{"id":52356,"date":"2024-04-08T20:37:03","date_gmt":"2024-04-08T23:37:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=52356"},"modified":"2025-07-02T04:21:19","modified_gmt":"2025-07-02T07:21:19","slug":"investigacao-aponta-agro-destruidor-e-financiado-pelo-credito-rural-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/investigacao-aponta-agro-destruidor-e-financiado-pelo-credito-rural-na-amazonia\/","title":{"rendered":"Investiga\u00e7\u00e3o aponta: agro destruidor \u00e9 financiado pelo cr\u00e9dito rural na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">No relat\u00f3rio \u201cBancando a Extin\u00e7\u00e3o\u201d, Greenpeace Brasil denuncia a concess\u00e3o de cr\u00e9dito para agropecuaristas envolvidos com desmatamento e outras irregularidades socioambientais na Amaz\u00f4nia<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/8cd77697-mari3345-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-52379\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/8cd77697-mari3345-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/8cd77697-mari3345-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/8cd77697-mari3345-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/8cd77697-mari3345-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fazenda Nossa Senhora das Cachoeiras do Ituxi, em L\u00e1brea (AM), obteve financiamento pelo Cr\u00e9dito Rural, mesmo estando sobreposta \u00e0 uma Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o. (Foto: Marizilda Cruppe\/Greenpeace)<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Atividades que destroem a Amaz\u00f4nia est\u00e3o sendo financiadas por bancos nacionais e internacionais e, em alguns casos, at\u00e9 mesmo com o dinheiro da popula\u00e7\u00e3o brasileira. \u00c9 o que aponta uma investiga\u00e7\u00e3o realizada pelo Greenpeace Brasil, que analisou a concess\u00e3o do cr\u00e9dito rural na Amaz\u00f4nia e encontrou diversos casos de fazendas que obtiveram cr\u00e9dito, mesmo com a ficha ambiental \u201csuja\u201d.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button is-style-cta\"><a class=\"wp-block-button__link has-text-align-center wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/relatorio-bancando-a-extincao?utm_source=p4_blog\">N\u00e3o quero financiar o desmatamento<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o analisou as propriedades listadas na base do Banco Central que receberam cr\u00e9dito rural entre 2018 e 2022 no Bioma Amaz\u00f4nia e encontrou diversos descumprimentos das regras do Manual de Cr\u00e9dito Rural (MCR), que rege a modalidade de financiamento, al\u00e9m de falhas no sistema de controle dos bancos, e lacunas nas normas vigentes, que permitem que milh\u00f5es de reais sejam destinados a propriedades rurais com dano socioambiental associado. <\/p>\n\n<p>Somente nos 12 casos apresentados no relat\u00f3rio <strong><em>\u201cBancando a Extin\u00e7\u00e3o: bancos e investidores como s\u00f3cios no desmatamento\u201d<\/em><\/strong>, que acaba de ser publicado, foram emprestados ao todo mais de R$ 43 milh\u00f5es para \u00e1reas problem\u00e1ticas, marcadas por desmatamento ilegal, ind\u00edcios de grilagem, sobreposi\u00e7\u00e3o com \u00e1reas protegidas e com produ\u00e7\u00e3o irregular de gado.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"724\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/bb164473-car_fpnd-2-1024x724.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-52357\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/bb164473-car_fpnd-2-1024x724.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/bb164473-car_fpnd-2-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/bb164473-car_fpnd-2-768x543.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/bb164473-car_fpnd-2-1536x1086.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/bb164473-car_fpnd-2-2048x1448.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/bb164473-car_fpnd-2-1932x1366.jpg 1932w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/bb164473-car_fpnd-2-481x340.jpg 481w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n<p>De acordo com o levantamento, foram identificadas 10.074 propriedades inseridas parcialmente ou totalmente em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, sendo 41 delas em \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o integral, onde n\u00e3o deveria haver nenhuma atividade econ\u00f4mica, segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (SNUC), 24 propriedades sobrepostas parcial ou totalmente \u00e0 sete Terras Ind\u00edgenas (TIs), e 21.692 im\u00f3veis com sobreposi\u00e7\u00e3o com florestas p\u00fablicas n\u00e3o destinadas &#8211; que s\u00e3o terras p\u00fablicas, do povo brasileiro.<\/p>\n\n<p>Al\u00e9m disso, foram encontrados 798 im\u00f3veis financiados com embargo do Ibama, mostrando potencial descumprimento com as regras e diretrizes atuais do Banco Central, atrav\u00e9s do Conselho Monet\u00e1rio Nacional, e a ocorr\u00eancia de desmatamento recente (entre 2018-2022) em 29.502 propriedades maiores que 1 hectare que obtiveram cr\u00e9dito rural no per\u00edodo analisado.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Para Cristiane Mazzetti, do Greenpeace Brasil, o relat\u00f3rio e suas evid\u00eancias refor\u00e7am a necessidade de um olhar mais atento e rigoroso do sistema financeiro para o direcionamento de recursos para atividades agropecu\u00e1rias que destroem florestas e fomentam a emerg\u00eancia clim\u00e1tica e a crise da biodiversidade. <\/p>\n\n<p>\u201cNota-se que h\u00e1 descumprimento das normas atuais e tamb\u00e9m uma s\u00e9rie de lacunas nas normas que orientam a concess\u00e3o de cr\u00e9dito rural. Os bancos podem e devem fazer mais do que o solicitado no MCR e os reguladores devem editar novas normas para ampliar as exig\u00eancias de natureza socioambiental e garantir que os recursos do cr\u00e9dito rural n\u00e3o cheguem a \u00e1reas com irregularidades. Tais aspectos, juntamente com o monitoramento cont\u00ednuo das propriedades financiadas, garantir\u00e3o uma melhor destina\u00e7\u00e3o de recursos e maior progresso rumo a meta de zerar o desmatamento\u201d, afirma Mazzetti.<\/p>\n\n<p>O relat\u00f3rio traz 12 estudos de casos, que contaram com an\u00e1lise de dados, valida\u00e7\u00f5es por sat\u00e9lite, de campo e com sobrevoos de monitoramento. Casos como o da fazenda Arizona, no Acre. A propriedade, que tem metade de sua \u00e1rea sobre uma floresta p\u00fablica n\u00e3o destinada de dom\u00ednio estadual, teve 420 hectares de vegeta\u00e7\u00e3o desmatada no per\u00edodo de 2016 a 2022, obteve em 2023 um cr\u00e9dito de R$ 1,4 milh\u00e3o do Banco do Brasil para bovinocultura, dentre outras opera\u00e7\u00f5es emitidas em 2020, 2021 e 2022. Esse caso evidencia lacunas importantes. A investiga\u00e7\u00e3o do Greenpeace n\u00e3o encontrou nenhuma autoriza\u00e7\u00e3o de desmatamento para essas \u00e1reas, por exemplo, sinalizando que os desmatamentos s\u00e3o ilegais. Mas atualmente a exig\u00eancia contida no MCR \u00e9 de vedar cr\u00e9dito apenas a im\u00f3veis rurais que tenham embargo ambiental, o que cobre uma por\u00e7\u00e3o \u00ednfima dos desmatamentos ilegais, e esse \u00e9 um dos pontos que exige mudan\u00e7as.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Al\u00e9m disso, o relat\u00f3rio ilustra os casos das fazendas Barcelona, Cachoeira Dourada, Floresta e S\u00e3o Miguel onde as opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito foram irregulares, pois os im\u00f3veis apresentavam embargo do Ibama. Outro caso marcado por irregularidades refere-se a financiamentos de propriedades dentro da Terra Ind\u00edgena Uru-Eu-Wau-Wau, em desrespeito a Constitui\u00e7\u00e3o Federal.&nbsp;<\/p>\n<div data-hydrate=\"planet4-blocks\/gallery\" data-attributes=\"{&quot;attributes&quot;:{&quot;multiple_image&quot;:&quot;52365,52370,52372&quot;,&quot;image_data&quot;:[{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-scaled.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:52365},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-scaled.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:52370},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-scaled.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:52372}],&quot;gallery_block_style&quot;:0,&quot;gallery_block_title&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_description&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_focus_points&quot;:&quot;&quot;,&quot;images&quot;:[{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-scaled.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-scaled.jpg 2560w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-300x169.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-1024x576.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-768x432.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-1536x864.jpg 1536w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-2048x1152.jpg 2048w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/93dcd968-dji_0760-510x287.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;A Fazenda Arizona, em Rio Branco (AC), obteve cr\\u00e9dito mesmo com desmatamento recente e sobreposi\\u00e7\\u00e3o \\u00e0 florestas p\\u00fablicas. &quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 (Nilmar Lage\\\/Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-scaled.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-scaled.jpg 2560w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-1536x1024.jpg 1536w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-2048x1366.jpg 2048w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/1bed38c4-7t7a4514-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Fazenda Nosso Canto dentro da terra ind\\u00edgena URU-EU-WAU-WAU, em Alvorada d&#039; Oeste (RO)\\n&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Marizilda Cruppe\\\/Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-scaled.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-scaled.jpg 2560w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-300x169.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-1024x576.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-768x432.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-1536x864.jpg 1536w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-2048x1152.jpg 2048w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2024\\\/04\\\/56143a79-dji_0244-510x287.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Fazenda Tayassu, em Dom Eliseu (PA)\\n&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Nilmar Lage\\\/Greenpeace&quot;}]}}\"><section class=\"block carousel-wrap \"><\/section><\/div>\n<p>Das 425 institui\u00e7\u00f5es que operaram o cr\u00e9dito rural no Brasil em 2022, entre bancos p\u00fablicos, privados, cooperativas e sociedades de cr\u00e9dito, 164 destas intermediaram contratos na Amaz\u00f4nia Legal. Dentre as institui\u00e7\u00f5es financeiras que mais operam cr\u00e9dito rural na Amaz\u00f4nia, tr\u00eas bancos p\u00fablicos ocupam os primeiros lugares, totalizando aproximadamente 70% dos valores dos contratos, sendo o Banco do Brasil respons\u00e1vel por 44,10% dos contratos (em R$), seguido por Caixa Econ\u00f4mica e Banco da Amaz\u00f4nia, segundo an\u00e1lise realizada pelo Greenpeace Brasil com base nos dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil em 2023.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/8c26e226-bae-sumario-executivo-v5_web-single.pdf\">Confira o sum\u00e1rio executivo aqui<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/c9bc8bff-bancando-a-extincao-digital-10_4-24.pdf\">Confira o relat\u00f3rio completo aqui<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n<p><strong>Finan\u00e7as de risco para nosso futuro<\/strong><\/p>\n\n<p>A agropecu\u00e1ria \u00e9 o principal agente de expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola sobre os biomas brasileiros e grande respons\u00e1vel pela contribui\u00e7\u00e3o do pa\u00eds na emerg\u00eancia clim\u00e1tica. Dados do MapBiomas mostram que quase <a href=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/alerta-public\/dashboard\/rad\/2022\/RAD_2022.pdf\">96% da \u00e1rea desmatada no pa\u00eds em 2022 foi destinada \u00e0 agropecu\u00e1ria<\/a>. O desmatamento \u00e9 a principal fonte de emiss\u00f5es de gases do efeito estufa (GEE) no Brasil e no ano de 2022 foi respons\u00e1vel <a href=\"https:\/\/seeg.eco.br\/igs\/\">por 48% das emiss\u00f5es do pa\u00eds. Somando esta porcentagem \u00e0s emiss\u00f5es da agropecu\u00e1ria (27%) <\/a>a contribui\u00e7\u00e3o do setor chegou a 75%, segundo dados do Sistema de Estimativas de Emiss\u00f5es e Remo\u00e7\u00f5es de Gases do Efeito Estufa (SEEG).&nbsp;<\/p>\n\n<p>Por esse fator, os financiamentos dessas atividades s\u00e3o considerados de alto risco para os ecossistemas.&nbsp;<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/75815222-dji_0147-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-52386\" style=\"width:485px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/75815222-dji_0147-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/75815222-dji_0147-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/75815222-dji_0147-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/75815222-dji_0147-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/75815222-dji_0147-2048x1152.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/75815222-dji_0147-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">&nbsp;<a href=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/alerta-public\/dashboard\/rad\/2022\/RAD_2022.pdf\">Dados do MapBiomas<\/a> mostram que quase 96% da \u00e1rea desmatada no pa\u00eds em 2022 foi destinada \u00e0 agropecu\u00e1ria.&nbsp;(Nilmar Lage\/Grenpeace)<br><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Ent\u00e3o qual \u00e9 o sentido de continuar permitindo que bancos sigam emprestando dinheiro \u00e0 destruidores ambientais? E pior, muitas vezes com o nosso dinheiro.&nbsp;<\/p>\n\n<p>O cr\u00e9dito rural \u00e9 uma modalidade de cr\u00e9dito operada por bancos p\u00fablicos e privados, que financia atividades agropecu\u00e1rias para produtores rurais. Uma parte dos recursos tem origem no or\u00e7amento p\u00fablico, formado pelos impostos que pagamos. E em muitos pa\u00edses, assim como no Brasil, um percentual do valor que est\u00e1 dispon\u00edvel nas contas correntes dos bancos est\u00e1 sujeito ao chamado \u201crecolhimento compuls\u00f3rio\u201d pelas institui\u00e7\u00f5es financeiras. Na pr\u00e1tica, 8,4% do total dos dep\u00f3sitos \u00e0 vista feitos por n\u00f3s em nossas contas correntes deve ser destinado ao cr\u00e9dito rural. Al\u00e9m disso, nosso dinheiro tamb\u00e9m \u00e9 direcionado ao cr\u00e9dito rural quando fazemos investimentos nas Letras de Cr\u00e9dito do Agroneg\u00f3cio, as LCA.<\/p>\n\n<p>\u201cApesar de existirem outras formas expressivas de financiamento da agropecu\u00e1ria, nosso trabalho foca no cr\u00e9dito rural, pois trata-se de um importante instrumento da pol\u00edtica agr\u00edcola brasileira e que possui uma conex\u00e3o com o dinheiro das pessoas, que certamente n\u00e3o querem financiar a pr\u00f3pria extin\u00e7\u00e3o. \u00c9 urgente interromper o direcionamento de recursos para produtores que destroem nossas florestas e violam direitos fundamentais\u201d, afirma Cristiane Mazzetti.<\/p>\n\n<p>Mazzetti ressalta, entretanto, que isso n\u00e3o significa que apenas o cr\u00e9dito rural precise ser melhor regulado, j\u00e1 que o problema \u00e9 sist\u00eamico e atinge as diferentes formas de financiamento, como o cr\u00e9dito convencional e a capta\u00e7\u00e3o de recursos no mercado de capitais. \u201cOutras formas de financiamento do agroneg\u00f3cio, no Brasil e fora dele, tamb\u00e9m precisam&nbsp; ser melhor reguladas de maneira a ampliar as exig\u00eancias socioambientais que institui\u00e7\u00f5es financeiras devem observar em todas as formas de financiamento para setores de alto risco para as florestas, para o clima e para a biodiversidade.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n<p>Mas o problema n\u00e3o se restringe aos bancos brasileiros. Um <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-international-stateless\/2024\/03\/81927a0c-bankrolling-ecosystem-destruction.pdf\">estudo<\/a> que acaba de ser publicado pelo Greenpeace International, em conjunto com as <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/desde-2016-bancos-da-ue-injetaram-quase-256-bilhoes-de-euros-em-setores-que-ameacam-o-clima-e-a-natureza\/\">organiza\u00e7\u00f5es Milieudefensie (Amigos da Terra Holanda), Harvest e apoiada por 17 ONGs,<\/a> mostra que alguns dos maiores bancos sediados na Uni\u00e3o Europeia (UE) seguem injetando dinheiro em empresas que colocam em risco florestas tropicais, o Cerrado e outros ecossistemas naturais cr\u00edticos para o clima.<\/p>\n\n<p><strong>Chega de bancar nossa extin\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/747e4a0d-gp0stxykw-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-52387\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/747e4a0d-gp0stxykw-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/747e4a0d-gp0stxykw-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/747e4a0d-gp0stxykw-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/747e4a0d-gp0stxykw-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/747e4a0d-gp0stxykw-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/747e4a0d-gp0stxykw-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ativistas bloqueiam a entrada da sede do Rabobank em Utrecht, na Holanda, em protesto contra os investimentos do banco em atividades que levam \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da natureza. (\u00a9 Marten van Dijl \/ Greenpeace)<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Em 2023, depois de anos consecutivos de alta, o desmatamento da Amaz\u00f4nia finalmente voltou a cair, mas ainda est\u00e1 longe de chegar a zero. De acordo com o Prodes, <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/desmatamento-na-amazonia\/\">no \u00faltimo ano foram desmatados 9.001 quil\u00f4metros quadrados na Amaz\u00f4nia<\/a>, o que equivale a 1,2 milh\u00f5es de campos de futebol. Sem contar o Cerrado, que em 2023 atingiu o maior \u00edndice de desmatamento dos \u00faltimos 7 anos. Tanta destrui\u00e7\u00e3o e viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel pois bancos e investidores do Brasil e do exterior seguem colocando dinheiro em setores de risco para ecossistemas naturais.<\/p>\n\n<p>Na\u00e7\u00f5es de todo o mundo j\u00e1 enfrentam os efeitos catastr\u00f3ficos da emerg\u00eancia clim\u00e1tica, mas nem todos os governos e setores econ\u00f4micos t\u00eam agido com a firmeza necess\u00e1ria para cumprir a meta assumida em 2015, no Acordo de Paris, de manter o aquecimento do planeta em at\u00e9 1,5\u00b0C em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo pr\u00e9-industrial. Para alcan\u00e7ar essa meta no Brasil, precisamos ao menos zerar o desmatamento.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>Da mesma maneira, para cumprir as metas do Marco Global de Biodiversidade Kunming-Montreal, assumido pelos pa\u00edses durante a \u00faltima confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Biodiversidade (CBD\/COP15), Estados devem tomar medidas para que os fluxos financeiros (p\u00fablicos e privados) se alinhem aos objetivos e metas do marco, o que inclui a elimina\u00e7\u00e3o gradual dos subs\u00eddios e incentivos danosos \u00e0 biodiversidade, e intensificar os incentivos para atividades que promovam a conserva\u00e7\u00e3o e uso sustent\u00e1vel dos recursos naturais.<\/p>\n\n<p><strong>Reformas estruturais s\u00e3o urgentes para alterar o direcionamento de recursos financeiros<\/strong>, que atualmente fluem livremente, ou com pouco controle, para atividades e atores que promovem a destrui\u00e7\u00e3o da natureza e fomentam essas m\u00faltiplas crises.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Foi com base nessas necessidades urgentes de mudan\u00e7a que lan\u00e7amos a campanha <strong>Bancando a Extin\u00e7\u00e3o<\/strong>, onde denunciamos a participa\u00e7\u00e3o e responsabilidade do sistema financeiro na destrui\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia e de outros ecossistemas naturais, e exigimos mudan\u00e7as imediatas. \u00c9 necess\u00e1rio fechar a torneira de recursos para quem desmata e viola direitos fundamentais. A come\u00e7ar pelo cr\u00e9dito rural, mas n\u00e3o se limitando a ele.<\/p>\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/c9bc8bff-bancando-a-extincao-digital-10_4-24.pdf\">Veja a lista completa de demandas do Greenpeace Brasil <\/a><\/strong><\/p>\n\n<p>\u00c9 o nosso dinheiro e o nosso futuro! Nos ajude a pressionar o sistema financeiro, sem grana para a destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link has-grey-900-color has-action-yellow-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/relatorio-bancando-a-extincao\/\">Assine agora! <\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<p><strong>O que dizem os bancos?<\/strong><\/p>\n\n<p>O Greenpeace procurou os bancos citados no relat\u00f3rio para comentar o que t\u00eam feito para identificar, prevenir e corrigir eventuais falhas no processo de concess\u00e3o de cr\u00e9dito e respectivo atendimento \u00e0s normas contidas no MCR (Cap\u00edtulo 02, Se\u00e7\u00e3o 09), e das demais leis e regulamenta\u00e7\u00f5es ambientais vigentes. Estas foram as respostas das institui\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n<p>O <strong>Bradesco<\/strong> informou que<em> \u201ctodo tipo de opera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito corporativo do banco passa por um rigoroso processo de an\u00e1lise que contempla aspectos socioambientais e que cumprem integralmente todas as regras de concess\u00e3o de cr\u00e9dito rural e agr\u00edcola\u201d<\/em>.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/c452b4e6-resposta-bradesco.pdf\">Veja a resposta na \u00edntegra <\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>A <strong>Caixa Econ\u00f4mica Federal <\/strong>afirma que <em>\u201ca Institui\u00e7\u00e3o atua em alinhamento \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o<\/em> <em>vigente, sendo vedado relacionamento com partes interessadas para as quais sejam<\/em> <em>evidenciadas pr\u00e1ticas que n\u00e3o estejam aderentes \u00e0s exig\u00eancias de car\u00e1ter social, ambiental<\/em> <em>e clim\u00e1tico\u201d<\/em>, e detalha algumas das medidas tomadas e que est\u00e3o<em> \u201cempenhados em adotar e desenvolver pr\u00e1ticas inovadoras e eficazes que nos permitam superar as expectativas regulat\u00f3rias e sociais\u201d<\/em>.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/f5454820-resposta-caixa-economica-federal.pdf\">Veja a resposta na \u00edntegra <\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>O <strong>Rabobank<\/strong> afirma que<em> \u201cdesconhece casos de descumprimento do MCR na concess\u00e3o de cr\u00e9dito rural ou de quaisquer outros normativos relacionados. Adicionalmente, o Rabobank Brasil refor\u00e7a o cumprimento do quanto aplic\u00e1vel pela regula\u00e7\u00e3o e legisla\u00e7\u00e3o local na concess\u00e3o de empr\u00e9stimos e\/ou financiamentos a seus Clientes\u201d<\/em>, e se colocou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para <em>\u201cavaliar dados detalhados resultantes da sua pesquisa referente as nossas opera\u00e7\u00f5es\u201d<\/em>.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/3a6ff02b-carta-ao-greenpeace-brasil-rabobank.pdf\">Veja a resposta na \u00edntegra <\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>O <strong>Santander <\/strong>defende que acreditam \u201c<em>firmemente no nosso papel social enquanto institui\u00e7\u00e3o financeira\u201d<\/em>, e que est\u00e3o<em> \u201csempre abertos ao di\u00e1logo construtivo e dispostos a oferecer mais informa\u00e7\u00f5es sobre a nossa atua\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/8f53e70b-resposta-santander.pdf\">Veja a resposta na \u00edntegra <\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n<p>O<strong> Sicredi<\/strong> afirmou que refor\u00e7a seu<em> \u201ccompromisso com o cumprimento rigoroso \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o vigente, bem como com a melhoria cont\u00ednua de nossos processos e ferramentas de gerenciamento dos riscos<\/em> <em>sociais, ambientais e clim\u00e1ticos\u201d<\/em>.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/ddbc1d59-retorno-greenpeace_sicredi.pdf\">Veja a resposta na \u00edntegra<\/a> <\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No relat\u00f3rio \u201cBancando a Extin\u00e7\u00e3o\u201d, Greenpeace Brasil denuncia a concess\u00e3o de cr\u00e9dito para agropecuaristas envolvidos com desmatamento e outras irregularidades socioambientais na Amaz\u00f4nia<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":52379,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49,3],"tags":[26,22,46],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-52356","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","category-proteja-a-natureza","tag-biodiversidade","tag-florestas","tag-desmatamento","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52356","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52356"}],"version-history":[{"count":20,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52356\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58495,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52356\/revisions\/58495"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/52379"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52356"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52356"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52356"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=52356"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}