
Respeitem a Amazônia: NÃO ao decreto das hidrovias!
O chamado “decreto das hidrovias” (12.600/2025) entrega rios da Amazônia a empresas privadas.
Tapajós, Tocantins e Madeira passam a ser tratados como meros corredores de exportação exclusivos do agronegócio – e não como os rios vivos, cheios de história, biodiversidade e gente circulando. Gente essa que não foi nem consultada sobre tudo isso…
E a quem interessa esse decreto? Definitivamente não ao povo brasileiro. Ele serve ao agronegócio, que quer apenas lucrar, custe o que custar.
Rios podem ser dragados e alterados, territórios e vidas podem ser ameaçados e culturas podem ser ignoradas para encher o bolso das gigantes do agronegócios, como Cargill, Bunge e Amaggi. As mesmas empresas que recentemente abandonaram a Moratória da Soja e seguem pressionando a floresta, os rios e os povos, empurrando o Brasil para mais desmatamento e mais violência.
Mas a Amazônia e seus povos resistem. Desde 23 de janeiro de 2026, povos indígenas ocupam de forma pacífica o terminal de grãos da Cargill no Porto de Santarém (PA). Eles lutam incansavelmente por seus territórios, seus rios, suas culturas e pelo presente e o futuro da Amazônia.
Os rios são do povo e a Amazônia não é mercadoria.