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Na última semana nossos voluntários e voluntárias participaram de muitas atividades, palestras e oficinas, tudo em prol de um mundo mais verde e melhor para todos.

No dia 29 de abril, o pessoal de Porto Alegre e São Paulo realizaram atividades.

O Projeto Escola do grupo da capital gaúcha esteve no Colégio Estadual Miguel Lampert para falar com os alunos do primeiro ano do Ensino Médio e do EJA (Educação de Jovens e Adultos) sobre os “Desafios das Mudanças Climáticas”. Valdeci C. de Souza – voluntário e palestrante – debateu com os presentes assuntos como: aquecimento global, gases do efeito estufa, consumo responsável, pegada ecológica, sustentabilidade, campanhas e ações do Greenpeace no Brasil e ao redor do mundo.

Foi um encontro produtivo e os alunos estavam muito interessados nos temas tratados, trazendo perguntas e depoimentos sobre as questões debatidas. Em razão da escola já desenvolver trabalhos voltados para questões sobre o meio ambiente, os estudantes estavam familiarizados com os temas abordados, o que prova o comprometimento da escola e a importância da educação ambiental em sala de aula.

Alunos do primeiro ano do Ensino Médio e do EJA participam de palestra sobre “Os Desafios das Mudanças Climáticas” © Carina Baumgratz

Os voluntários e voluntárias de São Paulo realizaram uma mobilização online em Solidariedade aos Povos Indígenas. A gravação do vídeo, que tem duração em torno de 1 minutos, aconteceu na sede do Greenpeace Brasil. O resultado da atividade ficou incrível e pode ser conferido aqui.

No dia 30, o grupo do ABC Paulista esteve presente na Escola Estadual José Fornari em São Bernardo do Campo. Na ocasião foram realizadas três palestras sobre a campanha “Sem Floresta, Sem Vida” e a importância dos guardiões das florestas, fechando, assim, o abril indígena.

Alunos de São Bernardo do Campo recebem o Projeto Escola © Grupo de voluntários do ABC Paulista

No dia 2 de maio, os grupos de Porto Alegre e Recife participaram de atividades e realizaram palestras.

Dando continuidade na parceria entre o Projeto Escola de Porto Alegre com a Diretoria de Educação e Preservação Ambiental, Secretaria do Meio Ambiente e a Secretaria de Educação de Canoas, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Bilíngue para Surdos Vitória recebeu o voluntário Valdeci C. de Souza. Aquecimento global, sustentabilidade, consumo responsável, reciclagem, respeito ao ambiente e aos animais foram alguns dos temas tratados.

Valdeci C. Souza ministra palestra para alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Bilíngue para Surdos Vitória © Rosângela K. Perroco

O grupo da capital gaúcha, representado pelo voluntário Valdeci C. de Souza, ainda participou de reunião na Secretaria Municipal de Educação de Cachoeirinha para viabilizar a parceria do ciclo de palestras de conscientização ambiental na rede escolar do município.

Projeto Escola de Porto Alegre viabiliza parceria para ciclo de palestras ambientais com a Secretaria Municipal de Educação de Cachoeirinha (RS) © David Cafruni

Em Recife, o grupo do Projeto Escola da cidade realizou palestra na Escola Polivalente de Abreu e Lima para cerca de cem pessoas, dentre eles, alunos e professores. Foram abordamos assuntos como: a história do Greenpeace, sensibilização ambiental e práticas sustentáveis.

No dia 4, Salvador, Belo Horizonte e Belém realizaram atividades.

O grupo da capital baiana realizou a seleção de novos voluntários e voluntárias e a reunião de planejamento para o mês de maio. Durante o encontro, além das entrevistas ainda aconteceram palestras sobre a história e as campanhas do Greenpeace no Brasil e no mundo.

O grupo da capital baiana realizou a seleção de novos voluntários e voluntárias. © Grupo de voluntários de Salvador

O pessoal de Belo Horizonte montou um Ponto Verde no Parque Municipal Américo Renné Giannetti sobre os povos indígenas. A atividade contou com uma roda de conversa sobre a causa indígena, o Acampamento Terra Livre (ATL) 2019, exposição fotográfica, a importância das demarcações, além da coleta de assinaturas o abaixo-assinado Sem Floresta, Sem Vida.

Os multiplicadores do Projeto Banana Terra em Belém realizaram uma oficina de Saneamento Básico como Direito Humano no bairro da Terra Firme. A atividade foi uma parceria com a organização Ame o Tucunduba e a Incubadora de Linguagens Digitais. A oficina tinha o objetivo de fortalecer uma rede de coletivos e moradores do bairro Terra Firme sobre o uso de ferramentas de controle social na temática de saneamento básico. Por conta disso foram mais de 7 horas de atividades, sendo a parte da manhã para formações teóricas sobre rios urbanos, saneamento básico, direitos humanos, ferramentas de controle social e direito à cidade. Dentre as metodologias definidas, foi realizada uma dinâmica sobre Direitos Humanos e Ações do nosso dia a dia, dinâmica para de pensar no futuro do bairro “Manchete do Futuro”, e a de cartografia social.

E através de ferramentas de Design Thinking foi proposto aos participantes a identificação e proposta de solução de diversos tipos de problema mapeados por eles, como coleta de resíduos sólidos (e seu descarte irregular), necessidade de educação ambiental, a questão do fornecimento de água e em como se dá a destinação da água residual. Ao final da oficina, como as várias propostas apresentadas,  foi escolhida a que propôs o desenvolvimento de um aplicativo, em que os moradores da Terra Firme poderão fazer denúncias sobre situações irregulares, bem como participar democraticamente no processo decisório de resolução daquelas. O aplicativo será desenvolvido pela Incubadora de Linguagens Digitais com a colaboração dos moradores e moradoras.

“Saneamento Básico como Direito Humano” é tema de oficina em Belém (PA) © Multiplicadores do projeto Banana Terra

Fechando a semana, no dia 5, os voluntários e voluntárias de Fortaleza e Manaus participaram de ações.

Os voluntários e voluntárias cearenses montaram um Ponto Verde no Centro Cultural Belchior sobre a causa indígena. A atividade contou com uma roda de conversas e exposição fotográfica sobre o tema, além da coleta de assinaturas para a campanha Sem Floresta, Sem Vida.

Voluntários da capital cearense realizam atividade sobre a causa indígena © Grupo voluntários de Fortaleza

Em Manaus, a causa indígena também foi tema do Ponto Verde no Parque do Mindú. Durante a ação os voluntários e voluntárias falaram sobre a importância dos povos indígenas que há mais de 500 anos defendem e preservam as florestas, através de fotografias, coleta de assinaturas para o abaixo-assinado e mapas.

Mobilizando e se engajando, é assim que os nossos voluntários e voluntárias realizam ações para tornar o mundo um lugar mais verde e justo de vivermos.