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Notas sobre o meio ambiente em tempo real.

  • Dia mundial do petróleo: algo a comemorar?

    Postado por André Sampaio - 29 - set - 2014 às 13:33

    Consequências do vazamento do navio Exxon Valdez © Ken Graham / Greenpeace

     

    Há mais de um século, usamos o petróleo como principal fonte de combustível. Mesmo após sangrentas guerras ao redor do globo, catastróficos acidentes envolvendo as plataformas petrolíferas e estudos que comprovam que a fonte é totalmente poluente e contribui para o aquecimento global, governos continuam investindo brutalmente no “ouro negro”.

    O principal uso do petróleo é no setor de transportes, que contribui diretamente nas emissões de CO2, além de comprometer a saúde da população. No Brasil, a maior fonte de petróleo é o pré – sal, que tem como agravante sua perigosa produção em alto mar. Uma plataforma no meio do oceano está sujeita às intempéries do clima, como ficou claro no acidente da Shell no Alasca em 2013, quando a plataforma Kulluk adernou e encalhou devido ao mau tempo.  

    Outro exemplo que condena a exploração em alto mar é o vazamento de petróleo que pode afetar de maneira irreversível o ecossistema marítimo. Em 1989, o navio Exxon Valdezdespejou 41 milhões de litros de petróleo em uma área de vida selvagem no Alasca (EUA) e, mesmo após 25 anos do acidente, a população local e os animais continuam sofrendo com os danos causados pelo vazamento.

    Investimentos voltados para mobilidade urbana e eficiência energética veicular poderiam reduzir esses impactos. Já é mais do que sabido que o petróleo e outros fósseis podem ser gradualmente substituídos por fontes limpas e renováveis como a energia solar, eólica e a biomassa.

    “Precisamos agir imediatamente. Se não o fizermos agora, vamos pagar um preço muito alto. Este é o nosso mundo e o planeta Terra está sendo destruído. Em nome da prosperidade, devemos deixar o planeta Terra em bom estado ambiental, social e econômico. Temos uma responsabilidade moral e política”, afirma o secretario geral da ONU Ban Ki-moon.  Leia mais >

  • 26 de setembro: um dia para lembrar

    Postado por André Sampaio - 26 - set - 2014 às 17:11

    Ana Paula manda mensagem durante julgamento em Murmansk, na Rússia. © Greenpeace

     

    Há exatamente um ano, começava o julgamento dos trinta ativistas do Greenpeace que foram presos por autoridades russas após um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico. Um caso que ganhou forte repercussão, mobilizou pessoas de todos os continentes eficou mundialmente conhecido como os “30 do Ártico”. Dentre eles estava Ana Paula Maciel, ativista brasileira do Rio Grande do Sul.

    O grupo de ativistas, de diferentes partes do mundo, compunham a equipe que foi acusada injustamente de pirataria. Os trinta ficaram presos em Murmansk e São Petersburgo por dois meses. Foi um período muito difícil para a organização e para todos eles. Mas, ao mesmo tempo, foi um momento importantíssimo para nossa história, pois, por meio da mobilização de milhares de pessoas, percebemos que não estávamos sozinhos nessa. No final conseguimos um apoio massivo e conseguimos libertar nossos heróis.

    Ana Paula retorna ao Brasil e encontra sua família no aeroporto. © Greenpeace

     

    Após a liberação de nossa equipe, o navio Arctic Sunrise ficou detido por cerca de 9 meses no porto de Murmansk e foi severamente danificado. Atualmente o navio está em Amsterdam, onde será submetido a uma série de reparos.

    Para nosso navio voltar a navegar, precisamos de sua ajuda!

    Nossa campanha já atingiu boa parte de sua meta. Temos quatro dias para completarmos nosso objetivo. Embarque nessa e nos ajude a colocar o navio de volta no mar! Leia mais >

  • Vitória para a floresta

    Postado por Luciano Dantas - 26 - set - 2014 às 15:40

    O Tribunal Nacional Verde da Índia (NGT) tornou inválida a permissão de desmatamento e exploração de carvão nas florestas Mahan, outrora concedida às mineradoras Essar e Hindalco’s Mahan Coal. O Tribunal optou por cancelar realocar 214 blocos de mineração.

    A decisão do NGT representa um verdadeiro alívio para os habitantes da floresta, que se opuseram e sofreram com o projeto de exploração de carvão na região por três anos. Para comemorar o veredicto histórico os moradores organizaram uma carreata na qual se mostraram determinados a não permitir que as florestas Mahan caiam novamente nas garras das mineradoras.

    Moradores das florestas Mahan fizeram uma carreata para comemorar a decisão do NGT. (© Anand Singh / Greenpeace)

    “Estamos muito contentes com a decisão do NGT sobre o desmatamento das florestas. Já percorremos um longo caminho lutando contra ameaças, prisões ilegais e invasões policiais na calada da noite. Sabemos que essa poderia ser apenas uma vitória temporária, mas a nossa luta vai continuar e vamos nos opor a qualquer tentativa futura de entregar nossas florestas para a mineração”, afirma Kripanath Yadav, morador do vilarejo Amelia e membro do MSS.

    A decisão do NGT é resultado de uma petição apresentada por membros do grupo Mahan Sangharsh Samiti (MSS), grupo formado por membros de onze das 54 aldeias dependentes das florestas Mahan, que tem por objetivo lutar contra a exploração de carvão na região.

    Acredita-se que a ação de desmatamento tenha derrubado aproximadamente 50 mil árvores e afetado os meios de subsistência de 50 mil pessoas nas 54 aldeias da região da floresta no período de três anos.

    O governo indiano disse que vai agir rápido para leiloar os blocos cancelados. O MSS e o Greenpeace exigem que o governo reveja os critérios de atribuição de minas de carvão para excluir áreas florestais como Mahan.

    “Mahan é um exemplo da crescente oposição das comunidades que se opõem a projetos de mineração que degradam suas florestas. É temerário para as empresas investir seu dinheiro para exploração de carvão em uma região onde a população é oposta às atividades mineradoras. Este também é um exemplo do trabalho que o Greenpeace tem feito”, diz Priya Pillai, membro da MSS e campaigner sênior do Greenpeace Índia.

    O Greenpeace Índia e a sociedade civil chamam a atenção do governo para garantir a integridade do meio ambiente e dos direitos às leis do país. Em uma tentativa de acelerar liberações para grandes projetos de mineração, por exemplo, o governo não pode violar leis como a Lei de Conservação Florestal, Lei de Proteção ao Meio Ambiente e Lei de Direitos da Floresta. Leia mais >

  • Por que a Cúpula do Clima foi boa?

    Postado por Bernardo Camara - 25 - set - 2014 às 18:10

    Na véspera da Cúpula, milhares de pessoas ajudaram a colocar as mudanças climáticas de volta à agenda global.

     

    Nos últimos dias, mais de cem líderes de governos do mundo todo estiveram nos Estados Unidos para participar da Cúpula do Clima da ONU. A presidenta Dilma Rousseff também passou por lá. Não saíram grandes acordos dali. Mas o jornal britânico The Guardian registrou cinco motivos que fizeram do encontro uma marca na política climática global. A lista vale ser reproduzida.

    Motivo 1: Os políticos falaram. E muito. Cada uma das 120 lideranças mundiais discursou por alguns minutos sobre mudanças climáticas. Isso é significativo por pelo menos duas razões. A primeira é que a maioria deles nunca havia abrido a boca para comentar o assunto. A cúpula os forçou a tornar públicas as medidas que pretendem tomar contras as mudanças climáticas. A segunda razão é justamente essa: suas palavras estão registradas, e podem ser cobradas nos próximos encontros onde compromissos serão firmados. 

    Motivo 2: A China – maior emissor de gases estufa do planeta – afirmou que vai anunciar, “o mais breve possível”, uma data limite para que suas emissões atinjam um pico e comecem a ser reduzidas. Até então, o país não havia esboçado publicamente qualquer previsão disso. Quando o compromisso vier dos chineses, os Estados Unidos vão sofrer uma enorme pressão para também estipular datas internas.

    Motivo 3: O encontro estimulou uma série de compromissos do mercado, de governos e de outros atores em aspectos específicos. No campo florestal, por exemplo, 24 grandes empresas prometeram tirar de sua cadeia de produção fornecedores de óleo de palma que têm desmatado. Um grupo de bancos e fundos de pensão também se comprometeram a investir US$ 200 bilhões em projetos de baixo carbono, enquanto 2 mil cidades ao redor do mundo anunciaram planos de reduzir suas emissões.

    Motivo 4: ACúpula apresentou uma nova lógica para que essas ações possam sair do papel. Vários líderes, como Obama e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, declararam que não há mais necessidade de escolher entre crescimento econômico e redução de emissões: os países podem ter os dois. A fala deles estava apoiada num estudo lançado na última semana, o Climate Economy (Economia do Clima). O relatório traz novas e fortes evidências de que agir contra as mudanças climáticas faz muito bem à economia.

    Motivo 5:
    Talvez o mais importante dos cinco: o movimento pelo clima está com novo fôlego. Na véspera do encontro, as mais de 400 mil pessoas que tomaram as ruas em Nova York e outras milhares que fizeram o mesmo em outras cidades do mundo colocaram o assunto em pauta novamente. As manifestações mostraram aos governos que muita gente se importa com o que está sendo dito e feito sobre clima. Leia mais >

  • Aproveite a Semana da Mobilidade e cobre seu candidato!

    Postado por Heloísa Mota - 23 - set - 2014 às 16:41

     

    No último dia 16, teve início a Semana da Mobilidade, engrossando as comemorações e as atividades do Dia Mundial Sem Carro, que acontece todo dia 22 de Setembro. Com o objetivo de aumentar a conscientização e estimular o uso de transportes alternativos aos automóveis, a Semana da Mobilidade traz protestos pacíficos e criativos para as ruas das cidades de vários países no mundo, como por exemplo, a Marcha dos Super Heróis Urbanos, que levou ciclistas e pedestres fantasiados para a Avenida Paulista na noite de ontem.

    Porém, em 2014, a Semana da Mobilidade é ainda mais especial no Brasil, pois antecede as eleições presidenciais e estaduais, e abre oportunidade para a cobrança dos candidatos por ações efetivas para melhorar a mobilidade urbana. Pensando nisso, os voluntários do Greenpeace estão se mobilizando para cobrar dos candidatos mais investimento e, principalmente, planejamento em mobilidade urbana.

    Confiram algumas iniciativas bacanas:

    - Foto oportunidade na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, cobrando os principais candidatos ao governo um posicionamento sobre o trânsito que piora a cada dia na capital carioca: “Só nadando pra fugir do trânsito, e aí candidato, nada?”;

    - Vaga Viva em Manaus, mostrando que, com boa vontade política, no espaço de um carro estacionado muitas coisas boas podem acontecer;

    - Mensagens expondo os números absurdos da mobilidade urbana em vários pontos da cidade de Salvador, onde as pessoas já passam um mês por ano no trânsito: “Chega de perder tempo no trânsito! Cobre do seu candidato uma solução!”.

    A Semana da Mobilidade acabou ontem, mas ainda dá tempo de cobrar seu candidato antes do primeiro turno das eleições. Uma cidade para pessoas, com mais qualidade de vida, depende de mais investimento em mobilidade; e aí candidato, qual seu plano?

    Conheça as demandas do Greenpeace para mobilidade acessando nosso vídeo:

      Leia mais >

  • Dia Mundial Sem Carro terá Marcha dos Super-Heróis Urbanos

    Postado por Pedro Telles* - 19 - set - 2014 às 11:55 1 comentário

    Em 22 de Setembro, Dia Mundial Sem Carro, usuários de diversos veículos a propulsão humana como bicicleta, skate e patins, assim como pedestres e carroceiros, se unirão na Avenida Paulista para realizar a Marcha dos Super-Heróis Urbanos.

    A marcha chamará atenção para a necessidade de se implementar políticas públicas de mobilidade que levem São Paulo além de um modelo de urbanização centrado no transporte individual motorizado, que há anos já se mostra insustentável. Atualmente, quem se locomove sem carro na cidade pode ser considerado praticamente um super-herói, mas essa realidade pode - e deve - mudar.

    O evento ocorrerá paralelamente à tradicional Bicicletada que ocorre todos os anos no Dia Mundial Sem Carro, e os participantes são inclusive convidados a virem fantasiados.

    Marcha dos Super-Heróis Urbanos
    Data: 22/Set, 2a-feira, Dia Mundial Sem Carro
    Horário: 19h
    Local da concentração: Praça do Ciclista (cruzamento da Av. Paulista com a Consolação)
    Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/697812443629764/ Leia mais >

  • A rua é nossa

    Postado por Bernardo Camara - 19 - set - 2014 às 11:44



    Já nem lembro a última vez que entrei num carro e girei a chave para ir a algum lugar. Mas lembro de quantos ‘bom dia’ recebi ontem, quando fui caminhando para a feira. Ou daquela sensação deliciosa de descer a ladeira de bike, indo para o trabalho, com o vento batendo na cara.

    Parece discurso de gente deslumbrada, riponga. Mas nem é. Carro, hoje, invariavelmente me remete a engarrafamento e prisão. Penso em bike e caminhada e as palavras que me vêm à mente são exatamente opostas: liberdade e trânsito fluido. Não é difícil entender porque tenho escolhido a segunda opção.

    E não estou sozinho. Com a Semana de Mobilidade batendo à porta, resolvemos reunir um grupo de pessoas que não costuma ser incluído nos debates sobre mobilidade urbana: as crianças. Perguntamos a elas como imaginam que seria uma rua dos sonhos – dá uma olhada no vídeo fofíssimo ali em cima!

    Elas não querem algodão doce no lugar do asfalto nem tapetes voadores. O que elas querem é muito prático: mais árvores para caminhar na sombra, mais espaço para brincar, mais flores para dar cor às cidades. Querem ruas menos agitadas, onde há espaço inclusive para carros. Numa rua dos sonhos, tem que caber todo mundo.

    É nessa pegada que vários países celebram, na próxima segunda-feira, o Dia Mundial Sem Carro. No Brasil, a iniciativa começou em 2001 e a cada ano arrasta mais pessoas para fora dos veículos. Mais gente que desliga o motor e consegue enxergar – e construir – cidades mais saudáveis, diversas, democráticas. E mais gostosas de viver. Leia mais >

  • Democracia, direitos e os 30 do Ártico

    Postado por Alan Azevedo - 19 - set - 2014 às 11:13

    Os 30 ativistas do Greenpeace após serem libertados em São Peterbusrgo pela justiça da Rússia. © Dmitri Sharomov / Greenpeace

     

    O direito ao protesto pacífico é um princípio básico de uma sociedade sã – um direito inerente ao ser humano, que se levanta e se expressa para desafiar leis injustas e governos falhos, opondo-se à destruição e dando voz aos sem vozes.

    Hoje faz um ano que um protesto pacífico do Greenpeace no Ártico foi interrompido por agentes da Guarda Costeira russa. Hoje faz um ano que trinta ativistas foram injustamente acusados de pirataria e mantidos em detenção por mais de dois meses em Murmansk e São Petersburgo, na Rússia.  Depois de enorme pressão internacional eles estão livres, inocentados de um crime que nunca cometeram.

    Leia mais:

    No entanto, a justiça arbitrária condena muitos outros ativistas no mundo inteiro. Brasil, Índia, Espanha, EUA e Rússia estão no fogo cruzado entre governo e indústrias que se sentem ameaçados pela sociedade civil. Por isso silenciá-la. A estratégia desses poderosos atores é criminalizar protestos pacíficos, diminuindo o espaço democrático por todo o mundo.

    Aqui no Brasil, a capital paulista aprovou o Projeto de Lei 50/2014, que prevê a proibição de máscaras em protestos. A lei acaba por criar uma situação absurda, que anula uma forma tradicional das pessoas se manifestarem nos mais diferentes contextos – desde marchas e protestos até festividades culturais. O Greenpeace, como exemplo, utiliza máscaras e fantasias em suas ações e protestos. Veja galeria de fotos.

    A situação é parecida na Espanha, que está para aprovar um lei que multa manifestantes. Já na Rússia, o ativista Yevgeny Vitishko, membro da ONG ambientalista North Caucasus, foi preso em protesto pacífico contra as Olimpíadas de Inverno de Sochi por pintar numa cerca as palavras “as florestas são para todos”. Vitishko foi condenado a três anos de prisão.

    Em solo indiano, o povo de Mahan, uma das mais antigas florestas da Índia, está sofrendo muita pressão de mineradoras que querem operar na região. Muitos ativistas passaram a apoiar a comunidade, e as ameaças se estenderam. Dois ativistas do Greenpeace já foram presos.

    É impossível olhar para esses exemplos – e tantos outros – sem associá-los a um debate maior sobre direito de protesto, livre expressão e liberdade. Acomodar-se e achar que essa é uma batalha para outras pessoas lutarem é a parte fácil. Difícil, mas necessário, é enfrentar a repressão na esperança de um mundo mais justo.

    Compartilha essa ideia? Veja maneiras de ajudar aqui. Leia mais >

  • Neste fim de semana vai dar Praia Limpa em Torres!

    Postado por Heloísa Mota - 19 - set - 2014 às 10:58

    Neste domingo, a Praia da Guarita será palco de uma ação especial de limpeza de praia do Projeto Praia Limpa Torres (Associação dos Surfistas de Torres) + Grupo de Voluntários do Greenpeace de Porto Alegre pela preservação da natureza. Essa campanha de limpeza de praias acontece em todo o mundo e é apelidada de “Clean Up the World” ou “International Costal Clean Up”, pelas organizações que iniciaram o projeto na Austrália e EUA nos anos 80.

    Trata-se da maior ação global para limpeza de praias do planeta. O evento já envolveu mais de 35 milhões de pessoas em diversas partes do mundo e a longo prazo vem possibilitando mudanças de atitudes e comportamentos em escala global. A ideia da campanha é simples. Voluntários atuam na limpeza da sua comunidade, transformando o ambiente em um local mais agradável e saudável para viver.

    A ação chegou ao Brasil no final dos anos 90 e leva o nome de Dia Mundial da Limpeza em Rios e Praias – Teremos atividades na Praia da Guarita que variam desde a coleta do lixo, campanhas educativas, abraço simbólico, atrações culturais e musicais e distribuição de brindes para os voluntários. Será uma ação diferenciada e emocionante...todos juntos por Torres e pelo Planeta, venham participar!” – convida o coordenador do Projeto Praia Limpa Torres, Alexis Sanson.”

    QUANDO: Domingo, 21 de setembro, às 10h.

    ONDE: Praia da Guarita, Torres, RS. Leia mais >

  • Debate sobre mobilidade e eleições é adiado

    Postado por Guilherme Munhoz - 16 - set - 2014 às 17:29 3 comentários

    Em razão da violenta operação policial realizada hoje no centro de SP, programa no Estúdio Fluxo será remarcado.

    A reintegração de posse da Ocupação São João, no centro de São Paulo, levada à  cabo de maneira violenta por parte da Polícia Militar desde a manhã desta terça-feira 16 de setembro, transformou a região em um campo de batalha. Ruas fechadas, balas de borracha e bombas de gás de lacrimogêneo são as maiores provas da truculência da polícia paulista.

    Pela impossibilidade dos convidados do Greenpeace de acessar o estúdio do Fluxo, localizado ao lado do edifício objeto da reintegração de posse, nosso programa de debate sobre mobilidade urbana e eleições está adiado. Mesmo porque o dia de hoje pede uma reflexão maior sobre o direito à cidade, à moradia e a cada vez mais contumaz violência da PM.

    Ao contrário do imaginado, a situação não acalmou ao longo do dia. Neste fim de tarde, movimentos sociais em defesa do direito à moradia estão se reagrupando no centro para resistir à violência fardada. O Greenpeace se solidariza à população agredida na luta pelo seu direito básico por moradia e uma vida digna.  Leia mais >

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