{"id":59572,"date":"2025-09-05T11:27:42","date_gmt":"2025-09-05T14:27:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=59572"},"modified":"2025-09-05T13:33:17","modified_gmt":"2025-09-05T16:33:17","slug":"10-motivos-para-agir-pela-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/10-motivos-para-agir-pela-amazonia\/","title":{"rendered":"10 motivos para agir pela Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\n<p>Hoje, 5 de setembro,<strong> \u00e9 o Dia da Amaz\u00f4nia<\/strong>, uma data para lembrar que a maior floresta tropical do planeta \u00e9 essencial para a vida, para o clima, para o presente e o futuro de todos n\u00f3s.<\/p>\n\n<p>A cada instante, a Amaz\u00f4nia pulsa vida. Ela respira, dan\u00e7a e canta por meio de uma infinita diversidade de plantas e animais, muitos ainda desconhecidos pela ci\u00eancia. <\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link has-white-color has-green-800-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size has-custom-font-size wp-element-button\">RESPEITEM A AMAZ\u00d4NIA<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n<p>Ela \u00e9 casa de povos origin\u00e1rios e comunidades tradicionais h\u00e1 dezenas de milhares de anos, que resistem para proteger seu territ\u00f3rio e modos de vida. \u00c9 territ\u00f3rio urbano tamb\u00e9m, abrigando milh\u00f5es de pessoas em grandes cidades.&nbsp;<\/p>\n\n<p>A Amaz\u00f4nia \u00e9 uma fonte de vida \u00fanica, insubstitu\u00edvel, potente, mas ao mesmo tempo vulner\u00e1vel. Neste dia especial, compartilhamos 10 motivos inspiradores para respeitar este bioma \u00fanico e agir em defesa dele:<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>1. A maior floresta tropical do mundo<\/strong><\/h3>\n\n<p>A Amaz\u00f4nia se estende por nove pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul e cobre 6,7 milh\u00f5es de km\u00b2. Para se ter ideia, \u00e9 duas vezes maior que a \u00cdndia. Cerca de 60% da floresta est\u00e1 no Brasil. Depois dela, as maiores florestas tropicais cont\u00ednuas est\u00e3o no Congo e na Papua.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"684\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/d8b6f6c9-gp0stq160-1024x684-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59573\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/d8b6f6c9-gp0stq160-1024x684-1.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/d8b6f6c9-gp0stq160-1024x684-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/d8b6f6c9-gp0stq160-1024x684-1-768x513.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/d8b6f6c9-gp0stq160-1024x684-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A bacia do rio Tapaj\u00f3s, pr\u00f3xima \u00e0 Terra Ind\u00edgena Sawr\u00e9 Muybu, abriga o povo Munduruku, no estado do Par\u00e1, Brasil. O governo brasileiro planeja construir 43 barragens na regi\u00e3o. A maior barragem planejada, a de S\u00e3o Luiz do Tapaj\u00f3s, impactar\u00e1 a vida de povos ind\u00edgenas e comunidades ribeirinhas. Barragens como essas amea\u00e7am o fr\u00e1gil bioma da Amaz\u00f4nia, onde os rios s\u00e3o fundamentais para a regenera\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies vegetais e para a sobreviv\u00eancia da flora local. Energias renov\u00e1veis, como a solar e a e\u00f3lica, s\u00e3o a chave para o futuro energ\u00e9tico do Brasil. <\/em><br><em>\u00a9 Rog\u00e9rio Assis \/ Greenpeace<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>2. Um dos ecossistemas mais biodiversos da Terra<\/strong><\/h3>\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-06970-0\">A Amaz\u00f4nia abriga cerca de 10% de todas as esp\u00e9cies conhecidas de plantas e animais do planeta.<\/a> Araras-azuis, on\u00e7as-pintadas e botos-cor-de-rosa s\u00e3o apenas alguns exemplos da vida exuberante que pulsa na regi\u00e3o. Em certos pontos, um \u00fanico hectare pode reunir mais de 300 esp\u00e9cies de \u00e1rvores &#8211; mais do que em toda a Europa.<br><br><a href=\"https:\/\/www.theamazonwewant.org\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Chapter-3-Bound-May-9.pdf\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.theamazonwewant.org\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Chapter-3-Bound-May-9.pdf\">Pesquisas<\/a> apontam pelo menos 2.406 esp\u00e9cies de peixes, 427 de anf\u00edbios, 371 de r\u00e9pteis, 1.300 de aves e 425 de mam\u00edferos. E isso sem contar os milh\u00f5es de insetos e invertebrados j\u00e1 identificados.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/a881a5c8-gp1stod5-1024x682-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59574\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/a881a5c8-gp1stod5-1024x682-1.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/a881a5c8-gp1stod5-1024x682-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/a881a5c8-gp1stod5-1024x682-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/a881a5c8-gp1stod5-1024x682-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Dois garotos Munduruku caminham ao longo de um rio segurando lan\u00e7as. O povo Munduruku habita a regi\u00e3o de Sawr\u00e9 Muybu, no cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es. O governo brasileiro planeja construir uma s\u00e9rie de barragens na bacia do rio Tapaj\u00f3s, o que amea\u00e7aria gravemente seu modo de vida. Os Munduruku exigem a demarca\u00e7\u00e3o de seu territ\u00f3rio, o que garantiria prote\u00e7\u00e3o contra tais projetos. Al\u00e9m de preservar seu modo de vida, a demarca\u00e7\u00e3o de Sawr\u00e9 Muybu garante a conserva\u00e7\u00e3o de 178.000 hectares de floresta amaz\u00f4nica. <\/em><br><em>\u00a9 Anderson Barbosa \/ Greenpeace<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>3. Casa de milh\u00f5es de povos ind\u00edgenas<\/strong><\/h3>\n\n<p>Mais de 390 povos ind\u00edgenas vivem na Amaz\u00f4nia, incluindo cerca de 137 grupos isolados que escolheram n\u00e3o ter contato com o mundo exterior. Ao todo, estima-se que cerca de <a href=\"https:\/\/cimi.org.br\/2022\/08\/artigo-os-povos-indigenas-sao-os-melhores-protetores-da-amazonia\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/cimi.org.br\/2022\/08\/artigo-os-povos-indigenas-sao-os-melhores-protetores-da-amazonia\/\">3 milh\u00f5es de ind\u00edgenas<\/a> habitam a regi\u00e3o.<br><br>No Brasil, mais da metade da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena vive na Amaz\u00f4nia. Ela tamb\u00e9m \u00e9 territ\u00f3rio de comunidades tradicionais como seringueiros, ribeirinhos e quilombolas, que convivem em harmonia com a floresta h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. Mais de 40 milh\u00f5es de habitantes<\/strong><\/h3>\n\n<p>A Amaz\u00f4nia tamb\u00e9m \u00e9 urbana. Cidades como Manaus, com 2,2 milh\u00f5es de habitantes, e Bel\u00e9m, que sediar\u00e1 a COP30 em novembro de 2025, fazem parte desse territ\u00f3rio.<br><br>A vida dessas popula\u00e7\u00f5es est\u00e1 profundamente ligada \u00e0 floresta, que fornece alimentos, \u00e1gua e regula o clima local. Quando a fuma\u00e7a dos inc\u00eandios florestais cobre os c\u00e9us, afeta diretamente a sa\u00fade de crian\u00e7as, idosos e de todos que vivem na regi\u00e3o.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/7969a6b3-gp0su2g5k-1024x682-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59575\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/7969a6b3-gp0su2g5k-1024x682-1.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/7969a6b3-gp0su2g5k-1024x682-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/7969a6b3-gp0su2g5k-1024x682-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/7969a6b3-gp0su2g5k-1024x682-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Territ\u00f3rios Ind\u00edgenas na Amaz\u00f4nia enfrentam uma combina\u00e7\u00e3o devastadora de seca extrema e inc\u00eandios florestais, impulsionados pela intensifica\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e atividades criminosas decorrentes de garimpo ilegal e outras pr\u00e1ticas de explora\u00e7\u00e3o. Esses eventos t\u00eam impactos severos sobre o meio ambiente e as comunidades locais, especialmente na Terra Ind\u00edgena Capoto-Jarina, localizada na regi\u00e3o do Alto Xingu, no Mato Grosso. Al\u00e9m da gravidade da situa\u00e7\u00e3o, existe a falta de pol\u00edticas p\u00fablicas eficazes para mitigar e responder a esses fen\u00f4menos, deixando as popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis \u200b\u200bainda mais expostas aos efeitos da crise clim\u00e1tica. <\/em><br><em>\u00a9 Marizilda Cruppe \/ Greenpeace<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>5. Essencial para o clima global<\/strong><\/h3>\n\n<p>A Amaz\u00f4nia armazena cerca de <a href=\"https:\/\/research.noaa.gov\/deforestation-warming-flip-part-of-amazon-forest-from-carbon-sink-to-source\/\">123 bilh\u00f5es de toneladas de carbono<\/a> em sua vegeta\u00e7\u00e3o e no solo, funcionando como um gigantesco \u201cestoque de carbono\u201d. Mas \u00e1reas devastadas j\u00e1 est\u00e3o emitindo mais CO\u2082 do que absorvem, o que amea\u00e7a o equil\u00edbrio clim\u00e1tico do planeta. Proteger a Amaz\u00f4nia \u00e9 proteger o futuro de todos.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>6. Inc\u00eandios n\u00e3o s\u00e3o naturais<\/strong><\/h3>\n\n<p>Ao contr\u00e1rio de regi\u00f5es como Calif\u00f3rnia ou Mediterr\u00e2neo, os inc\u00eandios na Amaz\u00f4nia n\u00e3o acontecem de forma natural. Eles s\u00e3o provocados pelo desmatamento, muitas vezes ilegal, para abrir espa\u00e7o para agricultura e pastagem. Esse uso do fogo devasta a biodiversidade, prejudica a sa\u00fade das popula\u00e7\u00f5es locais e intensifica a crise clim\u00e1tica.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/846c23b1-gp1svzwu-1024x683-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59576\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/846c23b1-gp1svzwu-1024x683-1.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/846c23b1-gp1svzwu-1024x683-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/846c23b1-gp1svzwu-1024x683-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/846c23b1-gp1svzwu-1024x683-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Gado de pecu\u00e1ria, pr\u00f3ximo a uma \u00e1rea recentemente desmatada e queimada, em Candeias do Jamari, Rond\u00f4nia. A Amaz\u00f4nia continua coberta de fuma\u00e7a e dilacerada por uma destrui\u00e7\u00e3o criminosa e desenfreada, segundo sobrevoos realizados pela Alian\u00e7a Amaz\u00f4nia em Chamas, organizada pela Amazon Watch, Greenpeace Brasil e Observat\u00f3rio Brasileiro do Clima. A expedi\u00e7\u00e3o ocorreu nas cidades de Porto Velho (Rond\u00f4nia) e L\u00e1brea (sul do Amazonas). <br>\u00a9 Victor Moriyama \/ Amaz\u00f4nia em Chamas<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>7. Pecu\u00e1ria: principal motor do desmatamento<\/strong><\/h3>\n\n<p>A expans\u00e3o do agroneg\u00f3cio \u00e9 a principal causa de destrui\u00e7\u00e3o da floresta. <a href=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/2024\/10\/03\/mais-de-90-do-desmatamento-da-amazonia-e-para-abertura-de-pastagem\/\">Estima-se que 90% das \u00e1reas desmatadas na Amaz\u00f4nia brasileira tenham virado pasto para produ\u00e7\u00e3o de carne e latic\u00ednios. <\/a>Isso significa que at\u00e9 os alimentos que consumimos podem estar ligados ao desmatamento. \u00c9 urgente exigir cadeias produtivas livres de destrui\u00e7\u00e3o e <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/international\/act\/respect-amazon\/?_gl=1*168lbaa*_up*MQ..*_ga*MTgwNzQwMzY0OS4xNzU3MDgxNTYz*_ga_94MRTN8HG4*czE3NTcwODE1NjMkbzEkZzAkdDE3NTcwODE1NjMkajYwJGwwJGgxODMxMDEwNzIw\">maior prote\u00e7\u00e3o para a floresta<\/a>.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>8. Minera\u00e7\u00e3o ilegal amea\u00e7a povos ind\u00edgenas<\/strong><\/h3>\n\n<p>Entre 2018 e 2022, a minera\u00e7\u00e3o ilegal de ouro em terras ind\u00edgenas no Brasil cresceu 265%. Essa atividade <a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/gold-mining-is-poisoning-amazon-forests-with-mercury\/\">destr\u00f3i rios<\/a>, envenena comunidades <a href=\"https:\/\/sumauma.com\/en\/todo-mundo-contaminado-mercurio-criancas-velhos-gravidas-terra-indigena-munduruku-aldeia-kato\/\">com merc\u00fario<\/a> e leva viol\u00eancia e morte a territ\u00f3rios tradicionais. Ela n\u00e3o afeta apenas os povos ind\u00edgenas: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/en\/saude\/noticia\/2023-06\/amazon-fish-contaminated-excessive-mercury-levels\">estudos mostram<\/a> que peixes contaminados por merc\u00fario j\u00e1 est\u00e3o sendo vendidos em mercados de grandes cidades amaz\u00f4nicas, colocando milh\u00f5es de pessoas em risco.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/54e64eac-gp1ta6ez-1024x683-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59577\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/54e64eac-gp1ta6ez-1024x683-1.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/54e64eac-gp1ta6ez-1024x683-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/54e64eac-gp1ta6ez-1024x683-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/54e64eac-gp1ta6ez-1024x683-1-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Demarcad<em>a em 1985, a Terra Ind\u00edgena Sarar\u00e9 permanece sitiada por milhares de garimpeiros que brincam de gato e rato com as for\u00e7as de seguran\u00e7a e prote\u00e7\u00e3o ambiental. Lar do povo Nambiquara, o territ\u00f3rio de 67 mil hectares tem sido sistematicamente destru\u00eddo pela a\u00e7\u00e3o de centenas de escavadeiras hidr\u00e1ulicas que, dia e noite, aprofundam o drama de um povo ref\u00e9m de sua pr\u00f3pria casa. Bem pr\u00f3ximo \u00e0s sete aldeias que abrigam uma popula\u00e7\u00e3o de 250 pessoas, e que ocupam quase metade do territ\u00f3rio, a minera\u00e7\u00e3o continua se expandindo e inviabilizando o modo de vida Nambiquara, ignorando o direito dessa popula\u00e7\u00e3o de viver de acordo com seus costumes e tradi\u00e7\u00f5es. <\/em><br><em>\u00a9 Fabio Bispo \/ Greenpeace<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>9. A Amaz\u00f4nia est\u00e1 perto do ponto de n\u00e3o retorno<\/strong><\/h3>\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/inpe\/pt-br\/acesso-a-informacao\/perguntas-frequentes\/\">Cerca de 17% da floresta j\u00e1 foi desmatada<\/a>. <a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/sciadv.aat2340\">Cientistas alertam<\/a> que, se a destrui\u00e7\u00e3o chegar a 20\u201325%, a Amaz\u00f4nia pode perder a capacidade de gerar sua pr\u00f3pria umidade, levando a menos chuvas, temperaturas mais altas e um ciclo irrevers\u00edvel de degrada\u00e7\u00e3o.<br><br>O resultado seria a transforma\u00e7\u00e3o de grandes \u00e1reas em uma savana degradada, incapaz de sustentar sua biodiversidade \u00fanica, com consequ\u00eancias catastr\u00f3ficas para o clima e para a vida no planeta.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>10. A COP30 ser\u00e1 na Amaz\u00f4nia<\/strong><\/h3>\n\n<p>Em novembro de 2025, Bel\u00e9m sediar\u00e1 a COP30, a mais importante confer\u00eancia clim\u00e1tica da ONU. Representantes de quase todos os pa\u00edses do mundo se reunir\u00e3o para negociar medidas urgentes contra a crise clim\u00e1tica. Esse \u00e9 o momento de exigir que governos apresentem um plano para zerar o desmatamento das florestas at\u00e9 2030 e apoiem solu\u00e7\u00f5es reais, que j\u00e1 existem &#8211; elas est\u00e3o nos modos de vida dos povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Proteger a Amaz\u00f4nia n\u00e3o \u00e9 apenas salvar uma floresta: \u00e9 garantir uma rela\u00e7\u00e3o equilibrada com a natureza e abrir caminho para um planeta seguro e saud\u00e1vel para todas as formas de vida.<\/p>\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/international\/act\/respect-amazon\/?_gl=1*ciia05*_up*MQ..*_ga*MTgwNzQwMzY0OS4xNzU3MDgxNTYz*_ga_94MRTN8HG4*czE3NTcwODE1NjMkbzEkZzAkdDE3NTcwODE1NjMkajYwJGwwJGgxODMxMDEwNzIw\">&nbsp;Junte-se ao movimento e assine a peti\u00e7\u00e3o para exigir respeito \u00e0 Amaz\u00f4nia.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia da Amaz\u00f4nia, compartilhamos 10 motivos inspiradores para respeitar a floresta e agir em sua defesa.<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":59573,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49],"tags":[22,50],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-59572","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","tag-florestas","tag-institucional","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59572","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59572"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59572\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59583,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59572\/revisions\/59583"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59573"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59572"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59572"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59572"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=59572"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}