{"id":64011,"date":"2026-06-01T12:42:59","date_gmt":"2026-06-01T15:42:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=64011"},"modified":"2026-06-01T12:43:02","modified_gmt":"2026-06-01T15:43:02","slug":"lavagem-de-ouro-greenpeace-brasil-denuncia-fraudes-em-permissoes-de-garimpo-na-amazonia-e-revela-esquema-bilionario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/lavagem-de-ouro-greenpeace-brasil-denuncia-fraudes-em-permissoes-de-garimpo-na-amazonia-e-revela-esquema-bilionario\/","title":{"rendered":"Lavagem de ouro: Greenpeace Brasil denuncia fraudes em permiss\u00f5es de garimpo na Amaz\u00f4nia e revela esquema bilion\u00e1rio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Relat\u00f3rio mostra como Permiss\u00f5es de Lavra Garimpeira (PLGs) s\u00e3o utilizadas para a comercializa\u00e7\u00e3o de ouro extra\u00eddo ilegalmente da Amaz\u00f4nia, impactando Terras Ind\u00edgenas e \u00e1reas protegidas<\/em>;<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>An\u00e1lise cruzou dados hist\u00f3ricos da Compensa\u00e7\u00e3o Financeira pela Explora\u00e7\u00e3o de Recursos Minerais (CFEM) com imagens de sat\u00e9lite e de sobrevoos realizados pelo Greenpeace Brasil; <\/em><br><br><em>Acesse o relat\u00f3rio &#8220;<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/relatorio-lavagem-ouro-na-amazonia\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/apoie\/relatorio-lavagem-ouro-na-amazonia\/\">Lavagem de ouro na Amaz\u00f4nia: Anatomia de uma fraude<\/a>&#8220;<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3227a6c0-img_0493-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64016\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3227a6c0-img_0493-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3227a6c0-img_0493-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3227a6c0-img_0493-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3227a6c0-img_0493-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3227a6c0-img_0493-2048x1152.jpg 2048w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3227a6c0-img_0493-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Flagra de garimpo ilegal na zona de amortecimento do Parque Nacional do Rio Novo, Par\u00e1. A \u00e1rea est\u00e1 pr\u00f3xima a uma das localiza\u00e7\u00f5es com PLG analisada pelo relat\u00f3rio \u201cLavagem de ouro na Amaz\u00f4nia: anatomia de uma fraude\u201d. Maio de 2026. La\u00eds Modelli \/ Greenpeace<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>1\u00ba<\/strong> <strong>de<\/strong> <strong>junho<\/strong> <strong>de<\/strong> <strong>2026<\/strong> <strong>&#8211;<\/strong> Um novo relat\u00f3rio do Greenpeace Brasil, publicado nesta segunda-feira (01), mostra como a Permiss\u00e3o de Lavra Garimpeira (PLG) &#8211; instrumento que atesta a proced\u00eancia do ouro &#8211; vem sendo utilizada para \u201clavar\u201d o min\u00e9rio extra\u00eddo ilegalmente na Amaz\u00f4nia, aproveitando-se de falhas graves na fiscaliza\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o (ANM) e da dispensa de pesquisa mineral pr\u00e9via. A organiza\u00e7\u00e3o alerta que tal sistema fraudulento vem permitindo, h\u00e1 anos, a expans\u00e3o do garimpo ilegal na Amaz\u00f4nia, inclusive sobre Terras Ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n<p>Al\u00e9m de descrever a din\u00e2mica da &#8220;lavagem&#8221; por meio da PLG e os caminhos usados para que o ouro ilegal seja inserido no sistema financeiro global como um ativo \u201climpo\u201d, o relat\u00f3rio <em>\u201cLavagem de ouro na Amaz\u00f4nia: anatomia de uma fraude\u201d&nbsp; <\/em>tamb\u00e9m revela um esquema bilion\u00e1rio: entre 2018 e mar\u00e7o de 2026, 98 PLGs com irregularidades permitiram a comercializa\u00e7\u00e3o de 25,3 toneladas de ouro, que, em valores atualizados, renderiam R$ 18,4 bilh\u00f5es (entenda abaixo).<\/p>\n\n<p>\u201cEstamos falando de um esquema de lavagem de ouro que, h\u00e1 d\u00e9cadas, utiliza um instrumento legal para inserir no mercado nacional e internacional o ouro extra\u00eddo ilegalmente de Terras Ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia. Por isso, conferir total transpar\u00eancia para a Permiss\u00e3o de Lavra Garimpeira e cobrar uma fiscaliza\u00e7\u00e3o mais robusta da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais uma op\u00e7\u00e3o, mas uma necessidade\u201d, afirma o coordenador da frente de Povos Ind\u00edgenas do Greenpeace Brasil, Danicley de Aguiar.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Esquema bilion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n\n<p>Por meio da an\u00e1lise de dados hist\u00f3ricos da Compensa\u00e7\u00e3o Financeira pela Explora\u00e7\u00e3o de Recursos Minerais (CFEM) e da base de dados de processos miner\u00e1rios da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o, bem como de imagens de sat\u00e9lite e de sobrevoos de valida\u00e7\u00e3o, o Greenpeace Brasil analisou 187 processos miner\u00e1rios registrados entre 2018 e mar\u00e7o de 2026. Destes processos, foram identificadas 98 Permiss\u00f5es de Lavra Garimpeira com irregularidades, que, juntas, resultaram na comercializa\u00e7\u00e3o declarada de <strong>25,3 toneladas de ouro<\/strong> no per\u00edodo analisado, avaliada em cerca de<strong> R$ 18,4 bilh\u00f5es<\/strong> (o c\u00e1lculo foi realizado em valores atualizados do ouro 24k para a primeira quinzena de maio de 2026, equivalente a R$ 728,17\/kg).&nbsp;<\/p>\n\n<p>Vale destacar o momento em que esta pesquisa \u00e9 publicada:&nbsp; um contexto de crise e instabilidade pol\u00edtica geradas por guerras que t\u00eam elevado o pre\u00e7o do ouro no mercado internacional.&nbsp;<\/p>\n\n<p>\u201cO avan\u00e7o do garimpo na Amaz\u00f4nia, em especial sobre Terras Ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, deve ser analisado dentro de um contexto amplo: \u00e9 preciso conectar instabilidade geopol\u00edtica com constante valoriza\u00e7\u00e3o do ouro nos mercados internacionais, mas tamb\u00e9m com o fato dessa atividade encontrar no Brasil um ambiente institucional particularmente permissivo, em que fragilidades regulat\u00f3rias e de fiscaliza\u00e7\u00e3o permitem que o ouro ilegal seja incorporado \u00e0 economia global com apar\u00eancia de legalidade\u201d, alerta Aguiar.<\/p>\n\n<p><strong>Casos: garimpos fantasmas e garimpos em escala industrial<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n<p>Dentre as 98 PLGs com irregularidades identificadas, a pesquisa traz em detalhes de oito casos, que podem ser divididos em dois tipos:&nbsp;<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Garimpos fantasmas:<\/strong> \u00e1reas que declaram toneladas de produ\u00e7\u00e3o de ouro, mas imagens de sat\u00e9lite e sobrevoos mostram que a floresta est\u00e1 intacta, ou com pouca atividade garimpeira, demonstrando que o ouro declarado pela PLG n\u00e3o veio daquela \u00e1rea;<br><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Garimpos em escala industrial<\/strong><strong>:<\/strong> arranjos em que m\u00faltiplas PLGs, concedidas na mesma \u00e1rea, s\u00e3o exploradas de modo a sugerir uma \u00fanica opera\u00e7\u00e3o. Isso permite escapar do licenciamento ambiental mais rigoroso e das regras aplic\u00e1veis \u00e0 minera\u00e7\u00e3o industrial, al\u00e9m de facilitar a lavagem de ouro.<\/li>\n<\/ul>\n\n<p>Um dos casos ilustra bem o esquema: uma PLG em Itaituba, no Par\u00e1, com apenas 1,08 hectares, registrou a comercializa\u00e7\u00e3o de 776,68 kg de ouro entre 2018 e 2020. Imagens de sat\u00e9lite e de sobrevoo do Greenpeace Brasil, no entanto, mostraram a \u00e1rea completamente preservada, sem qualquer sinal de atividade garimpeira, o que demonstra que o ouro declarado n\u00e3o foi retirado desta \u00e1rea. O \u00edndice de produtividade calculado, de 719,15 kg por hectare, \u00e9 considerado extremo segundo os crit\u00e9rios do pr\u00f3prio estudo.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3663b9b7-copia-de-r_bk3551-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64017\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3663b9b7-copia-de-r_bk3551-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3663b9b7-copia-de-r_bk3551-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3663b9b7-copia-de-r_bk3551-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3663b9b7-copia-de-r_bk3551-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/06\/3663b9b7-copia-de-r_bk3551.jpg 1181w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Garimpo fantasma na Ant\u00f4nia da Silva Santos Galv\u00e3o \u2013 Itaituba (PA) | Foto: Greenpeace Brasil<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><strong>Conclus\u00f5es e recomenda\u00e7\u00f5es do Greenpeace<\/strong><\/p>\n\n<p>Institu\u00edda em 1989 com o objetivo de regulamentar e controlar a atividade garimpeira, a PLG acabou capturada por esquemas il\u00edcitos de&nbsp; lavagem de ouro na Amaz\u00f4nia. Na pr\u00e1tica, \u00e9 o pr\u00f3prio titular&nbsp; da PLG quem declara quanto ouro extraiu no local, e todo a quantidade pode ser aceito como real \u2014 n\u00e3o h\u00e1, portanto, nenhum par\u00e2metro t\u00e9cnico confi\u00e1vel para avaliar o potencial produtivo real das \u00e1reas concedidas por PLGs, o que dificulta a rastreabilidade do metal e abre espa\u00e7o para que o ouro extra\u00eddo de Terras Ind\u00edgenas e de outras \u00e1reas protegidas seja registrado como se tivesse origem legal.<\/p>\n\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o conclui, assim, que a aus\u00eancia de pesquisa mineral pr\u00e9via para a permiss\u00e3o de lavra garimpeira, aliada \u00e0 fragilidade da fiscaliza\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o (ANM), abriu espa\u00e7o para que \u00e1reas sem qualquer atividade miner\u00e1ria comprovada fossem utilizadas para a lavagem de ouro extra\u00eddo ilegalmente.<\/p>\n\n<p>\u201cA dispensa de pesquisa mineral dificulta uma an\u00e1lise mais precisa dos impactos ambientais inerentes \u00e0 atividade garimpeira e contribui para que a Permiss\u00e3o de Lavra Garimpeira (PLG) seja utilizada como instrumento de lavagem de ouro\u201d, explica Danicley de Aguiar.<\/p>\n\n<p>O estudo tamb\u00e9m aponta que, apesar da decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2025, que derrubou a chamada \u201cpresun\u00e7\u00e3o de boa-f\u00e9\u201d no com\u00e9rcio de ouro, os mecanismos de lavagem continuam operando. At\u00e9 ent\u00e3o, as distribuidoras autorizadas pelo Banco Central a comprar ouro podiam aceitar como verdadeiras as informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelos vendedores, sem necessidade de verifica\u00e7\u00e3o rigorosa da origem do metal. Para o Greenpeace Brasil, a decis\u00e3o do STF representou um avan\u00e7o importante, mas insuficiente diante das lacunas que ainda persistem no sistema de rastreabilidade do ouro.<\/p>\n\n<p>O Greenpeace Brasil defende uma reformula\u00e7\u00e3o profunda do sistema de controle da cadeia do ouro no pa\u00eds. Entre as principais recomenda\u00e7\u00f5es que constam do relat\u00f3rio, est\u00e3o:<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Exig\u00eancia de pesquisa mineral pr\u00e9via antes da concess\u00e3o de PLGs, com base no artigo 6\u00ba da Lei 7.805\/89;<br><\/li>\n\n\n\n<li>Identificar e cancelar imediatamente PLGs que tenham efetuado o recolhimento da Compensa\u00e7\u00e3o Financeira pela Explora\u00e7\u00e3o de Recursos Minerais (CFEM), mas n\u00e3o apresentem evid\u00eancias claras de explora\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n<p>Segundo a organiza\u00e7\u00e3o, combater o garimpo ilegal exige n\u00e3o apenas aprimorar mecanismos regulat\u00f3rios, mas tamb\u00e9m enfrentar a pobreza estrutural e promover modelos econ\u00f4micos capazes de conviver com a floresta, respeitar os direitos humanos e superar a pobreza.<\/p>\n\n<p><strong>Imagens<\/strong><\/p>\n\n<p>Imagens de garimpo na Amaz\u00f4nia para uso da imprensa podem ser baixadas <a href=\"https:\/\/media.greenpeace.org\/collection\/27MZIFJHIRZHQ\">aqui<\/a>.<\/p>\n\n<p><br><strong><em>Sobre o Greenpeace Brasil<\/em><\/strong><\/p>\n\n<p><em>O Greenpeace Brasil \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o ativista ambiental sem fins lucrativos, que atua desde 1992 na defesa do meio ambiente.&nbsp;Ao lado de todas as pessoas que buscam um mundo mais verde, justo e pac\u00edfico, a organiza\u00e7\u00e3o atua h\u00e1 mais de 30 anos pela defesa do meio ambiente, denunciando e confrontando governos, empresas e projetos que incentivam a destrui\u00e7\u00e3o das florestas.<\/em><\/p>\n\n<p><strong>Informa\u00e7\u00f5es para a imprensa sobre o Greenpeace Brasil<\/strong><\/p>\n\n<p><strong>Ag\u00eancia Galo |\u00a0<\/strong><a href=\"mailto:imprensa.br@greenpeace.org\">imprensa.br@greenpeace.org <\/a><br>Milka Ver\u00edssimo | 11 95761 2703<br>Thiago Rebou\u00e7as | 11 98562 3094<br>Tales Rocha | 11 98870 1089<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relat\u00f3rio mostra como Permiss\u00f5es de Lavra Garimpeira (PLGs) s\u00e3o utilizadas para a comercializa\u00e7\u00e3o de ouro extra\u00eddo ilegalmente da Amaz\u00f4nia, impactando Terras Ind\u00edgenas e \u00e1reas protegidas;<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":64016,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[68],"tags":[45,43,60],"p4-page-type":[14],"class_list":["post-64011","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-povos-e-territorios","tag-mineracao","tag-povos-e-territorios","tag-garimpo","p4-page-type-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64011","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=64011"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64011\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":64018,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64011\/revisions\/64018"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/64016"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=64011"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=64011"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=64011"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=64011"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}