{"id":47263,"date":"2023-07-06T13:46:20","date_gmt":"2023-07-06T16:46:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=47263"},"modified":"2023-08-28T19:54:03","modified_gmt":"2023-08-28T22:54:03","slug":"seis-meses-depois-a-violencia-ainda-ameaca-os-yanomami","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/seis-meses-depois-a-violencia-ainda-ameaca-os-yanomami\/","title":{"rendered":"Seis meses depois, a viol\u00eancia ainda amea\u00e7a os Yanomami"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><em>Ataque ocorrido na aldeia Parima essa semana evidencia que o garimpo ilegal continua fazendo v\u00edtimas dentro da Terra Ind\u00edgena<\/em><\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/597b91fc-gp1t8sgc_pressmedia-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-47264\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/597b91fc-gp1t8sgc_pressmedia-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/597b91fc-gp1t8sgc_pressmedia-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/597b91fc-gp1t8sgc_pressmedia-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/597b91fc-gp1t8sgc_pressmedia-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/597b91fc-gp1t8sgc_pressmedia-1-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/597b91fc-gp1t8sgc_pressmedia-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O territ\u00f3rio Yanomami ocupa o 3\u00ba lugar no ranking das Terras Ind\u00edgenas mais invadidas pelo garimpo ilegal<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Valentina Ricardo<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><em>Atualizado em 25\/08\/2023: a situa\u00e7\u00e3o descrita no primeiro par\u00e1grafo teve uma conclus\u00e3o tr\u00eas dias depois da conclus\u00e3o desse texto, quando o corpo desaparecido da menina Yanomami foi encontrado dentro de um curso d&#8217;\u00e1gua em Roraima <\/em><\/p>\n\n<p>N\u00e3o importa o que voc\u00ea esteja fazendo agora &#8211; neste momento, uma m\u00e3e procura por sua filha, uma menina de sete anos que morreu num ataque a tiros e cujo corpo, que foi jogado num rio no interior da Amaz\u00f4nia, permanece desaparecido at\u00e9 agora.\u00a0<\/p>\n\n<p>Esse \u00e9 o resultado do <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rr\/roraima\/noticia\/2023\/07\/04\/imagens-mostram-resgate-a-indigenas-feridos-em-ataque-na-terra-yanomami.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mais recente ataque promovido contra o povo Yanomami<\/a>, que aconteceu nesta ter\u00e7a-feira (4) e que, al\u00e9m de causar a morte da menina, feriu outras cinco pessoas: uma lideran\u00e7a ind\u00edgena de 48 anos; uma mulher de 24 anos; e tr\u00eas garotas de 15, 12 e 9 anos. Os agressores fugiram e as v\u00edtimas foram encaminhadas para hospitais em Boa Vista (RR).&nbsp;<\/p>\n\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Minist\u00e9rio dos Povos Ind\u00edgenas (MPI). Ap\u00f3s o ataque, servidores da Pol\u00edcia Federal, da Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas (Funai) e da For\u00e7a Nacional foram enviados para a regi\u00e3o.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link has-text-align-center wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/amazonia-livre-de-garimpo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Quer apoiar a luta dos povos ind\u00edgenas? Assine por uma #Amaz\u00f4niaLivredeGarimpo<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<p><strong>Terror<\/strong><\/p>\n\n<p>O ataque na aldeia Parima \u00e9 o reflexo do cen\u00e1rio de terror que se desenrola dentro da Terra Yanomami. Apesar da interven\u00e7\u00e3o federal iniciada em janeiro de 2023 para expulsar daquele territ\u00f3rio os mais de 20 mil garimpeiros, relatos feitos por lideran\u00e7as ind\u00edgenas e servidores p\u00fablicos mostram que o territ\u00f3rio ainda tem focos de tens\u00e3o. Muitos garimpeiros seguem entrincheirados nos garimpos ilegais, que seguem funcionando.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Em abril, por exemplo, um ind\u00edgena Yanomami de 36 anos morreu e outros dois, de 24 e 31 anos, <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/brasil\/2023-04-30\/indigena-yanomami-morto-tiros-ataque-garimpeiros.html\" target=\"_blank\">foram baleados por garimpeiros ilegais na comunidade Uxiu<\/a>. Poucos dias depois, um sobrevoo feito por agentes federais na regi\u00e3o <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rr\/roraima\/noticia\/2023\/05\/02\/corpos-de-oito-garimpeiros-sao-encontrados-na-regiao-em-que-indigena-foi-assassinado-na-terra-yanomami.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">encontrou corpos de oito garimpeiros<\/a> &#8211; todos tinham marcas de tiros. Neste mesmo per\u00edodo, na regi\u00e3o de Waik\u00e1s, quatro garimpeiros foram mortos ap\u00f3s receberem, a tiros, servidores do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) e da Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF).&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Incapacidade<\/strong><\/p>\n\n<p>Os ataques a servidores que trabalham na Terra Ind\u00edgena Yanomami t\u00eam sido constantes &#8211; o primeiro deles aconteceu em 23 de fevereiro, quando <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/ibama\/pt-br\/assuntos\/notas\/2023\/base-federal-na-ti-yanomami-e-alvo-de-atentado\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">garimpeiros furaram um bloqueio e atiraram contra agentes do Ibama<\/a>. Um dos invasores foi baleado na ocasi\u00e3o. <strong>Somando a crian\u00e7a assassinada esta semana, j\u00e1 s\u00e3o 15 pessoas mortas violentamente<\/strong> na Terra Ind\u00edgena Yanomami nos \u00faltimos seis meses.<\/p>\n\n<p>E j\u00e1 se sabe que o <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/pcc-amplia-atuacao-na-terra-indigena-yanomami\/\" target=\"_blank\">Primeiro Comando da Capital, o PCC, uma das maiores fac\u00e7\u00f5es criminosas<\/a> do Brasil, est\u00e1 presente no territ\u00f3rio Yanomami explorando ouro, traficando drogas e armas; bem como amea\u00e7ando de maneira ainda mais s\u00e9ria a vida dos povos que vivem naquela regi\u00e3o.<\/p>\n\n<p>\u201cEsses epis\u00f3dios todos mostram que o crime se organizou e que o Estado precisa repensar sua estrat\u00e9gia para impor a lei e a ordem dentro daquele territ\u00f3rio\u201d, explicou o porta-voz da Campanha Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil, Danicley de Aguiar.<\/p>\n\n<p>Para o especialista, <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/ecoa\/colunas\/opiniao\/2023\/05\/28\/ordem-de-lula-ignorada-garimpeiros-seguem-na-ti-yanomami-ate-quando.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">faltam a\u00e7\u00f5es efetivas e eficientes <\/a>que acabem com o garimpo ilegal e que deem condi\u00e7\u00f5es para que os Yanomami tenham acesso a sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a, por exemplo: \u201cN\u00e3o se pode pedir paci\u00eancia ou compreens\u00e3o aos povos ind\u00edgenas deste pa\u00eds, afinal, estes esperam por repara\u00e7\u00e3o h\u00e1 s\u00e9culos, e nem mesmo as poucas repara\u00e7\u00f5es materializadas pela demarca\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios est\u00e3o sendo respeitadas. N\u00e3o h\u00e1 que se falar em calma, para os que est\u00e3o morrendo, sendo contaminados por merc\u00fario ou assistindo ao avan\u00e7o da degrada\u00e7\u00e3o de seus modos de vida e a destrui\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios\u201d.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/9fa24952-52974957688_edb7f8a040_o-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-47266\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/9fa24952-52974957688_edb7f8a040_o-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/9fa24952-52974957688_edb7f8a040_o-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/9fa24952-52974957688_edb7f8a040_o-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/9fa24952-52974957688_edb7f8a040_o-1-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/9fa24952-52974957688_edb7f8a040_o-1-510x287.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/07\/9fa24952-52974957688_edb7f8a040_o-1.jpg 1692w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Desde janeiro de 2023 a Terra Ind\u00edgena Yanomami est\u00e1 sob interven\u00e7\u00e3o federal<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Leo Otero\/Minist\u00e9rio dos Povos Ind\u00edgenas<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Invas\u00e3o garimpeira<\/strong><\/p>\n\n<p>O garimpo ilegal causou uma verdadeira trag\u00e9dia humanit\u00e1ria dentro da Terra Ind\u00edgena Yanomami. Ainda que tenha sido demarcada h\u00e1 trinta anos entre os estados do Amazonas e Roraima, o poder p\u00fablico nunca foi capaz de garantir plenamente a defesa desse territ\u00f3rio e o usufruto exclusivo dos Yanomami. Vivem por ali cerca de 27,6 mil ind\u00edgenas, numa \u00e1rea de 9,6 milh\u00f5es de hectares \u2013 quase duas vezes o tamanho da Su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n\n<p>O relat\u00f3rio <a href=\"https:\/\/acervo.socioambiental.org\/acervo\/documentos\/yanomami-sob-ataque-garimpo-ilegal-na-terra-indigena-yanomami-e-propostas-para\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>\u201cYanomami sob ataque: garimpo ilegal na Terra Ind\u00edgena Yanomami e propostas para combat\u00ea-lo\u201d<\/em><\/a>, lan\u00e7ado em abril de 2022, afirma que os \u00faltimos cinco anos s\u00e3o \u201co pior momento de invas\u00e3o desde que a TI foi demarcada e homologada\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Segundo o projeto Mapbiomas, a Terra Ind\u00edgena Yanomami possui 1.556 hectares de seu territ\u00f3rio ocupado por garimpo ilegal &#8211; num ranking de terras ind\u00edgenas mais ocupadas pelo garimpo, o territ\u00f3rio Yanomami est\u00e1 em terceiro lugar. E informa\u00e7\u00f5es do Instituto Socioambiental (ISA) mostram que os diversos impactos do garimpo afetam mais de 56% daquela popula\u00e7\u00e3o origin\u00e1ria. <\/p>\n\n<p><strong>Por uma Amaz\u00f4nia Livre de Garimpo<\/strong><\/p>\n\n<p>Vice-presidente da Hutukara Associa\u00e7\u00e3o Yanomami, uma das organiza\u00e7\u00f5es representativas dos povos da regi\u00e3o, Dario Kopenawa falou que h\u00e1 d\u00e9cadas os Yanomami denunciam a invas\u00e3o do territ\u00f3rio e demandam do poder p\u00fablico a retirada dos invasores.<\/p>\n\n<p>\u201cNosso objetivo \u00e9 conseguir a desintrus\u00e3o da Terra Ind\u00edgena Yanomami, ou seja, a retirada total dos garimpeiros ilegais do nosso territ\u00f3rio. A gente n\u00e3o quer opera\u00e7\u00e3o hoje, opera\u00e7\u00e3o amanh\u00e3, opera\u00e7\u00e3o depois de amanh\u00e3. Isso a gente n\u00e3o quer. Queremos que se acabe de uma vez por todas com o garimpo, que ocorra a expuls\u00e3o dos garimpeiros e que depois o Ex\u00e9rcito, a Pol\u00edcia Federal monitorem o nosso territ\u00f3rio, fa\u00e7am policiamento e impe\u00e7am a entrada de novos garimpeiros. \u00c9 isso que a gente pensa, \u00e9 isso que a gente j\u00e1 falou, \u00e9 isso que a gente espera que o presidente fa\u00e7a\u201d, disse Dario.<\/p>\n\n<p>Jamais vamos conseguir ser o pa\u00eds que queremos e precisamos se os povos origin\u00e1rios continuarem tendo seus direitos desrespeitados &#8211; e eles permanecem sendo v\u00edtimas de terror e viol\u00eancia. Isso n\u00e3o pode continuar! Precisamos de uma Amaz\u00f4nia Livre de Garimpo!<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/99660b1f-gp1sxb25_pressmedia-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-36860\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/99660b1f-gp1sxb25_pressmedia-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/99660b1f-gp1sxb25_pressmedia-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/99660b1f-gp1sxb25_pressmedia-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/99660b1f-gp1sxb25_pressmedia-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/99660b1f-gp1sxb25_pressmedia-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/04\/99660b1f-gp1sxb25_pressmedia-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Lideran\u00e7as ind\u00edgenas e ativistas protestam em Bras\u00edlia contra o PL 191, que pretende legalizar o garimpo ilegal em terras ind\u00edgenas. Foto: \u00a9 Tuane Fernandes\/Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ataque ocorrido na aldeia Parima essa semana evidencia que o garimpo ilegal continua fazendo v\u00edtimas dentro da Terra Ind\u00edgena<\/p>\n","protected":false},"author":90,"featured_media":47264,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[60,43],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-47263","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-garimpo","tag-povos-e-territorios","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47263","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/90"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47263"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47263\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48306,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47263\/revisions\/48306"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47264"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47263"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47263"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47263"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=47263"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}