O problema

A solução

O impacto socioambiental de hidrelétricas em biomas frágeis como a Amazônia é bem conhecido pelas populações e regiões afetadas e se repete a cada novo caso. Entre os impactos já observados estão o aumento do desmatamento, a redução da biodiversidade, o deslocamento forçado de comunidades indígenas e tradicionais, além da abertura de estradas ilegais e a invasão de terras indígenas por madeireiros e grileiros.

O futuro está nas energias renováveis, como solar e eólica, não em barragens que destroem comunidades e a floresta. Precisamos pressionar os governantes e as empresas a contribuírem com investimentos em alternativas de energia verdadeiramente limpas. Também precisamos pressionar pela demarcação da Terra Indígena Sawre Muybu, garantindo a proteção deste território que representa a vida para o povo Munduruku.

O Mapa da Vida

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Assine a petição e ajude a barrar a construção das hidrelétricas no Tapajós e garantir o direito originário dos Munduruku ao seu território tradicional.

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Leia o relatório Hidrelétricas na Amazônia para entender porque elas não são uma solução de energia limpa

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