Justiça climática

Ainda que as mudanças climáticas sejam uma realidade global, suas consequências impactam a população de forma desigual. É nas periferias, por exemplo, que enchentes e deslizamentos ameaçam a vida das pessoas. E é por isso que precisamos falar sobre justiça climática! 

3 bilhões

de pessoas no mundo vivem em lugares vulneráveis à crise climática

Fonte: IPCC

10 países

incluindo o Brasil, representam, juntos, quase 70% das emissões globais de gases do efeito estufa

Fonte: Carbon Brief

2 milhões

de pessoas morreram nos últimos 50 anos por consequência de eventos extremos e desastres naturais influenciados pelas mudanças climáticas

Fonte: OMM

Vivemos uma emergência climática!

Os impactos do aquecimento do planeta, impulsionado principalmente pela ação humana, nunca estiveram tão evidentes. Relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) nos alertam que fenômenos climáticos extremos, cada vez mais intensos e frequentes, estão se agravando rapidamente. Danos causados a alguns ecossistemas já são irreversíveis.

Nós não estamos preparados sequer para as consequências que estão acontecendo hoje, e além de uma perda imensa da biodiversidade, isso está nos custando vidas. O Greenpeace Brasil atua ao lado das comunidades afetadas para pressionar governos e outros tomadores de decisão a implementarem medidas efetivas de adaptação e mitigação da crise climática, além de denunciar continuamente sua gravidade e os setores responsáveis por esse processo.

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Existem saídas para o problema

Ainda que o cenário seja muito preocupante, há o que ser feito! Limitar o aumento da temperatura do planeta a 1,5°C reduziria substancialmente as perdas e danos projetados. Para alcançarmos essa meta, é preciso acabar com o uso dos combustíveis fósseis, combater o desmatamento e garantir os direitos dos povos da floresta.

As soluções para nos adaptarmos e reduzirmos as consequências das mudanças climáticas existem e a justiça climática deve estar no centro destas ações! O apoio às populações mais impactadas e em situação de vulnerabilidade devem ser prioridade, com planos de adaptação e outras medidas construídas coletivamente. As pessoas também são parte da solução.

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