{"id":7597,"date":"2019-02-15T11:57:23","date_gmt":"2019-02-15T13:57:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=7597"},"modified":"2024-04-03T14:06:40","modified_gmt":"2024-04-03T17:06:40","slug":"cade-a-floresta-que-estava-aqui-a-lama-da-vale-engoliu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/cade-a-floresta-que-estava-aqui-a-lama-da-vale-engoliu\/","title":{"rendered":"Cad\u00ea a floresta que estava aqui? A lama da Vale engoliu"},"content":{"rendered":"<h4><span style=\"font-weight: 400;\">Recupera\u00e7\u00e3o da natureza de Brumadinho e arredores pode levar centenas de anos, afirma pesquisadora<\/span><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m das muitas vidas humanas que a <\/span><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/brumadinho-chora-e-se-ajuda\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"font-weight: 400;\">lama t\u00f3xica da Vale tirou em Brumadinho<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, a fauna e a flora da regi\u00e3o tamb\u00e9m sofreram impactos, ainda dif\u00edceis de mensurar. A \u00e1rea atingida pelos rejeitos de minera\u00e7\u00e3o conta, ou contava, com uma biodiversidade riqu\u00edssima, ainda n\u00e3o totalmente catalogada. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Brumadinho se localiza ao sul da Reserva da Biosfera da Unesco da Serra do Espinha\u00e7o, uma regi\u00e3o considerada ref\u00fagio de vida selvagem em Minas Gerais. <\/span><b>Por ser uma \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o entre Mata Atl\u00e2ntica e Cerrado, a import\u00e2ncia ecol\u00f3gica deste lugar \u00e9 enorme, porque abriga esp\u00e9cies animais e vegetais de ambos os biomas \u2014 muitas, inclusive, amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_7602\" style=\"width: 809px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7602\" class=\"wp-image-7602 size-full\" style=\"font-size: 16px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/1d7a25e5-gp0stsy7f_web_size.jpg\" alt=\"A lama t\u00f3xica da Vale inundou com quase 13 milh\u00f5es de m\u00b3 o distrito de C\u00f3rrego do Feij\u00e3o, em Brumadinho, matando a vegeta\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima\" width=\"799\" height=\"540\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/1d7a25e5-gp0stsy7f_web_size.jpg 799w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/1d7a25e5-gp0stsy7f_web_size-300x203.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/1d7a25e5-gp0stsy7f_web_size-768x519.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/1d7a25e5-gp0stsy7f_web_size-503x340.jpg 503w\" sizes=\"auto, (max-width: 799px) 100vw, 799px\" \/><p id=\"caption-attachment-7602\" class=\"wp-caption-text\">A lama t\u00f3xica da Vale inundou com quase 13 milh\u00f5es de m\u00b3 o distrito de C\u00f3rrego do Feij\u00e3o, causando estragos em toda a vegeta\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>A vegeta\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima ao C\u00f3rrego do Feij\u00e3o e onde ele encontra o Rio Paraopeba, chamada de mata ciliar, est\u00e1 destru\u00edda pelos rejeitos. Essa mata era parte do corredor ecol\u00f3gico de muitos animais, possibilitando seu deslocamento entre \u00e1reas de floresta. Jaguatirica, lobo-guar\u00e1, on\u00e7a-parda, primatas como macaco-prego e sau\u00e1, veados e pequenos roedores est\u00e3o entre os mam\u00edferos que n\u00e3o mais poder\u00e3o atravessar os c\u00f3rregos e rios. Entre as aves que habitam a regi\u00e3o, podia-se avistar, por exemplo, a \u00e1guia-cinzenta, o beija-flor-de-gravata-verde, a campainha-azul e o choca-da-mata. A perda de animais dom\u00e9sticos e de cria\u00e7\u00e3o, como cachorros, gatos e vacas, tamb\u00e9m \u00e9 incalcul\u00e1vel.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma an\u00e1lise preliminar do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) estimou que <\/span><b>uma \u00e1rea de 270 hectares, o equivalente a 300 campos de futebol, foi coberta pela lama, sendo que quase metade (138 hectares) era de vegeta\u00e7\u00e3o natural<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O restabelecimento total da paisagem, com todas as suas fun\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas, n\u00e3o ser\u00e1 simples. \u201cN\u00e3o conseguimos saber quando esse ecossistema voltar\u00e1 ao normal. \u00c9 uma recupera\u00e7\u00e3o muito lenta. Sendo otimista, diria centenas de anos\u201d, alerta a ec\u00f3loga e professora da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) Yasmine Antonini, que desde 2015 analisa os impactos do <\/span><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/rio-doce-a-licao-nao-aprendida\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"font-weight: 400;\">rompimento da barragem da Vale em Mariana<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Yasmine prev\u00ea que a morte da natureza em Brumadinho, um dos munic\u00edpios da regi\u00e3o com maior \u00e1rea preservada, se dar\u00e1 de forma semelhante ao que aconteceu em Mariana. Segundo ela, a lama t\u00f3xica mata a floresta de duas formas: ou as \u00e1rvores s\u00e3o arrancadas pela viol\u00eancia da lama no momento do rompimento da barragem ou, caso resistam, s\u00e3o alagadas. Nesse caso, os rejeitos soterram e matam as ra\u00edzes das \u00e1rvores ao endurecer. \u201cEm Mariana, as \u00e1rvores morreram porque as ra\u00edzes n\u00e3o conseguiam respirar, mas continuaram de p\u00e9, s\u00f3 o palito. Vai acontecer o mesmo em Brumadinho\u201d, diz Yasmine.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_7600\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7600\" class=\"wp-image-7600 size-large\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/6bc5bb3a-serra_espinhaco_1402-1024x723.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"723\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/6bc5bb3a-serra_espinhaco_1402-1024x723.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/6bc5bb3a-serra_espinhaco_1402-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/6bc5bb3a-serra_espinhaco_1402-768x542.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/6bc5bb3a-serra_espinhaco_1402-1934x1366.jpg 1934w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/6bc5bb3a-serra_espinhaco_1402-481x340.jpg 481w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-7600\" class=\"wp-caption-text\">A lama t\u00f3xica da Vale destruiu a rica biodiversidade da regi\u00e3o, que conta com esp\u00e9cies do Cerrado e da Mata Atl\u00e2ntica por ser uma \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o entre biomas<\/p><\/div>\n<p><b>Contamina\u00e7\u00e3o generalizada<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os rejeitos carregados de elementos qu\u00edmicos contaminam e desequilibram toda a cadeia alimentar de C\u00f3rrego do Feij\u00e3o, e seguem <\/span><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/a-extensao-da-morte-do-rio-paraopeba\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"font-weight: 400;\">descendo o Rio Paraopeba<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, dizimando a vida aqu\u00e1tica. Conforme a lama vai secando, a poeira se deposita nas folhas, flores e solo. \u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre as esp\u00e9cies vegetais encontradas na regi\u00e3o, est\u00e3o o jacarand\u00e1, bra\u00fana e \u00a0jequitib\u00e1, \u00e1rvores frondosas da Mata Atl\u00e2ntica, e plantas do Cerrado, como a canela-de-ema, a maioria correndo risco de extin\u00e7\u00e3o. Junto com a vegeta\u00e7\u00e3o, perdem-se insetos que dependem dela. \u00c9 o caso da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Melipona rufiventris<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, a abelha uru\u00e7u-amarela, e da <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Parides burchellanus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, a borboleta ribeirinha, presente somente em outros dois lugares no Brasil. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cUm desastre como esse causa o pior tipo de destrui\u00e7\u00e3o para a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Parides burchellanus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, que s\u00f3 existe nas margens de rios e c\u00f3rregos\u201d, explica Onildo Marini Filho, especialista em borboletas do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Antes de serem sufocadas pelos rejeitos, as \u00e1reas pr\u00f3ximas da barragem da Vale atuavam como ber\u00e7\u00e1rio para muitas esp\u00e9cies, por conta das muitas nascentes e riachos de \u00e1gua limpa. Agora, essa pequena bacia hidrogr\u00e1fica est\u00e1 praticamente morta. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quanto vale a natureza de Brumadinho? Quanto vale cada vida que a Vale tirou? As vidas das pessoas, \u00e1rvores e animais jamais retornar\u00e3o, mas \u00e9 preciso que a Vale se responsabilize por cada vida tirada, para que trag\u00e9dias como essa n\u00e3o voltem a acontecer. Voc\u00ea pode ajudar a pression\u00e1-la, participando do abaixo-assinado aqui:\u00a0<a href=\"https:\/\/act.gp\/2SU3Eip\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/act.gp\/2SU3Eip<\/a>\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">#ParemAVale<\/span><\/p>\n\n\t\t<style type=\"text\/css\">\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-7597 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/e9e6adef-1beija-flor-de-gravata-verde_augastes_scutatusnortondefeis-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-stateless-item\" alt=\"Beija-flor-de-gravata-verde (Augastes scutatus), esp\u00e9cie presente na Serra do Espinha\u00e7o\" aria-describedby=\"gallery-1-7608\" data-image-size=\"thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2019\/02\/e9e6adef-1beija-flor-de-gravata-verde_augastes_scutatusnortondefeis.jpg\" \/>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-7608'>\n\t\t\t\tBeija-flor-de-gravata-verde (Augastes scutatus), esp\u00e9cie presente na Serra do Espinha\u00e7o\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/7d5c9179-2lobo-guara-luiz-carlos-rocha-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-stateless-item\" alt=\"Lobo-guar\u00e1 (Chrysocyon brachyurus), mam\u00edfero do Cerrado amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o\" aria-describedby=\"gallery-1-7609\" data-image-size=\"thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2019\/02\/7d5c9179-2lobo-guara-luiz-carlos-rocha.jpg\" \/>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-7609'>\n\t\t\t\tLobo-guar\u00e1 (Chrysocyon brachyurus), mam\u00edfero do Cerrado amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/3P.-burchellanus_Onildo-Marini-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-stateless-item\" alt=\"A Parides burchellanus \u00e9 uma esp\u00e9cie de borboleta end\u00eamica do Cerrado e criticamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da regi\u00e3o de Brumadinho, s\u00f3 existe em outros dois lugares no Brasil\" aria-describedby=\"gallery-1-7610\" data-image-size=\"thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2019\/02\/3P.-burchellanus_Onildo-Marini.jpg\" \/>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-7610'>\n\t\t\t\tA Parides burchellanus \u00e9 uma borboleta do Cerrado e amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da regi\u00e3o de Brumadinho, ela s\u00f3 existe em outros dois lugares no Brasil\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><br style=\"clear: both\" \/><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/11f40c06-4jaguatirica-andre-zumak-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-stateless-item\" alt=\"Jaguatirica (Leopardus pardalis) \u00e9 um dos mam\u00edferos do topo da cadeia alimentar \u00e1rea da Serra do Espinha\u00e7o\" aria-describedby=\"gallery-1-7611\" data-image-size=\"thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2019\/02\/11f40c06-4jaguatirica-andre-zumak.jpg\" \/>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-7611'>\n\t\t\t\tJaguatirica (Leopardus pardalis) \u00e9 um dos mam\u00edferos do topo da cadeia alimentar \u00e1rea da Serra do Espinha\u00e7o\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/d11305ea-5flickr_-_dario_sanches_-_choca-da-mata_macho_thamnophilus_caerulescens-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-stateless-item\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-7612\" data-image-size=\"thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2019\/02\/d11305ea-5flickr_-_dario_sanches_-_choca-da-mata_macho_thamnophilus_caerulescens.jpg\" \/>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-7612'>\n\t\t\t\tChoca-da-mata (Thamnophilus caerulescens) macho. A esp\u00e9cie \u00e9 vista freq\u00fcentemente em bordas de matas e capoeiras\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/caf0e2d2-6veado-mateiro-helia-vannucchi-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-stateless-item\" alt=\"Veado-mateiro (Mazama americana), mam\u00edfero listado como &quot;vulner\u00e1vel&quot;.\" aria-describedby=\"gallery-1-7613\" data-image-size=\"thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2019\/02\/caf0e2d2-6veado-mateiro-helia-vannucchi.jpg\" \/>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-7613'>\n\t\t\t\tVeado-mateiro (Mazama americana), mam\u00edfero listado como &#8220;vulner\u00e1vel&#8221;. \n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><br style=\"clear: both\" \/><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/3d012153-7callicebus_personatus_karolmarques-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-stateless-item\" alt=\"O sau\u00e1 (Callicebus personatus) \u00e9 um primata t\u00edpico da Mata Atl\u00e2ntica\" aria-describedby=\"gallery-1-7616\" data-image-size=\"thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2019\/02\/3d012153-7callicebus_personatus_karolmarques.jpg\" \/>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-7616'>\n\t\t\t\tO sau\u00e1 (Callicebus personatus) \u00e9 um primata t\u00edpico da Mata Atl\u00e2ntica \n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/02\/ed583335-gp0stsyjq_web_size-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail wp-stateless-item\" alt=\"Peixe morto pela lama t\u00f3xica no rio Paraobeba\" aria-describedby=\"gallery-1-7618\" data-image-size=\"thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2019\/02\/ed583335-gp0stsyjq_web_size.jpg\" \/>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-7618'>\n\t\t\t\tPeixe morto pela lama t\u00f3xica no rio Paraobeba \n\t\t\t\t<\/dd><\/dl>\n\t\t\t<br style='clear: both' \/>\n\t\t<\/div>\n\n<div class=\"EmptyMessage\">Block content is empty. 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