{"id":56441,"date":"2025-03-07T17:00:26","date_gmt":"2025-03-07T20:00:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=56441"},"modified":"2025-03-20T10:08:40","modified_gmt":"2025-03-20T13:08:40","slug":"elas-ainda-estao-aqui","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/elas-ainda-estao-aqui\/","title":{"rendered":"Elas ainda est\u00e3o aqui"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"735\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/b0925646-ad_4nxc71hzeyhepyjmql9tdzzj25moe-qwxxaykdsuuucyheb21qskr1c3mogp8d77-zpkmtbxrs8fah-agc_m7jthcb_v8zcbriijm04wqsyltgoqnwmktreor8pinc8l94pklsi0d4a.jpg\" alt=\"Mulheres ind\u00edgenas no Acampamento Terra Livre de 2024.\" class=\"wp-image-56474\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/b0925646-ad_4nxc71hzeyhepyjmql9tdzzj25moe-qwxxaykdsuuucyheb21qskr1c3mogp8d77-zpkmtbxrs8fah-agc_m7jthcb_v8zcbriijm04wqsyltgoqnwmktreor8pinc8l94pklsi0d4a.jpg 1200w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/b0925646-ad_4nxc71hzeyhepyjmql9tdzzj25moe-qwxxaykdsuuucyheb21qskr1c3mogp8d77-zpkmtbxrs8fah-agc_m7jthcb_v8zcbriijm04wqsyltgoqnwmktreor8pinc8l94pklsi0d4a-300x184.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/b0925646-ad_4nxc71hzeyhepyjmql9tdzzj25moe-qwxxaykdsuuucyheb21qskr1c3mogp8d77-zpkmtbxrs8fah-agc_m7jthcb_v8zcbriijm04wqsyltgoqnwmktreor8pinc8l94pklsi0d4a-1024x627.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/b0925646-ad_4nxc71hzeyhepyjmql9tdzzj25moe-qwxxaykdsuuucyheb21qskr1c3mogp8d77-zpkmtbxrs8fah-agc_m7jthcb_v8zcbriijm04wqsyltgoqnwmktreor8pinc8l94pklsi0d4a-768x470.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/b0925646-ad_4nxc71hzeyhepyjmql9tdzzj25moe-qwxxaykdsuuucyheb21qskr1c3mogp8d77-zpkmtbxrs8fah-agc_m7jthcb_v8zcbriijm04wqsyltgoqnwmktreor8pinc8l94pklsi0d4a-510x312.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00a9 Edgar Kanayk\u00f5 \/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Mulheres ind\u00edgenas, ribeirinhas e quilombolas s\u00e3o invisibilizadas e t\u00eam acesso limitado, ou at\u00e9 inexistente, a servi\u00e7os b\u00e1sicos de sa\u00fade.<\/em><\/p>\n\n<p>Ser uma mulher em um pa\u00eds com a <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/tv\/553531-brasil-tem-a-quinta-maior-taxa-de-feminicidio-no-mundo\/#:~:text=O%20Brasil%20tem%20a%20quinta,mulher%20como%20posse%20do%20companheiro.\">quinta maior taxa de feminic\u00eddio no mundo<\/a> \u00e9 um grande desafio. Mas, para as mulheres ind\u00edgenas e de comunidades tradicionais brasileiras, \u00e9 ainda pior.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Em novembro do ano passado, estivemos em 5 regi\u00f5es do Amap\u00e1 que ser\u00e3o afetadas caso a licen\u00e7a de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na regi\u00e3o da Foz do Amazonas seja liberada pelo Ibama. A explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo nesta \u00e1rea apresenta riscos graves de <strong>contamina\u00e7\u00e3o por derramamento de \u00f3leo<\/strong> e <strong>polui\u00e7\u00e3o qu\u00edmica<\/strong>, que podem comprometer ecossistemas cr\u00edticos. A atividade de perfura\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode alterar as correntes marinhas e a qualidade da \u00e1gua, prejudicando diretamente a fauna marinha e as comunidades costeiras que dependem da pesca para sua subsist\u00eancia.<\/p>\n\n<p>Essas mulheres comunit\u00e1rias, que j\u00e1 sofrem as consequ\u00eancias da crise clim\u00e1tica e habitam regi\u00f5es que n\u00e3o possuem saneamento b\u00e1sico ou coleta de lixo, vivem e adaptam suas vidas a contextos de vulnerabilidade.<\/p>\n\n<p>Na comunidade ribeirinha de Arraiol do Bailique, Amap\u00e1, <strong><mark class=\"has-inline-color has-green-800-color\">mais de 3.500 mulheres vivem sem acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel e sofrem com a saliniza\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do rio,<\/mark><\/strong> que vem impedindo-as de plantar frutas e verduras em suas terras, al\u00e9m de mudar toda a din\u00e2mica das \u00e1guas e os pescados da regi\u00e3o.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cCom a \u00e1gua salgada muda os peixes, muda o jeito de pescar, muda muita coisa, porque at\u00e9 o tipo de peixe que est\u00e1vamos acostumados a pegar vai mudando, hoje a gente n\u00e3o consegue quase nada.\u201d<strong> \u2014 <\/strong>Joselene Ferreira, comunit\u00e1ria do Arraiol do Bailique.&nbsp;<\/h3>\n\n<p>&nbsp;A \u00e1gua pot\u00e1vel \u00e9 escassa, e nos \u00faltimos meses, apenas 1 gal\u00e3o de 20 litros de \u00e1gua por fam\u00edlia foi disponibilizado.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Um <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/sausoc\/a\/bpGG5WYHpqhGZXzHT8n7XRq\/?format=pdf&amp;lang=pt\">estudo realizado com 139 mulheres quilombolas de oito comunidades do Rio Trombetas<\/a>, em Oriximin\u00e1 (PA), mostrou um cen\u00e1rio de vulnerabilidade cr\u00edtica na sa\u00fade. <strong><mark class=\"has-inline-color has-green-800-color\">Nenhuma das comunidades possu\u00eda uma Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade (UBS) e, sem acesso regular a servi\u00e7os m\u00e9dicos, 58% das mulheres recorriam a rem\u00e9dios caseiros, enquanto apenas 5,0% utilizavam farm\u00e1cias.<\/mark><\/strong><\/p>\n\n<p>Outro fator cr\u00edtico \u00e9 o impacto da minera\u00e7\u00e3o na sa\u00fade das quilombolas. A polui\u00e7\u00e3o do Rio Trombetas e do Igarap\u00e9 \u00c1gua Fria \u00e9 associada a problemas de pele e respirat\u00f3rios. A falta de servi\u00e7os de sa\u00fade e os impactos ambientais da minera\u00e7\u00e3o exp\u00f5em as mulheres quilombolas a condi\u00e7\u00f5es que agravam sua vulnerabilidade, dificultando o diagn\u00f3stico e o tratamento de doen\u00e7as e refor\u00e7ando desigualdades na regi\u00e3o.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/4dfbc9f6-gp0stvyn7_medium-res-with-credit-line-1200px-1024x683.jpg\" alt=\"Ativistas do Greenpeace Brasil e lideran\u00e7as ind\u00edgenas realizam uma manifesta\u00e7\u00e3o pac\u00edfica em frente \u00e0 f\u00e1brica da Hyundai, em Itatiaia, Rio de Janeiro, se posicionando junto a um bal\u00e3o infl\u00e1vel simulando uma m\u00e1quina escavadeira e segurando as mensagens \u201cAmaz\u00f4nia Livre de Garimpo\u201d, \u201cParem as M\u00e1quinas\u201d e \u201cFora Garimpo\u201d. Elementos cenogr\u00e1ficos como lama, sangue e barras de ouro tamb\u00e9m foram utilizados para lembrar os danos e preju\u00edzos causados pelas m\u00e1quinas escavadeiras usadas nas Terras Ind\u00edgenas Kayap\u00f3, Munduruku e Yanomami.\" class=\"wp-image-56478\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/4dfbc9f6-gp0stvyn7_medium-res-with-credit-line-1200px-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/4dfbc9f6-gp0stvyn7_medium-res-with-credit-line-1200px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/4dfbc9f6-gp0stvyn7_medium-res-with-credit-line-1200px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/4dfbc9f6-gp0stvyn7_medium-res-with-credit-line-1200px-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/4dfbc9f6-gp0stvyn7_medium-res-with-credit-line-1200px.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00a9 Tuane Fernandes \/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A falta de acesso \u00e0 sa\u00fade b\u00e1sica e as consequ\u00eancias do garimpo ilegal<\/strong><\/h2>\n\n<p>A crise na sa\u00fade das mulheres ind\u00edgenas \u00e9 um reflexo de neglig\u00eancia e da a\u00e7\u00e3o destrutiva do garimpo ilegal. Estudos da Fiocruz revelam dados alarmantes: <strong><mark class=\"has-inline-color has-green-800-color\">cerca de 50% das mulheres ind\u00edgenas sofrem de anemia grave, chegando a 66% na Regi\u00e3o Norte.&nbsp;<\/mark><\/strong><\/p>\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/cidacs.bahia.fiocruz.br\/2023\/09\/21\/pesquisa-indigenas-morrem-80-mais-de-cancer-de-colo-de-utero-e-mulheres-pretas-morrem-10-mais-de-cancer-de-mama\/\">mortalidade por c\u00e2ncer de colo de \u00fatero \u00e9 80% maior entre elas<\/a> do que em outras popula\u00e7\u00f5es de baixa renda, resultado da falta de acesso a exames preventivos e tratamento adequado.&nbsp;<\/p>\n\n<p>O garimpo ilegal avan\u00e7a impiedosamente sobre as Terras Ind\u00edgenas, destruindo territ\u00f3rios e envenenando corpos. O impacto \u00e9 devastador: contamina\u00e7\u00e3o por merc\u00fario, aumento da viol\u00eancia e destrui\u00e7\u00e3o dos modos de vida ancestrais. Pesquisas da Fiocruz mostram que mulheres e crian\u00e7as s\u00e3o as mais afetadas pela contamina\u00e7\u00e3o: <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2024\/07\/contaminacao-por-mercurio-afeta-saude-de-mulheres-e-criancas-munduruku.shtml\">em aldeias do Tapaj\u00f3s<\/a>, n\u00edveis de merc\u00fario foram encontrados at\u00e9 duas vezes acima do limite seguro da OMS.<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rr\/roraima\/noticia\/2024\/04\/05\/mulheres-yanomami-que-vivem-proximas-a-garimpo-tem-maior-deficit-cognitivo-por-contaminacao-com-mercurio-aponta-estudo.ghtml\"> <\/a><mark class=\"has-inline-color has-green-800-color\"><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rr\/roraima\/noticia\/2024\/04\/05\/mulheres-yanomami-que-vivem-proximas-a-garimpo-tem-maior-deficit-cognitivo-por-contaminacao-com-mercurio-aponta-estudo.ghtml\">Entre as mulheres Yanomami<\/a>,<strong> 40,2% apresentaram danos cognitivos graves devido \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o ao metal pesado.\u00a0<\/strong><\/mark><\/p>\n\n<p>Na Terra Ind\u00edgena Yanomami, mulheres como Ehuana Yaira, <a href=\"https:\/\/sumauma.com\/as-mulheres-gigantes-de-ehuana-yanomami\/\">se mobilizam para proteger<\/a> seus territ\u00f3rios da contamina\u00e7\u00e3o por merc\u00fario, exigindo o fim do garimpo e a responsabiliza\u00e7\u00e3o dos culpados. As Munduruku, aqui lembradas na figura das lideran\u00e7as Alessandra Korap e Maria Leusa, <a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2022\/04\/20\/garimpo-em-terras-indigenas-eu-nao-vou-parar-diz-alessandra-korap-munduruku-lideranca-indigena-ameacada-por-denunciar-mineracao-ilegal\/\">seguem fortalecendo suas comunidades<\/a> atrav\u00e9s da educa\u00e7\u00e3o e do ativismo contra a libera\u00e7\u00e3o de minera\u00e7\u00e3o em Terras Ind\u00edgenas, garantindo que seus saberes ancestrais e seus territ\u00f3rios n\u00e3o sejam dizimados.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8220;A gente \u00e9 uma sementinha, que cresce cada vez mais. N\u00f3s somos um projeto de vida, de caciques e de mulheres que querem construir o futuro para seus filhos junto com a floresta e os animais\u201d<\/strong> &#8211; Alessandra Korap Munduruku<\/h3>\n\n<p>Neste Dia Internacional de Luta da Mulher, temos um chamado \u00e0 a\u00e7\u00e3o: solidariedade com as mulheres ind\u00edgenas e comunit\u00e1rias se demonstra na defesa de seus territ\u00f3rios, no apoio \u00e0s suas lutas e vozes. Mais do que nunca, \u00e9 tempo de somar for\u00e7as e exigir justi\u00e7a para aquelas que seguram o c\u00e9u, sustentam a vida e resistem h\u00e1 s\u00e9culos contra a destrui\u00e7\u00e3o da terra.<\/p>\n\n<p>A hist\u00f3ria de resist\u00eancia dessas mulheres ind\u00edgenas se conecta \u00e0 trajet\u00f3ria de Eunice Paiva, conhecida internacionalmente atrav\u00e9s do filme <em>Ainda Estou Aqui<\/em>. Assim como as mulheres ind\u00edgenas que seguem firmes em seus territ\u00f3rios, enfrentando amea\u00e7as di\u00e1rias e lutando por seus direitos, Eunice transformou a dor de uma perda na ditadura militar, em for\u00e7a para lutar pelos direitos humanos e defender os povos ind\u00edgenas.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Sua luta como advogada e indigenista reflete a coragem das mulheres que, em meio \u00e0 viol\u00eancia e ao descaso, seguem resistindo para garantir um futuro digno para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es. Como Eunice, essas mulheres mostram que resistir \u00e9 um ato de amor, coragem e revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulheres ind\u00edgenas, ribeirinhas e quilombolas s\u00e3o invisibilizadas e t\u00eam acesso limitado, ou at\u00e9 inexistente, a servi\u00e7os b\u00e1sicos de sa\u00fade.<\/p>\n","protected":false},"author":136,"featured_media":56442,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[64,68],"tags":[60,45,27,43],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-56441","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-oceanos","category-povos-e-territorios","tag-garimpo","tag-mineracao","tag-oceanos","tag-povos-e-territorios","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56441","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/136"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56441"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56441\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56565,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56441\/revisions\/56565"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56442"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56441"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56441"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56441"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=56441"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}