Para 2022, os votos do Greenpeace Brasil não poderiam ser diferentes: mais vida e menos destruição

Em tempos de emergência e crise climática – que tem intensificado as chuvas e as secas em todo o país –, o cuidado com as pessoas em situação de vulnerabilidade e com o meio ambiente deve fazer parte das prioridades políticas, ainda mais em um ano eleitoral, em que o resultado das urnas pode mudar o rumo do país e das próximas gerações. 

Mais do que nunca, é urgente e possível um governo ambientalmente responsável, que se preocupa com o bem-estar de toda população e com a biodiversidade brasileira. Mas isso é o contrário do que temos visto sob a atual gestão, conforme mostra a plataformaGoverno da Destruição”, que traz uma linha do tempo com as principais ações e desmontes antiambientais ocorridos durante o mandato de Jair Bolsonaro

Mas ainda dá para reverter este cenário! Neste ano, nós vamos poder escolher qual futuro queremos para o Brasil e quais governantes vão nos representar nessa jornada. E para contribuir nessa reflexão coletiva, nossos ativistas contaram seus votos para 2022:

“A destruição causada pelas chuvas intensas, e enfrentada por populações de diversos estados, escancara e denuncia o descaso político e a negligência do Brasil com a crise climática. Em um ano de eleições, temos a chance de cobrar compromissos efetivos dos governos em relação à emergência climática, para que criem medidas de adaptação a fim de desenvolver ações de enfrentamento.” Rodrigo Jesus, Campanha de Clima e Justiça.

“Apesar de Bolsonaro, 2022 trás mais uma oportunidade para o Brasil reafirmar nosso compromisso com a transição ecológica, que deve reorientar nossas relações de produção e consumo, romper com a economia da destruição e abrir caminho para que possamos instituir uma economia capaz de respeitar direitos, desconcentrar a renda e conviver com a floresta.” Danicley Saraiva de Aguiar, Campanha da Amazônia

“Precisamos continuar questionando essa velha forma de produzir alimentos, que utiliza veneno, agride o meio ambiente e desrespeita direitos. Infelizmente, o que temos visto acontecer no rumo das políticas públicas e no Congresso reforça tudo isso, mas não precisa ser assim. A redução do uso de agrotóxicos é possível e necessária na construção de uma agricultura verdadeiramente sustentável, uma alimentação mais saudável e mais acessível, e um modelo socioeconômico mais justo. E a agroecologia segue sendo o caminho para saúde, solução e justiça alimentar!Marina Lacorte, Campanha de Agricultura e Alimentação

“A luta indígena é a luta pela vida, a coexistência com a natureza e os valores de conservação são inerentes à existência dos povos originários, ao reproduzirem seu modo de vida e cultura. Sendo, dessa maneira, responsáveis pela proteção de uma vasta porção das florestas no Brasil. Portanto, as políticas ambientais que buscam a conservação da natureza precisam garantir os direitos indígenas. Para 2022 esperamos a rejeição definitiva da tese do Marco Temporal pelo Supremo Tribunal Federal e a retomada dos processos de demarcação de terras indígenas no Brasil.” Carolina Marçal, Campanha de Todos os Olhos na Amazônia

“Além de fazermos o enfrentamento contra as ameaças do Executivo e Legislativo, 2022 é o ano de propormos juntos uma transição de modelo de desenvolvimento para região amazônica que considere as especificidades em relação à cultura e riquezas naturais, e que permita a cada brasileiro saber que a defesa pela conservação do meio ambiente não diz respeito apenas a ambientalistas, mas a todos nós.” André Freitas, Campanha da Amazônia

Pessoas como você, que defendem a vida e a natureza, fazem parte desse Brasil que queremos! Para continuar nos apoiando, você pode usar a sua voz e espalhar essa causa, ou também pode contribuir doando seu tempo: faça parte da nossa rede de voluntariado e de doadores! O planeta agradece.