{"id":948,"date":"2015-09-10T00:00:00","date_gmt":"2015-09-10T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/povo-indigena-kaapor-integra-tecnologia-no-monitoramento-e-protecao-do-seu-territorio-tradicional\/"},"modified":"2025-07-02T04:37:43","modified_gmt":"2025-07-02T07:37:43","slug":"povo-indigena-kaapor-integra-tecnologia-no-monitoramento-e-protecao-do-seu-territorio-tradicional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/povo-indigena-kaapor-integra-tecnologia-no-monitoramento-e-protecao-do-seu-territorio-tradicional\/","title":{"rendered":"Povo ind\u00edgena Ka\u2019apor integra tecnologia no monitoramento e prote\u00e7\u00e3o do seu territ\u00f3rio tradicional"},"content":{"rendered":"<h4 class=\"leader\"><em>Em parceria com o Greenpeace, ind\u00edgenas aprendem a usar armadilhas fotogr\u00e1ficas e rastreadores para combater a invas\u00e3o de madeireiros na TI Alto Turia\u00e7u, no Maranh\u00e3o<\/em><\/h4>\n<div>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 615px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/PT_IMG_Kaapor_38.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl02_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/PT_IMG_Kaapor_38.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"403\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Ind\u00edgena Ka&#8217;apor passa por estacas de madeira retiradas pr\u00f3ximo ao territ\u00f3rio ind\u00edgena Alto Turia\u00e7u (\u00a9 Luna\u00e9 Parracho \/ Greenpeace)<\/p><\/div>\n<p><span class=\"tx\">No final de agosto de 2015, ativistas do Greenpeace trabalharam com 12 lideran\u00e7as Ka&#8217;apor,\u00a0<\/span><span class=\"tx\">moradores da Terra Ind\u00edgena Alto Turia\u00e7u, no norte do Maranh\u00e3o, para come\u00e7ar a integrar o\u00a0<\/span><span class=\"tx\">uso de tecnologia \u00e0s atividades aut\u00f4nomas de monitoramento e prote\u00e7\u00e3o do seu territ\u00f3rio\u00a0<\/span><span class=\"tx\">tradicional. Entre as ferramentas sugeridas e adotadas na a\u00e7\u00e3o pelas lideran\u00e7as Ka\u2019apor est\u00e3o\u00a0<\/span><span class=\"tx\">mapas mais precisos, armadilhas fotogr\u00e1ficas e rastreadores via sat\u00e9lite.\u00a0<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><span class=\"tx\">Ativadas por sensores de movimento e temperatura, as armadilhas fotogr\u00e1ficas t\u00eam o intuito\u00a0<\/span><span class=\"tx\">de registrar atividade madeireira dentro da TI, como a entrada e sa\u00edda de caminh\u00f5es. As\u00a0<\/span><span class=\"tx\">c\u00e2meras ser\u00e3o instaladas pelos ind\u00edgenas em locais estrat\u00e9gicos para permitir a captura de\u00a0<\/span><span class=\"tx\">imagens de caminh\u00f5es invadindo o territ\u00f3rio ind\u00edgena. De forma complementar, os\u00a0<\/span><span class=\"tx\">rastreadores, quando instalados nos caminh\u00f5es madeireiros, v\u00e3o permitir monitorar as rotas,\u00a0<\/span><span class=\"tx\">fechando o quebra cabe\u00e7a entre a origem e o destino dos ve\u00edculos que transportam a madeira\u00a0<\/span><span class=\"tx\">obtida ilegalmente da \u00e1rea que deveria ter sua prote\u00e7\u00e3o garantida pelo governo. <\/span><\/p>\n<p><span class=\"tx\">Depois de\u00a0<\/span><span class=\"tx\">instalado no caminh\u00e3o, o aparelho \u00e9 configurado para enviar informa\u00e7\u00f5es sobre sua\u00a0<\/span><span class=\"tx\">localiza\u00e7\u00e3o a cada cinco minutos. Nas primeiras incurs\u00f5es do grupo para selecionar os pontos\u00a0<\/span><span class=\"tx\">de instala\u00e7\u00e3o das armadilhas fotogr\u00e1fica j\u00e1 foram identificadas novas estradas clandestinas\u00a0<\/span><span class=\"tx\">abertas pelos madeireiros.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span class=\"tx\">Uma das \u00faltimas extens\u00f5es remanescentes de floresta amaz\u00f4nica no estado do Maranh\u00e3o, a\u00a0<\/span><span class=\"tx\">Terra Ind\u00edgena (TI) Alto Turia\u00e7u sofre intensamente com invas\u00f5es de madeireiros e ca\u00e7adores.\u00a0<\/span><span class=\"tx\">At\u00e9 2014, 8% (quase 41 mil hectares) da Terra Ind\u00edgena foram desmatados. E, de acordo com\u00a0<\/span><span class=\"tx\">dados do DEGRAD (Sistema de Mapeamento da Degrada\u00e7\u00e3o Florestal na Amaz\u00f4nia Brasileira,\u00a0<\/span><span class=\"tx\">do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais-INPE), entre 2007 e 2013, 5.733 hectares de\u00a0<\/span><span class=\"tx\">floresta foram degradados pela explora\u00e7\u00e3o ilegal de madeira dentro da Alto Turia\u00e7u. \u00a0<\/span><\/p>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame reset-padding\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Detalhe-mapa-20150106_Alto_Turia\u00e7u_por_v2.jpg\"><img decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl04_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Detalhe-mapa-20150106_Alto_Turia\u00e7u_por_v2.jpg\" alt=\"\" \/><\/a>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"tx\">A press\u00e3o pelos madeireiros sobre as terras do povo Ka\u2019apor n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil de entender.\u00a0<\/span><span class=\"tx\">Madeireiros abrem estradas e avan\u00e7am sobre a floresta em busca das esp\u00e9cies nobres de\u00a0<\/span><span class=\"tx\">madeira, como o Ip\u00ea, cujo metro c\u00fabico processado e exportado pode atingir o valor de at\u00e9\u00a0<\/span><span class=\"tx\">1.300 euros. Acuados pelo ritmo incessante da devasta\u00e7\u00e3o, os Ka\u2019apor denunciam desde 2008\u00a0<\/span><span class=\"tx\">as invas\u00f5es dos madeireiros, uma pr\u00e1tica ilegal que \u00e9 acompanhada tamb\u00e9m pela viol\u00eancia e\u00a0<\/span><span class=\"tx\">mortes.\u00a0<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><span class=\"tx\">Cansados de esperar por aux\u00edlio na prote\u00e7\u00e3o de seu territ\u00f3rio e de suas vidas, os Ka\u2019apor\u00a0<\/span><span class=\"tx\">decidiram defender-se dos madeireiros de maneira aut\u00f4noma desde 2013. De forma\u00a0<\/span><span class=\"tx\">coordenada, lideran\u00e7as ind\u00edgenas t\u00eam feito a vigil\u00e2ncia da terra para evitar maior avan\u00e7o do\u00a0<\/span><span class=\"tx\">desmatamento e a abertura de novos ramais de transporte de madeira ilegal.<\/span><span class=\"tx\">\u00a0<\/span><span class=\"tx\">Ramais e trilhas\u00a0<\/span><span class=\"tx\">com maior movimenta\u00e7\u00e3o de madeireiros e ca\u00e7adores est\u00e3o permanentemente ocupados\u00a0<span class=\"tx\">pelos Ka\u2019apor com novas aldeias, ou \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o, para\u00a0<a href=\"http:\/\/pib.socioambiental.org\/en\/noticias?id=151671&amp;id_pov=289\">facilitar a vigil\u00e2ncia<\/a><\/span><span class=\"tx\">. Ao todo a TI\u00a0<\/span><span class=\"tx\">j\u00e1 conta com 18 aldeias, oito delas criadas nos \u00faltimos dois anos em fun\u00e7\u00e3o deste processo.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span class=\"tx\"><span class=\"tx\">\u201cA gente faz essas a\u00e7\u00f5es porque a nossa realidade \u00e9 a floresta. \u00c9 na floresta que est\u00e1 a nossa\u00a0<\/span><span class=\"tx\">vida. Sem a floresta, n\u00f3s n\u00e3o somos os Ka\u2019apor. \u2018Ka\u2019apor\u2019 significa \u2018moradores da floresta\u2019 e\u00a0<\/span><span class=\"tx\">por isso n\u00f3s estamos defendendo ela\u201d, explica Mirat\u00e9 Ka\u2019apor uma das lideran\u00e7as envolvidas\u00a0<\/span><span class=\"tx\">nas atividades de autovigil\u00e2ncia da TI.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span class=\"tx\"><span class=\"tx\">Essas a\u00e7\u00f5es ajudaram a colocar um freio no avan\u00e7o da explora\u00e7\u00e3o ilegal de madeira, mas\u00a0<\/span><span class=\"tx\">geraram repres\u00e1lias, amea\u00e7as e persegui\u00e7\u00f5es. Muitas aldeias foram invadidas por madeireiros\u00a0<\/span><span class=\"tx\">que amea\u00e7am constantemente os ind\u00edgenas da regi\u00e3o.\u00a0<\/span><span class=\"tx\">\u00a0\u201cComo a gente se organizou para\u00a0<\/span><span class=\"tx\">expulsar os invasores, agora temos que ter muito cuidado. Isso tornou muito perigoso pra\u00a0<\/span><span class=\"tx\">gente sair at\u00e9 a cidade, principalmente por conta desses madeireiros que ficam procurando\u00a0<\/span><span class=\"tx\">saber onde \u00e9 que a gente est\u00e1\u201d, conta Mirat\u00e9 Ka\u2019apor.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span class=\"tx\"><span class=\"tx\">De acordo com o Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (CIMI), quatro \u00edndios Ka\u2019apor foram mortos\u00a0<\/span><span class=\"tx\">e outros 15 atentados foram sofridos contra suas lideran\u00e7as nos \u00faltimos quatro anos. Em 26 de\u00a0<\/span><span class=\"tx\">abril de 2015, Eus\u00e9bio Ka\u2019apor, uma das lideran\u00e7as mais ativas no combate ao desmatamento,\u00a0<\/span><span class=\"tx\">foi morto com um tiro nas costas. Ele voltava de uma visita ao filho em uma aldeia vizinha \u00e0\u00a0<\/span><span class=\"tx\">cidade de Santa Luzia do Paru\u00e1 quando foi abordado por pistoleiros. O crime, apesar das\u00a0<\/span><span class=\"tx\">evid\u00eancias do envolvimento de madeireiros, at\u00e9 hoje n\u00e3o foi devidamente investigado pelas\u00a0<\/span><span class=\"tx\">autoridades locais. No in\u00edcio de setembro (01\/09), as principais lideran\u00e7as Ka&#8217;apor receberam\u00a0<\/span><span class=\"tx\">novas amea\u00e7as de morte, em uma clara tentativa de interromper as a\u00e7\u00f5es dos ind\u00edgenas de\u00a0<\/span><span class=\"tx\">prote\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span class=\"tx\"><span class=\"tx\">A Justi\u00e7a Federal determinou que a Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (Funai), a Pol\u00edcia Federal e o\u00a0<\/span><span class=\"tx\">Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama)\u00a0<\/span><span class=\"tx\">apresentassem um plano de fiscaliza\u00e7\u00e3o para a terra ind\u00edgena e a instala\u00e7\u00e3o de postos de\u00a0<\/span><span class=\"tx\">seguran\u00e7a fixos no in\u00edcio de 2014. At\u00e9 o momento, nada foi feito.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span class=\"tx\"><span class=\"tx\">&#8220;Essas tecnologias aprimoram as atividades aut\u00f4nomas de vigil\u00e2ncia e prote\u00e7\u00e3o territorial dos\u00a0<\/span><span class=\"tx\">Ka&#8217;apor e conferem tanto aos \u00edndios quanto \u00e0s autoridades a oportunidade de dar um basta na\u00a0<\/span><span class=\"tx\">viol\u00eancia instaurada pelos madeireiros na regi\u00e3o&#8221;, diz Marina Lacorte, da campanha da\u00a0<\/span><span class=\"tx\">Amaz\u00f4nia do Greenpeace. &#8220;Se com recursos humanos pr\u00f3prios e apoio tecnol\u00f3gico os Ka\u2019apor\u00a0<\/span><span class=\"tx\">conseguem fazer a fiscaliza\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o de seu territ\u00f3rio, por que o Estado n\u00e3o \u00e9 capaz de\u00a0<\/span><span class=\"tx\">fazer o mesmo?\u201d, questiona.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span class=\"tx\"><span class=\"tx\">\u201cO governo precisa coibir a invas\u00e3o de madeireiros na Alto Turia\u00e7u e demarcar todas as terras\u00a0<\/span><span class=\"tx\">ind\u00edgenas brasileiras bem como garantir sua integral e efetiva prote\u00e7\u00e3o\u201d, diz Marina. \u00a0\u201c<\/span><span class=\"tx\">A\u00a0<\/span><span class=\"tx\">supera\u00e7\u00e3o definitiva do desmatamento e a constru\u00e7\u00e3o de alternativas vi\u00e1veis para o\u00a0<\/span><span class=\"tx\">desenvolvimento sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia passam necessariamente pelo fortalecimento da\u00a0<\/span><span class=\"tx\">governan\u00e7a e defesa dos direitos dos ind\u00edgenas e das popula\u00e7\u00f5es tradicionais, os principais\u00a0<\/span><span class=\"tx\">guardi\u00f5es da biodiversidade amaz\u00f4nica&#8221;, complementa.<\/span><\/span><\/p>\n<h4><strong>Sobre a campanha &#8216;Chega de Madeira Ilegal&#8217;, do Greenpeace<\/strong><\/h4>\n<p>Desde maio de 2014 o Greenpeace vem expondo o problema da explora\u00e7\u00e3o ilegal e predat\u00f3ria\u00a0de madeira na Amaz\u00f4nia. Uma investiga\u00e7\u00e3o de dois anos levada \u00e0 cabo pela organiza\u00e7\u00e3o no\u00a0estado do Par\u00e1 revelou que o atual sistema de controle da madeira n\u00e3o \u00e9 apenas falho, mas\u00a0alimenta a degrada\u00e7\u00e3o florestal e o desmatamento. Frequentemente, em vez de conter o\u00a0crime, ele \u00e9 usado para \u2018acobertar\u2019 madeira produzida de forma predat\u00f3ria e ilegal.<\/p>\n<p>Assim como a certeza da impunidade, a facilidade com que a madeira roubada recebe\u00a0documenta\u00e7\u00e3o leg\u00edtima, e passa a ser vendida livremente no mercado, motiva muitas das\u00a0invas\u00f5es \u00e0s terras ind\u00edgenas na Amaz\u00f4nia. Al\u00e9m de destruir a floresta, a extra\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria e\u00a0ilegal de madeira ainda contribui para agravar os conflitos e a disputa pela terra.<\/p>\n<p>\u201cA falta de controle sobre o setor madeireiro e a facilidade que se tem de fraudar o sistema e\u00a0documentar essa madeira criminosa s\u00e3o dram\u00e1ticas. Tanto o governo federal quanto os\u00a0estaduais s\u00e3o respons\u00e1veis pela gest\u00e3o das nossas florestas. Como primeiro passo para uma\u00a0reforma robusta do sistema de controle de madeira o governo brasileiro deve rever todos os\u00a0planos de manejo aprovados na Amaz\u00f4nia desde 2006, com processos p\u00fablicos, transparentes\u00a0e integrados&#8221;, diz Marina.<\/p>\n<h4>Saiba mais sobre a campanha no site <a href=\"http:\/\/chegademadeirailegal.org.br\/?ref=p3_link_noticia&amp;utm_source=referral&amp;utm_medium=p3&amp;utm_campaign=madeira_ilegal&amp;utm_content=150910_p3_link_noticia\">&#8216;Chega de Madeira Ilegal&#8217;<\/a>.<\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/chegademadeirailegal.org.br\/?ref=p3_botao_noticia&amp;utm_source=referral&amp;utm_medium=p3&amp;utm_campaign=madeira_ilegal&amp;utm_content=150910_p3_botao_noticia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/bt-kaapor-saibamais.jpg\" alt=\"saiba mais sobre a campanha\" border=\"0\" \/><\/a><\/p>\n<h4>Mapa, fotos e v\u00eddeo: <a href=\"http:\/\/photo.greenpeace.org\/collection\/27MZIFJ6AGAGA\">clique aqui<\/a>.<\/h4>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em parceria com o Greenpeace, ind\u00edgenas aprendem a usar armadilhas fotogr\u00e1ficas e rastreadores para combater a invas\u00e3o de madeireiros na TI Alto Turia\u00e7u, no Maranh\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":950,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[22],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-948","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-proteja-a-natureza","tag-florestas","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/948","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=948"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/948\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58397,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/948\/revisions\/58397"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/950"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=948"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=948"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=948"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=948"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}