{"id":47575,"date":"2023-07-28T12:09:46","date_gmt":"2023-07-28T15:09:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=47575"},"modified":"2023-10-06T10:49:41","modified_gmt":"2023-10-06T13:49:41","slug":"como-o-greenpeace-apoia-a-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/como-o-greenpeace-apoia-a-ciencia\/","title":{"rendered":"Como o Greenpeace apoia a Ci\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Com expedi\u00e7\u00f5es, pesquisas e outras a\u00e7\u00f5es, trabalhamos lado a lado com pesquisadores e cientistas para desvendar e proteger a biodiversidade amaz\u00f4nica.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<lite-youtube style=\"background-image: url('https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/TVvEqvwqUyQ\/hqdefault.jpg');\" videoid=\"TVvEqvwqUyQ\" params=\"rel=0\"><\/lite-youtube>\n<\/div><\/figure>\n\n<p>O <strong>Greenpeace Brasil <\/strong>acredita que a Ci\u00eancia \u00e9 uma aliada na prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente. Por isso, norteamos nossas campanhas e a\u00e7\u00f5es em defesa da Amaz\u00f4nia com o suporte de dados cient\u00edficos, levantamentos, expedi\u00e7\u00f5es e estudos de campo. <\/p>\n\n<p>Ao longo de mais de 30 anos, temos apoiado institutos e universidades brasileiras a estudarem a Amaz\u00f4nia, cujo bioma e diversidade a Ci\u00eancia n\u00e3o conhece nem a metade. E se n\u00e3o se conhece, \u00e9 imposs\u00edvel estimar o que a humanidade perde, de fato, quando uma \u00e1rea \u00e9 desmatada, queimada e garimpada. \u00c9 preciso conhecer para proteger. <\/p>\n\n<p>Separamos cinco descobertas e alertas cient\u00edficos realizados com o apoio do Greenpeace Brasil nos \u00faltimos anos:<\/p>\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>21% dos peixes vendidos em feiras no Norte est\u00e3o contaminados por merc\u00fario<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/05\/e351f3a9-img_7899-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-46566\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/05\/e351f3a9-img_7899-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/05\/e351f3a9-img_7899-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/05\/e351f3a9-img_7899-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/05\/e351f3a9-img_7899-1-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/05\/e351f3a9-img_7899-1.jpg 1500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Peixes avaliados pelos pesquisadores do estudo apoiado pelo Greenpeace Brasil em uma feira na regi\u00e3o de Bel\u00e9m (PA).<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Nayara Jinknss\/Greenpeace <\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Em maio de 2023, <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/peixes-vendidos-em-mercados-publicos-e-feiras-livres-da-regiao-norte-estao-contaminados-por-mercurio\/\">publicamos um estudo<\/a> que revelou que <strong>21% dos peixes vendidos<\/strong> em feiras livres de <strong>cidades amaz\u00f4nicas est\u00e3o contaminados por merc\u00fario<\/strong>, usado nos garimpos ilegais no processo de separa\u00e7\u00e3o do ouro de outros materiais. Uma vez despejado nos rios, o merc\u00fario se acumula nos organismos dos peixes e das pessoas que os consomem. Em seres humanos, a contamina\u00e7\u00e3o por merc\u00fario pode causar perda da vis\u00e3o perif\u00e9rica; dificuldades motoras, na fala, no caminhar e de audi\u00e7\u00e3o; fraqueza muscular; comprometimento neurol\u00f3gico; nos casos mais graves, pode levar \u00e0 morte.&nbsp;<\/p>\n\n<p>A pesquisa foi realizada pelo Greenpeace Brasil, pela Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz), pelo WWF-Brasil, pelo Instituto Socioambiental (ISA), pelo Instituto de Pesquisa e Forma\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena (Iep\u00e9) e pela Universidade Federal do Oeste do Par\u00e1 (Ufopa).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"2\">\n<li><strong>Rio Amazonas abriga um grande Sistema de Recifes com 38 esp\u00e9cies de corais, entre outros seres vivos&nbsp;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n<p>Em 2017, apoiamos um grupo de pesquisadores de <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/os-corais-da-amazonia-existem-a-ciencia-garante\/\">renomadas universidades brasileiras<\/a> que buscavam estudar de perto o Grande Sistema de Recifes do Amazonas. A bordo de um dos nossos navios, o grupo fez uma expedi\u00e7\u00e3o pela regi\u00e3o da Bacia da Foz do Amazonas na qual, com um submarino de pequeno porte, foi poss\u00edvel registrar e revelar as primeiras imagens dos recifes ao mundo. A ci\u00eancia tamb\u00e9m j\u00e1 descreveu a exist\u00eancia de, pelo menos, 38 esp\u00e9cies de corais na regi\u00e3o. Os pesquisadores estimam que a \u00e1rea do sistema recifal chegue a 56 mil km\u00b2. Os dados da expedi\u00e7\u00e3o foram publicados em um artigo na \u201cFrontiers in Marine Science&#8221; em 2018.<\/p>\n\n<p>Com os dados e as diversas imagens submarinas, lan\u00e7amos o abaixo-assinado <strong>Defenda os Corais da Amaz\u00f4nia<\/strong>, que voc\u00ea pode conhecer e <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/defenda-os-corais-da-amazonia\/\">assinar aqui<\/a>.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<lite-youtube style=\"background-image: url('https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/n6OgfgVrwG8\/hqdefault.jpg');\" videoid=\"n6OgfgVrwG8\" params=\"rel=0\"><\/lite-youtube>\n<\/div><\/figure>\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"3\">\n<li><strong>Morte de abelhas no Brasil est\u00e1 diretamente relacionada com o uso de agrot\u00f3xicos proibidos na UE\u00a0<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n<p>Tamb\u00e9m usamos a ci\u00eancia para nortear nossas campanhas e a\u00e7\u00f5es, como o abaixo assinado em que pedimos a suspens\u00e3o do uso de agrot\u00f3xicos no Brasil, o <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/salve-as-abelhas\/\"><strong>Salve as Abelhas<\/strong><\/a>. A a\u00e7\u00e3o foi lan\u00e7ada ap\u00f3s uma <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/milhares-de-abelhas-morrem-no-brasil-pelo-uso-de-agrotoxico\/\">investiga\u00e7\u00e3o do Greenpeace<\/a> em parceria com a &nbsp;Public Eye que revela que mais de <strong>6 mil toneladas de agrot\u00f3xicos letais \u00e0s abelhas<\/strong> proibidos na Uni\u00e3o Europeia (UE) foram destinados ao Brasil em 2021. A investiga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m aponta que, nos \u00faltimos cinco anos, mais de 500 milh\u00f5es de abelhas morreram em solo brasileiro, principalmente por causa dos agrot\u00f3xicos. Neste texto, refor\u00e7amos a<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/a-importancia-de-salvar-as-abelhas\/\"> import\u00e2ncia das abelhas para os seres humanos<\/a>.<\/p>\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"4\">\n<li><strong>Apoiamos a luta de uma comunidade ribeirinha no Amazonas por meio de uma expedi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica pela regi\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n<p>Em 2022, o Greenpeace Brasil realizou a expedi\u00e7\u00e3o \u201c<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/expedicao-a-amazonia-que-precisamos\/\">A Amaz\u00f4nia que Precisamos<\/a>\u201d pelo interior do Amazonas, na regi\u00e3o de Manicor\u00e9, a quinta \u00e1rea mais desmatada do estado. Levamos conosco 27 pesquisadores incr\u00edveis do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa), da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e outras quatro institui\u00e7\u00f5es para estudar a biodiversidade da regi\u00e3o. Tamb\u00e9m realizamos um diagn\u00f3stico socioecon\u00f4mico para conhecer melhor e ter dados mais precisos sobre as comunidades tradicionais que vivem no rio Manicor\u00e9, que lutam h\u00e1 16 anos pela cria\u00e7\u00e3o da Reserva de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (RDS) do Rio Manicor\u00e9.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/08\/02428f68-gp1sxqlt_.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42221\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/08\/02428f68-gp1sxqlt_.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/08\/02428f68-gp1sxqlt_-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/08\/02428f68-gp1sxqlt_-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/08\/02428f68-gp1sxqlt_-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Durante a Expedi\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia que Precisamos, foi realizada a sinaliza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio garantido pela Concess\u00e3o de Direito Real de Uso (CDRU). <div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Nilmar Lage \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Em um m\u00eas de estudos de campo, com o apoio da Central das Associa\u00e7\u00f5es Agroextrativistas do Rio Manicor\u00e9 (Caarim), os pesquisadores encontraram mais de 600 esp\u00e9cies de aves, mam\u00edferos, plantas, peixes, entre outros. O grupo tamb\u00e9m descreveu uma nova esp\u00e9cie de leguminosa encontrada nas florestas de v\u00e1rzea inundada (igap\u00f3), batizada pelos bot\u00e2nicos de \u201cPaulo Boca\u201d, uma homenagem ao parabot\u00e2nico Paulo Ap\u00f3stolo Costa Lima Assun\u00e7\u00e3o, que morreu de Covid-19 durante a pandemia sem conseguir dar adeus \u00e0s florestas que tanto conhecia.\u00a0<\/p>\n\n<p>Esses dados est\u00e3o ajudando a fortalecer a proposta dos comunit\u00e1rios de cria\u00e7\u00e3o da RDS do Rio Manicor\u00e9.<\/p>\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"5\">\n<li><strong>Nova esp\u00e9cie louva-a-deus na Amaz\u00f4nia<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n<p>Em 2021, apoiamos a expedi\u00e7\u00e3o \u201cAustral: Mantis da Amaz\u00f4nia\u201d, promovida pelo Projeto Mantis pela Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural (RPPN) do Cristalino, em Mato Grosso. Os cientistas passaram dois meses no local para estudar a diversidade de louva-deus em uma \u00e1rea protegida. Entre v\u00e1rias esp\u00e9cies coletadas, uma era nova \u00e0 Ci\u00eancia. Em homenagem \u00e0 Reserva, a nova esp\u00e9cie foi batizada de <strong>louva-a-deus-do-cristalino (<em>Microphotina cristalino<\/em>). <\/strong>Em maio deste ano, a esp\u00e9cie foi descrita em um artigo publicado na revista cient\u00edfica <a href=\"https:\/\/europeanjournaloftaxonomy.eu\/index.php\/ejt\/article\/view\/2121\/8955\">European Journal of Taxonomy<\/a>.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/06\/0567d4a8-floresta-noturna-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-32391\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/06\/0567d4a8-floresta-noturna-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/06\/0567d4a8-floresta-noturna-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/06\/0567d4a8-floresta-noturna-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/06\/0567d4a8-floresta-noturna-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/06\/0567d4a8-floresta-noturna-1-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/06\/0567d4a8-floresta-noturna-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Noite ap\u00f3s noite exploramos as florestas da RPPN Cristalino, carregando nossa bandeira e paix\u00e3o, em busca dos louva-a-deus. Caminhando sob as estrelas, vivemos intensamente a Amaz\u00f4nia. (Projeto Mantis)\n<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Voc\u00ea pode nos ajudar a promover mais e mais pesquisas pela Amaz\u00f4nia! Apoie nossas campanhas e <strong>se torne um doador <\/strong>e\/ou<strong> um volunt\u00e1rio<\/strong> do Greenpeace Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Veja <a href=\"https:\/\/doe.greenpeace.org.br\/doar\/p?appeal=18757&amp;entrypoint=blog\">aqui como doar<\/a> para as nossas a\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Clique <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/como-ajudar\/faca-parte-do-voluntariado\/\">aqui e veja <\/a>como ser um volunt\u00e1rio!<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com expedi\u00e7\u00f5es, pesquisas e outras a\u00e7\u00f5es, trabalhamos lado a lado com pesquisadores e cientistas para desvendar e proteger a biodiversidade amaz\u00f4nica.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":121,"featured_media":3036,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[5],"tags":[13],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-47575","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-greenpeace","tag-greenpeace","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47575","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/121"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47575"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47575\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":47596,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47575\/revisions\/47596"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3036"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47575"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47575"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47575"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=47575"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}