{"id":44943,"date":"2023-02-13T13:19:32","date_gmt":"2023-02-13T16:19:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=44943"},"modified":"2025-07-02T04:23:35","modified_gmt":"2025-07-02T07:23:35","slug":"por-que-lutamos-pelo-fim-do-garimpo-ilegal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/por-que-lutamos-pelo-fim-do-garimpo-ilegal\/","title":{"rendered":"Por que lutamos pelo fim do garimpo ilegal"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><em>Precisamos expulsar os garimpeiros das Terras Ind\u00edgenas &#8211; al\u00e9m da Yanomami, territ\u00f3rios como Munduruku e Kayap\u00f3 tamb\u00e9m sofrem com o problema<\/em><\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/3b9730b7-gp1t8sgc-1024x683.jpg\" title=\"Estrada e maquin\u00e1rios ilegais dentro da Terra Ind\u00edgena Yanomami registradas pelo Greenpeace Brasil em dezembro de 2022\" alt=\"Estrada e maquin\u00e1rios ilegais dentro da Terra Ind\u00edgena Yanomami registradas pelo Greenpeace Brasil em dezembro de 2022\" class=\"wp-image-44726\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/3b9730b7-gp1t8sgc-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/3b9730b7-gp1t8sgc-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/3b9730b7-gp1t8sgc-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/3b9730b7-gp1t8sgc-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/01\/3b9730b7-gp1t8sgc.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">M\u00e1quinas operam ilegalmente dentro da Terra Ind\u00edgena Yanomami em dezembro de 2022 \u00a9 Valentina Ricardo<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Fam\u00edlias contaminadas por merc\u00fario, <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/a-morte-dos-rios\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/a-morte-dos-rios\/\" target=\"_blank\">rios destru\u00eddos<\/a>, florestas derrubadas, <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/genocidio-indigena-garimpo-ilegal-esta-matando-criancas-yanomami-e-nao-e-de-hoje\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/genocidio-indigena-garimpo-ilegal-esta-matando-criancas-yanomami-e-nao-e-de-hoje\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">comunidades inteiras destro\u00e7adas e vidas perdidas<\/a><\/strong>. Esse \u00e9 <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/atl2022-indigenas-se-pintam-de-sangue-e-lama-em-protesto-contra-o-garimpo\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/atl2022-indigenas-se-pintam-de-sangue-e-lama-em-protesto-contra-o-garimpo\/\" target=\"_blank\">o resultado que o garimpo ilegal leva para o interior da Amaz\u00f4nia<\/a>, onde este problema tornou-se cr\u00f4nico nos \u00faltimos anos.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Os cientistas e pesquisadores falam de maneira firme e clara &#8211; <strong><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/garimpo-na-amazonia-um-problema-de-todos-nos\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/garimpo-na-amazonia-um-problema-de-todos-nos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">os preju\u00edzos que a explora\u00e7\u00e3o do ouro traz s\u00e3o muito maiores e mais danosos que os seus benef\u00edcios<\/a><\/strong>,<strong> al\u00e9m de causar impactos socioambientais irrecuper\u00e1veis<\/strong>. N\u00e3o podemos mais tolerar essa situa\u00e7\u00e3o. Por isso, queremos uma #Amaz\u00f4niaLivredeGarimpo!&nbsp;<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/amazonia-livre-de-garimpo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Assine a peti\u00e7\u00e3o!<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<p>Nesta segunda (13), o<strong> Greenpeace lan\u00e7a uma peti\u00e7\u00e3o que tem como objetivo exigir das autoridades a retirada imediata dos garimpeiros<\/strong> de dentro das Terras Ind\u00edgenas do Brasil &#8211; com aten\u00e7\u00e3o especial para os territ\u00f3rios Yanomami, Munduruku e Kayap\u00f3 &#8211; que juntos respondem por mais de 90% da \u00e1rea degradada por garimpo ilegal na Amaz\u00f4nia dentro desses territ\u00f3rios.<\/p>\n\n<p>A peti\u00e7\u00e3o faz parte de uma campanha, tamb\u00e9m chamada <strong><em>Amaz\u00f4nia Livre de Garimpo<\/em><\/strong>, que o Greenpeace vai promover em 2023 e que vai provocar a sociedade brasileira para a retirada dos garimpeiros de dentro de Terras Ind\u00edgenas &#8211; e para a constru\u00e7\u00e3o de um novo modelo econ\u00f4mico na Amaz\u00f4nia, que traga novas oportunidades de desenvolvimento que diminuam a desigualdade, combatam a pobreza e mantenham as florestas em p\u00e9. &nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>A retirada dos garimpeiros de dentro das \u00e1reas protegidas, como as Terras Ind\u00edgenas, \u00e9 essencial<\/strong>. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, por exemplo, que os pouco mais de 26 mil ind\u00edgenas que vivem na Terra Ind\u00edgena Yanomami &#8211; a maior do pa\u00eds, com mais de 9 milh\u00f5es de hectares &#8211; sejam obrigados a conviver com os 20 mil garimpeiros que invadiram o territ\u00f3rio, como vem denunciando h\u00e1 anos a associa\u00e7\u00e3o Hutukara. <strong><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/genocidio-sim-assassinato-de-indigenas-aumenta-61\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/genocidio-sim-assassinato-de-indigenas-aumenta-61\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o merc\u00fario que contamina o solo, os rios e os animais<\/a>; <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/violencia-contra-os-povos-indigenas-invasoes-e-exploracao-ilegal-aumentam-pelo-sexto-ano-seguido\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/violencia-contra-os-povos-indigenas-invasoes-e-exploracao-ilegal-aumentam-pelo-sexto-ano-seguido\/\" target=\"_blank\">h\u00e1 tamb\u00e9m os problemas sociais<\/a><\/strong> como os trabalhos for\u00e7ados, a viol\u00eancia sexual, a dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as e a coopta\u00e7\u00e3o e o aliciamento dos jovens origin\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Plano de retirada<\/strong><\/p>\n\n<p>Vale lembrar que <strong>a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 pro\u00edbe o garimpo dentro de Terras Ind\u00edgenas<\/strong> &#8211; os legisladores de 1988 tinham clara a impossibilidade de conviv\u00eancia entre o modo de vida dos povos ind\u00edgenas e os impactos produzidos pela atividade garimpeira.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>\u00c9 de vital import\u00e2ncia que a Uni\u00e3o e os governos estaduais garantam a prote\u00e7\u00e3o das Terras Ind\u00edgenas, retirando os garimpeiros que est\u00e3o ilegalmente dentro desses locais, bem como combatendo as organiza\u00e7\u00f5es criminosas que financiam a atividade<\/strong>. As autoridades precisam apresentar um plano &#8211; urgente e fact\u00edvel &#8211; de retirada dos garimpeiros. Embora uma opera\u00e7\u00e3o do tipo j\u00e1 esteja ocorrendo na Terra Ind\u00edgena Yanomami, existem v\u00e1rias outras terras que demandam essa mesma aten\u00e7\u00e3o, como as <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/a-saga-incansavel-do-povo-munduruku-pela-defesa-de-seu-territorio\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/a-saga-incansavel-do-povo-munduruku-pela-defesa-de-seu-territorio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Terras Ind\u00edgenas Munduruku<\/a> e Kayap\u00f3, ambas no Par\u00e1. Apenas essas tr\u00eas respondem por mais de 90% da \u00e1rea degradada por garimpo ilegal na Amaz\u00f4nia dentro de TIs.&nbsp;<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/7200f8d8-gp1sxb0w_pressmedia-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-36864\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/7200f8d8-gp1sxb0w_pressmedia-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/7200f8d8-gp1sxb0w_pressmedia-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/7200f8d8-gp1sxb0w_pressmedia-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/7200f8d8-gp1sxb0w_pressmedia-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/7200f8d8-gp1sxb0w_pressmedia-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/7200f8d8-gp1sxb0w_pressmedia-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Em abril de 2022, no Acampamento Terra Livre, lideran\u00e7as ind\u00edgenas fizeram uma grande protesto contra o ouro extra\u00eddo ilegalmente dos territ\u00f3rios \u00a9 Diego Baravelli \/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Avan\u00e7o preocupa<\/strong><\/p>\n\n<p>Segundo o Mapbiomas, <strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/mapbiomas.org\/916-da-area-garimpada-no-brasil-ficam-no-bioma-amazonia\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/mapbiomas.org\/916-da-area-garimpada-no-brasil-ficam-no-bioma-amazonia\" target=\"_blank\">a \u00e1rea garimpada dentro de Terras Ind\u00edgenas no Brasil em 2021 \u00e9 625% maior que a registrada em 2010<\/a><\/strong>. As TIs Kayap\u00f3, Munduruku e Yanomami s\u00e3o as mais atacadas com, respectivamente, 11.542, 4.743 e 1.556 hectares garimpados dentro de seus limites. Par\u00e1 e Mato Grosso concentram 82% dos garimpos do pa\u00eds &#8211; mas o avan\u00e7o da atividade em Rond\u00f4nia tamb\u00e9m preocupa.\u00a0<\/p>\n\n<p>Lideran\u00e7a do Alto Tapaj\u00f3s, no Par\u00e1, Arnaldo Kab\u00e1 Munduruku \u00e9 um dos caciques que descrevem as adversidades causadas pelo garimpo ilegal: \u201cO que estamos sofrendo n\u00e3o \u00e9 brincadeira. Eu penso no meu neto e nos animais.<strong> Tem cacique sofrendo, chorando. O garimpo divide as comunidades. Tem cacique brigando com cacique. A gente fica mal de brigar com os irm\u00e3os<\/strong>. O merc\u00fario t\u00e1 demais, a mal\u00e1ria tamb\u00e9m. Metade do nosso territ\u00f3rio foi comprometido pelo garimpo. Os garimpeiros usam muitos truques, trabalham de noite para n\u00e3o serem pegos. E a gente que denuncia fica marcado, corre perigo\u201d.<\/p>\n\n<p><strong>Novas alternativas<\/strong><\/p>\n\n<p>Para o porta-voz da Campanha Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil, Danicley de Aguiar, a din\u00e2mica do garimpo est\u00e1 atrelada a um modelo de desenvolvimento econ\u00f4mico ultrapassado, que foca apenas na explora\u00e7\u00e3o irracional dos recursos naturais. \u201c<strong>Precisamos superar a economia da destrui\u00e7\u00e3o e substitu\u00ed-la por uma racionalidade econ\u00f4mica que seja capaz de conviver com a floresta &#8211; mas, sobretudo, que seja capaz de desconcentrar a renda que ainda gera e perpetua a pobreza da qual se alimentam o garimpo e a grilagem. <\/strong>O garimpo n\u00e3o \u00e9 predat\u00f3rio apenas para o meio ambiente, mas tamb\u00e9m para a sa\u00fade p\u00fablica e para os outros arranjos econ\u00f4micos capazes de conviver com a floresta\u201d, explicou o porta-voz.<\/p>\n\n<p><strong>O governo federal e os governadores precisam cumprir com o seu dever de assegurar os direitos dos povos ind\u00edgenas! <\/strong>Eles precisam retirar os garimpeiros das Terras Ind\u00edgenas Yanomami, Munduruku e Kayap\u00f3. N\u00e3o podemos tolerar um sistema econ\u00f4mico que gera lucro para uns e morte para outros. H\u00e1 muito a ser feito &#8211; e voc\u00ea pode auxiliar nessa luta participando do abaixo-assinado! <strong>\u00c9 urgente esvaziar os garimpos que est\u00e3o dentro das Terras Ind\u00edgenas<\/strong>. Assine e ajude a cobrar as autoridades brasileiras!<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/08\/32ac735e-gp1su24z_pressmedia-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-26125\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/08\/32ac735e-gp1su24z_pressmedia-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/08\/32ac735e-gp1su24z_pressmedia-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/08\/32ac735e-gp1su24z_pressmedia-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/08\/32ac735e-gp1su24z_pressmedia-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/08\/32ac735e-gp1su24z_pressmedia-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/08\/32ac735e-gp1su24z_pressmedia-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este \u00e9 o leito de um rio completamente destru\u00eddo pelo garimpo, situado no interior da Terra Ind\u00edgena Munduruku, no Par\u00e1.<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Marcos Amend \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Precisamos expulsar os garimpeiros das Terras Ind\u00edgenas &#8211; al\u00e9m da Yanomami, territ\u00f3rios como Munduruku e Kayap\u00f3 tamb\u00e9m sofrem com o problema<\/p>\n","protected":false},"author":90,"featured_media":44726,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[43],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-44943","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-povos-e-territorios","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44943","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/90"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44943"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44943\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58535,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44943\/revisions\/58535"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44726"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44943"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44943"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44943"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=44943"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}