{"id":61714,"date":"2025-12-09T13:49:21","date_gmt":"2025-12-09T16:49:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=61714"},"modified":"2026-02-24T17:24:42","modified_gmt":"2026-02-24T20:24:42","slug":"no-recife-navio-do-greenpeace-e-palco-de-debate-sobre-adaptacao-climatica-comunitaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/no-recife-navio-do-greenpeace-e-palco-de-debate-sobre-adaptacao-climatica-comunitaria\/","title":{"rendered":"No Recife, navio do Greenpeace \u00e9 palco de debate sobre adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica comunit\u00e1ria"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Lideran\u00e7as quilombolas, perif\u00e9ricas e costeiras revelaram tecnologias sociais, amea\u00e7as aos territ\u00f3rios e caminhos para justi\u00e7a clim\u00e1tica real<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/2f52ed0b-gp0su7pct_medium-res-1200px-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-61715\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/2f52ed0b-gp0su7pct_medium-res-1200px-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/2f52ed0b-gp0su7pct_medium-res-1200px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/2f52ed0b-gp0su7pct_medium-res-1200px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/2f52ed0b-gp0su7pct_medium-res-1200px-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/2f52ed0b-gp0su7pct_medium-res-1200px.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A Roda de Conversa sobre adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica baseada em Comunidades ofereceu contribui\u00e7\u00f5es importantes para qualificar o debate p\u00fablico, ampliando o reconhecimento tanto de conhecimentos t\u00e9cnicos quanto de saberes populares relacionados \u00e0 agenda de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica.<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Marlon Diego \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Entre 2 e 7 de dezembro, o navio do Greenpeace, o Rainbow Warrior (Guerreiro do Arco-\u00cdris), ancorou no Recife e abriu espa\u00e7o para uma semana de trocas e mobiliza\u00e7\u00e3o. Durante esse per\u00edodo, o navio virou ponto de encontro para atividades que mobilizaram moradores, jovens e coletivos para falar de <strong>justi\u00e7a clim\u00e1tica, crise clim\u00e1tica e solu\u00e7\u00f5es reais para comunidades que vivem na linha de frente<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Entre esses eventos, aconteceu a <strong>Roda de Conversa sobre Adapta\u00e7\u00e3o Clim\u00e1tica Baseada em Comunidades<\/strong>, que reuniu coletivos, lideran\u00e7as de territ\u00f3rios perif\u00e9ricos e costeiros e organiza\u00e7\u00f5es parceiras para compartilhar viv\u00eancias e solu\u00e7\u00f5es pensadas a partir dos saberes dos territ\u00f3rios, um tema urgente para quem vive, todos os dias, os impactos da desigualdade e do racismo ambiental.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/692a4315-gp0su7pab_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-61718\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/692a4315-gp0su7pab_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/692a4315-gp0su7pab_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/692a4315-gp0su7pab_low-res-800px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/692a4315-gp0su7pab_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Lideran\u00e7as de Caranguejo Tabaiares. De camiseta vermelha, Sarah Marques.<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Marlon Diego \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>O encontro partiu de um princ\u00edpio simples, mas ainda distante das decis\u00f5es oficiais: <strong>quem vive nos territ\u00f3rios conhece melhor os caminhos para enfrentar a crise clim\u00e1tica.<\/strong><\/p>\n\n<p>Foi o que refor\u00e7ou <strong>Sarah Marques, l\u00edder comunit\u00e1ria de Caranguejo Tabaiares<\/strong> (zona oeste do Recife): \u201cQualquer solu\u00e7\u00e3o precisa ter a nossa voz e a nossa imagem. As mulheres negras do territ\u00f3rio carregam tecnologias ancestrais, das nossas av\u00f3s \u00e0s crian\u00e7as de agora. Mesmo tentando calar a gente, seguimos resistindo: plantando, colhendo e espalhando sementes, como minha av\u00f3 fazia. \u00c9 assim que constru\u00edmos uma cidade nova sem esquecer a antiga, onde ainda dava para sentir o vento passar.\u201d<\/p>\n\n<p>Uma fala que ecoou tamb\u00e9m entre as mulheres do <strong>Quilombo Mundo Novo<\/strong>, do munic\u00edpio de Bu\u00edque, que trouxeram o <strong>Samba de Coco Resgate da Alegria<\/strong> como s\u00edmbolo da for\u00e7a coletiva que atravessa gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/caac2b94-gp0su7pag_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-61719\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/caac2b94-gp0su7pag_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/caac2b94-gp0su7pag_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/caac2b94-gp0su7pag_low-res-800px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/caac2b94-gp0su7pag_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mulheres do \u201cSamba de Coco Resgate da Alegria\u201d, da Comunidade Quilombola Mundo Novo, em Bu\u00edque.<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Marlon Diego \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Pamela Antunes, da Comunidade Quilombola Mundo Novo<\/strong>, trouxe um alerta urgente sobre \u00e1gua, conviv\u00eancia com o semi\u00e1rido e falsas promessas de \u201cenergia limpa\u201d. Ela lembrou que sua comunidade j\u00e1 construiu uma s\u00e9rie de tecnologias sociais, como cisternas, cal\u00e7ad\u00f5es, biodigestores e canteiros ecol\u00f3gicos, mas que, mesmo assim, a falta de chuva transforma tudo em incerteza. \u201cQuando n\u00e3o chove, a cisterna seca, racha. Quem n\u00e3o tem dinheiro espera o carro-pipa que s\u00f3 chega a cada 15 dias, \u00e0s vezes um m\u00eas.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n<p>Pamela tamb\u00e9m denunciou a desigualdade no acesso \u00e0 \u00e1gua, que ainda favorece fam\u00edlias brancas na regi\u00e3o, e alertou para o avan\u00e7o dos parques e\u00f3licos sobre territ\u00f3rios tradicionais: \u201cDizem que \u00e9 energia limpa, mas n\u00e3o \u00e9. Se chegar na comunidade, acaba com a \u00e1gua, com a ro\u00e7a, com os animais e com a nossa paz.\u201d Sua fala refor\u00e7a uma mensagem fundamental para o debate clim\u00e1tico: <strong>n\u00e3o existe solu\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel que destrua modos de vida, retire direitos ou silencie territ\u00f3rios.<\/strong><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/6349cf51-gp0su7pck_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-61720\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/6349cf51-gp0su7pck_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/6349cf51-gp0su7pck_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/6349cf51-gp0su7pck_low-res-800px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/6349cf51-gp0su7pck_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A conversa foi feita em formato de aqu\u00e1rio, quando as lideran\u00e7as revezam as cadeiras no momento em que querem participar do debate trazendo sua perspectiva. No centro, Jouse Barata de Queiroz, representando do Cores do Amanh\u00e3<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Marlon Diego \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Da arte ao sert\u00e3o, das encostas \u00e0 beira-mar, cada relato mostrou que resist\u00eancia e solu\u00e7\u00f5es caminham juntas. <strong>Jouse Barata de Queiroz, artista, grafiteira e representante do coletivo Cores do Amanh\u00e3<\/strong>, lembrou que o grafite virou ferramenta para proteger crian\u00e7as e afirmar a exist\u00eancia. \u201cA comunidade fica bem ao lado de um pres\u00eddio e a gente n\u00e3o queria que as crian\u00e7as fossem parar l\u00e1, por isso investimos em arte e no uso da palavra como ferramentas de resist\u00eancia e transforma\u00e7\u00e3o. <strong>Se a gente tiver que pintar a parede pra dizer que a gente existe, a gente pinta<\/strong>.\u201d<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"750\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/f0055ee7-gp0su7p9z_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-61721\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/f0055ee7-gp0su7p9z_low-res-800px.jpg 600w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/f0055ee7-gp0su7p9z_low-res-800px-240x300.jpg 240w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/f0055ee7-gp0su7p9z_low-res-800px-272x340.jpg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Carlos Magno e Darliton Silva, do Centro Sabi\u00e1, e Igor Travassos, ativista<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Marlon Diego \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Carlos Magno, do Centro Sabi\u00e1, <\/strong>provocou uma invers\u00e3o necess\u00e1ria na l\u00f3gica da pol\u00edtica clim\u00e1tica: \u201cSe querem falar de temperatura subindo, de seca, de planta\u00e7\u00e3o morrendo, precisam ouvir o sertanejo, que vive isso h\u00e1 200, 300 anos\u201d, afirmou.<\/p>\n\n<p>Para ele, n\u00e3o faz sentido que especialistas distantes apresentem diagn\u00f3sticos em espa\u00e7os como a COP30 sem escutar primeiro as comunidades que enfrentam desertifica\u00e7\u00e3o e permanecem no territ\u00f3rio. <\/p>\n\n<p>Magno refor\u00e7a ainda que \u201c<strong>as comunidades s\u00e3o o ch\u00e3o da transforma\u00e7\u00e3o<\/strong>,<strong> pois carregam solu\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias historicamente invisibilizadas. Mas sem financiamento,  n\u00e3o h\u00e1 adapta\u00e7\u00e3o poss\u00edvel<\/strong>&#8220;, ressalta. \u201cIdeia boa n\u00e3o basta. Cisterna custa dinheiro, feira agr\u00edcola custa dinheiro, drenagem custa muito dinheiro, e os grandes or\u00e7amentos raramente chegam na comunidade.\u201d<\/p>\n\n<p>Defender adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica \u00e9 garantir que essas popula\u00e7\u00f5es recebam recursos e sejam protagonistas da mudan\u00e7a. \u201c<strong>A crise n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 ambiental, \u00e9 civilizat\u00f3ria. Precisamos ouvir quem est\u00e1 no territ\u00f3rio para encontrar sa\u00eddas reais dessa encruzilhada.<\/strong>\u201d<\/p>\n\n<p>A escuta profunda tamb\u00e9m trouxe urg\u00eancias estruturais.<strong> Igor Travassos, ativista, apontou a crise clim\u00e1tica como instrumento de necropol\u00edtica: <\/strong>\u201cEla est\u00e1 sendo usada para varrer a gente dos territ\u00f3rios.\u201d Ao lembrar que 85% da popula\u00e7\u00e3o brasileira estar\u00e1 morando nas cidades at\u00e9 2040, refor\u00e7ou que n\u00e3o existe desastre natural isolado, o que existe \u201c<strong>\u00e9 um projeto pol\u00edtico que decide onde o or\u00e7amento chega e quem pode continuar vivendo onde nasceu<\/strong>\u201d.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/03be7d3c-gp0su7pcp_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-61753\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/03be7d3c-gp0su7pcp_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/03be7d3c-gp0su7pcp_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/03be7d3c-gp0su7pcp_low-res-800px-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/12\/03be7d3c-gp0su7pcp_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Roda de Conversa sobre Adapta\u00e7\u00e3o Clim\u00e1tica Baseada nas Comunidades no Rainbow Warrior, em 2025<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Marlon Diego \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Entre tantas vozes, uma mensagem se repetia: <strong>adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica n\u00e3o \u00e9 apenas uma pauta ambiental, se conecta com modos de vida, perman\u00eancia e futuro<\/strong>. E para que as solu\u00e7\u00f5es sejam efetivas, \u00e9 preciso reconhecer e financiar o que j\u00e1 existe nos territ\u00f3rios: agroecologia, arte, saberes tradicionais, tecnologia social, cultura e organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria.<\/p>\n\n<p>A roda de conversa sobre adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica foi apenas um dos momentos da presen\u00e7a do navio no Recife, mas sintetizou o esp\u00edrito da mobiliza\u00e7\u00e3o: <strong>aproximar pessoas, fortalecer alian\u00e7as e ampliar a visibilidade das pr\u00e1ticas que j\u00e1 tornam cidades e comunidades mais resilientes<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Do navio ao ch\u00e3o dos bairros, das mar\u00e9s aos morros, uma certeza se firmou:<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/justica-climatica-comunidades-resistem\/\"> <strong>do morro ao mar, justi\u00e7a clim\u00e1tica pras comunidades que resistem<\/strong><\/a>, porque as a\u00e7\u00f5es precisam chegar onde a crise chega primeiro, e porque todo mundo tem direito de viver em territ\u00f3rios seguros, livres e dignos.<\/p>\n\n<p class=\"has-grey-200-color has-blue-green-800-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-93a402bbf1bc6665865d4dc10889630b\">Assine a peti\u00e7\u00e3o: <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/justica-climatica-comunidades-resistem\/\">Do morro ao mar: justi\u00e7a clim\u00e1tica pras comunidades que resistem<\/a><\/p>\n\n<p class=\"has-white-color has-green-800-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-3bab654b4cb435b54b61fc179339cba7\">Aberto ao p\u00fablico &#8211; a viagem continua&#8230;<\/p>\n\n<p>A&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/informe-se\/rainbow-warrior-no-brasil\/#:~:text=O%20navio%20Rainbow%20Warrior%20%E2%80%93%20ou,Clima%20da%20ONU%2C%20a%20COP30.&amp;text=Preencha%20o%20formul%C3%A1rio%20abaixo%20para,ativista%20mais%20ic%C3%B4nico%20do%20mundo!\">embarca\u00e7\u00e3o do Greenpeace<\/a>&nbsp;segue viagem rumo \u00e0 sua pr\u00f3xima parada, a cidade do Rio de Janeiro, onde realizar\u00e1 visita\u00e7\u00f5es gratuitas abertas ao p\u00fablico. Nos dias 20 e 21 de dezembro de 2025, das 9h \u00e0s 16h, o Rainbow Warrior estar\u00e1 ancorado na Pra\u00e7a Mau\u00e1, 224, oferecendo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o a oportunidade de conhecer de perto o navio s\u00edmbolo do ativismo ambiental, entender seu papel nas campanhas do Greenpeace e interagir com a equipe da organiza\u00e7\u00e3o e com a tripula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p><em>Para assistir ao v\u00eddeo sobre a jornada do navio do Greenpeace em terras brasileiras, clique <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-admin\/\">aqui<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lideran\u00e7as quilombolas, perif\u00e9ricas e costeiras revelaram tecnologias sociais, amea\u00e7as aos territ\u00f3rios e caminhos para justi\u00e7a clim\u00e1tica real<\/p>\n","protected":false},"author":67,"featured_media":61715,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"Climate Justice Liability","p4_local_project":"Crise ambiental clim\u00e1tica","p4_basket_name":"Climate &amp; Energy","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[4,48],"tags":[42,62,75],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-61714","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ativismo","category-justica-climatica","tag-justica-climatica","tag-adaptacao-climatica","tag-rainbow-warrior","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61714","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/67"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61714"}],"version-history":[{"count":20,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61714\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":62767,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61714\/revisions\/62767"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61715"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61714"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61714"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61714"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=61714"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}