Em novo relatório, o Greenpeace traz um levantamento dos observatórios de mobilidade urbana e uma proposta de plataforma para unificá-los.

Foto: © Paul Langrock / Greenpeace

Há algum tempo o Brasil passa por uma verdadeira transformação na sua gestão de políticas públicas para a mobilidade urbana com marcos regulatórios importantes como a Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Estatuto das Metrópoles. 

Tais iniciativas têm como prerrogativa moldar a forma como os municípios pensam e priorizam os diferentes modos de transporte dentro de seus limites. Ações de monitoramento das políticas de mobilidade urbana, aquisição e produção de base de dados, além de inúmeras outras iniciativas de plataformas, vêm surgindo para responder aos desafios que municípios de médio e grande porte têm enfrentado com a aplicação de planos de mobilidade urbana e com planos diretores – algumas vezes aplicados em conjunto. 

Por conta deste cenário, o Greenpeace iniciou ao final de 2018 a realização de estudo de viabilidade para criação da proposta de um “Hub de Mobilidade”. Essa iniciativa teve como objetivo a apresentação de forma estruturada de informações que pudessem subsidiar a criação de uma proposta de observatório. 

O relatório “Observatórios de Mobilidade Urbana – Análise qualitativa das ferramentas existentes e proposta de unidade dentro desse universo” é resultado de escuta ativa por parte do Greenpeace com uma proposta de plataforma a ser desenvolvida e aperfeiçoada. 

Seria, então, possível pensarmos na criação de um ambiente único que sirva como base para a tomada de decisões estratégicas sobre mobilidade urbana, diminuindo seus impactos negativos na vida das pessoas e sobre o meio ambiente? Essa é a pergunta fundamental que norteou o levantamento apresentado aqui. 

Confira os resultados no nosso relatório aqui.