{"id":62308,"date":"2026-01-26T10:40:56","date_gmt":"2026-01-26T13:40:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=62308"},"modified":"2026-01-27T12:49:05","modified_gmt":"2026-01-27T15:49:05","slug":"emergencia-yanomami-completa-3-anos-com-avancos-na-saude-e-na-protecao-do-territorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/emergencia-yanomami-completa-3-anos-com-avancos-na-saude-e-na-protecao-do-territorio\/","title":{"rendered":"Emerg\u00eancia Yanomami completa 3 anos com avan\u00e7os na sa\u00fade e na prote\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio"},"content":{"rendered":"\n<p><em>A amplia\u00e7\u00e3o da sa\u00fade ind\u00edgena e das a\u00e7\u00f5es integradas de combate ao garimpo, mudou o cen\u00e1rio de destrui\u00e7\u00e3o e emerg\u00eancia humanit\u00e1ria no maior territ\u00f3rio ind\u00edgena do pa\u00eds.<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"534\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/9e34dcee-gp0su53tj_low-res-800px.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-62311\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/9e34dcee-gp0su53tj_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/9e34dcee-gp0su53tj_low-res-800px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/9e34dcee-gp0su53tj_low-res-800px-768x513.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/9e34dcee-gp0su53tj_low-res-800px-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Marcha dos Povos Ind\u00edgenas no Acampamento Terra Livre (ATL) 2025. Cr\u00e9dito: <div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Lucas Landau \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Em 20 de janeiro de 2023, o Governo Federal decretou estado de <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/genocidio-indigena-garimpo-ilegal-esta-matando-criancas-yanomami-e-nao-e-de-hoje\/\">emerg\u00eancia em sa\u00fade p\u00fablica na Terra Ind\u00edgena Yanomami<\/a>, reconhecendo oficialmente uma das maiores crises humanit\u00e1rias da hist\u00f3ria recente do Brasil. Tr\u00eas anos depois, os dados indicam avan\u00e7os importantes na \u00e1rea da sa\u00fade e prote\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio. Ainda assim, alertas feitos pelos povos que vivem na regi\u00e3o mostram que o garimpo segue sendo uma amea\u00e7a, encontrando novas formas de resistir \u00e0s a\u00e7\u00f5es do Estado.<\/p>\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/novembro\/avancos-na-assistencia-em-saude-reduzem-em-27-6-os-obitos-no-territorio-yanomami-em-2025\">Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/a>, divulgados em novembro do ano passado, desde o decreto de emerg\u00eancia houve uma <strong>queda de 27,6% nas mortes<\/strong>, aumento do n\u00famero de profissionais de atendimento \u00e0 sa\u00fade, al\u00e9m da abertura de um hospital ind\u00edgena. Em janeiro de 2023, ind\u00edgenas Yanomami foram encontrados em situa\u00e7\u00e3o extrema de desnutri\u00e7\u00e3o, com surtos de mal\u00e1ria e centenas de mortes que poderiam ter sido evitadas. Hoje, tr\u00eas anos depois, o cen\u00e1rio sanit\u00e1rio apresenta melhorias concretas, resultado da presen\u00e7a mais constante do Estado no territ\u00f3rio.<\/p>\n\n<p>Em 2024, a resposta governamental foi refor\u00e7ada com a cria\u00e7\u00e3o da <strong>Casa de Governo<\/strong>, estrutura vinculada \u00e0 Casa Civil e instalada em Boa Vista (RR), respons\u00e1vel por centralizar e integrar a atua\u00e7\u00e3o de mais de 20 \u00f3rg\u00e3os federais. Entre mar\u00e7o de 2024 e janeiro de 2026, foram realizadas <strong>mais de 9 mil opera\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a<\/strong>, que resultaram em <strong>R$ 644 milh\u00f5es em preju\u00edzos ao garimpo<\/strong>, segundo dados oficiais.<\/p>\n\n<p>Outro fator decisivo para os avan\u00e7os registrados nos \u00faltimos tr\u00eas anos foi a atua\u00e7\u00e3o conjunta entre o poder p\u00fablico e as organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas que vivem e conhecem o territ\u00f3rio. Associa\u00e7\u00f5es Yanomami e Ye\u2019kwana tiveram papel fundamental ao denunciar invas\u00f5es, orientar opera\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o e garantir que as a\u00e7\u00f5es do Estado respeitassem as din\u00e2micas culturais e sociais das comunidades. Essa coopera\u00e7\u00e3o fortaleceu o processo de desintrus\u00e3o, tornando as opera\u00e7\u00f5es mais eficazes e leg\u00edtimas, al\u00e9m de reafirmar que a prote\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com a participa\u00e7\u00e3o ativa de seus povos, protagonistas na defesa de suas vidas, florestas e modos de exist\u00eancia.<\/p>\n\n<p>Esses n\u00fameros demonstram que quando h\u00e1 coordena\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia, presen\u00e7a cont\u00ednua e fiscaliza\u00e7\u00e3o permanente, o garimpo recua. Ao mesmo tempo, mostram que a repress\u00e3o sozinha, n\u00e3o resolve o problema. \u00c9 indispens\u00e1vel uma atua\u00e7\u00e3o conjunta entre diferentes \u00f3rg\u00e3os fiscalizadores, capaz de atingir as cadeias financeiras, log\u00edsticas e pol\u00edticas que sustentam o ouro ilegal, garantindo que sejam efetivamente investigadas e coibidas. Diante da valoriza\u00e7\u00e3o crescente do ouro no mercado internacional, o garimpo tende a se reinventar, explorando brechas log\u00edsticas, rotas clandestinas e novas tecnologias para seguir destruindo territ\u00f3rios protegidos e amea\u00e7ando povos ind\u00edgenas.<\/p>\n\n<p>Para <strong>Gr\u00e9gor Daflon, porta-voz da Frente de Povos Ind\u00edgenas do Greenpeace Brasil<\/strong>, os avan\u00e7os recentes mostram que \u00e9 poss\u00edvel proteger os territ\u00f3rios se os compromissos de longo prazo forem firmados e cumpridos. \u201cA presen\u00e7a do Estado salvou vidas e reduziu a destrui\u00e7\u00e3o no territ\u00f3rio Yanomami, mas essa prote\u00e7\u00e3o precisa ser permanente e ir al\u00e9m das a\u00e7\u00f5es emergenciais. \u00c9 fundamental superar o garimpo como atividade econ\u00f4mica, porque ele destr\u00f3i vidas, contamina rios, devasta florestas, viola direitos humanos e amea\u00e7a culturas inteiras. Enquanto o ouro continuar saindo de \u00e1reas protegidas e sendo absorvido pela economia global por governos, empresas e institui\u00e7\u00f5es financeiras, os povos ind\u00edgenas, a Amaz\u00f4nia e o equil\u00edbrio do clima seguir\u00e3o sob amea\u00e7a&#8221;, destaca.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Avan\u00e7os reais, amea\u00e7a persistente<\/strong><\/h3>\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/acoes-de-desintrusao-fazem-garimpo-recuar-nas-maiores-terras-indigenas-da-amazonia\/\">O monitoramento mais recente do Greenpeace Brasil<\/a>, realizado no primeiro semestre de 2025, aponta que a Terra Ind\u00edgena Yanomami apresentou o melhor resultado entre os territ\u00f3rios monitorados, com apenas 8,16 hectares de novas \u00e1reas abertas para explora\u00e7\u00e3o ilegal de ouro no per\u00edodo. Esse dado reflete o impacto positivo das a\u00e7\u00f5es de desintrus\u00e3o permanente.<\/p>\n\n<p>O monitoramento mostrou que o garimpo foi for\u00e7ado a recuar em todas as Terras Ind\u00edgenas que passaram por opera\u00e7\u00f5es coordenadas pelo Minist\u00e9rio dos Povos Ind\u00edgenas. Na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro semestre de 2024, por exemplo, houve uma redu\u00e7\u00e3o de <strong>95,18% na TI Yanomami<\/strong> e 41,53% na TI Munduruku. Na TI Kayap\u00f3, apesar de um aumento de 1,93%, n\u00e3o houve abertura de novas \u00e1reas de garimpo ap\u00f3s o in\u00edcio da desintrus\u00e3o em maio, e em junho de 2025, <strong>a abertura de novas \u00e1reas nos tr\u00eas territ\u00f3rios chegou a zero<\/strong>.<\/p>\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/yanomami-munduruku-e-kayapo-reforcam-alianca-em-defesa-dos-territorios\/\">Os dados foram apresentados em agosto de 2025, durante reuni\u00e3o da <strong>Alian\u00e7a em Defesa dos Territ\u00f3rios<\/strong><\/a>, no escrit\u00f3rio do Greenpeace Brasil em Manaus, com a presen\u00e7a de lideran\u00e7as Yanomami, Munduruku e Kayap\u00f3.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Na ocasi\u00e3o, Julio Ye\u2019kwana Yanomami destacou os impactos positivos das opera\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m apontou mudan\u00e7as estruturais necess\u00e1rias para conter o garimpo. \u201cDepois da desintrus\u00e3o, vimos a \u00e1gua limpando, as crian\u00e7as voltando para a aldeia e mais seguran\u00e7a. A desintrus\u00e3o \u00e9 muito boa, mas n\u00e3o adianta s\u00f3 tirar o garimpo, \u00e9 preciso criar alternativas econ\u00f4micas para cidades vizinhas ao territ\u00f3rio e para os jovens\u201d, afirmou.<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mobiliza\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria<\/strong><\/h3>\n\n<p>O Greenpeace Brasil mant\u00e9m um trabalho independente e cont\u00ednuo de monitoramento do garimpo em terras protegidas da Amaz\u00f4nia, utilizando imagens de sat\u00e9lite e sobrevoos para identificar novas \u00e1reas de explora\u00e7\u00e3o e subsidiar a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n<p>O monitoramento territorial realizado pela organiza\u00e7\u00e3o abrange as maiores Terras Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia e\/ou aquelas terras mais amea\u00e7adas pela atividade. Entre elas est\u00e1 a Terra Ind\u00edgena Yanomami, o maior territ\u00f3rio ind\u00edgena do pa\u00eds, com quase 10 milh\u00f5es de hectares localizados entre os estados do Amazonas e Roraima, onde vivem mais de 33 mil ind\u00edgenas.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/290ed7b4-image.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-62310\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/290ed7b4-image.jpeg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/290ed7b4-image-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/290ed7b4-image-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/01\/290ed7b4-image-510x340.jpeg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Estrada e Maquin\u00e1rio Ilegais na TI Yanomami na Amaz\u00f4nia. Cr\u00e9dito: \u00a9Valentina Ricardo\/ Greenpeace<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Desde 2023, o Greenpeace vem denunciando a alarmante infraestrutura utilizada pelo garimpo, como <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/parem-as-maquinas-como-as-escavadeiras-ameacam-povos-indigenas-e-a-amazonia\/\">a presen\u00e7a de <strong>176 escavadeiras hidr\u00e1ulicas<\/strong><\/a> nas terras Kayap\u00f3, Munduruku e Yanomami e a <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/sobrevoo-revela-estrada-clandestina-a-servico-do-garimpo-ilegal-na-terra-indigena-yanomami\/\">constru\u00e7\u00e3o de uma<strong> <\/strong>estrada ilegal de 150 km<\/a>, usada como rota log\u00edstica de garimpeiros&nbsp;<\/p>\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/ouro-toxico-greenpeace-mostra-deslocamento-do-garimpo-ilegal-e-falhas-no-comercio-global-do-ouro\/\">relat\u00f3rio <strong>\u201cOuro T\u00f3xico\u201d<\/strong><\/a>, divulgado em abril de 2025, mostrou que, apesar de uma redu\u00e7\u00e3o de 7% na devasta\u00e7\u00e3o em \u00e1reas Yanomami em 2024, o garimpo segue sendo uma amea\u00e7a constante, pois no centro desse ecossistema de destrui\u00e7\u00e3o est\u00e1 a cobi\u00e7a pelo ouro, um metal precioso que atravessa as fronteiras brasileiras e entra na economia global sem uma regula\u00e7\u00e3o eficaz e devida dilig\u00eancia por parte dos pa\u00edses envolvidos.<\/p>\n\n<p>O garimpo n\u00e3o pode continuar destruindo vidas, rios, florestas e culturas. A luta pela sobreviv\u00eancia do povo Yanomami \u00e9 tamb\u00e9m a luta pela Amaz\u00f4nia, pelo clima e pelo futuro de todos n\u00f3s. Se voc\u00ea tamb\u00e9m quer uma <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/amazonia-livre-de-garimpo\/\"><strong>Amaz\u00f4nia Livre de Garimpo<\/strong><\/a>, assine a peti\u00e7\u00e3o do Greenpeace Brasil, que j\u00e1 re\u00fane mais de <strong>170 mil assinaturas<\/strong>, compartilhe com amigos e familiares e junte-se a essa mobiliza\u00e7\u00e3o em defesa das florestas e dos povos ind\u00edgenas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A amplia\u00e7\u00e3o da sa\u00fade ind\u00edgena e das a\u00e7\u00f5es integradas de combate ao garimpo, mudou o cen\u00e1rio de destrui\u00e7\u00e3o e emerg\u00eancia humanit\u00e1ria<\/p>\n","protected":false},"author":133,"featured_media":62312,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[49,68],"tags":[43,60],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-62308","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-amazonia","category-povos-e-territorios","tag-povos-e-territorios","tag-garimpo","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62308","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/133"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=62308"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62308\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":62322,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62308\/revisions\/62322"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/62312"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=62308"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=62308"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=62308"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=62308"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}