{"id":51021,"date":"2024-01-12T13:13:59","date_gmt":"2024-01-12T16:13:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=51021"},"modified":"2024-01-12T13:14:04","modified_gmt":"2024-01-12T16:14:04","slug":"amazonia-registra-reducao-de-quase-50-nos-alertas-de-desmatamento-em-2023-focos-de-calor-tambem-apresentam-queda-referente-ao-ano-de-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/amazonia-registra-reducao-de-quase-50-nos-alertas-de-desmatamento-em-2023-focos-de-calor-tambem-apresentam-queda-referente-ao-ano-de-2022\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia registra redu\u00e7\u00e3o de quase 50% nos alertas de desmatamento em 2023. Focos de calor tamb\u00e9m apresentam queda referente ao ano de 2022"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Apesar da diminui\u00e7\u00e3o, Par\u00e1, Mato Grosso e Amazonas lideram o ranking dos estados com maiores taxas de alertas, enquanto o Cerrado registra aumento de 43% de \u00e1reas desmatadas em compara\u00e7\u00e3o com 2022<\/em><em><br><\/em><\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Unidades de conserva\u00e7\u00e3o e Terras Ind\u00edgenas tamb\u00e9m apresentaram queda nos alertas de desmatamento no ano passado, representando 48,19% e 67,37%, respectivamente<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/01\/f9119ce4-gp0stx8za_low_res.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-51022\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/01\/f9119ce4-gp0stx8za_low_res.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/01\/f9119ce4-gp0stx8za_low_res-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/01\/f9119ce4-gp0stx8za_low_res-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/01\/f9119ce4-gp0stx8za_low_res-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Monitoramento de Desmatamento e Queimadas na Amaz\u00f4nia em Agosto de 2023 | Foto: Marizilda Cruppe \/ Greenpeace Brasil<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>S\u00e3o Paulo, 12 de janeiro de 2024, <\/strong>Dados do sistema Deter-B, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), divulgados nesta sexta-feira (12), indicam 5.153 km\u00b2 de alertas de desmatamento na Amaz\u00f4nia em 2023. Isso representa uma redu\u00e7\u00e3o de 49,86% em compara\u00e7\u00e3o com os alertas de desmatamento de 2022, que totalizaram 10.278 km\u00b2 no per\u00edodo. Foi registrada tamb\u00e9m uma diminui\u00e7\u00e3o de 14,25% nos focos de calor na Amaz\u00f4nia, em rela\u00e7\u00e3o ao ano de 2022, apesar das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas extremas intensificadas pelo El Ni\u00f1o no ano passado. Os estados com as maiores \u00e1reas de alertas foram Par\u00e1 (1.904 km\u00b2), Mato Grosso (1.408 km\u00b2) e Amazonas (895 km\u00b2), que nos \u00faltimos anos se mant\u00eam no ranking dos tr\u00eas estados com maior n\u00famero de alertas de desmatamento.<\/p>\n\n<p>Quanto aos munic\u00edpios mais desmatados, \u00e9 relevante destacar Altamira (PA) com 234,49 km\u00b2, Apu\u00ed (AM) com 208,90 km\u00b2 e Feliz Natal (MT) com 183,46 km\u00b2.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Al\u00e9m disso, observou-se uma redu\u00e7\u00e3o nos alertas de desmatamento em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (UCs) e Terras Ind\u00edgenas na Regi\u00e3o Norte do pa\u00eds. O desmatamento total atingiu 99,24 km\u00b2 dentro das TIs e 341,66 km\u00b2 dentro das UCs, representando uma diminui\u00e7\u00e3o de 48,19% e 67,37%, respectivamente, em compara\u00e7\u00e3o com o ano de 2022. \u00c9 fundamental ressaltar que, apesar da diminui\u00e7\u00e3o, esses desmatamentos n\u00e3o deveriam ocorrer nessas \u00e1reas, que, de modo geral, n\u00e3o permitem a retirada da vegeta\u00e7\u00e3o nativa &nbsp;<\/p>\n\n<p>Para Ana Clis Ferreira, porta-voz do Greenpeace Brasil, a redu\u00e7\u00e3o de alertas de desmatamento na Amaz\u00f4nia est\u00e1 atrelada \u00e0 forte atua\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os de controle e fiscaliza\u00e7\u00e3o: \u201cEm 2023, \u00f3rg\u00e3os como Ibama, que sofreram um desmonte durante o governo anterior, tiveram autonomia para trabalhar, fiscalizar e multar os desmatadores e propagadores de inc\u00eandios florestais. \u00c9 poss\u00edvel afirmar que essas a\u00e7\u00f5es colaboram diretamente para a redu\u00e7\u00e3o do desmatamento e dos focos de calor na Amaz\u00f4nia ao longo do ano. Entretanto, o \u00f3rg\u00e3o que \u00e9 essencial para a fiscaliza\u00e7\u00e3o dessas ilegalidades encontra-se de greve, frente a cont\u00ednua desvaloriza\u00e7\u00e3o dos funcion\u00e1rios que exigem melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho e reajuste salarial\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Apesar do cen\u00e1rio de queda na Amaz\u00f4nia, o Cerrado perdeu 7.852km\u00b2 de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 2023, um aumento de 43,73% em compara\u00e7\u00e3o ao ano anterior. A \u00e1rea desmatada \u00e9 pela primeira vez em anos maior do que a \u00e1rea desmatada na Amaz\u00f4nia.&nbsp;<\/p>\n\n<p>\u201cPara que possamos continuar diminuindo os alertas de desmatamento e de fogo na Amaz\u00f4nia e mudar o cen\u00e1rio atual do Cerrado, \u00e9 preciso uma a\u00e7\u00e3o coordenada entre governo federal e os governos estaduais, somado a valoriza\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os e das pessoas que atuam diretamente no campo. Desta forma, podemos come\u00e7ar a avan\u00e7ar para alcan\u00e7ar a meta de desmatamento zero\u201d, completa Ferreira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar da diminui\u00e7\u00e3o, Par\u00e1, Mato Grosso e Amazonas lideram o ranking dos estados com maiores taxas de alertas, enquanto o Cerrado registra aumento de 43% de \u00e1reas desmatadas em compara\u00e7\u00e3o&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":116,"featured_media":51022,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[46],"p4-page-type":[14],"class_list":["post-51021","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-desmatamento","p4-page-type-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51021","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/116"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51021"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51021\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":51023,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51021\/revisions\/51023"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/51022"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51021"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51021"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51021"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=51021"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}