{"id":51524,"date":"2024-02-21T06:30:00","date_gmt":"2024-02-21T09:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=51524"},"modified":"2024-02-25T14:16:00","modified_gmt":"2024-02-25T17:16:00","slug":"veleiro-do-greenpeace-chega-a-costa-amazonica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/veleiro-do-greenpeace-chega-a-costa-amazonica\/","title":{"rendered":"Veleiro do Greenpeace chega \u00e0 costa amaz\u00f4nica"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Expedi\u00e7\u00e3o Costa Amaz\u00f4nica Viva fomenta a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico sobre as correntes marinhas da regi\u00e3o, alvo da ind\u00fastria petrol\u00edfera<\/strong><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/02\/070e6dc7-gp0stwdz8_medium_res_with_credit_line-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-51525\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/02\/070e6dc7-gp0stwdz8_medium_res_with_credit_line-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/02\/070e6dc7-gp0stwdz8_medium_res_with_credit_line-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/02\/070e6dc7-gp0stwdz8_medium_res_with_credit_line-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/02\/070e6dc7-gp0stwdz8_medium_res_with_credit_line-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/02\/070e6dc7-gp0stwdz8_medium_res_with_credit_line.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n<p>O Witness, veleiro do Greenpeace, est\u00e1 em \u00e1guas brasileiras para a<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/informe-se\/oceanos\/costa-amazonica-viva\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/informe-se\/oceanos\/costa-amazonica-viva\/\"> <strong>Expedi\u00e7\u00e3o Costa Amaz\u00f4nica Viva<\/strong>,<\/a> que acontece ao longo do m\u00eas de mar\u00e7o. A embarca\u00e7\u00e3o navegar\u00e1 pela costa do Amap\u00e1 e do Par\u00e1, levando pesquisadores do IEPA (Instituto de Pesquisa Cient\u00edficas e Tecnol\u00f3gicas do Estado do Amap\u00e1) para coletar dados sobre as correntes mar\u00edtimas da regi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n<p>A ind\u00fastria do petr\u00f3leo est\u00e1 apostando no avan\u00e7o da explora\u00e7\u00e3o na <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/petroleo-na-amazonia-nao\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/petroleo-na-amazonia-nao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bacia da Foz do Amazonas,<\/a> mas h\u00e1 incertezas sobre os impactos da atividade na regi\u00e3o, de<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/impacto-ambiental-da-exploracao-de-petroleo-na-foz-do-amazonas-e-de-nivel-maximo\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/impacto-ambiental-da-exploracao-de-petroleo-na-foz-do-amazonas-e-de-nivel-maximo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> alta vulnerabilidade socioambiental.<\/a><\/p>\n\n<p>\u00c9 neste contexto em que a<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/informe-se\/oceanos\/costa-amazonica-viva\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/informe-se\/oceanos\/costa-amazonica-viva\/\"> <strong>Expedi\u00e7\u00e3o Costa Amaz\u00f4nica Viva <\/strong><\/a>acontece, com o objetivo de apoiar a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico sobre a din\u00e2mica das \u00e1guas costeiras e oce\u00e2nicas, para que os poss\u00edveis caminhos a serem percorridos pelo petr\u00f3leo em caso de vazamento sejam mapeados.<br><br>O estudo foi autorizado pela Marinha brasileira e contar\u00e1 com a presen\u00e7a de um oficial da institui\u00e7\u00e3o durante sua execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<lite-youtube style=\"background-image: url('https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/LB-BSHC-gKk\/hqdefault.jpg');\" videoid=\"LB-BSHC-gKk\" params=\"rel=0\"><\/lite-youtube>\n<\/div><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na Bacia da Foz do Amazonas<\/h3>\n\n<p>O caso mais emblem\u00e1tico nesse movimento de abertura de uma nova fronteira explorat\u00f3ria \u00e9 o da Petrobras, que aguarda licenciamento do Ibama para explorar o bloco FZA-M-59, na bacia da Foz. A estatal brasileira teve pedido de autoriza\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/decisao-do-ibama-sobre-foz-do-amazonas-e-vitoria-da-biodiversidade\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/decisao-do-ibama-sobre-foz-do-amazonas-e-vitoria-da-biodiversidade\/\">negado pelo \u00f3rg\u00e3o ambiental em maio de 2023<\/a>, mas recorreu da decis\u00e3o.<\/p>\n\n<p>A modelagem de dispers\u00e3o de \u00f3leo apresentada pela Petrobras &#8211; um dos par\u00e2metros usados para identificar os riscos de uma perfura\u00e7\u00e3o &#8211; indica que o petr\u00f3leo n\u00e3o tocaria a costa brasileira, mas foi recebida com ceticismo por ocean\u00f3grafos de refer\u00eancia no pa\u00eds. <\/p>\n\n<p>Al\u00e9m do questionamento de pesquisadores, a informa\u00e7\u00e3o contraria relatos das popula\u00e7\u00f5es locais, que afirmam ter testemunhado a chegada de objetos ca\u00eddos em alto mar nos rios e mangues da regi\u00e3o.<\/p>\n\n<p>&#8220;Tanto as correntes, quanto os ecossistemas da bacia da Foz do Amazonas &#8211; fundamentais para a gera\u00e7\u00e3o de renda e subsist\u00eancia local &#8211; ainda s\u00e3o insuficientemente conhecidos pela ci\u00eancia. Ou seja, <strong>estamos diante de um acirramento da press\u00e3o pela explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em uma \u00e1rea extremamente sens\u00edvel<\/strong> sem, sequer, ter a dimens\u00e3o dos impactos dessa atividade\u201d, afirma Marcelo Laterman, porta-voz da frente de Oceanos do Greenpeace Brasil.<\/p>\n\n<p>\u201cComo conceber a abertura de po\u00e7os de petr\u00f3leo, sem que se saiba onde um eventual derramamento vai dar? Ou<strong> sem a consulta aos povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais,<\/strong> que tamb\u00e9m vivem sob a incerteza dos impactos em suas vidas? H\u00e1 que se respeitar o <strong>princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o<\/strong> e os direitos dos povos: <strong>sem consenso cient\u00edfico sobre os riscos, <\/strong><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/petroleo-na-amazonia-nao\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/petroleo-na-amazonia-nao\/\"><strong>n\u00e3o pode haver explora\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d<\/a>, enfatiza.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Onde essa mar\u00e9 vai dar?<\/h3>\n\n<p>Para fazer esse monitoramento, os pesquisadores do IEPA lan\u00e7ar\u00e3o sete derivadores (equipamentos oceanogr\u00e1ficos que emitem sinais de localiza\u00e7\u00e3o GPS) em diferentes pontos da <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/corais-da-amazonia-na-mira-do-petroleo\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/corais-da-amazonia-na-mira-do-petroleo\/\">Bacia da Foz do Amazonas<\/a>. Dessa forma, ser\u00e1 poss\u00edvel mapear as correntes de superf\u00edcie no litoral do Amap\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n<p>N\u00f3s criamos um site espec\u00edfico para a Expedi\u00e7\u00e3o, onde \u00e9 poss\u00edvel acompanhar a movimenta\u00e7\u00e3o desses derivadores em tempo real e conferir outros conte\u00fados.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button has-custom-font-size is-style-cta has-medium-font-size\"><a class=\"wp-block-button__link has-beige-100-color has-blue-green-800-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/informe-se\/oceanos\/costa-amazonica-viva\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>P\u00c1GINA ESPECIAL: EXPEDI\u00c7\u00c3O COSTA AMAZ\u00d4NICA VIVA<\/strong><\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<p>Durante essa viagem, tamb\u00e9m iremos documentar a rica sociobiodiversidade da Bacia da Foz do Amazonas e registrar o que as comunidades da regi\u00e3o pensam sobre os poss\u00edveis impactos da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mais sobre o Witness<\/strong><\/h3>\n\n<p>O Witness \u00e9 a mais nova embarca\u00e7\u00e3o da frota do Greenpeace. \u00c9 um veleiro que possui 22,5 metros de comprimento e, devido \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o da quilha e do leme, \u00e9 capaz de navegar em \u00e1guas rasas e inacess\u00edveis a barcos maiores.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Uma s\u00e9rie de adapta\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas foram realizadas para que o veleiro se tornasse mais ecol\u00f3gico, como, por exemplo, a inclus\u00e3o de c\u00e9lulas solares, turbinas e\u00f3licas e um sistema otimizado de gerenciamento de energia.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"672\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/05\/79be0b64-gp1svzpm_medium_res_with_credit_line-1024x672.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39855\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/05\/79be0b64-gp1svzpm_medium_res_with_credit_line-1024x672.jpeg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/05\/79be0b64-gp1svzpm_medium_res_with_credit_line-300x197.jpeg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/05\/79be0b64-gp1svzpm_medium_res_with_credit_line-768x504.jpeg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/05\/79be0b64-gp1svzpm_medium_res_with_credit_line-510x335.jpeg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2022\/05\/79be0b64-gp1svzpm_medium_res_with_credit_line.jpeg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conhe\u00e7a as outras embarca\u00e7\u00f5es do Greenpeace<\/h3>\n\n<p>Desde a primeira viagem, h\u00e1 mais de 50 anos, os navios do Greenpeace s\u00e3o usados globalmente como um instrumento de luta por um mundo mais verde, justo e pac\u00edfico. Al\u00e9m do Witness, o Greenpeace possui outras quatro embarca\u00e7\u00f5es. Conhe\u00e7a um pouco de cada uma delas:&nbsp;<\/p>\n\n<p>\u2022 <strong>Arctic Sunrise<\/strong><br><strong><br><\/strong>Antes de ter sido adquirido pelo Greenpeace, em 1995, este navio era usado para ca\u00e7a de focas. Ap\u00f3s reformas, sua primeira miss\u00e3o foi documentar a polui\u00e7\u00e3o por petr\u00f3leo no Mar do Norte e Atl\u00e2ntico Nordeste. Em 1997, explorou \u00e1reas da Ant\u00e1rtica antes inacess\u00edveis, seguido por uma expedi\u00e7\u00e3o \u00e0 Groenl\u00e2ndia em 2009 para estudar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Em 2010, investigou os danos do vazamento de petr\u00f3leo da BP no Golfo do M\u00e9xico, hospedando cientistas e coletando evid\u00eancias cruciais sobre os impactos no ecossistema marinho.<\/p>\n\n<p>\u2022 <strong>Rainbow Warrior<\/strong><\/p>\n\n<p>O nome dessa embarca\u00e7\u00e3o vem do legado deixado pelo navio original \u201cRainbow Warrior\u201d, utilizado pelos fundadores do Greenpeace para impedir testes nucleares no Pac\u00edfico, em 1971. Anos depois, em 1985, este navio foi bombardeado e substitu\u00eddo por um segundo, que levou o mesmo nome. Em 2011, foi inaugurado o terceiro e mais recente Rainbow Warrior, sendo a primeira embarca\u00e7\u00e3o do Greenpeace projetada e constru\u00edda exclusivamente para a organiza\u00e7\u00e3o. O projeto foi concebido com \u00eanfase na sustentabilidade, visando tornar o navio o mais ecol\u00f3gico poss\u00edvel.<\/p>\n\n<p>\u2022 <strong>Beluga II<\/strong><\/p>\n\n<p>A embarca\u00e7\u00e3o foi constru\u00edda especificamente para o Greenpeace e \u00e9 usada como veleiro costeiro nos mares do Norte e B\u00e1ltico.<\/p>\n\n<p><strong>\u2022 Esperanza<\/strong><\/p>\n\n<p>O Esperanza foi convertido em um navio sustent\u00e1vel nos anos 2000, com um motor diesel-el\u00e9trico de baixa emiss\u00e3o e um sistema de tratamento de \u00e1guas residuais eficiente. Utilizado globalmente pelo Greenpeace, luta contra a pesca predat\u00f3ria no Canad\u00e1 e na Ant\u00e1rtica, confronta baleeiros japoneses e muito mais.<\/p>\n\n<p>Estamos nos mobilizando para pressionar o presidente Lula a declarar a Amaz\u00f4nia uma zona livre de petr\u00f3leo. J\u00e1 somos mais de 50 mil pessoas. Podemos contar com voc\u00ea? <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/petroleo-na-amazonia-nao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Clique aqui<\/a> e assine o abaixo-assinado.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Expedi\u00e7\u00e3o Costa Amaz\u00f4nica Viva fomenta a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico sobre as correntes marinhas da regi\u00e3o, alvo da ind\u00fastria petrol\u00edfera<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":51525,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"O que o veleiro do Greenpeace est\u00e1 fazendo na Amaz\u00f4nia?","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49,64],"tags":[27],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-51524","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","category-oceanos","tag-oceanos","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51524","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51524"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51524\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":51551,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51524\/revisions\/51551"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/51525"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51524"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51524"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51524"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=51524"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}