{"id":59110,"date":"2025-07-31T17:26:21","date_gmt":"2025-07-31T20:26:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=59110"},"modified":"2025-07-31T17:26:26","modified_gmt":"2025-07-31T20:26:26","slug":"o-fundo-do-mar-nao-esta-a-venda-cresce-a-pressao-por-uma-moratoria-da-mineracao-em-alto-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/o-fundo-do-mar-nao-esta-a-venda-cresce-a-pressao-por-uma-moratoria-da-mineracao-em-alto-mar\/","title":{"rendered":"O fundo do mar n\u00e3o est\u00e1 a venda: cresce a press\u00e3o por uma morat\u00f3ria da minera\u00e7\u00e3o em alto-mar"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/74980ae7-gp0su1ro4_pressmedia-2500px-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59147\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/74980ae7-gp0su1ro4_pressmedia-2500px-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/74980ae7-gp0su1ro4_pressmedia-2500px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/74980ae7-gp0su1ro4_pressmedia-2500px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/74980ae7-gp0su1ro4_pressmedia-2500px-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/74980ae7-gp0su1ro4_pressmedia-2500px-2048x1366.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/74980ae7-gp0su1ro4_pressmedia-2500px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>\u00a9 Gladstone Taylor \/ Greenpeace<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Pressionada por lobistas da minera\u00e7\u00e3o, a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos enfrenta teste de credibilidade<\/em><\/p>\n\n<p>Durante os encontros mais recentes do Conselho e Assembleia da ISA (Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos), realizados entre 7 e 25 de julho, em Kingston, Jamaica, importantes debates sobre o avan\u00e7o da ind\u00fastria da minera\u00e7\u00e3o imergiram, em meio a discuss\u00e3o sobre regras para o licenciamento de atividades de minera\u00e7\u00e3o, o chamado <strong>C\u00f3digo de Minera\u00e7\u00e3o<\/strong>, e a ado\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica geral de prote\u00e7\u00e3o do alto-mar.<\/p>\n\n<p>Atualmente, esses dois instrumentos est\u00e3o sendo debatidos simultaneamente nas reuni\u00f5es da ISA. A sess\u00e3o de julho marcou o posicionamento de <strong>38 pa\u00edses <\/strong>contra o avan\u00e7o de atividades de minera\u00e7\u00e3o, aumentando a press\u00e3o para que se torne prioridade entender e proteger, antes de explorar e destruir.<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Tratar a minera\u00e7\u00e3o no mar profundo como parte de um projeto de futuro \u00e9 n\u00e3o reconhecer os limites do planeta e que somos uma comunidade global. Os pa\u00edses precisam escolher: seguir alimentando a l\u00f3gica do lucro a qualquer custo ou se comprometer, de fato, com a prote\u00e7\u00e3o dos oceanos e do multilateralismo.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p><strong>Mariana Andrade,<\/strong> porta-voz do Greenpeace Brasil<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mas antes, o que \u00e9 a ISA?<\/strong><\/h2>\n\n<p>Para <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/uma-nova-era-para-os-fundos-marinhos\/\">entender o papel da ISA<\/a>, vale voltar um passo. Cada pa\u00eds tem direito a cuidar de uma parte do mar que fica ao redor de seu territ\u00f3rio, chamada de zona econ\u00f4mica exclusiva. Essa \u00e1rea vai at\u00e9 cerca de 322 quil\u00f4metros da costa, equivalendo a 200 milhas n\u00e1uticas. <em>\u00c9 como se cada pa\u00eds com sa\u00edda para o mar tivesse um \u201cquintal\u201d no oceano para proteger.<\/em><\/p>\n\n<p>S\u00f3 que o oceano \u00e9 muito maior do que isso. Existe uma imensid\u00e3o de mar que est\u00e1 al\u00e9m dessa faixa e que n\u00e3o pertence diretamente a nenhum pa\u00eds. \u00c9 o que chamamos de<strong> \u00e1reas para al\u00e9m da jurisdi\u00e7\u00e3o nacional.<\/strong> Nestas \u00e1reas, o fundo oce\u00e2nico pode chegar a quil\u00f4metros de profundidade. Tudo que est\u00e1 abaixo de 200 metros de profundidade \u00e9 chamado de <strong>mar profundo<\/strong>.<\/p>\n\n<p>\u00c9 a\u00ed que entra a ISA, a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos. Criada pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas, ela foi criada com a Conven\u00e7\u00e3o sobre o Direito do Mar e tem a responsabilidade de definir regras sobre como esse peda\u00e7o de oceano que pertence a toda a humanidade deve ser cuidado. Hoje 169 pa\u00edses do mundo fazem parte deste f\u00f3rum, com a miss\u00e3o de garantir que esse territ\u00f3rio azul siga protegido para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es e regular\u00a0 potenciais amea\u00e7as e interesses de uso que n\u00e3o gerem benef\u00edcios para a humanidade, como a minera\u00e7\u00e3o em \u00e1guas profundas.\u00a0<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/0c889587-gp0su5jx4_pressmedia-2500px-1024x768.jpg\" title=\"Mergulhador segura um cartaz amarelo com os dizeres \u201cNickel Mines Kill Coral Reefs \u2013 Greenpeace\u201d em meio a um cardume colorido. A cena acontece debaixo d\u2019\u00e1gua, com peixes tropicais ao redor e corais no fundo. A a\u00e7\u00e3o alerta para os impactos da minera\u00e7\u00e3o de n\u00edquel nos recifes de corais.\" alt=\"\" class=\"wp-image-59112\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/0c889587-gp0su5jx4_pressmedia-2500px-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/0c889587-gp0su5jx4_pressmedia-2500px-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/0c889587-gp0su5jx4_pressmedia-2500px-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/0c889587-gp0su5jx4_pressmedia-2500px-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/0c889587-gp0su5jx4_pressmedia-2500px-2048x1536.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/0c889587-gp0su5jx4_pressmedia-2500px-1821x1366.jpg 1821w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/07\/0c889587-gp0su5jx4_pressmedia-2500px-453x340.jpg 453w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Gerente de Comunica\u00e7\u00e3o e M\u00eddias Digitais do Greenpeace Indon\u00e9sia, Afif Saputra segura uma faixa com os dizeres \u201cMinas de n\u00edquel matam recifes de coral\u201d na \u00e1rea do Geoparque Global da UNESCO em Raja Ampat, Papua Ocidental, Indon\u00e9sia. \u00a9 Greenpeace<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Por que a minera\u00e7\u00e3o no mar profundo \u00e9 uma amea\u00e7a?<\/strong><\/h2>\n\n<p>A minera\u00e7\u00e3o no mar profundo pretende <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_6BhGS6ZVN4\">retirar metais <\/a>como <strong>n\u00edquel, cobalto, cobre e mangan\u00eas<\/strong> do fundo do oceano, justamente em regi\u00f5es onde a vida marinha \u00e9 pouco conhecida e altamente sens\u00edvel. Esses minerais s\u00e3o considerados estrat\u00e9gicos para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, mas sua extra\u00e7\u00e3o em alto-mar pode causar impactos irrevers\u00edveis, como a destrui\u00e7\u00e3o de habitats \u00fanicos, a perda de esp\u00e9cies que nem sequer foram descobertas e a libera\u00e7\u00e3o de sedimentos que podem interferir na sa\u00fade do oceano e na seguran\u00e7a alimentar de pessoas que dependem dos recursos marinhos vivos.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color\">Atividades de minera\u00e7\u00e3o em alto-mar tamb\u00e9m representam um risco ao equil\u00edbrio clim\u00e1tico, j\u00e1 que o fundo do mar tem papel importante na regula\u00e7\u00e3o do carbono do planeta.<\/mark><\/strong><\/h3>\n\n<p>Por essa raz\u00e3o que a ISA, como \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por mediar e definir regras sobre essas \u00e1reas al\u00e9m da jurisdi\u00e7\u00e3o nacional, precisa agir com responsabilidade. Al\u00e9m disso, os pa\u00edses que acompanham essas negocia\u00e7\u00f5es precisam ser firmes e coerentes em seus posicionamentos nas reuni\u00f5es da ISA, respeitando esse espa\u00e7o do planeta que \u00e9 t\u00e3o fundamental para a manuten\u00e7\u00e3o da vida. A morat\u00f3ria de atividades de minera\u00e7\u00e3o \u00e9 hoje a forma mais concreta de colocar essa miss\u00e3o em pr\u00e1tica e garantir que decis\u00f5es sobre o mar profundo sejam tomadas com base em ci\u00eancia e transpar\u00eancia.<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que significa uma morat\u00f3ria na minera\u00e7\u00e3o no mar profundo?<\/strong><\/h2>\n\n<p>Morat\u00f3ria \u00e9 uma suspens\u00e3o tempor\u00e1ria de uma atividade ou decis\u00e3o, adotada como medida de precau\u00e7\u00e3o. No caso da minera\u00e7\u00e3o no mar profundo, significa <em>parar tudo por um tempo, at\u00e9 que haja informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas suficientes, regras claras e garantias de prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente. <\/em>A ideia de uma <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.uk\/news\/deep-sea-mining-talks-resume-calls-for-moratorium-grow-louder\">morat\u00f3ria come\u00e7ou a ganhar for\u00e7a <strong>a partir de 2021<\/strong>,<\/a> quando a empresa <strong>The Metals Company (TMC)<\/strong> e o Estado de <strong>Nauru<\/strong> acionaram a chamada \u201cregra dos dois anos\u201d, pressionando a ISA a aprovar um c\u00f3digo de minera\u00e7\u00e3o rapidamente.<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Ela <strong>n\u00e3o representa o fim definitivo da minera\u00e7\u00e3o<\/strong>, mas sim um <strong>freio de emerg\u00eancia<\/strong> para evitar que decis\u00f5es apressadas comprometam ecossistemas sens\u00edveis e pouco estudados.<br><\/li>\n\n\n\n<li>O objetivo \u00e9 garantir que <strong>nenhuma atividade aconte\u00e7a<\/strong> enquanto n\u00e3o houver conhecimento cient\u00edfico suficiente e regras claras de prote\u00e7\u00e3o ambiental.<\/li>\n<\/ul>\n\n<p><strong><em>A morat\u00f3ria cria espa\u00e7o para:<\/em><\/strong><br><\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pesquisas cient\u00edficas independentes e robustas;<br><\/li>\n\n\n\n<li>Desenvolvimento de regulamenta\u00e7\u00f5es justas e transparentes;<br><\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o equitativa de todos os pa\u00edses e da sociedade civil;<br><\/li>\n\n\n\n<li>Atualmente,<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.uk\/resources\/briefing-international-seabed-authority-deep-sea-mining\"> <strong>mais de 38 pa\u00edses j\u00e1 se manifestaram publicamente a favor de uma morat\u00f3ria<\/strong><\/a>, de uma \u201cpausa de precau\u00e7\u00e3o\u201d ou de um banimento total da minera\u00e7\u00e3o no mar profundo.<br><\/li>\n\n\n\n<li>Entre os apoiadores est\u00e3o pa\u00edses como <strong>Brasil, Fran\u00e7a, Alemanha, Chile, Espanha, Su\u00ed\u00e7a, Vanuatu, Palau, Costa Rica e Canad\u00e1<\/strong>, entre outros.<\/li>\n<\/ul>\n\n<p>\u00c9 a resposta mais respons\u00e1vel e sensata diante da press\u00e3o crescente de empresas privadas e do risco de explora\u00e7\u00e3o unilateral.<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Empresas tentam se sentar \u00e0 mesa das decis\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n<p>Durante a \u00faltima sess\u00e3o realizada pela Assembleia da ISA (Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos), empresas como <strong>The Metals Company<\/strong> e <strong>Blue Minerals Jamaica<\/strong> tentaram se tornar observadoras formais da ISA, o que daria a elas um assento semelhante ao de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil como o Greenpeace.<\/p>\n\n<p>A proposta enfrentou <strong>forte oposi\u00e7\u00e3o de pa\u00edses como Costa Rica, Chile e Panam\u00e1<\/strong>, sendo negada. Ainda assim, um acordo de bastidores, com termos pouco claros, pode abrir brecha para o tema voltar \u00e0 pauta em 2026, no contexto de um debate mais amplo.<\/p>\n\n<p>\u00c9 um sinal de alerta. A presen\u00e7a de empresas nos debates sobre minera\u00e7\u00e3o em mar profundo precisa ser equilibrada, transparente e submetida aos interesses da coletividade global \u2014 n\u00e3o do bolso das mesmas.&nbsp;<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O fundo do mar n\u00e3o est\u00e1 \u00e0 venda<\/strong><\/h2>\n\n<p>A morat\u00f3ria \u00e9 o primeiro passo para garantir que o oceano continue sendo um bem comum da humanidade. A explora\u00e7\u00e3o do mar profundo n\u00e3o pode ser decidida por interesses privados, sem participa\u00e7\u00e3o p\u00fablica ou base cient\u00edfica.<\/p>\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong><mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color has-beige-100-color\">O oceano precisa de voc\u00ea ago<\/mark><\/strong><mark style=\"background-color:#80d643\" class=\"has-inline-color has-white-color\"><strong>r<\/strong>a!<\/mark><\/h4>\n\n<p>Proteja a vida no mar profundo.<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/parem-a-mineracao-em-aguas-profundas\/\"> Assine a peti\u00e7\u00e3o contra a minera\u00e7\u00e3o.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pressionada por lobistas da minera\u00e7\u00e3o, a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos enfrenta teste de credibilidade.<\/p>\n","protected":false},"author":136,"featured_media":59112,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[64],"tags":[27],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-59110","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-oceanos","tag-oceanos","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59110","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/136"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59110"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59110\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59148,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59110\/revisions\/59148"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59112"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59110"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=59110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}