{"id":56519,"date":"2025-03-13T10:28:34","date_gmt":"2025-03-13T13:28:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=56519"},"modified":"2025-07-02T04:19:56","modified_gmt":"2025-07-02T07:19:56","slug":"no-podcast-do-greenpeace-systemshift-jovens-vozes-do-ativismo-climatico-falam-de-solucoes-para-enfrentar-a-crise-do-clima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/no-podcast-do-greenpeace-systemshift-jovens-vozes-do-ativismo-climatico-falam-de-solucoes-para-enfrentar-a-crise-do-clima\/","title":{"rendered":"No podcast do Greenpeace &#8220;SystemShift&#8221;, jovens ativistas brasileiros falam de solu\u00e7\u00f5es para enfrentar a crise do clima"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Impactos desiguais e como comunidades vulnerabilizadas se organizam para resistir aos eventos extremos e cobrar mudan\u00e7as s\u00e3o temas de dois epis\u00f3dios<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/c81977f7-thumbnail-brasil-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-56520\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/c81977f7-thumbnail-brasil-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/c81977f7-thumbnail-brasil-300x169.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/c81977f7-thumbnail-brasil-768x432.png 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/c81977f7-thumbnail-brasil-1536x864.png 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/c81977f7-thumbnail-brasil-510x287.png 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/03\/c81977f7-thumbnail-brasil.png 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n<p>Como podemos transformar um mundo que serve \u00e0 economia em uma economia que serve \u00e0s pessoas e ao planeta? Essa \u00e9 a quest\u00e3o central que conduz os epis\u00f3dios do podcast do Greenpeace Internacional, <em>SystemShift<\/em> \u2013 em portugu\u00eas, <em>Mudan\u00e7a de Sistema<\/em>.<\/p>\n\n<p>A crise clim\u00e1tica n\u00e3o afeta a todos da mesma forma. Grupos historicamente marginalizados enfrentam os impactos mais severos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Ou seja, aqueles que menos contribu\u00edram para essa crise s\u00e3o os mais atingidos, enquanto os maiores respons\u00e1veis sofrem menos consequ\u00eancias e t\u00eam mais recursos para se proteger e tamb\u00e9m se recuperar.<\/p>\n\n<p>A desigualdade nos impactos e a for\u00e7a dos movimentos que nascem da uni\u00e3o popular foram temas de dois epis\u00f3dios do podcast, que contaram com a participa\u00e7\u00e3o dos jovens ativistas brasileiros <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/souamandacosta\/\">Amanda Costa<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/omateuso\/\">Mateus Fernandes<\/a>, moradores de territ\u00f3rios perif\u00e9ricos da cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center has-beige-100-color has-dark-green-800-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-8a2565ec6367effecd96c1041e99e93d\">\u201cNo Brasil, as comunidades mais vulner\u00e1veis, como as favelas, s\u00e3o as que menos poluem. Mas s\u00e3o elas que pagam o pre\u00e7o, literalmente, com suas vidas\u201d, destaca Mateus Fernandes.<\/p>\n\n<p>Diante do abandono hist\u00f3rico por parte do poder p\u00fablico, essas comunidades muitas vezes precisam agir por conta pr\u00f3pria para promover mudan\u00e7as reais e garantir sua sobreviv\u00eancia. Hoje, em algumas regi\u00f5es, essa mobiliza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se articula para cobrar das autoridades medidas concretas para prevenir trag\u00e9dias clim\u00e1ticas, adaptar as cidades e proteger as popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis \u2013 assegurando, ainda, que seus conhecimentos sobre o territ\u00f3rio sejam reconhecidos e incorporados na constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n\n<p><strong>N\u00e3o h\u00e1 outra op\u00e7\u00e3o sen\u00e3o agir<\/strong><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Climate Adaptation: Does the Colour of Your Skin Make You More Vulnerable to Climate Change?\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-7b-ys862Y8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">&#8220;N\u00e3o \u00e9 justo que a gente pague uma conta que n\u00e3o \u00e9 nossa&#8221;<\/h3>\n\n<p>No epis\u00f3dio <strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=-7b-ys862Y8\">Adapta\u00e7\u00e3o Clim\u00e1tica: A cor da sua pele torna voc\u00ea mais vulner\u00e1vel \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/a> <\/strong>(legendado em portugu\u00eas), Mateus Fernandes, ativista clim\u00e1tico, comunicador e cria de Guarulhos, na Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo, conta&nbsp; sobre a experi\u00eancia do bairro onde vive, onde o abandono do poder p\u00fablico n\u00e3o deu outra alternativa aos moradores a n\u00e3o ser se unir e implementar suas pr\u00f3prias ferramentas para garantir a defesa da vida frente \u00e0s consequ\u00eancias dos eventos extremos. Sem deixar de lado a cobran\u00e7a do poder p\u00fablico.<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center has-beige-100-color has-dark-green-800-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-9fc08cba3f008e7b6306c380701fca7a\">\u201cUm exemplo pr\u00e1tico que estamos realizando na comunidade \u00e9 o mapeamento de risco\u201d, conta Mateus. \u201cCom o ver\u00e3o e as chuvas chegando, formamos grupos para identificar \u00e1reas vulner\u00e1veis a enchentes e deslizamentos. Isso nos ajuda a elaborar um plano de evacua\u00e7\u00e3o e buscar rotas seguras para abrigos em caso de emerg\u00eancia. Informa\u00e7\u00e3o salva vidas.\u201d<\/p>\n\n<p>Com o avan\u00e7o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e o aprofundamento das desigualdades, mais da metade das pessoas que vivem nas cidades se sentem inseguras diante de eventos clim\u00e1ticos extremos, segundo <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/10\/1eee45cc-230247_greenpeace_justica_urbana_28_09.pdf\">pesquisa do Greenpeace Brasil<\/a>, com dados coletados em todo o territ\u00f3rio nacional pelo IPEC (Intelig\u00eancia em Pesquisa e Consultoria Estrat\u00e9gica), em 2023.&nbsp;<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que precisa ser feito?<\/strong><\/h3>\n\n<p>Al\u00e9m de prevenir trag\u00e9dias clim\u00e1ticas, as cidades precisam ser adaptadas. E, \u00e0 medida que a mudan\u00e7a clim\u00e1tica se intensifica, a participa\u00e7\u00e3o ativa das comunidades marginalizadas na constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica torna-se ainda mais essencial. Por isso, a mobiliza\u00e7\u00e3o social tamb\u00e9m \u00e9 fundamental para cobrar das autoridades solu\u00e7\u00f5es concretas constru\u00eddas e implementadas junto com quem \u00e9 mais impactado.<\/p>\n\n<p>De acordo com dados do <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/censo-2022\/\">Censo Demogr\u00e1fico de 2022<\/a> , nas favelas brasileiras, <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/cotidiano\/2024\/11\/jovens-negros-sao-populacao-predominante-nas-favelas-mostra-censo.shtml\">73% da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 negra<\/a>, e \u00e9 importante falar n\u00e3o s\u00f3 sobre o fato de serem essas as pessoas mais impactadas, como ressaltar seus territ\u00f3rios como espa\u00e7os de resist\u00eancia e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>L\u00edderes comunit\u00e1rios e coletivos de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds j\u00e1 est\u00e3o liderando processos de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Are Urban Communities a Remedy for Loneliness? - SystemShift Podcast S3: Episode 2\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BReHJS7oZg0?start=98&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n<p>No epis\u00f3dio<strong> <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?app=desktop&amp;v=BReHJS7oZg0&amp;t=98s\">Voc\u00ea j\u00e1 se sentiu sozinho ou sem esperan\u00e7a? Experimente as Comunidades Urbanas<\/a> <\/strong>(tamb\u00e9m legendado em portugu\u00eas), que contou com a participa\u00e7\u00e3o de Amanda Costa, ativista clim\u00e1tica, fundadora do Instituto Perifa Sustent\u00e1vel e moradora do bairro da Brasil\u00e2ndia, zona norte de S\u00e3o Paulo, a ativista explica como essas a\u00e7\u00f5es protagonizadas por comunidades urbanas est\u00e3o diretamente ligadas \u00e0 luta clim\u00e1tica. Segundo ela, unir-se a pessoas que compartilham valores e objetivos comuns pode ser um caminho para superar a desesperan\u00e7a. S\u00f3 que para isso, \u00e9 preciso conectar a quest\u00e3o clim\u00e1tica com o cotidiano das pessoas.&nbsp;<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-dark-green-800-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-820edb9f1879d5861b63bd14d61168a8\">\u201cEu tive o m\u00ednimo de condi\u00e7\u00f5es para investir na minha educa\u00e7\u00e3o, o que \u00e9 uma realidade \u00e0 parte da maioria onde vivo. E eu percebi que precisava criar pontes entre a quest\u00e3o clim\u00e1tica e o que a minha comunidade estava vivendo. Ent\u00e3o comecei a conversar com meus vizinhos para fazer essas conex\u00f5es. Percebi que fal\u00e1vamos sobre a mesma coisa, s\u00f3 que usando palavras diferentes\u201d, relata Amanda Costa.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Por meio da organiza\u00e7\u00e3o coletiva, moradores defendem seu direito b\u00e1sico de permanecer e prosperar. Assim, constroem redes de solidariedade que permitem compartilhar conhecimento, recursos e apoio m\u00fatuo.<\/p>\n\n<p>Isso n\u00e3o significa romantizar a desigualdade, mas sim reconhecer a for\u00e7a e a experi\u00eancia vivida por milh\u00f5es de pessoas que transformam seus territ\u00f3rios juntas.<\/p>\n\n<p>Se 60% da popula\u00e7\u00e3o mundial viver\u00e1 em cidades at\u00e9 2030, <a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.undp.org\/blog\/five-years-taking-stock-new-urban-agenda&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1741874198052412&amp;usg=AOvVaw3o2OUmY788xMKdrL_-1jpW\">segundo a ONU<\/a>, n\u00e3o podemos deixar de destacar que com o avan\u00e7o da crise clim\u00e1tica, o agravamento da desigualdade tende a crescer. Cabe aos governos ouvir as pessoas mais impactadas e trabalhar em conjunto, implementando pol\u00edticas p\u00fablicas eficazes.<\/p>\n\n<p><strong>As cidades como problema e como solu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n<p>A hist\u00f3ria mostra que as cidades s\u00e3o o ber\u00e7o de grandes movimentos sociais, que come\u00e7am a partir da uni\u00e3o das pessoas, criando desde hortas comunit\u00e1rias e espa\u00e7os p\u00fablicos compartilhados at\u00e9 grandes mobiliza\u00e7\u00f5es por direitos, como os protestos por igualdade de g\u00eanero e a resist\u00eancia de comunidades perif\u00e9ricas a eventos clim\u00e1ticos extremos.<\/p>\n\n<p>E essa uni\u00e3o tem um poder transformador: cria um senso de prop\u00f3sito, fortalece redes de apoio e impulsiona mudan\u00e7as reais.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que voc\u00ea pode fazer para apoiar este movimento por justi\u00e7a clim\u00e1tica?<\/strong><\/h3>\n\n<p>Aqui est\u00e3o algumas a\u00e7\u00f5es concretas para se engajar na luta por justi\u00e7a clim\u00e1tica e social:<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ou\u00e7a os epis\u00f3dios do podcast SystemShift<\/strong> que inspiraram esta publica\u00e7\u00e3o!\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=-7b-ys862Y8\">Adapta\u00e7\u00e3o Clim\u00e1tica: A cor da sua pele torna voc\u00ea mais vulner\u00e1vel \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/a>, com Mateus Fernandes<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?app=desktop&amp;v=BReHJS7oZg0&amp;t=98s\">Voc\u00ea j\u00e1 se sentiu sozinho ou sem esperan\u00e7a? Experimente as Comunidades Urbanas<\/a>, com Amanda Costa.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/crise-ambiental-climatica\/\"><strong>Assine a peti\u00e7\u00e3o do Greenpeace Brasil<\/strong><\/a> para exigir que os governos tomem medidas decisivas de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Conecte-se com iniciativas locais<\/strong> \u2013 pesquise grupos sociais ou ambientais na sua comunidade.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Participe de eventos comunit\u00e1rios<\/strong> ou voluntarie-se em uma organiza\u00e7\u00e3o de sua escolha.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Engaje-se em atividades coletivas<\/strong> \u2013 protestos, audi\u00eancias p\u00fablicas e outras mobiliza\u00e7\u00f5es locais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Junte-se a espa\u00e7os de di\u00e1logo<\/strong>, como os <em>Climate Caf\u00e9s<\/em>, promovidos por organiza\u00e7\u00f5es como a <em>Climate Psychology Alliance<\/em> e a <em>Climate Mental Health Network<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n\n<p>Se nenhuma dessas op\u00e7\u00f5es parecer vi\u00e1vel para voc\u00ea agora, tente construir sua pr\u00f3pria rede comunit\u00e1ria no seu ritmo. Pequenos passos tamb\u00e9m fazem a diferen\u00e7a.<\/p>\n\n<p>Juntos, podemos construir cidades mais justas, resilientes e preparadas para enfrentar os desafios clim\u00e1ticos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impactos desiguais e como comunidades vulnerabilizadas se organizam para resistir aos eventos extremos e cobrar mudan\u00e7as s\u00e3o temas de dois epis\u00f3dios<\/p>\n","protected":false},"author":67,"featured_media":56520,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"GPBR Climate Adaptation","p4_local_project":"Crise ambiental clim\u00e1tica","p4_basket_name":"Climate &amp; Energy","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[71,48],"tags":[62,42,6],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-56519","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-eventos-extremos","category-justica-climatica","tag-adaptacao-climatica","tag-justica-climatica","tag-clima","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56519","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/67"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56519"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56519\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58460,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56519\/revisions\/58460"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56520"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56519"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56519"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56519"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=56519"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}