{"id":62058,"date":"2025-12-22T14:56:24","date_gmt":"2025-12-22T17:56:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=62058"},"modified":"2025-12-23T00:35:47","modified_gmt":"2025-12-23T03:35:47","slug":"stf-rejeita-marco-temporal-mas-enfraquece-direitos-indigenas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/stf-rejeita-marco-temporal-mas-enfraquece-direitos-indigenas\/","title":{"rendered":"STF rejeita Marco Temporal, mas enfraquece direitos ind\u00edgenas"},"content":{"rendered":"\n<p><em><em>Apesar de reafirmar a inconstitucionalidade do Marco Temporal, STF mant\u00e9m pontos da Lei do Genoc\u00eddio Ind\u00edgena que podem afetar mais de 600 demarca\u00e7\u00f5es. <\/em><\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" title=\"Free Land Camp 2022 in Brazil\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/04\/3d98c1ff-gp1sxa4s-1024x683.jpg\" alt=\"The 18th Free Land Camp takes place in Bras\u00edlia from April 4th to the 14th, 2022 with the &quot;Retaking Brazil: Demarcating the Territories and Indigenizing the Politics&quot;. This is the first camp held in person in two years, due to the Covid-19 pandemic. Held since 2004, the camp demands that Indigenous Lands be demarcated, in addition to the defense of life against the destruction agenda promoted by the Bolsonaro government.\n\nThe mobilization aims to block the anti-Indigenous agenda that looms in the National Congress and fight the Marco Temporal thesis, to be ruled in June by the Brazilian Supreme Court, possibly the most important ruling on the Indigenous People history, which will decide the future of all Indigenous Lands in Brazil.\" class=\"wp-image-45870\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/04\/3d98c1ff-gp1sxa4s-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/04\/3d98c1ff-gp1sxa4s-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/04\/3d98c1ff-gp1sxa4s-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/04\/3d98c1ff-gp1sxa4s-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2023\/04\/3d98c1ff-gp1sxa4s.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption aria-hidden=\"true\" class=\"wp-element-caption\">Lideran\u00e7as ind\u00edgenas reunidas no Acampamento Terra Livre, em Bras\u00edlia, em defesa dos territ\u00f3rios e do planeta <div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Tuane Fernandes \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Mais uma vez, <strong>o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou a <\/strong><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/o-que-e-o-marco-temporal-e-como-ele-ameaca-os-direitos-indigenas\/\"><strong>tese do Marco Temporal<\/strong><\/a>, na quinta-feira (18), com o placar final de 9&#215;1 \u2013 apenas o Ministro Andr\u00e9 Mendon\u00e7a votou contra. Entretanto, manteve a constitucionalidade de v\u00e1rios pontos da Lei 14.701\/2023, conhecida como <strong>Lei do Genoc\u00eddio Ind\u00edgena<\/strong>. A decis\u00e3o coloca em risco a seguran\u00e7a e os direitos fundamentais de 391 povos origin\u00e1rios no Brasil.<\/p>\n\n<p>Para Danicley Aguiar, coordenador da Frente de Povos Ind\u00edgenas do Greenpeace Brasil, o STF <em>\u201cperdeu a oportunidade de tamb\u00e9m rejeitar a relativiza\u00e7\u00e3o do usufruto exclusivo das Terras Ind\u00edgenas, em nome de um suposto desenvolvimento econ\u00f4mico, combatendo o preconceito hist\u00f3rico que estigmatiza os povos ind\u00edgenas como incapazes de constituir estrat\u00e9gias de desenvolvimento.\u201d&nbsp;<\/em><\/p>\n\n<p>Os pontos que n\u00e3o foram recha\u00e7ados causam preocupa\u00e7\u00e3o, como o<strong> aumento da complexidade da demarca\u00e7\u00e3o de Terras Ind\u00edgenas<\/strong> e a <strong>indeniza\u00e7\u00e3o de posseiros<\/strong>. Al\u00e9m disso, <strong>flexibilizam o uso exclusivo dos povos ind\u00edgenas sobre os seus territ\u00f3rios<\/strong> e fragilizam o direito \u00e0 consulta livre, pr\u00e9via e informada.<\/p>\n\n<p><em>\u201c\u00c9 um sentimento amb\u00edguo: al\u00edvio pela confirma\u00e7\u00e3o da rejei\u00e7\u00e3o da tese do Marco Temporal, mas tamb\u00e9m preocupa\u00e7\u00e3o com os retrocessos mantidos na decis\u00e3o, que fragilizam direitos territoriais e alimentam um cen\u00e1rio de permanente tens\u00e3o e inseguran\u00e7a jur\u00eddica \u2014 justamente o oposto da estabilidade que se dizia buscar, refor\u00e7ando o conflito institucional e a instabilidade normativa&#8221;, <\/em>destaca Angela Barbarulo, gerente jur\u00eddica do Greenpeace Brasil.<em> &#8220;Para al\u00e9m de um dever jur\u00eddico do Estado, a prote\u00e7\u00e3o e a efetiva <strong>demarca\u00e7\u00e3o das Terras Ind\u00edgenas constituem condi\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel para a concretiza\u00e7\u00e3o dos direitos dos povos origin\u00e1rios e para a implementa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas ambientais e clim\u00e1ticas<\/strong>, nos termos dos arts. 225 e 231 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal\u201d<\/em>.<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center has-action-yellow-background-color has-background\"><strong>Confira a an\u00e1lise do Greenpeace Brasil sobre o resultado do julgamento do STF sobre a Lei do Genoc\u00eddio Ind\u00edgena (14.701\/2023)<\/strong><br><br>Em vit\u00f3ria importante do movimento ind\u00edgena, o STF reafirmou a inconstitucionalidade da tese do Marco Temporal, pela segunda vez. Al\u00e9m disso, declarou a inconstitucionalidade de pontos importantes da Lei n\u00ba 14.701\/2023, como a aplica\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios de suspei\u00e7\u00e3o e impedimento de antrop\u00f3logos que atuam na demarca\u00e7\u00e3o de Terras Ind\u00edgenas e a impossibilidade da lei retroagir sobre atos dos procedimentos demarcat\u00f3rios j\u00e1 conclu\u00eddos.<br><br>Por outro lado, a Corte n\u00e3o entendeu inconstitucionais alguns artigos da Lei do Genoc\u00eddio Ind\u00edgena que, na pr\u00e1tica, podem dificultar processos demarcat\u00f3rios de novas Terras Ind\u00edgenas. Entre eles, aspectos relacionados \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o de posseiros e a ampla participa\u00e7\u00e3o de atores que podem impugnar demarca\u00e7\u00f5es durante todo o processo. Tamb\u00e9m causa preocupa\u00e7\u00e3o a flexibiliza\u00e7\u00e3o do usufruto exclusivo dos povos ind\u00edgenas sobre os seus territ\u00f3rios, com a possibilidade de realiza\u00e7\u00e3o de atividades econ\u00f4micas por n\u00e3o-ind\u00edgenas.<br><br>A Corte, ainda, validou o produto da Comiss\u00e3o Especial de Concilia\u00e7\u00e3o, constru\u00eddo sem a participa\u00e7\u00e3o do movimento ind\u00edgena. O texto ser\u00e1 enviado ao Congresso Nacional, que tem autonomia para decidir sobre como prosseguir, por\u00e9m o cen\u00e1rio recente n\u00e3o caminha para medidas que garantam mais prote\u00e7\u00e3o aos direitos dos povos ind\u00edgenas.<br><br>Por fim, o STF declarou a inconstitucionalidade por omiss\u00e3o do Estado brasileiro na demarca\u00e7\u00e3o de Terras Ind\u00edgenas, demandando a apresenta\u00e7\u00e3o de um plano estruturado. De fato, a morosidade nos processos demarcat\u00f3rios precisa ser superada, por\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio que se d\u00ea a estrutura e as condi\u00e7\u00f5es adequadas para que os \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis \u2013 em especial a Funai \u2013 possam conduzir seu trabalho com autonomia e estrutura.<\/p>\n\n<p><strong>Julgamento sem presen\u00e7a ind\u00edgena<\/strong><\/p>\n\n<p>Iniciado presencialmente no dia 10 de dezembro com leitura do relat\u00f3rio e sustenta\u00e7\u00f5es orais, o restante do julgamento foi em plen\u00e1rio virtual, comprometendo a participa\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas, aliados e de toda sociedade na decis\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Ao todo, tr\u00eas a\u00e7\u00f5es que contestavam a validade da Lei 14.701\/2023 foram analisadas, entre elas a <strong>ADI 758<\/strong>2, proposta pela Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil (Apib), na qual o Greenpeace Brasil atuou como <em>amicus curiae<\/em> (amigo da corte).<\/p>\n\n<p>A maioria dos ministros da Corte seguiu o voto do relator, Gilmar Mendes, validando regras para a explora\u00e7\u00e3o de Terras Ind\u00edgenas. Somente Luiz Edson Fachin e C\u00e1rmen L\u00facia discordaram, inclusive das indeniza\u00e7\u00f5es e concess\u00f5es de terras alternativas aos povos ind\u00edgenas.&nbsp;<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"532\" title=\"Indigenous People Meet with Minister Gilmar Mendes against the Marco Temporal Law in Brasil\u00edaInd\u00edgenas se re\u00fanem com o ministro Gilmar Mendes contra o Marco Temporal\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/3a13855d-gp0su5632_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56917\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/3a13855d-gp0su5632_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/3a13855d-gp0su5632_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/3a13855d-gp0su5632_low-res-800px-768x511.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2025\/04\/3a13855d-gp0su5632_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ind\u00edgenas do povo Munduruku e Guarani Kaiow\u00e1 foram recebidos pelo ministro Gilmar Mendes, e contestaram as decis\u00f5es da Mesa de Concilia\u00e7\u00e3o, criada pelo STF para debater a Lei n\u00ba 14.701\/2023, chamada de Lei do Genoc\u00eddio Ind\u00edgena.<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Risco para toda democracia<\/strong><\/p>\n\n<p>Proteger e promover os direitos ind\u00edgenas \u00e9 uma tarefa de todos os brasileiros, sobretudo do Estado. <em>\u201cAo enfrentarmos a transgress\u00e3o permanente dos direitos ind\u00edgenas, refor\u00e7amos o princ\u00edpio da pluralidade que orienta a democracia brasileira; garantindo o respeito aos modos de vida, costumes, l\u00ednguas, cren\u00e7as e tradi\u00e7\u00f5es dos povos ind\u00edgenas, al\u00e9m do direito \u00e0s terras que tradicionalmente ocupam\u201d<\/em>, afirma Aguiar.<\/p>\n\n<p>Atualmente, a <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/funai\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/conheca-o-papel-da-funai-na-seguranca-das-comunidades-indigenas\">Funai possui cerca de 679 processos demarcat\u00f3rios<\/a> que podem ser afetados pela decis\u00e3o do STF, sendo 149 estudos de identifica\u00e7\u00e3o e delimita\u00e7\u00e3o, e mais de 530 reivindica\u00e7\u00f5es territorial, dos quais 120 envolvem a revis\u00e3o de limites e, pelo menos, 60 a constitui\u00e7\u00e3o de Terras Ind\u00edgenas.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"561\" title=\"Indigenous People Protest with &quot;Blood&quot; Trail in BrazilPovos Ind\u00edgenas Protestam com Rastro de &quot;Sangue&quot; em Bras\u00edlia\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/GP0STRWOJ_PressMedia-1024x561.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2779\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/GP0STRWOJ_PressMedia-1024x561.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/GP0STRWOJ_PressMedia-300x164.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/GP0STRWOJ_PressMedia-768x421.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/GP0STRWOJ_PressMedia-510x279.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/GP0STRWOJ_PressMedia.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mais de 3.000 ind\u00edgenas que participam do 15\u00ba Acampamento Terra Livre saem em marcha para o Congresso Nacional com a mensagem: &#8220;Chega de genoc\u00eddio ind\u00edgena &#8211; Demarca\u00e7\u00e3o J\u00e1!&#8221;<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Marco Temporal segue no Congresso&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n<p>Um dia antes do julgamento iniciar no STF, o <strong>presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Uni\u00e3o Brasil\/AP), atropelou a democracia e pulou etapas da tramita\u00e7\u00e3o<\/strong> para marcar \u00e0s pressas a vota\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/senado-aprova-pec-que-altera-constituicao-para-incluir-marco-temporal-na-demarcacao-de-terras-indigenas-e-indenizar-fazendeiros\/\">Proposta de Emenda Constitucional (PEC 48)<\/a>, que trata do Marco Temporal. Apesar dos protestos e alertas, foi aprovada com 52 votos \u2013 <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/sob-forte-ataque-direitos-indigenas-voltam-a-pauta-no-congresso-e-stf\/\">confira a lista dos senadores que votaram a favor da PEC 48<\/a> e lembre desses nomes nas elei\u00e7\u00f5es de 2026.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>A PEC 48 for\u00e7a a inclus\u00e3o do Marco Temporal na Constitui\u00e7\u00e3o Federal<\/strong>, apesar da tese j\u00e1 ter sido negada e reconhecida como <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/rumo-a-vitoria-maioria-no-stf-rejeita-marco-temporal\/\">inconstitucional pelo STF em 2023<\/a>. E agora foi rejeitada pela segunda vez, o que \u00e9 uma vit\u00f3ria diante das amea\u00e7as do Congresso.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Neste momento, a PEC 48 est\u00e1 nas m\u00e3os de Hugo Motta (Republicanos\/PB), presidente da C\u00e2mara dos Deputados<\/strong>, que precisa ouvir a voz do povo brasileiro e principalmente dos povos ind\u00edgenas: Marco Temporal N\u00c3O!&nbsp;<br><strong>Defender os direitos ind\u00edgenas \u00e9 fortalecer a democracia e garantir o respeito aos modos de vida, cren\u00e7as e territ\u00f3rios dos povos origin\u00e1rios<\/strong>. Seguiremos firmes, por quanto tempo for necess\u00e1rio e sem recuar.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link has-white-color has-red-500-background-color has-text-color has-background has-link-color has-text-align-center wp-element-button\" href=\"http:\/\/Junte-se a n\u00f3s e participe da mobiliza\u00e7\u00e3o:\u00a0https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/marco-temporal-nao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Junte-se a n\u00f3s e participe da mobiliza\u00e7\u00e3o: Marco Temporal N\u00e3o!<\/a><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de reafirmar a inconstitucionalidade do Marco Temporal, STF mant\u00e9m pontos da Lei do Genoc\u00eddio Ind\u00edgena que podem afetar mais de 600 demarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"author":107,"featured_media":45870,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[68],"tags":[8],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-62058","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-povos-e-territorios","tag-resista","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62058","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/107"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=62058"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62058\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":62134,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62058\/revisions\/62134"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45870"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=62058"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=62058"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=62058"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=62058"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}