{"id":59602,"date":"2025-09-10T12:50:27","date_gmt":"2025-09-10T15:50:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=59602"},"modified":"2025-09-10T14:25:11","modified_gmt":"2025-09-10T17:25:11","slug":"porque-o-garimpo-ainda-continua-sendo-uma-ameaca-para-a-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/porque-o-garimpo-ainda-continua-sendo-uma-ameaca-para-a-amazonia\/","title":{"rendered":"Por que o garimpo ainda continua sendo uma amea\u00e7a para a Amaz\u00f4nia?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Mesmo com os avan\u00e7os na prote\u00e7\u00e3o do bioma, Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e Terras Ind\u00edgenas ainda est\u00e3o sob amea\u00e7a<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/6108653a-gp0su52be_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59607\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/6108653a-gp0su52be_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/6108653a-gp0su52be_low-res-800px-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/6108653a-gp0su52be_low-res-800px-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/6108653a-gp0su52be_low-res-800px-453x340.jpg 453w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Garimpo Ilegal na Terra Ind\u00edgena Sete de Setembro &#8211; Foto:<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Samara Souza \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>No m\u00eas da Amaz\u00f4nia, \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o olhar para as amea\u00e7as que seguem devastando a floresta e os povos que nela vivem. O garimpo continua sendo uma amea\u00e7a \u00e0 Amaz\u00f4nia devido \u00e0 persist\u00eancia de redes ilegais que avan\u00e7am sobre os territ\u00f3rios, mesmo diante de opera\u00e7\u00f5es de combate. <\/p>\n\n<p>Essa atividade provoca devasta\u00e7\u00e3o da floresta, contamina\u00e7\u00e3o dos rios por merc\u00fario, perda de biodiversidade e coloca em risco a vida dos povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais. Al\u00e9m disso, o garimpo est\u00e1 associado a ciclos de viol\u00eancia, explora\u00e7\u00e3o de trabalhadores e degrada\u00e7\u00e3o social, comprometendo n\u00e3o apenas o equil\u00edbrio ambiental da regi\u00e3o, mas tamb\u00e9m o futuro clim\u00e1tico do planeta. <\/p>\n\n<p>Apesar dos avan\u00e7os nas a\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o territorial, essa atividade predat\u00f3ria busca maneiras de sobreviver dentro da floresta, abrindo novas fronteiras de destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Um novo monitoramento realizado pelo Greenpeace Brasil, mostra que a \u00e1rea ocupada pelo garimpo em \u00c1reas Protegidas da Amaz\u00f4nia j\u00e1 soma <strong>99.030 hectares<\/strong>, o equivalente a mais de duas vezes o territ\u00f3rio da cidade de Curitiba. Desse total, <strong>31.333 hectares<\/strong> est\u00e3o em Terras Ind\u00edgenas e <strong>67.697 hectares<\/strong> em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>O garimpo, antes concentrado principalmente nas Terras Ind\u00edgenas Munduruku, Kayap\u00f3 e Yanomami, t\u00eam se espalhado&nbsp; para outros territ\u00f3rios, como na <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/acoes-de-desintrusao-fazem-garimpo-recuar-nas-maiores-terras-indigenas-da-amazonia\/#:~:text=TI%20Sarar%C3%A9%20e%20a%20press%C3%A3o%20pelo%20garimpo\">Terra Ind\u00edgena Sarar\u00e9<\/a>. O territ\u00f3rio do povo Nambikwara, sozinho,&nbsp; concentrou 773 hectares de novas \u00e1reas desmatadas pela atividade, enquanto as demais <a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/blogs\/miriam-leitao\/post\/2025\/08\/garimpo-recua-em-terras-indigenas-com-atuacao-do-governo-mostra-levantamento-do-greenpeace-brasil.ghtml?giftId=3c9df00e8e463d7&amp;utm_source=Copiarlink&amp;utm_medium=Social&amp;utm_campaign=compartilharmateria\">registraram redu\u00e7\u00e3o significativa da abertura de novas \u00e1reas ap\u00f3s as a\u00e7\u00f5es de desintrus\u00e3o<\/a> sob a coordena\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio dos Povos Ind\u00edgenas.<\/p>\n\n<p>Esse dado mostra que \u00e9 poss\u00edvel frear a devasta\u00e7\u00e3o. A floresta e os povos que nela vivem ganham f\u00f4lego diante da press\u00e3o e dos impactos deixados pela atividade.<\/p>\n\n<p><strong>A press\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o ilegal de ouro sob outros territ\u00f3rios.<\/strong><\/p>\n\n<p>Todas as tr\u00eas Terras Ind\u00edgenas abaixo apresentaram aumento na \u00e1rea de garimpo em compara\u00e7\u00e3o a dezembro de 2024, somando <strong>179,35 hectares de floresta <\/strong>s\u00f3 em 2025. A T.I. Aripuan\u00e3\/MT, registrou crescimento de 31%, seguida pela T.I. Zor\u00f3\/MT (36%) e T.I. Sete de Setembro\/RO e MT (9%). Essas \u00e1reas est\u00e3o localizadas no chamado arco do desmatamento, onde press\u00f5es econ\u00f4micas e conflitos fundi\u00e1rios se sobrep\u00f5em, amea\u00e7ando diretamente a integridade cultural e ambiental da regi\u00e3o.<\/p>\n\n<p>A Terra Ind\u00edgena Sawr\u00e9 Muybu\/PA, do povo Munduruku, situada na bacia do Tapaj\u00f3s, possui 178 mil hectares, dos quais cerca de 80% se sobrep\u00f5em \u00e0 Floresta Nacional de Itaituba II. Embora em setembro de 2024, tenha sido assinada a portaria declarat\u00f3ria que reconhece oficialmente o territ\u00f3rio, uma etapa importante no processo de demarca\u00e7\u00e3o, a \u00e1rea voltou a ser alvo de garimpeiros e madeireiros. Em julho de 2025, o Greenpeace denunciou a abertura de <strong>11 hectares<\/strong> de novas \u00e1reas de garimpo no local e, durante um sobrevoo, constatou a presen\u00e7a de quatro barrac\u00f5es, al\u00e9m de pequenas piscinas formadas pela atividade ilegal dentro do territ\u00f3rio.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"724\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/9edae8e3-aripuana-zoro-e-sete-de-setembro-1024x724.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-59610\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/9edae8e3-aripuana-zoro-e-sete-de-setembro-1024x724.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/9edae8e3-aripuana-zoro-e-sete-de-setembro-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/9edae8e3-aripuana-zoro-e-sete-de-setembro-768x543.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/9edae8e3-aripuana-zoro-e-sete-de-setembro-1536x1086.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/9edae8e3-aripuana-zoro-e-sete-de-setembro-2048x1448.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/9edae8e3-aripuana-zoro-e-sete-de-setembro-1932x1366.jpg 1932w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/9edae8e3-aripuana-zoro-e-sete-de-setembro-481x340.jpg 481w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Localiza\u00e7\u00e3o das Terras Ind\u00edgenas Aripuan\u00e3, Sete de Setembro e Zor\u00f3. Elaborado pelo Departamento de Pesquisa\/ Greenpeace Brasil\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Embora as demais Terras Ind\u00edgenas registrem \u00e1reas relativamente pequenas de garimpo, o monitoramento cont\u00ednuo desses territ\u00f3rios \u00e9 fundamental para garantir a\u00e7\u00f5es preventivas. A implementa\u00e7\u00e3o de medidas urgentes pode conter a expans\u00e3o dessa atividade criminosa. Caso contr\u00e1rio, a presen\u00e7a dos garimpeiros tende a se enraizar, tornando sua retirada cada vez mais complexa e dif\u00edcil no futuro.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"876\" height=\"479\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/1604ea10-captura-de-tela-2025-09-03-112104.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-59609\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/1604ea10-captura-de-tela-2025-09-03-112104.png 876w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/1604ea10-captura-de-tela-2025-09-03-112104-300x164.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/1604ea10-captura-de-tela-2025-09-03-112104-768x420.png 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/1604ea10-captura-de-tela-2025-09-03-112104-510x279.png 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 876px) 100vw, 876px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Dados de garimpo acumulado em Terras Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia. Elaborado pelo Departamento de Pesquisa\/ Greenpeace Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Press\u00e3o crescente sobre as Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n<p>Nas Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, o cen\u00e1rio tamb\u00e9m pede aten\u00e7\u00e3o. Entre julho de 2024 e junho de 2025, a \u00e1rea de garimpo cresceu <strong>18%<\/strong>, saltando de 13.484 hectares para 15.932 hectares. A maior parte dessa press\u00e3o (13.410 hectares) est\u00e1 concentrada em \u00e1reas de \u201cUso Sustent\u00e1vel\u201d, mas at\u00e9 mesmo as de \u201cProte\u00e7\u00e3o Integral\u201d n\u00e3o escapam da a\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria (2.522 hectares).<\/p>\n\n<p>A Floresta Nacional do Aman\u00e3, no estado do Par\u00e1, segue no topo do ranking das mais impactadas. Em termos de crescimento percentual, o Parque Nacional dos Campos Amaz\u00f4nicos, localizado entre os estados do Amazonas, Rond\u00f4nia e Mato Grosso, registrou um salto de <strong>95,9%<\/strong> em apenas um ano, seguido pelo Parque Nacional do Rio Novo\/PA, na bacia do Tapaj\u00f3s.<\/p>\n\n<p>Metade das dez Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o mais atingidas pela atividade garimpeira se encontra em um raio de 50 km da Terra Ind\u00edgena Munduruku, sugerindo-nos que garimpeiros expulsos das Terras Ind\u00edgenas migraram para \u00e1reas protegidas vizinhas, explorando a mesma prov\u00edncia mineral do Tapaj\u00f3s.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"846\" height=\"561\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/318380f2-captura-de-tela-2025-09-10-105123.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-59606\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/318380f2-captura-de-tela-2025-09-10-105123.png 846w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/318380f2-captura-de-tela-2025-09-10-105123-300x199.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/318380f2-captura-de-tela-2025-09-10-105123-768x509.png 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/09\/318380f2-captura-de-tela-2025-09-10-105123-510x338.png 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 846px) 100vw, 846px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Dados de garimpo em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o. Elaborado pelo Departamento de Pesquisa\/ Greenpeace Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Um chamado de alerta<\/strong><\/h3>\n\n<p>N\u00e3o podemos esquecer que o garimpo n\u00e3o \u00e9 apenas um problema ambiental. Ele destr\u00f3i rios, contamina popula\u00e7\u00f5es com merc\u00fario, viola direitos humanos, amea\u00e7a culturas milenares e fragiliza a biodiversidade de um dos maiores patrim\u00f4nios do planeta.<\/p>\n\n<p>As Terras Ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia formam um mosaico de vida que precisa ser defendido em sua totalidade. O avan\u00e7o para novas \u00e1reas deve servir de alerta urgente: onde o garimpo entra, ele tende a se consolidar, e sua remo\u00e7\u00e3o pode se tornar cada vez mais dif\u00edcil.<\/p>\n\n<p>Proteger a Amaz\u00f4nia \u00e9 garantir o futuro. Os sinais de recupera\u00e7\u00e3o vistos nas Terras Ind\u00edgenas Yanomami, Munduruku e Kayap\u00f3 demonstram que a luta d\u00e1 resultados. Mas para que essa vit\u00f3ria parcial se torne uma virada definitiva, \u00e9 necess\u00e1rio seguir denunciando, monitorando e agindo com urg\u00eancia. Assine a peti\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/amazonia-livre-de-garimpo\/\">Amaz\u00f4nia Livre de Garimpo<\/a> e junte sua voz \u00e0 luta pela prote\u00e7\u00e3o das Terras Ind\u00edgenas, das Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e de todo o povo da floresta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo com os avan\u00e7os na prote\u00e7\u00e3o do bioma, Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e Terras Ind\u00edgenas ainda est\u00e3o sob amea\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":133,"featured_media":59611,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49,68],"tags":[13,43,60],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-59602","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","category-povos-e-territorios","tag-greenpeace","tag-povos-e-territorios","tag-garimpo","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59602","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/133"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59602"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59602\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59613,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59602\/revisions\/59613"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59611"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59602"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59602"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59602"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=59602"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}