{"id":50038,"date":"2023-11-07T10:57:40","date_gmt":"2023-11-07T13:57:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=50038"},"modified":"2023-11-07T16:01:23","modified_gmt":"2023-11-07T19:01:23","slug":"navio-do-greenpeace-resgata-baleia-jubarte-presa-em-equipamentos-de-pesca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/navio-do-greenpeace-resgata-baleia-jubarte-presa-em-equipamentos-de-pesca\/","title":{"rendered":"Navio do Greenpeace resgata baleia presa em equipamentos de pesca"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Mais de 300 mil golfinhos e baleias morrem todos os anos ao se prenderem em emaranhados da ind\u00fastria pesqueira. \u00c9 inaceit\u00e1vel que atividades econ\u00f4micas prosperem \u00e0s custas de vidas.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/11\/4c32eaeb-gp0stwe9y_web_size.jpg\" alt=\"O nosso famoso navio Greenpeace Arctic Sunrise em a\u00e7\u00e3o, em outubro de 2023.\" class=\"wp-image-50039\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/11\/4c32eaeb-gp0stwe9y_web_size.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/11\/4c32eaeb-gp0stwe9y_web_size-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/11\/4c32eaeb-gp0stwe9y_web_size-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/11\/4c32eaeb-gp0stwe9y_web_size-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O nosso famoso navio Greenpeace Arctic Sunrise em a\u00e7\u00e3o, em outubro de 2023. \u00a9 Ivan Castaneira \/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>O nosso famoso navio <strong>Greenpeace Arctic Sunrise<\/strong> entrou em a\u00e7\u00e3o mais uma vez no dia 21 de outubro. O objetivo era um velho conhecido nosso: resgatar uma baleia jubarte presa em equipamentos de uma embarca\u00e7\u00e3o de pesca.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Todos os anos, mais de 300 mil golfinhos e baleias morrem ao se prenderem em emaranhados da ind\u00fastria pesqueira. Para se ter no\u00e7\u00e3o do tamanho do problema, esse tipo de incidente \u00e9 a principal causa de mortalidade de baleias e golfinhos, enquanto que colis\u00f5es com navios pesqueiros s\u00e3o a segunda maior causa de morte.<\/p>\n\n<p>\u201cO n\u00famero impressionante de baleias e golfinhos que perdem a vida todos os anos por causa da ind\u00fastria da pesca \u00e9 simplesmente inaceit\u00e1vel. Enquanto conseguimos salvar uma vida, cerca de mil outras, provavelmente, foram v\u00edtimas de emaranhados e afogamentos no mesmo dia. Isso n\u00e3o pode ser tolerado e aceito como o custo de se fazer neg\u00f3cios\u201d, afirmou Ignacio Soaje, chefe da tripula\u00e7\u00e3o do Greenpeace Arctic Sunrise.<\/p>\n\n<p>O resgate da baleia jubarte aconteceu no Oregon, Estados Unidos. O<strong> <\/strong>Greenpeace Internacional notificou o caso \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica Nacional (NOAA).&nbsp;<\/p>\n\n<p>As baleias s\u00e3o seres <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/entenda-por-que-as-baleias-e-seus-cocos-sao-importantes-para-o-planeta\/\">essenciais para o equil\u00edbrio da vida nos oceanos<\/a>, pois suas fezes (ricas em nutrientes) servem como um \u201cadubo\u201d da vida marinha e auxiliam na luta para conter a crise clim\u00e1tica. Exagero? N\u00e3o, uma vez que fitopl\u00e2nctons, seres microsc\u00f3picos que removem carbono da atmosfera por meio da fotoss\u00edntese, dependem das fezes das baleias para sobreviverem. Viu como tudo est\u00e1 interligado na natureza?&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Santu\u00e1rios oce\u00e2nicos<\/strong><\/p>\n\n<p>O fundo do mar \u00e9 lar de uma enorme biodiversidade ainda pouco conhecida pela ci\u00eancia. A certeza, contudo, \u00e9 que a vida marinha \u00e9 fundamental para o equil\u00edbrio do clima do planeta.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Por isso, o Greenpeace lan\u00e7ou este ano o <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/09\/0779f376-eng_full-report_digital-version.pdf\">\u201c30\u00d730: Do Tratado Global dos Oceanos \u00e0 prote\u00e7\u00e3o dos mares\u201d,<\/a> que indica caminhos para que se proteja 30% dos oceanos em todo o mundo at\u00e9 2030. Um desses caminhos \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/santuarios-oceanicos-sao-essenciais-para-proteger-vida-marinha\/\">santu\u00e1rios oce\u00e2nico<\/a>, \u00e1reas de alta prote\u00e7\u00e3o ou prote\u00e7\u00e3o integral em alto-mar onde a biodiversidade marinha pode se desenvolver sem os impactos de atividades predat\u00f3rias.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de 300 mil golfinhos e baleias morrem todos os anos presos em emaranhados da ind\u00fastria pesqueira. \u00c9 inaceit\u00e1vel que atividades econ\u00f4micas prosperem \u00e0s custas de vidas.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":121,"featured_media":50039,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[5],"tags":[27],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-50038","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-greenpeace","tag-oceanos","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50038","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/121"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50038"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50038\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":50043,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50038\/revisions\/50043"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/50039"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50038"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50038"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50038"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=50038"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}