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Em clima de amizade, voluntários e voluntárias do Greenpeace levam ‘cores veganas’ para o Festival Percurso

No último domingo (9), sob o calor de São Paulo e muita música boa nos palcos do Festival Percurso, voluntários e voluntárias do Greenpeace usaram toda sua criatividade para conversar com a população do Campo Limpo sobre uma alimentação sem veneno, orgânica e acessível para todos.

Com público estimado em torno de 5 mil pessoas, o festival contou com diversas atrações: música, mestres da cultura popular do Brasil, indígenas Guarani e Pataxós, e mais de 100 empreendimentos econômicos e solidários.

Jogo da memória na tenda do Greenpeace

Jogo da memória na tenda do Greenpeace © Christian Braga / Greenpeace

No espaço do Greenpeace, muita interação com o público, criatividade, dicas e práticas sustentáveis, com jogos que debatiam sobre o uso dos agrotóxicos, tutoriais de como produzir tintas naturais, “bolas de semente” para contribuir com o reflorestamento, e claro, a oficina de stencil para personalizar camisetas com a mensagem “Chega de Agrotóxicos”.

Ativistas na tenda do Greenpeace

Ativistas na tenda do Greenpeace © Christian Braga / Greenpeace

O varal dos desejos também chamava atenção de quem passava por ali, muitas mensagens sobre o que se espera para o país nos próximos anos e dos sonhos de tornar mais saudável a relação entre seres humanos e natureza.

 

Mensagens como: “Comida de verdade no campo e na cidade”; e “Democratização da alimentação”, vem de encontro com o que o Ricardo Fontalba, voluntário do Greenpeace há 8 meses acredita: “Os alimentos vistos como uma ferramenta de mudança”.

“Eventos como o Festival Percurso quebram um dos maiores discursos do agronegócio. Em meio a músicas, atividades e vivências, demonstram com excelência como o orgânico pode ser acessível. E mais que isso, geram um elo muito próximo entre o produtor e o consumidor. Quando pensamos no campo, imaginamos algo distante, mas esses produtores estão aqui entre nós, compartilhando suas histórias e reforçando o poder de transformação que o consumidor tem na escolha do seu cardápio. O orgânico é possível e eventos como esse nos apresentam histórias reais”, finaliza o voluntário.

Mariana Belato, Grazielle Garcia e Natalia Ricci, voluntárias do Greenpeace

Mariana Belato, Grazielle Garcia e Natalia Ricci, voluntárias do Greenpeace © Christian Braga / Greenpeace

Para Natália Ricci, voluntária que também estava participando das atividades, o festival é a prova de que é possível desconstruir que orgânico é coisa de rico. “Todos temos direito de ter uma comida saudável, sustentável e sem veneno. E compreender melhor a dinâmica de distribuição nas cidades é essencial para compreender a democratização do alimento, por isso, iniciativas como “orgânicos da periferia” são mega importantes, pois desmistificam que comida pura custa caro”.

A cereja orgânica do bolo vegano

O clima era também de celebração pela aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNaRA) na Comissão Especial na Câmara dos Deputados, que aconteceu na última terça-feira, fechando com chave de ouro a 5ª edição do Festival Percurso e a parceria entre o Greenpeace a Agência Solano Trindade.

Confira o vídeo sobre o Festival Percurso: