Rainbow Warrior em fotos
Por onde o Rainbow navegou?

Perguntas e respostas
Os navios da rede global do Greenpeace nos permitem conectar pessoas, chegar a territórios distantes e navegar pelos quatro cantos do mundo para proteger o meio ambiente e toda sua biodiversidade.
Eles são plataformas flutuantes para ativistas, pesquisadores e comunicadores, por meio das quais conseguimos realizar expedições científicas e manifestações pacíficas que denunciam projetos, empresas e governos que estejam destruindo o planeta. Também usamos as embarcações propriamente ditas para bloquear ou paralisar ações danosas às pessoas e aos ecossistemas.
Todo esse trabalho é feito de forma independente e só é possível graças ao apoio de pessoas como você. Doe e fortaleça nossa atuação!
O navio do Greenpeace veio ao país para acompanhar a COP30 com uma mensagem direcionada aos líderes globais em defesa das florestas e do clima. A embarcação é uma plataforma de mobilização e foi palco de uma série de atividades conectadas a este momento tão relevante para a Amazônia e, depois, seguiu para Recife e Rio de Janeiro promovendo a conscientização sobre Justiça Climática e Oceanos.
Sim! Tivemos visitas guiadas ao Rainbow Warrior, onde as pessoas puderam conhecer o funcionamento da embarcação e aprenderam mais sobre o trabalho do Greenpeace Brasil. Você sabia, por exemplo, que as velas do navio têm um formato especial?
Nas três cidades visitadas pelo navio, houve discussões relacionadas à defesa do meio ambiente, do clima e dos oceanos com a presença de movimentos sociais, outros ativistas, pesquisadores e visitas de estudantes.
O respeito à Amazônia e a COP30 foram os temas principais de Belém e, no restante da costa, promovemos o manifesto “Do morro ao mar: Justiça Climática para quem resiste”.
O navio também foi um espaço vivo de atividades culturais, onde tivemos participação especial de alguns artistas. Em Recife tivemos a alegria de receber a cantora pernambucana Joyce Alane para gravar a primeira edição do nosso Tiny Deck — uma apresentação musical intimista realizada no helideck do barco, marcada por presença, escuta e compromisso com os territórios.
Já no Rio de Janeiro, a voz da cantora Majur transformou o convés do navio em um espaço de arte, reflexão e ação coletiva, conectando música e o enfrentamento à crise climática.
Tanto no Rio quanto em Recife, promovemos o Corre de Quebrada. Atracado nas duas cidades, o Rainbow Warrior serviu de palco para batalhas de rima — como a Batalha da Escadaria —, o Slam das Minas e diversas apresentações culturais, fortalecendo o encontro entre ativismo ambiental e cultura periférica.
O nome “Rainbow Warrior” (Guerreiro do Arco-Íris) é inspirado em uma profecia indígena do povo Cree, da América do Norte, onde o primeiro grupo de ativistas do Greenpeace surgiu.
Os Cree têm diversas lendas ligadas à natureza, ao céu e aos fenômenos climáticos, com especial atenção ao arco-íris e uma delas inspirou a organização:
“Chegará um tempo em que os pássaros cairão do céu, os animais das florestas morrerão, o mar se tornará negro e os rios correrão envenenados. Nesse tempo, homens de todas as raças e povos se unirão como guerreiros do arco-íris para lutar contra a destruição da Terra”.
O arco-íris estampado na lateral do navio representa a esperança e a mobilização por um mundo mais digno, verde e justo para todas as formas de vida – objetivo que a maior organização ambiental do planeta sempre carrega em seus protestos pacíficos e campanhas de mobilização.
Seja também um guerreiro ou uma guerreira do arco-íris!
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