Já teve vazamento na Foz do Amazonas
Em janeiro de 2026, menos de três meses após a licença para explorar petróleo na Foz do Amazonas, houve vazamento de fluido de perfuração. Mesmo com a Petrobras alegando baixa toxicidade, a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) pediu esclarecimentos. O caso mostra que a atividade envolve riscos ambientais, motivando nossa ação judicial no Amapá para anular a licença.


Mais petróleo, mais eventos extremos
A queima de combustíveis fósseis, que tem origem no petróleo, é a maior vilã da crise climática, que torna eventos extremos como as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul cada vez mais intensas e frequentes. É urgente adaptarmos as cidades para a nova realidade do clima e priorizarmos uma transição energética justa!
O petróleo não é progresso!
O Brasil tem tudo para liderar uma agenda de transição energética justa, igualitária e popular. Para ocupar esse papel, precisa romper com a dependência do petróleo e investir numa economia que conviva com a biodiversidade, respeite os direitos humanos e enfrente as desigualdades sociais.


O Mapa do Caminho para a Transição Energética
Precisamos de um modelo de desenvolvimento que respeite os limites da natureza, os direitos dos povos e que conte com o comprometimento de diversos setores do Estado – incluindo a própria Petrobras. O Mapa do Caminho, prometido na COP30 é esperança para encerrar a dependência dos países dos combustíveis fósseis, é mais do que urgente.
Vida marinha em risco
Na bacia da foz do maior rio do mundo, fica o Grande Sistema de Recifes do Amazonas, um importante e delicado ecossistema marinho. Nessa zona costeira sensível, está também o maior cinturão contínuo de manguezais do planeta, um berçário de vida marinha e sustento para comunidades costeiras.


Costa Amazônica Viva
Durante o ano de 2024, o Greenpeace Brasil realizou a Expedição Costa Amazônica Viva e visitou comunidades costeiras locais. Realizamos um estudo das correntes marinhas superficiais na Bacia da Foz do Amazonas e mapeamos caminhos de um possível derramamento de óleo. Os resultados confirmam a preocupação das famílias na região.








