As perdas com a destruição da Bacia do Rio Doce, causada pela mineradora Samarco, são enormes para todos os atingidos. Mas quais os danos humanos e para o modo de vida de comunidades que possuíam uma relação até espiritual com o rio?

Para relatar esses danos que não podem ser quantificados (como valores étnicos e culturais), pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) procuraram investigar junto ao povo Krenak, que vive às margens do Rio Doce. O resultado é o estudo “Direito das populações afetadas pela barragem de Fundão: povo Krenak“, realizado pela Clínica de Direitos Humanos da Divisão de Assistência Judiciária da UFMG.

No relatório, os pesquisadores mapearam ao menos 14 violações aos direitos humanos, tanto relacionadas aos impactos socioambientais e econômicos até ao direito à propriedade ancestral dos povos indígenas e o direito à manifestação do sentimento religioso e o próprio direito ao acesso à justiça, que vem sendo negligenciado.

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