{"id":56657,"date":"2025-04-08T09:00:00","date_gmt":"2025-04-08T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=56657"},"modified":"2025-04-08T15:55:18","modified_gmt":"2025-04-08T18:55:18","slug":"ouro-toxico-greenpeace-mostra-deslocamento-do-garimpo-ilegal-e-falhas-no-comercio-global-do-ouro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/ouro-toxico-greenpeace-mostra-deslocamento-do-garimpo-ilegal-e-falhas-no-comercio-global-do-ouro\/","title":{"rendered":"Ouro T\u00f3xico: Greenpeace mostra deslocamento do garimpo ilegal e falhas no com\u00e9rcio global do ouro"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Enquanto a floresta \u00e9 destru\u00edda e os rios s\u00e3o contaminados por merc\u00fario, toneladas de ouro ilegal seguem para o mercado internacional sem fiscaliza\u00e7\u00e3o eficaz e devida dilig\u00eancia<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/ea3fa918-gp1ta6d2_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56658\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/ea3fa918-gp1ta6d2_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/ea3fa918-gp1ta6d2_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/ea3fa918-gp1ta6d2_low-res-800px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/ea3fa918-gp1ta6d2_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Garimpo ilegal avan\u00e7a na Terra Ind\u00edgena Sarar\u00e9 no Mato Grosso. Cr\u00e9dito: \u00a9 F\u00e1bio Bispo \/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>A Amaz\u00f4nia sofre enquanto garimpeiros ilegais destroem Terras Ind\u00edgenas, contaminam rios com merc\u00fario e violentam os direitos dos povos que nela habitam. No centro desse ecossistema de destrui\u00e7\u00e3o est\u00e1 a cobi\u00e7a pelo ouro, um metal precioso que atravessa as fronteiras brasileiras e entra na economia global sem uma regula\u00e7\u00e3o eficaz e devida dilig\u00eancia realizada pelos diversos pa\u00edses envolvidos nas opera\u00e7\u00f5es.<strong> <\/strong><\/p>\n\n<p><strong><mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color\">O novo relat\u00f3rio <em>\u201cOuro T\u00f3xico &#8211; Como a explora\u00e7\u00e3o ilegal de ouro na Amaz\u00f4nia alimenta a destrui\u00e7\u00e3o ambiental, as viola\u00e7\u00f5es dos direitos ind\u00edgenas e um com\u00e9rcio global obscuro\u201d,<\/em><\/mark> <\/strong>lan\u00e7ado pelo Greenpeace Brasil em parceria com o Greenpeace Alemanha, revela os impactos do garimpo ilegal e exp\u00f5e os respons\u00e1veis por alimentar essa cadeia de destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\" id=\"button-relatorio-ouro-toxico\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\" href=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/gpbr-public\/toxic-gold\/Greenpeace_Relato%CC%81rio_Ouro_To%CC%81xico.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Acesse aqui o relat\u00f3rio<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 2023 e 2024 o governo Lula, por meio de opera\u00e7\u00f5es de desintrus\u00e3o, seguran\u00e7a e monitoramento, buscou frear essa atividade criminosa. No entanto, os dados de monitoramento do Greenpeace Brasil mostram que, embora os n\u00fameros da atividade garimpeira tenham sido reduzidos em determinadas \u00e1reas, em outras ele aumentou substancialmente.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Na Terra Ind\u00edgena Yanomami, por exemplo, houve uma redu\u00e7\u00e3o de 7% da atividade nos \u00faltimos dois anos; na Munduruku, uma queda de 57%, e na Kayap\u00f3, de 31%. Mas, ao mesmo tempo, o garimpo explodiu na Terra Ind\u00edgena Sarar\u00e9, com um aumento de 93% no mesmo per\u00edodo. <strong><mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color\">O total de floresta destru\u00edda nesses quatro territ\u00f3rios entre 2023 e 2024 chegou a 4.219 hectares \u2013 uma \u00e1rea superior ao Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, e equivalente a quase 6 mil campos de futebol.<\/mark><\/strong><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"891\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/1a1eb900-map-gold-mining-in-indigenous-territory-port-1024x891.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56659\" style=\"width:702px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/1a1eb900-map-gold-mining-in-indigenous-territory-port-1024x891.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/1a1eb900-map-gold-mining-in-indigenous-territory-port-300x261.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/1a1eb900-map-gold-mining-in-indigenous-territory-port-768x669.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/1a1eb900-map-gold-mining-in-indigenous-territory-port-1536x1337.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/1a1eb900-map-gold-mining-in-indigenous-territory-port-2048x1783.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/1a1eb900-map-gold-mining-in-indigenous-territory-port-1569x1366.jpg 1569w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/1a1eb900-map-gold-mining-in-indigenous-territory-port-391x340.jpg 391w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mapa da localiza\u00e7\u00e3o dos Territ\u00f3rios Ind\u00edgenas monitorados pelo Greenpeace Brasil. Cr\u00e9dito: Departamento de Pesquisa\/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong><mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color\">&#8220;O que estamos vendo \u00e9 que quando o garimpo se torna invi\u00e1vel em um local, ele simplesmente se desloca para outro. Esse ouro que sai da Amaz\u00f4nia est\u00e1 manchado pelo sofrimento dos povos ind\u00edgenas e pela destrui\u00e7\u00e3o da floresta. N\u00e3o podemos permitir que o mercado continue tratando esse crime ambiental como um neg\u00f3cio leg\u00edtimo&#8221;<\/mark><\/strong>, alerta Jorge Eduardo Dantas, porta-voz da Frente de Povos Ind\u00edgenas do Greenpeace Brasil.<\/p>\n\n<p>O garimpo ilegal contribui para o desmatamento na Amaz\u00f4nia &#8211; ele destr\u00f3i n\u00e3o apenas a vegeta\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m polui os rios com merc\u00fario, uma subst\u00e2ncia t\u00f3xica utilizada na extra\u00e7\u00e3o do ouro, que contamina os peixes e adoece as popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas, ind\u00edgenas e urbanas.<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Com\u00e9rcio internacional e a cobi\u00e7a pelo ouro<\/strong><\/h2>\n\n<p>O relat\u00f3rio &#8220;Ouro T\u00f3xico&#8221; tamb\u00e9m revela discrep\u00e2ncias nos dados relacionados ao com\u00e9rcio internacional do metal. <mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color\"><strong>Em 2022, a Su\u00ed\u00e7a importou 67% a mais de ouro do que o Brasil declarou ter exportado. Em 2023, a diferen\u00e7a foi de 62%, totalizando quase 19 toneladas de ouro com origem duvidosa, nesses dois anos.<\/strong> <\/mark>Essas irregularidades indicam que uma grande parte do ouro ilegal extra\u00eddo na Amaz\u00f4nia est\u00e1 sendo lavada e legitimada no mercado global, sem transpar\u00eancia e responsabilidade.<\/p>\n\n<p>Os tr\u00eas principais destinos de exporta\u00e7\u00e3o do ouro brasileiro em 2024 foram Canad\u00e1, Su\u00ed\u00e7a e&nbsp; Reino Unido, centros globais de refino e com\u00e9rcio do metal. A Su\u00ed\u00e7a, respons\u00e1vel por refinar mais da metade do ouro importado pela Uni\u00e3o Europeia, recebeu 4,5 toneladas da Amaz\u00f4nia brasileira (23% do total exportado). Apesar de sua posi\u00e7\u00e3o de destaque, o pa\u00eds ignora a origem suspeita do ouro.Al\u00e9m disso, bancos centrais e investidores, que compram ouro como ativo financeiro, acabam financiando indiretamente a destrui\u00e7\u00e3o da maior floresta tropical do planeta.<\/p>\n\n<p><strong>Nos cofres internacionais<\/strong><\/p>\n\n<p>Os setores econ\u00f4micos que mais usam o ouro s\u00e3o os de joalheria e relojoaria, que respondem por metade da procura mundial pelo min\u00e9rio. <strong><mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color\">Os bancos centrais mundiais foram respons\u00e1veis pelo consumo de 1.045 toneladas em 2024, sendo que os Estados Unidos, a Alemanha, o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI), a It\u00e1lia e a Fran\u00e7a det\u00e9m as maiores reservas de ouro em seus cofres.&nbsp;<\/mark><\/strong>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>Historicamente, os bancos centrais t\u00eam acumulado ouro para garantir o valor do dinheiro em circula\u00e7\u00e3o. Em tempos de instabilidade causada por conflitos entre pa\u00edses e eventos clim\u00e1ticos extremos, os bancos centrais utilizam o ouro para armazenar valor a longo prazo, como prote\u00e7\u00e3o natural contra a infla\u00e7\u00e3o e para diversificar suas carteiras de investimento. Hoje, mais de 70 pa\u00edses se utilizam dessa pr\u00e1tica e t\u00eam planos de intensificar este uso, considerando que nos \u00faltimos anos o pre\u00e7o do ouro s\u00f3 aumenta no mercado internacional.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>Os bancos centrais det\u00eam atualmente em seus cofres mais de 35 mil toneladas de ouro, o equivalente a um quinto de todo o ouro j\u00e1 extra\u00eddo pela humanidade.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Exig\u00eancias para um futuro poss\u00edvel<\/strong><\/p>\n\n<p>O Greenpeace pede que as autoridades brasileiras e internacionais adotem medidas urgentes para interromper esse ciclo de destrui\u00e7\u00e3o. Entre as a\u00e7\u00f5es propostas no Relat\u00f3rio, est\u00e1 a cria\u00e7\u00e3o de um programa estrat\u00e9gico e integrado para combater o garimpo ilegal em Terras Ind\u00edgenas, garantindo uma abordagem eficiente e coordenada. Al\u00e9m disso, a presen\u00e7a permanente do Estado nas \u00e1reas afetadas pelo garimpo \u00e9 fundamental para impedir novas invas\u00f5es e proteger as comunidades locais.<\/p>\n\n<p>Outra medida importante \u00e9 a proibi\u00e7\u00e3o do uso de merc\u00fario na extra\u00e7\u00e3o de ouro. O Greenpeace tamb\u00e9m defende o suporte \u00e0s pessoas j\u00e1 expostas a esse metal pesado, garantindo tratamento adequado e a\u00e7\u00f5es para mitigar os danos \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica. Al\u00e9m disso, <strong><mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color\">\u00e9 necess\u00e1rio uma auditoria minuciosa em todas as Permiss\u00f5es de Lavra Garimpeira (PLG) ativas, identificando irregularidades e revogando autoriza\u00e7\u00f5es que contribuem para a expans\u00e3o do garimpo.<\/mark><\/strong> O ouro confiscado das atividades ilegais deve ser reutilizado para financiar a recupera\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas degradadas.<\/p>\n\n<p><strong>Respeitem a Amaz\u00f4nia!<\/strong><\/p>\n\n<p>No contexto da COP 30, que acontecer\u00e1 em novembro em Bel\u00e9m (PA), com a participa\u00e7\u00e3o de diversos pa\u00edses, faz-se necess\u00e1rio que as lideran\u00e7as globais assumam uma posi\u00e7\u00e3o clara contra o desmatamento e a viol\u00eancia na Amaz\u00f4nia. Para isso, elas devem cumprir suas promessas de zerar o desmatamento e refor\u00e7ar mecanismos que impe\u00e7am a destrui\u00e7\u00e3o da floresta. Tamb\u00e9m \u00e9 fundamental regular e cortar o financiamento de empresas envolvidas nesse processo, impedindo que o ouro ilegal continue a alimentar cadeias produtivas internacionais. Al\u00e9m disso, solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis lideradas por povos ind\u00edgenas e comunidades locais precisam ser apoiadas e fortalecidas, garantindo a prote\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia e seus habitantes.<\/p>\n\n<p>A Amaz\u00f4nia n\u00e3o pode esperar! O garimpo ilegal continua devastando a floresta, envenenando rios e amea\u00e7ando a vida dos povos ind\u00edgenas. Juntos, podemos pressionar governos para acabar com essa destrui\u00e7\u00e3o. Assine agora a peti\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/amazonia-livre-de-garimpo\/#:~:text=O%20garimpo%20continua%20presente%20no%20dia%20a%20dia%20dos%20Yanomami&amp;text=Em%202023%2C%20mesmo%20com%20a,200%20campos%20de%20futebol*!\">Amaz\u00f4nia Livre de Garimpo<\/a> e exija a\u00e7\u00f5es concretas para a prote\u00e7\u00e3o deste bioma.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto a floresta \u00e9 destru\u00edda e os rios s\u00e3o contaminados por merc\u00fario, toneladas de ouro ilegal seguem para o mercado internacional sem fiscaliza\u00e7\u00e3o <\/p>\n","protected":false},"author":133,"featured_media":56658,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49,68],"tags":[60,45,43],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-56657","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","category-povos-e-territorios","tag-garimpo","tag-mineracao","tag-povos-e-territorios","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56657","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/133"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56657"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56657\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56757,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56657\/revisions\/56757"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56658"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56657"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56657"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56657"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=56657"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}