{"id":54272,"date":"2024-08-30T16:32:05","date_gmt":"2024-08-30T19:32:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=54272"},"modified":"2024-11-05T15:33:44","modified_gmt":"2024-11-05T18:33:44","slug":"5-anos-apos-derramamento-de-oleo-no-ne-foz-do-amazonas-enfrenta-ameacas-semelhantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/5-anos-apos-derramamento-de-oleo-no-ne-foz-do-amazonas-enfrenta-ameacas-semelhantes\/","title":{"rendered":"5 anos ap\u00f3s derramamento de \u00f3leo no NE, Foz do Amazonas enfrenta amea\u00e7as semelhantes"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/3e12efcf-gp0stu9l9_medium-res-with-credit-line-1200px-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-54273\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/3e12efcf-gp0stu9l9_medium-res-with-credit-line-1200px-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/3e12efcf-gp0stu9l9_medium-res-with-credit-line-1200px-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/3e12efcf-gp0stu9l9_medium-res-with-credit-line-1200px-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/3e12efcf-gp0stu9l9_medium-res-with-credit-line-1200px-453x340.jpg 453w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/3e12efcf-gp0stu9l9_medium-res-with-credit-line-1200px.jpg 1199w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Moradores de ecovila em Piracanga, praia da pen\u00ednsula de Mara\u00fa, no sul da Bahia, realizaram mutir\u00f5es de limpeza para tirar o \u00f3leo da praia em 2019. (Foto: Nilmar Lage)<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Em agosto de 2019, o litoral do Nordeste brasileiro foi palco de um dos maiores desastres ambientais j\u00e1 registrados na costa do pa\u00eds. Um derramamento de petr\u00f3leo que, al\u00e9m de destruir ecossistemas e impactar a vida de milhares de pessoas, demonstrou o despreparo e a ina\u00e7\u00e3o das autoridades diante de uma crise ambiental de tamanha magnitude.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Cinco anos depois, o impacto desse crime ambiental ainda \u00e9 sentido nas praias, nos recifes de corais, nos manguezais e, sobretudo, nas comunidades que dependem desses ambientes para sobreviver<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uma Linha do Tempo de descaso<\/h2>\n\n<p style=\"font-size:26px\"><strong>2019<\/strong><\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Agosto: <\/strong>As primeiras manchas de \u00f3leo aparecem nas praias do Nordeste. Comunidades locais e turistas s\u00e3o surpreendidos pela aus\u00eancia de respostas efetivas por parte do governo local e federal.<\/li>\n<\/ul>\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Setembro a Outubro:<\/strong> O \u00f3leo atinge diversos ecossistemas marinhos, como manguezais e recifes de corais. As a\u00e7\u00f5es de limpeza e conten\u00e7\u00e3o s\u00e3o lideradas por pescadores, volunt\u00e1rios, ONGs e outras iniciativas populares.<\/li>\n<\/ul>\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Novembro:<\/strong> Relat\u00f3rios revelam a extens\u00e3o do desastre e a falta de a\u00e7\u00e3o coordenada do governo brasileiro.<\/li>\n<\/ul>\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>2020 e al\u00e9m:<\/strong> As consequ\u00eancias do derramamento de \u00f3leo continuam a afetar o meio ambiente e a sa\u00fade p\u00fablica. As comunidades atingidas enfrentam desafios econ\u00f4micos e sociais significativos.<\/li>\n<\/ul>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/82e07b2b-gp0stu9k9_medium-res-with-credit-line-1200px-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-54274\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/82e07b2b-gp0stu9k9_medium-res-with-credit-line-1200px-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/82e07b2b-gp0stu9k9_medium-res-with-credit-line-1200px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/82e07b2b-gp0stu9k9_medium-res-with-credit-line-1200px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/82e07b2b-gp0stu9k9_medium-res-with-credit-line-1200px-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/08\/82e07b2b-gp0stu9k9_medium-res-with-credit-line-1200px.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vila de pescadores artesanais e de frutos do mar em Barra de Serinha\u00e9m, no sul da Bahia, sente os efeitos da queda na venda de pescados, ap\u00f3s o vazamento de \u00f3leo cru que atingiu o local  no segundo semestre de 2019. Foto: Nilmar Lage \/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Volunt\u00e1rios em a\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n<p>A opera\u00e7\u00e3o de limpeza e conten\u00e7\u00e3o do \u00f3leo contou com a participa\u00e7\u00e3o ativa de volunt\u00e1rios que enfrentaram in\u00fameras dificuldades para minimizar os danos. Entre eles,<strong> Rodolfo Rodrigo<\/strong>, volunt\u00e1rio do Greenpeace Brasil, que compartilhou alguns dos desafios vividos durante as opera\u00e7\u00f5es em Fortaleza:<\/p>\n\n<p>\u201cN\u00f3s observamos tr\u00eas principais dificuldades: a falta de informa\u00e7\u00f5es por parte do governo, que inclusive chegou a acusar ONGs pelo derramamento de \u00f3leo, promovendo desinforma\u00e7\u00e3o; a aus\u00eancia de assist\u00eancia especializada; e a dificuldade de acesso aos in\u00fameros locais atingidos,\u201d relata Rodolfo. &#8220;Muitas das a\u00e7\u00f5es que minimizaram os impactos partiram de empresas, ONGs, brigadistas florestais e da pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o, como os pescadores.&#8221;<\/p>\n\n<p>Rodolfo tamb\u00e9m descreveu momentos emocionantes, como o resgate de animais marinhos afetados pelo \u00f3leo. Em um deles, a equipe foi chamada para tentar salvar uma tartaruga coberta com \u00f3leo na comunidade do Serviluz, no Cear\u00e1. No entanto, devido \u00e0 falta de assist\u00eancia especializada, o animal n\u00e3o resistiu.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>\u201cFoi um dos momentos mais dif\u00edceis para nossa equipe\u201d,<\/strong> lembra Rodolfo. &#8220;Ver a vida marinha t\u00e3o gravemente afetada, com tartarugas cobertas por uma subst\u00e2ncia que parecia piche ou \u00f3leo industrial, foi desolador.&#8221;<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/1170e9a3-gp0stu43x_medium_res-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-30503\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/1170e9a3-gp0stu43x_medium_res-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/1170e9a3-gp0stu43x_medium_res-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/1170e9a3-gp0stu43x_medium_res-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/1170e9a3-gp0stu43x_medium_res-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2021\/03\/1170e9a3-gp0stu43x_medium_res.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ativistas do Greenpeace protestam em frente ao Pal\u00e1cio do Planalto, em Bras\u00edlia, contra a agenda antiambiental do governo Bolsonaro, levando simbolicamente o vazamento de \u00f3leo no Nordeste para o local de trabalho do ex-presidente do Brasil. Foto:  Adriano Machado \/ Greenpeace<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Adriano Machado \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Agora, uma nova amea\u00e7a de crime ambiental surge na Foz do Amazonas, onde projetos de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo colocam em risco centenas de quil\u00f4metros de manguezais, regi\u00f5es costeiras e a vida marinha.\u00a0<\/p>\n\n<p>\u201cO desastre no Nordeste deixa claro a necessidade de pol\u00edticas p\u00fablicas mais robustas e eficientes para a prote\u00e7\u00e3o das zonas costeiras e das quest\u00f5es socioambientais de modo geral. Para que n\u00e3o tenhamos mais cen\u00e1rios apocal\u00edpticos como esse do Nordeste oriundo do \u00f3leo, vamos continuar defendendo que o desenvolvimento do Brasil deva estar baseado numa matriz energ\u00e9tica renov\u00e1vel, na economia circular, no melhor aproveitamento dos recursos naturais e na potencializa\u00e7\u00e3o das economias e atividades sustent\u00e1veis que j\u00e1 existem nos territ\u00f3rios.\u201d <\/p>\n\n<p><strong>Denison Ferreira<\/strong>, porta-voz do Greenpeace Brasil e estrategista da frente de Oceanos.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-white-color has-blue-green-800-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-d9d6534f2e27a5e69c3cbc054b1f9e8c\"><strong><a href=\"https:\/\/greenpeace.org\/brasil\/apoie\/petroleo-na-amazonia-nao\">Sua voz \u00e9 essencial! Assine a peti\u00e7\u00e3o e ajude a proteger nossos oceanos.<\/a><\/strong><\/h3>\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Uma <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/o-que-os-derivadores-da-expedicao-costa-amazonica-viva-nos-dizem\/\">expedi\u00e7\u00e3o recente conduzida pelo Instituto de Pesquisas Cient\u00edficas e Tecnol\u00f3gicas do Estado do Amap\u00e1 (IEPA)<\/a> analisou a hidrodin\u00e2mica da Bacia da Foz do Amazonas. A pesquisa demonstrou que qualquer vazamento de \u00f3leo na regi\u00e3o pode se espalhar rapidamente por Guiana Francesa, Suriname, Guiana e at\u00e9 \u00e1guas caribenhas, com <strong>impactos irrevers\u00edveis \u00e0s comunidades costeiras <\/strong>e \u00e0 biodiversidade marinha.<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Enquanto isso, comunidades da Guiana Francesa j\u00e1 manifestaram preocupa\u00e7\u00e3o sobre os impactos potenciais de um derramamento na costa amaz\u00f4nica, destacando a import\u00e2ncia da biodiversidade marinha para sua subsist\u00eancia e renda.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-left\">A luta pela prote\u00e7\u00e3o dos oceanos continua<\/h3>\n\n<p class=\"has-text-align-left\">\u00c9 fundamental promover uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica justa, que abandone a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e invista em energias renov\u00e1veis. Para que possamos garantir um futuro seguro e saud\u00e1vel para o Nordeste, para a Amaz\u00f4nia, e para todo o Brasil, \u00e9 crucial que o governo brasileiro seja o protagonista na prote\u00e7\u00e3o dos nossos recursos naturais.<\/p>\n\n<p>Enquanto a comunidade costeira do Nordeste luta para se recuperar, hist\u00f3rias como as de Rodolfo e sua equipe volunt\u00e1ria se tornam fundamentais para que n\u00e3o esque\u00e7amos o que aconteceu e o que ainda precisa ser feito. A batalha pela prote\u00e7\u00e3o dos oceanos continua, e n\u00f3s, no Greenpeace, seguiremos firmes na defesa de um planeta mais justo e sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-left\">A sua participa\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial. Junte-se a n\u00f3s para exigir mudan\u00e7as reais, <a href=\"https:\/\/greenpeace.org\/brasil\/apoie\/petroleo-na-amazonia-nao\">assine a peti\u00e7\u00e3o <strong>#Petr\u00f3leoNaAmaz\u00f4niaN\u00e3o<\/strong><\/a><span id=\"docs-internal-guid-23d8ccf1-7fff-bed5-8b7a-5078e09f7913\"><div><span style=\"font-size: 13pt; font-family: Georama, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: 700; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline;\"><\/span><span style=\"font-size: 13pt; font-family: Georama, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline;\"><\/span><\/div><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em agosto de 2019, o litoral do Nordeste brasileiro foi palco de um dos maiores desastres ambientais j\u00e1 registrados na costa do pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"author":136,"featured_media":54273,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[5,64],"tags":[],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-54272","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-greenpeace","category-oceanos","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54272","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/136"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54272"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54272\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54280,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54272\/revisions\/54280"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54273"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54272"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54272"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54272"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=54272"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}