{"id":52529,"date":"2024-04-08T17:27:37","date_gmt":"2024-04-08T20:27:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=52529"},"modified":"2025-07-02T04:21:21","modified_gmt":"2025-07-02T07:21:21","slug":"bancos-nacionais-e-internacionais-destinaram-r-43-milhoes-em-credito-rural-entre-2018-e-2023-a-15-imoveis-rurais-envolvidos-com-diversas-irregularidades-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/bancos-nacionais-e-internacionais-destinaram-r-43-milhoes-em-credito-rural-entre-2018-e-2023-a-15-imoveis-rurais-envolvidos-com-diversas-irregularidades-na-amazonia\/","title":{"rendered":"Bancos nacionais e internacionais destinaram R$ 43 milh\u00f5es em cr\u00e9dito rural, entre 2018 e 2023, a 15 im\u00f3veis rurais envolvidos com diversas irregularidades na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Publicado nesta segunda (8), estudo do Greenpeace Brasil exp\u00f5e como Bancos financiam, via cr\u00e9dito rural, propriedades em toda a Amaz\u00f4nia envolvidas com grilagem, desmatamento, cria\u00e7\u00e3o de gado em \u00e1reas protegidas, viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos e demais irregularidades;\u00a0<\/em><\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Material tamb\u00e9m revela que 798 im\u00f3veis rurais embargados pelo Ibama por causa de crime ambiental receberam financiamentos dos bancos entre 2018 e 2022<\/em><em>, <\/em><em>explicitando a responsabilidade das institui\u00e7\u00f5es financeiras em destinar recursos para propriedades com irregularidades;<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/3a16b4d9-gp0su0594_medium_res_with_credit_line-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-52530\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/3a16b4d9-gp0su0594_medium_res_with_credit_line-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/3a16b4d9-gp0su0594_medium_res_with_credit_line-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/3a16b4d9-gp0su0594_medium_res_with_credit_line-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/3a16b4d9-gp0su0594_medium_res_with_credit_line-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/3a16b4d9-gp0su0594_medium_res_with_credit_line.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Investiga\u00e7\u00e3o do Greenpeace Brasil localizou diversas propriedades rurais dentro de unidades de conserva\u00e7\u00e3o e \u00e1reas protegidas. O caso mais emblem\u00e1tico est\u00e1 dentro da TI Uru-Eu-Wau-Wau, em Rond\u00f4nia, com a Fazenda Nosso Canto. Foto: Marizilda Cruppe\/Greenpeace Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>S\u00e3o Paulo (SP), 8 de abril de 2024 \u2013 <\/strong>O relat\u00f3rio <strong>Bancando a extin\u00e7\u00e3o: bancos e investidores como s\u00f3cios no desmatamento<\/strong>, uma investiga\u00e7\u00e3o realizada pelo <strong>Greenpeace Brasil<\/strong> ao longo de mais de um ano e divulgada nesta segunda-feira (8), revela que bancos p\u00fablicos e privados, nacionais e internacionais, destinaram <strong>mais de R$ 43 milh\u00f5es em cr\u00e9dito rural,<\/strong> entre <strong>2018 e 2023, <\/strong>para 15 propriedades rurais envolvidas com diversas irregularidades socioambientais na Amaz\u00f4nia.&nbsp;<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O material completo pode ser consultado <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/04\/5ddd16e8-bancando-a-extincao-greenpeace-brasil.pdf\">aqui<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n\n<p>Um dos casos \u00e9 o da Fazenda Arizona, em Rio Branco (AC), que tem metade de sua \u00e1rea sobreposta a uma Floresta P\u00fablica N\u00e3o Destinada de dom\u00ednio estadual e que acumulou um desmatamento de 420 hectares (cerca de 420 campos de futebol) entre 2016 e 2022. Apesar disso, o propriet\u00e1rio obteve cr\u00e9dito rural de dois bancos p\u00fablicos brasileiros: um contrato de <strong>R$1,4 milh\u00e3o do Banco do Brasil<\/strong> para bovinocultura e outros 9 contratos com o <strong>Banco da Amaz\u00f4nia<\/strong> (Basa), tendo recebido um total de <strong>mais de R$ 16,7 milh\u00f5es em cr\u00e9dito rural<\/strong> dentro do per\u00edodo analisado. Como mostra o relat\u00f3rio, n\u00e3o houve um impedimento para a concess\u00e3o dos 10 contratos \u00e0 Fazenda Arizona, porque o local n\u00e3o foi embargado pelo Ibama e, segundo a exig\u00eancia estabelecida no Manual de Cr\u00e9dito Rural, um impedimento \u00e0 concess\u00e3o do cr\u00e9dito se aplica apenas para im\u00f3veis com embargo, demonstrando como brechas nas regras atuais da pol\u00edtica deste tipo de cr\u00e9dito contribuem para que o financiamento chegue a desmatadores e grileiros.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Ainda que o Manual do Cr\u00e9dito Rural previsse o impedimento da concess\u00e3o do financiamento para propriedades com \u00e1reas embargadas, o relat\u00f3rio do Greenpeace Brasil encontrou&nbsp; <strong>798&nbsp; im\u00f3veis com embargo do Ibama associados a desmatamento e que receberam o cr\u00e9dito rural <\/strong>(podendo conter embargos pr\u00e9 ou p\u00f3s concess\u00e3o de cr\u00e9dito rural).&nbsp;<\/p>\n\n<p>Este \u00e9 o caso da Fazenda Cachoeira Dourada, no munic\u00edpio de Novo Repartimento (PA), multada pelo Ibama por desmatamento ilegal em 2016 e embargada pelo \u00f3rg\u00e3o federal. Apesar dessas irregularidades, o propriet\u00e1rio da fazenda, Ancelmo Magri Pedroso, conseguiu firmar dois contratos de financiamento com o <strong>Banco da Amaz\u00f4nia<\/strong> em 2019 de mais de R$ 885 mil, sendo um para compra de gado e outro para custear a manuten\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o de bovinos. Tais empr\u00e9stimos tamb\u00e9m possibilitaram que Pedroso fizesse transa\u00e7\u00f5es comerciais entre a sua fazenda e uma outra, a Fazenda Palestina, no munic\u00edpio de Pacaj\u00e1 (PA), entre 2020 e 2021.&nbsp; O neg\u00f3cio envolveu o repasse de 436 cabe\u00e7as de gado da fazenda Cachoeira Dourada para a Fazenda Palestina para engorda. Na sequ\u00eancia, a Fazenda Palestina repassou&nbsp; 2.831 cabe\u00e7as de gado para o frigor\u00edfico JBS em uma transa\u00e7\u00e3o realizada entre julho de 2020 e fevereiro de 2022.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Imagens dos casos podem ser baixadas <a href=\"https:\/\/media.greenpeace.org\/collection\/27MZIFJB8Y102\">aqui<\/a> e reproduzidas pela imprensa, mediante uso dos cr\u00e9ditos.<\/li>\n<\/ul>\n\n<p>O<strong> cr\u00e9dito rural <\/strong>\u00e9 uma modalidade de cr\u00e9dito destinada a produtores rurais no Brasil, sendo operado por bancos p\u00fablicos e privados, nacionais e internacionais, desde que autorizados pelo Banco Central do Brasil. Parte dos recursos deste cr\u00e9dito recebe subs\u00eddio do governo para oferecer juros mais baixos e prazos mais estendidos aos benefici\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n\n<p>A pol\u00edtica do cr\u00e9dito rural \u00e9 importante instrumento da pol\u00edtica agr\u00edcola brasileira, e deveria incentivar melhorias na agricultura a fim de reduzir seu impacto ambiental. Por\u00e9m, como demonstra o relat\u00f3rio do Greenpeace Brasil, por causa de fragilidades nas regras que regem essa pol\u00edtica e da falta de monitoramento dos cr\u00e9ditos concedidos, os bancos n\u00e3o separam agricultores de criminosos ambientais, permitindo que o dinheiro tamb\u00e9m chegue a pessoas que destroem a Amaz\u00f4nia, suas florestas, seus povos e sua biodiversidade.<\/p>\n\n<p>&#8220;O financiamento a crimes que derrubam a floresta e expandem a produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria na Amaz\u00f4nia n\u00e3o se limita a recursos de origens clandestinas. Parte \u00e9 oferecida por grandes bancos p\u00fablicos e privados que, sem controle adequado, direcionam recursos para atividades envolvidas com irregularidades&#8221;, explica Cristiane Mazzetti, porta-voz do Greenpeace Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Os dez principais operadores do cr\u00e9dito rural nos estados da Amaz\u00f4nia Legal s\u00e3o: Banco do Brasil, Caixa Econ\u00f4mica, Banco da Amaz\u00f4nia, Banco do Nordeste, Bradesco, Banco John Deere, Santander, Sicredi, Sicoob e Ita\u00fa.&nbsp;<\/p>\n\n<p>No entanto, 70% dos valores contratados no per\u00edodo analisado pelo Greenpeace Brasil s\u00e3o de apenas 3 bancos p\u00fablicos:&nbsp;<\/p>\n\n<p>1- Banco do Brasil (BB);<\/p>\n\n<p>2- Caixa Econ\u00f4mica Federal;<\/p>\n\n<p>3- Banco da Amaz\u00f4nia (Basa)&nbsp;<\/p>\n\n<p>O Banco do Brasil desponta como o maior operador de cr\u00e9dito rural na Amaz\u00f4nia, sendo respons\u00e1vel por 44% de todos os contratos firmados em 2022.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Fazendas em terras ind\u00edgenas financiadas com cr\u00e9dito rural<\/strong><\/p>\n\n<p>O estudo tamb\u00e9m identificou que, entre 2018 e 2022 e considerando o Bioma Amaz\u00f4nia, obtiveram cr\u00e9dito rural: 10.074 propriedades com sobreposi\u00e7\u00e3o a unidades de conserva\u00e7\u00e3o; 24 propriedades sobrepostas a terras ind\u00edgenas; 21.692 im\u00f3veis com sobreposi\u00e7\u00e3o a florestas p\u00fablicas n\u00e3o destinadas (FPND); e 29.502 propriedades com desmatamento no per\u00edodo analisado. Os alertas recaem principalmente sobre:<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>41 im\u00f3veis<\/strong> encontrados em <strong>\u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o integral<\/strong>, onde n\u00e3o deve haver nenhuma atividade econ\u00f4mica, segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (SNUC);<\/li>\n\n\n\n<li><strong>24 im\u00f3veis<\/strong> <strong>inseridos em<\/strong> <strong>7 territ\u00f3rios ind\u00edgenas<\/strong>, como os Kayabi (MT), Urubu Branco (MT), Amanay\u00e9 (PA), Rio Omer\u00ea (RO), Ararib\u00f3ia (MA), Alto Rio Guam\u00e1 (PA) e os Uru-Eu-Wau-Wau (RO), \u00e1reas estas protegidas e destinadas pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal exclusivamente aos povos ind\u00edgenas.<\/li>\n<\/ul>\n\n<p>Um dos casos mais escandalosos est\u00e1 na <strong>Terra Ind\u00edgena Uru-Eu-Wau-Wau<\/strong>, cujo aumento do desmatamento nos \u00faltimos anos tem sido seguido pelo avan\u00e7o de pastagens no territ\u00f3rio.<\/p>\n\n<p>Imagens in\u00e9ditas feitas em sobrevoos do Greenpeace Brasil e que integram o \u201cBancando a extin\u00e7\u00e3o\u201d mostram diversas fazendas sobrepostas \u00e0 TI Uru-Eu-Wau-Wau, em flagrante de ilegalidade, que receberam financiamento por meio do cr\u00e9dito rural. Ainda existem opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito com propriedades sobrepostas ao territ\u00f3rio que est\u00e3o ativas e devem ser imediatamente canceladas.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Ainda na TI Uru-Eu-Wau-Wau, o Greenpeace identificou que o fazendeiro Benedito Chaves Leit\u00e3o possui duas propriedades ilegalmente sobrepostas ao territ\u00f3rio: a Fazenda Nosso Canto e uma outra, identificada como &#8220;Lotes 54, 56 e 58&#8221;, distantes apenas 2.4 km uma da outra. Em 2018, Chaves Leit\u00e3o obteve cr\u00e9dito rural para \u201cmanuten\u00e7\u00e3o\/cria\u00e7\u00e3o de animais\u201d para a propriedade &#8220;Lotes 54, 56 e 58&#8221;, que n\u00e3o tinha sinais de pecu\u00e1ria. J\u00e1 a vizinha Fazenda Nosso Canto contava com \u00e1reas de pastagem e o estudo levanta a possibilidade de que os recursos foram aplicados nela. A investiga\u00e7\u00e3o mostra que, da Fazenda Nosso Canto, o fazendeiro negociou ao menos 10 remessas de gado com a JBS entre 2019 e 2022.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>DEMANDA POR MUDAN\u00c7AS: reforma do sistema financeiro<\/strong><\/p>\n\n<p>As institui\u00e7\u00f5es financeiras e reguladoras do sistema financeiro t\u00eam um papel fundamental para impedir que recursos sejam direcionados a atividades que resultam na destrui\u00e7\u00e3o ambiental e viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Em raz\u00e3o dessa responsabilidade, Mazzetti alerta que tanto os reguladores quanto as institui\u00e7\u00f5es financeiras precisam aumentar o rigor de suas regras para a concess\u00e3o de cr\u00e9dito para atividades agropecu\u00e1rias, assim como revisar as opera\u00e7\u00f5es vigentes e cancelar ou suspender aquelas identificadas com irregularidades socioambientais.<\/p>\n\n<p>&#8220;O estudo evidencia a necessidade de maior rigor no cumprimento das normas vigentes e uma s\u00e9rie de melhorias nos crit\u00e9rios socioambientais para a concess\u00e3o de cr\u00e9dito rural, a fim de cobrir as&nbsp; lacunas na regula\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito rural. \u00c9 preciso colocar em pr\u00e1tica, por exemplo, a exig\u00eancia de monitoramento cont\u00ednuo das propriedades financiadas e a verifica\u00e7\u00e3o da legalidade do desmatamento se este for identificado no im\u00f3vel rural, vide que apenas uma pequena porcentagem do desmatamento ilegal \u00e9 embargada&#8221;, adverte Mazzetti.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Em um n\u00edvel global, tamb\u00e9m \u00e9 urgente que o sistema financeiro seja imediata e drasticamente reformado para se adequar \u00e0 meta de limitar o aquecimento do planeta em 1,5 \u00baC (meta do Acordo de Paris) e atender ao Marco Global de Biodiversidade (pacto global firmado em 2022, durante a COP15 de Biodiversidade, que inclui o sistema financeiro em 4 de suas metas para frear a perda de biodiversidade).<\/p>\n\n<p>\u201cAs na\u00e7\u00f5es precisam tomar medidas eficazes para garantir o alinhamento de todos os fluxos financeiros aos compromissos estabelecidos no Acordo de Paris e no Marco Global da Biodiversidade. N\u00e3o temos mais tempo a perder, o dinheiro precisa parar de fluir para fazendas e empresas que destroem o meio ambiente e fomentam as m\u00faltiplas crises que vivemos\u201d, diz Mazzetti.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicado nesta segunda (8), estudo do Greenpeace Brasil exp\u00f5e como Bancos financiam, via cr\u00e9dito rural, propriedades em toda a Amaz\u00f4nia envolvidas com grilagem, desmatamento, cria\u00e7\u00e3o de gado em \u00e1reas protegidas,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":116,"featured_media":52530,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49,5,3],"tags":[46],"p4-page-type":[14],"class_list":["post-52529","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","category-greenpeace","category-proteja-a-natureza","tag-desmatamento","p4-page-type-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52529","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/116"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52529"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52529\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58496,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52529\/revisions\/58496"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/52530"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52529"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52529"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52529"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=52529"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}