022, 218 Km\u00b2 da Amaz\u00f4nia, estiveram sob alertas de desmatamento, representando um aumento de 125% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2021. Em dezembro, \u00faltimo m\u00eas sob a gest\u00e3o Bolsonaro, os estados que concentram as maiores taxas de desmatamento foram o Par\u00e1 (48,12%), seguido de Roraima (21,1%) e Amazonas (9,1%).&nbsp;<\/p>\n\n<p>No acumulado entre janeiro e dezembro de 2022, houve recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica: uma \u00e1rea total destru\u00edda de 10.267 km\u00b2, superando o registrado nos anos anteriores da s\u00e9rie, mais um legado de destrui\u00e7\u00e3o do ex-governo Bolsonaro.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Vale ressaltar que a taxa oficial do desmatamento no Brasil \u00e9 medida pelo sistema Prodes\/Inpe e o ano base para a medi\u00e7\u00e3o se d\u00e1 de agosto de um ano a julho do ano seguinte. Os n\u00fameros acumulados de agosto a dezembro de 2022, portanto, ir\u00e3o compor o resultado da pr\u00f3xima medi\u00e7\u00e3o do Prodes. S\u00f3 nesse per\u00edodo, os alertas de desmatamento tiveram aumento de 53,8% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, o que tamb\u00e9m \u00e9 considerado um recorde na s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/p>\n\n<p>\u201cEsse n\u00famero al\u00e9m de confirmar que tivemos o pior governo na \u00e1rea ambiental desde a nossa redemocratiza\u00e7\u00e3o, j\u00e1 tr\u00e1s um grande problema ao novo governo que acabou de assumir com a promessa de baixar o desmatamento e cumprir os acordos internacionais feitos pelo Brasil, como \u00e9 o caso do Acordo de Paris.\u201d afirma R\u00f4mulo Batista, porta-voz de Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil.<\/p>\n\n<p>O desmonte das pol\u00edticas ambientais e o sucateamento dos \u00f3rg\u00e3os de prote\u00e7\u00e3o que testemunhamos ao longo do governo de Jair Bolsonaro (PL), incentivou \u00e0 desmatadores, grileiros e garimpeiros ilegais, de que as atrocidades cometidas contra nossas florestas e seus povos seriam toleradas. O resultado pr\u00e1tico disso se traduz nos n\u00fameros, a destrui\u00e7\u00e3o n\u00e3o parou de avan\u00e7ar e acelerou at\u00e9 o \u00faltimo m\u00eas de gest\u00e3o do ex-governo.&nbsp;<\/p>\n\n<p>No caminho da reconstru\u00e7\u00e3o de tamanha destrui\u00e7\u00e3o, \u00e9 fundamental ter um plano robusto de controle do desmatamento, que inclua entre outras medidas a volta das atividades de comando e controle, a retomada da estrat\u00e9gia de cria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas protegidas, a demarca\u00e7\u00e3o das Terras Ind\u00edgenas (TIs) e a devida responsabiliza\u00e7\u00e3o por crimes ambientais nos \u00faltimos quatro anos. \u00c9 preciso tamb\u00e9m que haja transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica que estabele\u00e7a na Amaz\u00f4nia uma economia predominante que consiga conviver com a floresta em p\u00e9 e que traga um real desenvolvimento para a regi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esse resultado representa um aumento de 11,3% na \u00e1rea com alertas de desmatamento, na compara\u00e7\u00e3o com 2021. \u00c9 a pior marca desde o in\u00edcio do monitoramento, em 2015<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":44515,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[46],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-44514","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-desmatamento","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44514","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44514"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44514\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44518,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44514\/revisions\/44518"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44515"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44514"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44514"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44514"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=44514"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}