Revolução Energética

Página - 24 - abr - 2013

O Brasil tem plenas condições de chegar a 2050 com uma matriz energética de energias 100% renováveis.

Nosso país pode chegar a 2050 com uma matriz energética 100% renovável, criando novos postos de trabalho, melhorando a qualidade do ar e a vida de milhões de pessoas e ajudando a combater as mudanças climáticas. O caminho para esse Brasil passa por fazer uma [R]evolução na nossa forma de gerar e consumir energia nos próximos anos.

E esse caminho é apresentado pelo relatório [R]evolução Energética de 2016. Elaborado pelo Greenpeace Brasil a cada três anos com a colaboração de um grupo de especialistas de renome, a edição mais recente é a primeira a propor um cenário com 100% de fontes renováveis até a metade deste século.

O Brasil da [R]evolução Energética tem uma matriz energética mais diversificada e dá mais autonomia para a população urbana, que gera sua própria energia e, ainda, tem cidades com melhor mobilidade. Para as comunidades tradicionais e populações indígenas, esse futuro garante o respeito a seus diretos e dá a segurança de que não serão impactados por grandes obras – como as hidrelétricas propostas atualmente para o abastecimento de eletricidade do país. 

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Desde o Acordo de Paris, resultado da Conferência do Clima das Nações Unidas de 2015, o Brasil tem o compromisso de cortar suas emissões de gases de efeito estufa e descarbonizar sua economia durante a segunda metade deste século.
É por isso que o [R]evolução Energética se faz importante no cenário nacional.

Para mostrar como o Brasil pode alcançar 100% de energia renovável em 2050, o [R]evolução Energética considera algumas premissas e princípios em seu cenário:

- Eliminação do uso de todos os combustíveis fósseis na matriz energética, zerando as emissões do setor;

- Eliminação do uso da energia nuclear e de novos projetos hidrelétricos no bioma Amazônia;

- Implementação de soluções renováveis, com a priorização de novos projetos de energia solar e eólica, incluindo sistemas de geração de energia descentralizados;

- Respeito ao meio ambiente na construção de projetos energéticos;

- Consideração dos impactos sociais, causados por grandes obras, nas comunidades tradicionais e povos indígenas, causados por grandes obras. E respeito aos direitos constitucionais e humanos;

- Fim da dependência dos combustíveis fósseis para o crescimento econômico.

Para conhecer o Brasil do futuro que queremos, acesse o site do [R]evolução Energética.

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