{"id":54851,"date":"2024-10-02T11:19:11","date_gmt":"2024-10-02T14:19:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=54851"},"modified":"2025-03-25T16:35:16","modified_gmt":"2025-03-25T19:35:16","slug":"pelo-segundo-ano-consecutivo-seca-extrema-ameaca-os-rios-e-populacoes-amazonidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/pelo-segundo-ano-consecutivo-seca-extrema-ameaca-os-rios-e-populacoes-amazonidas\/","title":{"rendered":"Pelo segundo ano consecutivo, seca extrema amea\u00e7a os rios e popula\u00e7\u00f5es amaz\u00f4nidas"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Agravada pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, a seca extrema na Regi\u00e3o Norte do Brasil impacta popula\u00e7\u00f5es vulnerabilizadas e exp\u00f5e a falta de a\u00e7\u00f5es de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica nas cidades<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/207f4f4f-gp0su2muj_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-54852\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/207f4f4f-gp0su2muj_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/207f4f4f-gp0su2muj_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/207f4f4f-gp0su2muj_low-res-800px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/207f4f4f-gp0su2muj_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Em setembro de 2024, o Greenpeace Brasil foi at\u00e9 a regi\u00e3o de Tef\u00e9 (AM) para documentar os impactos da seca extrema que atinge a regi\u00e3o. Na foto um dos trechos do Rio Solim\u00f5es. (\u00a9 Christian Braga \/ Greenpeace)<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Em <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/seca-na-amazonia-a-outra-face-dos-eventos-climaticos-extremos\/\">2023<\/a>, a Regi\u00e3o Norte do Brasil enfrentou secas severas que impactou a rotina de diversas popula\u00e7\u00f5es. Em 2024, pelo segundo ano consecutivo, a seca extrema afeta os estados do Amazonas, Acre, Rond\u00f4nia, Par\u00e1 e Tocantins e, especialmente, quilombolas, ind\u00edgenas, popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas, pescadores e pescadoras, popula\u00e7\u00f5es pretas e perif\u00e9ricas e tamb\u00e9m pequenos agricultores. \u00c9 in\u00e9dito ter duas secas dessa propor\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia. E no Brasil como um todo a propor\u00e7\u00e3o desta seca n\u00e3o era vista desde 1950.&nbsp; Os rios amaz\u00f4nicos conhecidos pelos seus encantos e dimens\u00f5es de perder a vista, t\u00eam se transformado em enormes bancos de areia formando um cen\u00e1rio desolador e preocupante.&nbsp;<\/p>\n\n<p>At\u00e9 agora, o Amazonas foi o estado mais afetado, com 98% do seu territ\u00f3rio em situa\u00e7\u00e3o de seca, incluindo \u00e1reas com seca extrema, o que levou \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.defesacivil.am.gov.br\/governador-wilson-lima-decreta-situacao-de-emergencia-para-62-municipios-do-amazonas\/\">declara\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia<\/a> em todos os munic\u00edpios. At\u00e9 os maioress rios como o Rio Solim\u00f5es e o Rio Negro atingiram n\u00edveis historicamente baixos, impactando a navega\u00e7\u00e3o e o abastecimento nas comunidades ribeirinhas. O Acre tamb\u00e9m registrou seca em todo o seu territ\u00f3rio, com n\u00edveis de gravidade crescentes. Rond\u00f4nia e Tocantins tamb\u00e9m enfrentam secas intensas, com todo o territ\u00f3rio afetado, causando uma crise de abastecimento de \u00e1gua e alimento. E recentemente, no Par\u00e1, o governador <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/pa\/para\/noticia\/2024\/09\/17\/incendios-e-seca-governo-decreta-situacao-de-emergencia-ambiental-no-para.ghtml\">decretou<\/a> situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia ambiental em raz\u00e3o do aumento do n\u00famero de inc\u00eandios e da estiagem que afeta v\u00e1rias regi\u00f5es do estado.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Causas<\/strong><\/p>\n\n<p>Alguns cientistas e \u00f3rg\u00e3os governamentais j\u00e1 afirmam que a atual seca \u00e9 ainda maior do que a registrada no ano passado. As secas extremas que estamos testemunhando s\u00e3o efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, agravadas pelo El Ni\u00f1o, que ganhou for\u00e7a em um ambiente que j\u00e1 est\u00e1 mais quente e se estendeu at\u00e9 o primeiro semestre deste ano.&nbsp;<\/p>\n\n<p>No Brasil, os eventos clim\u00e1ticos extremos t\u00eam se agravado em frequ\u00eancia, intensidade e abrang\u00eancia. E as principais atividades que contribuem para isso s\u00e3o o desmatamento e as queimadas ilegais. A combina\u00e7\u00e3o perigosa entre queimadas e fuma\u00e7a nessas localidades torna a situa\u00e7\u00e3o ainda mais alarmante. Al\u00e9m disso, a baixa forma\u00e7\u00e3o de gelo nos Andes tropicais impacta o ciclo de inunda\u00e7\u00e3o dos rios, j\u00e1 que seu degelo \u00e9 fundamental para esse processo na bacia do Rio Solim\u00f5es, por exemplo.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/8591b374-mapa-estacoes-monitoradas-768x1024.png\" alt=\"O mapa mostra a localiza\u00e7\u00e3o de algumas das esta\u00e7\u00f5es de medi\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do rio na bacia do rio Amazonas nos estados do Acre, Amazonas, Rond\u00f4nia, Par\u00e1 e Roraima. Mostra tamb\u00e9m a situa\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do rio em cada esta\u00e7\u00e3o, se atingiu a m\u00ednima hist\u00f3rica, se est\u00e1 abaixo da normalidade ou se est\u00e1 normal para o per\u00edodo. Nas esta\u00e7\u00f5es mais a oeste do rio Solim\u00f5es e seus afluentes j\u00e1 foram atingidos as m\u00ednimas hist\u00f3ricas. Percorrendo o Solim\u00f5es na dire\u00e7\u00e3o do seu fluxo as esta\u00e7\u00f5es est\u00e3o abaixo da normalidade para o per\u00edodo. Notando que a seca segue essa distribui\u00e7\u00e3o espacial e temporal, ela atinge as regi\u00f5es mais a sudoeste primeiro e vai se agravando na dire\u00e7\u00e3o leste ao longo do tempo. No rio Negro observa-se tamb\u00e9m as esta\u00e7\u00f5es com n\u00edveis abaixo da normalidade. Os afluentes da margem sul do rio Amazonas no Par\u00e1 tamb\u00e9m j\u00e1 atingiram as m\u00ednimas hist\u00f3ricas.\" class=\"wp-image-54853\" style=\"width:736px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/8591b374-mapa-estacoes-monitoradas-768x1024.png 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/8591b374-mapa-estacoes-monitoradas-225x300.png 225w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/8591b374-mapa-estacoes-monitoradas-1152x1536.png 1152w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/8591b374-mapa-estacoes-monitoradas-1025x1366.png 1025w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/8591b374-mapa-estacoes-monitoradas-255x340.png 255w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/8591b374-mapa-estacoes-monitoradas.png 1440w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mapa ilustrativo com as esta\u00e7\u00f5es de monitoramento do n\u00edvel dos rios amaz\u00f4nicos, elaborado pelo Greenpeace Brasil com base nos dados disponibilizados em setembro de 2024.<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Quem acaba pagando a conta?<\/strong><\/p>\n\n<p>Costuma-se dizer que os rios s\u00e3o as rodovias da Amaz\u00f4nia. Eles s\u00e3o fonte de \u00e1gua, de alimento, meios de transporte e de vida. Ent\u00e3o, quando os rios secam de forma extrema, as pessoas ficam isoladas, sem acesso a comida e \u00e1gua, a atendimento m\u00e9dico, a escolas e at\u00e9 mesmo a suas fam\u00edlias. As secas impactam inclusive no exerc\u00edcio da democracia. Nestas elei\u00e7\u00f5es municipais de 2024, em torno de 100 mil fam\u00edlias n\u00e3o poder\u00e3o votar por falta de acesso \u00e0s suas zonas eleitorais.<\/p>\n\n<p>As popula\u00e7\u00f5es vulnerabilizadas (quilombolas, ind\u00edgenas, popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas, pescadores e pescadoras, popula\u00e7\u00f5es pretas e perif\u00e9ricas e tamb\u00e9m pequenos agricultores) s\u00e3o as primeiras a sofrer as consequ\u00eancias da seca e estiagens dos rios no norte do pa\u00eds e as mais afetadas pelos eventos clim\u00e1ticos extremos, mas s\u00e3o justamente as que menos contribu\u00edram para essa emerg\u00eancia clim\u00e1tica e que menos recebem apoio. Por outro lado, s\u00e3o estas mesmas popula\u00e7\u00f5es que est\u00e3o na frente quando se trata de solu\u00e7\u00f5es por meio de tecnologias sociais para enfrentar a crise clim\u00e1tica.&nbsp;<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/79fa587a-gp0su2mue_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-54854\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/79fa587a-gp0su2mue_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/79fa587a-gp0su2mue_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/79fa587a-gp0su2mue_low-res-800px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2024\/10\/79fa587a-gp0su2mue_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A seca impactou a locomo\u00e7\u00e3o de milhares de pessoas de comunidades tradicionais, como ribeirinhos. Agora eles precisam utilizar motos, na maioria das vezes, para se deslocarem entre localidades e trechos secos, gerando aumento de gastos na renda familiar. (\u00a9 Christian Braga \/ Greenpeace)<div class=\"credit icon-left\"> Foto: \u00a9 Christian Braga \/ Greenpeace.<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>De quem \u00e9 a responsabilidade diante dos impactos dos eventos clim\u00e1ticos extremos?<\/strong><\/p>\n\n<p>O governo federal tem sua responsabilidade perante os impactos dos eventos extremos na vida das popula\u00e7\u00f5es, tanto dos desastres das chuvas como o que vimos neste ano no Rio Grande do Sul, como das secas e estiagens que agora atingem o norte do pa\u00eds. Apesar de possuir instrumentos normativos de planejamento previstos no <a href=\"https:\/\/antigo.mma.gov.br\/clima\/politica-nacional-sobre-mudanca-do-clima\/plano-nacional-sobre-mudanca-do-clima.html\">Plano Nacional Sobre Mudan\u00e7a do Clima<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mma\/pt-br\/assuntos\/mudanca-do-clima\/plano-nacional-de-adaptacao\">Plano Nacional de Adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 Mudan\u00e7a do Clima<\/a>, a execu\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es n\u00e3o t\u00eam sido efetivas e c\u00e9leres. Em outro plano, o governo federal continua apostando na produ\u00e7\u00e3o de energia de combust\u00edveis f\u00f3sseis, investindo em termel\u00e9tricas, mesmo que a produ\u00e7\u00e3o resulte em altos custos para os cofres p\u00fablicos e num impacto ambiental ainda maior.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Al\u00e9m disso, os governos estaduais n\u00e3o t\u00eam dado a devida import\u00e2ncia para as previsibilidades dos \u00f3rg\u00e3os de monitoramento da seca e estiagens e n\u00e3o tem garantido para a popula\u00e7\u00e3o a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o, somente a\u00e7\u00f5es de resposta emergencial e ajuda humanit\u00e1ria no momento mais agudo do desastre. Mas onde est\u00e3o as pol\u00edticas e os recursos necess\u00e1rios para atua\u00e7\u00e3o em m\u00e9dio e longo prazo, sabendo que muitos dos epis\u00f3dios de seca, estiagem, fuma\u00e7a e queimada j\u00e1 s\u00e3o previstos? Os eventos clim\u00e1ticos extremos est\u00e3o se tornando cada vez mais intensos e frequentes, as autoridades n\u00e3o podem esperar os desastres acontecerem para tomar as medidas necess\u00e1rias para atender as cidades e popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n<p>Esse ano, uma equipe do Greenpeace Brasil voltou ao munic\u00edpio de Tef\u00e9 (AM) para ouvir as popula\u00e7\u00f5es impactadas, de novo, pela seca extrema que chegou mais cedo. Em breve, voc\u00ea poder\u00e1 acompanhar as hist\u00f3rias contadas diante de mais um evento extremo. <strong>Enquanto isso, temos um chamado a voc\u00ea! <\/strong>\u00c9 urgente que os governos e legisladores tenham planos de adapta\u00e7\u00e3o aos eventos clim\u00e1ticos extremos, elaborados e implementados, que possam zelar pela vida das popula\u00e7\u00f5es. Em especial, das popula\u00e7\u00f5es vulnerabilizadas, mais expostas aos impactos dos eventos extremos causados pela crise clim\u00e1tica.&nbsp;<\/p>\n\n<p>No estado do Amazonas, j\u00e1 existe uma lei (6.528\/23) com diretrizes para cria\u00e7\u00e3o de planos de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas para apoiar os munic\u00edpios no enfrentamento da crise do clima. Ela foi, inclusive, sancionada pelo governador Wilson Lima (Uni\u00e3o Brasil) e deveria ter sido implementada at\u00e9 o dia 20 de junho de 2024. Mas a lei segue s\u00f3 no papel. \u00c9 atribui\u00e7\u00e3o do governo do estado elaborar os planos de adapta\u00e7\u00e3o e destinar dinheiro para que as medidas sejam implementadas pelas cidades e, isso se traduz em prepar\u00e1-las. Assim, elas podem se preparar para enfrentar os eventos clim\u00e1ticos extremos. <strong>N\u00e3o tem como falar em crise do clima sem falar de justi\u00e7a social!<\/strong><\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button is-style-cta\"><a class=\"wp-block-button__link has-action-yellow-color has-grey-900-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/crise-ambiental-climatica\/?utm_source=tiktok&amp;utm_medium=social&amp;utm_campaign=florestas&amp;utm_content=en_20240925_lnkbio\"><strong>PRECISAMOS ENFRENTAR O CAOS CLIM\u00c1TICO!<\/strong> ASSINE AGORA.<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Agravada pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, a seca extrema na Regi\u00e3o Norte do Brasil impacta popula\u00e7\u00f5es vulnerabilizadas e exp\u00f5e a falta de a\u00e7\u00f5es de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica nas cidades<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":54852,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49,1],"tags":[],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-54851","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","category-sem-categoria","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54851","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54851"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54851\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54859,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54851\/revisions\/54859"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54852"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54851"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54851"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54851"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=54851"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}