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Se as abelhas desaparecerem da face da terra, a existência da humanidade estará seriamente comprometida.

O fato é esse: sem as abelhas, não há polinização. Com isso, a flora deixa de se reproduzir, já que 73% de todas as espécies vegetais no planeta são diretamente dependentes da polinização por abelhas. A consequência é a escassez e falta de alimentos para nós e para outros animais. Por fim, não sobrará nada de nós por aqui.

Percebe como é um efeito dominó? O desaparecimento das abelhas afeta toda a cadeia alimentar. A morte em grande escala das abelhas é uma grande ameaça à diversidade vegetal, alimentícia e animal.

Só nos últimos três meses, de dezembro de 2018 a fevereiro de 2019, mais de meio bilhão de abelhas foram encontradas mortas por apicultores, apenas em quatro estados brasileiros. Foram 400 milhões no Rio Grande do Sul, 7 milhões em São Paulo, 50 milhões em Santa Catarina e 45 milhões em Mato Grosso do Sul, segundo levantamento da Agência Pública.

E o causador desse estrago é o nosso inimigo em comum, os agrotóxicos.

Dando nome aos venenos!

Não é difícil entender como os agrotóxicos podem afetar as abelhas. Assim como nós, elas são afetadas por diferentes ingredientes ativos, de diversas formas. Três tipos de agrotóxico são especialmente prejudiciais às abelhas:

  • Glifosato – é o agrotóxico mais usado no mundo. Altera a sensibilidade das abelhas ao açúcar e seu senso de direção, atrapalhando a busca por alimentos e sua volta à colmeia.
  • Neonicotinoides – são altamente viciantes e causam dependência nas abelhas de forma similar ao que a nicotina dos cigarros causa nos humanos. Cerca de 75% das amostras de mel de diferentes regiões do mundo estavam contaminadas com esse tipo de veneno.
  • Fipronil – foi indicado como a principal causa de morte das abelhas no Rio Grande do Sul, em 2018. Atrapalham toda a parte cognitiva das abelhas, sua memória e capacidade de raciocínio. É tão forte que, desde 2013, foi banido de todo continente europeu.

Para piorar, você já deve estar sabendo que, em apenas cinco meses do novo governo, 197 agrotóxicos já foram aprovados, e outros 386 tiveram pedido de registro acatados. É uma indústria que não pretende parar de crescer, um governo que não dá sinais de desacelerar liberações e todos nós saímos prejudicados.

Dá pra salvar o reino inteiro!

Existem soluções que podem ser implementadas a partir de agora e que irão auxiliar direta e indiretamente na proteção das abelhas. É preciso – e possível – diminuir o volume de agrotóxicos nas nossas plantações de forma gradual e responsável.

A agroecologia é uma alternativa que não se vale de veneno e prioriza o uso de recursos naturais nos cultivos, respeitando os processos do meio ambiente.. Essa forma de produzir, além de preservar a saúde de quem produz e de quem consome, ainda não oferece perigo às abelhas, que podem seguir voando de flor em flor.

E dá pra salvar cada uma delas: as rainhas, operárias e os zangões, responsáveis pela reprodução. Você também pode implementar ações no seu dia a dia que atuem nessa proteção. Se possível, valorize os produtores agroecológicos da sua região e plante ervas e flores – você vai ver que as abelhas te visitarão! “Polinize” essa cultura para outras pessoas, para que elas conheçam a importância de uma alimentação saudável e mais saborosa!

Além disso, você pode colaborar com o Greenpeace, para que a gente continue  cobrando governos e empresas para que respeitem nossa saúde e o meio ambiente.

Quer ajudar ainda mais o Greenpeace e as abelhas?

Sua ajuda é importante, urgente e necessária! Não perca tempo e faça sua doação, ajude a manter as abelhas voando e espalhando vida por aí. Precisamos do seu apoio na luta por uma agricultura em sintonia com o meio ambiente, que não destrua as florestas e envenene a população e as abelhas. Faça parte do movimento! #SalveAsAbelhas e #ChegadeAgrotóxicos.

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